02/06/2021

NUNC COEPI: Publicações em Junho 2

                                                     


                                                           Quarta-Feira


PLANO DE VIDA: (Coisas muito simples, curtas, objectivas)

Propósito: Simplicidade e modéstia.

Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.

 

Lembrar-me: Do meu Anjo da Guarda.

Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de corres-pondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

 

 

Pequeno exame: Cumpri o propósito que me propus ontem?

 


Ano de São José

REDEMPTORIS CUSTOS

 

Exortação Apostólica do Sumo Pontífice João Paulo II

Sobre a Figura e Missão de São José na Vida de Cristo e da Igreja.

Aos Bispos, aos Sacerdotes e Diáconos, aos Religiosos e Religiosas e a todos os fiéis da Igreja Católica 

 

I. O CONTEXTO EVANGÉLICO

 

O Matrimónio com Maria

2. «José, filho de David, não temas receber contigo Maria, tua esposa, pois o que nela foi gerado é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados» (Mt 1,20-21).

Nestas palavras está contido o núcleo central da verdade bíblica sobre São José; é o momento da sua existência ao qual se referem em particular os Padres da Igreja.

O evangelista São Mateus explica o significado deste momento, esboçando também a maneira como José o viveu. Todavia, para se compreender plenamente o seu conteúdo e o seu contexto, é importante ter presente a passagem paralela do Evangelho de São Lucas. Com efeito, a origem da gravidez de Maria, por «obra do Espírito Santo» - posta em relação com o versículo que diz «ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua Mãe, desposada com José, antes de habitarem juntos, eis que ela concebeu por obra do Espírito Santo» (Mt 1,18) encontra uma descrição mais ampla e mais explícita naquilo que lemos em São Lucas sobre a anunciação do nascimento de Jesus: «O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David. E o nome da virgem era Maria» (Lc 1,26-27). As palavras do anjo: «Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo» (Lc 1,28) provocaram em Maria uma perturbação íntima e simultaneamente estimularam-na a reflectir. Então, o mensageiro tranquilizou a Virgem e, ao mesmo tempo, revelou-lhe o desígnio especial de Deus a seu respeito: «Não tenhas medo, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai» (Lc 1,30-32).

O Evangelista tinha afirmado, pouco antes, que, no momento da Anunciação, Maria estava desposada com um homem chamado José, da casa de David. A natureza destes esponsais é explicitada, indirectamente, quando Maria, depois de ter ouvido aquilo que o mensageiro dissera do nascimento do filho, pergunta: «Como se realizará isso, pois eu não conheço homem?» (Lc 1,34). E então é-lhe dada esta resposta: «O Espírito Santo descerá sobre ti e a potência do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer de ti será santo e será chamado  ‘Filho de Deus»” (Lc 1,35). Maria, embora fosse já “desposada” com José, permanecerá virgem, pois o menino, nela concebido desde o momento da Anunciação, era concebido por obra do Espírito Santo.

Neste ponto o texto de São Lucas coincide com o texto de São Mateus (1,18) e serve-nos para explicar o que lemos neste último. Se, depois do esponsório com José, se verificou que Maria «tinha concebido por obra do Espírito Santo», este facto corresponde a todo o conteúdo da Anunciação e, em particular, às últimas palavras pronunciadas por Maria: «Faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1,38).

Correspondendo ao desígnio claro de Deus, Maria, com o passar dos dias e das semanas, manifesta-se, diante das pessoas que contactava e diante de José, como estando “grávida”, como mulher que deve dar à luz e que traz em si o mistério da maternidade.

 


ANJO DA GUARDA

Sancti Angeli Custodes nostri, defendite nos in proelio ut non pereamus in tremendo iudicio.

 

"Força-me" a lembrar-me do meu Anjo da Guarda que eu não despreze companhia tão excelente.

Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

 

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador pois que a ti me confiou a Piedade Divina, para sempre me protege, guarda e ilumina.

 

Trium puerórum 

 

Cantémus hymnum, quem cantábant Sancti in camíno ignis,

benedicéntes Dóminum. (T. P. Allelúja.)

Canticum trium Puerorum Dan. 3, 57-88 et 56

 

Benedícite, ómnia ópera Dómini, Dómino: * laudáte et superexaltáte eum in sæcula.

Benedícite, Angeli Dómini, Dómino: * benedícite, cæli, Dómino.

Benedícite, aquæ omnes, quæ super cælos sunt, Dómino: * benedícite, omnes virtútes dómini, Dómino.

Benedícite, sol et luna, Dómino: * benedícite, stellæ cæli, Dómino. 

Benedícite, omnis imber et ros, Dómino: * benedícite, omnes spíritus Dei, Dómino.

Benedícite, ignis et æstus, Dómino: * benedícite, frigus et æstus, Dómino.

Benedícite, rores et pruína, Dómino: * benedícite, gelu et frigus, Dómino.

Benedícite, glácies et nives, Dómino: * benedícite, noctes et dies, Dómino.

Benedícite, lux et ténebræ, Dómino: * benedícite, fúlgura et nubes, Dómino.

Benedícat terra Dóminum: * laudet et superexáltet eum in sæcula.

Benedícite, montes et colles, Dómino: * benedícite, univérsa germinántia in terra, Dómino.

Benedícite, fontes, Dómino: * benedícite, mária et flúmina, Dómino.

Benedícite, cete, et ómnia quæ movéntur in aquis, Dómino: * benedícite, omnes vólucres cæli, Dómino.

Benedícite, omnes béstiæ et pécora, Dómino: * benedícite, fílii hóminum, Dómino.

Benedícat Israel Dóminum: * laudet et superexáltet eum in sæcula.

Benedícite, sacerdótes Dómini, Dómino: * benedícite, servi Dómini, Dómino.

Benedícite, spíritus et ánimæ justórum, Dómino: * benedícite, sancti et húmiles corde, Dómino.

Benedícite, Ananía, Azaría, Mísael, Dómino: * laudáte et superexaltáte eum in sæcula.

Benedicámus Patrem et Fílium cum Sancto Spíritu: * laudémus et superexaltémus eum in sæcula.

Benedíctus es, Dómine, in firmaménto cæli: * et laudábilis, et gloriósus, et superexaltátus in sæcula.

 

Psalmus 150

Laudáte Dóminum in sanctis ejus: * laudáte eum in firmaménto virtútis ejus.

Laudate eum in virtútibus ejus: * laudáte eum secúndum multitúdinem magnitúdinis ejus.

Laudate eum in in sono tubæ: * laudáte eum in psaltério et cíthara.

Laudate eum in týmpano, et choro: * laudáte eum in chordis, et órgano.

Laudate eum in cýmbalis benesonántibus: laudáte eum in cýmbalis jubilatiónis: * omnis spíritus laudet Dóminum.

Glória Patri, et Fílio, et Spirítui Sancto.

Sicut erat in princípio, et nunc et semper, et in sæcula sæculórum. Amen.

 

Ant. Trium puerórum * cantémus hymnum, quem cantábant Sancti in camíno ignis, benedicéntes Dóminum. (T. P. Allelúja.

Kýrie, eléison. Christe, eléison. Kýrie, eléison.

Pater noster secreto usque ad

V. Et ne nos indúcas in tentatiónem. R. Sed líbera nos a malo.

V. Confiteántur tibi, Dómine, ómnia ópera tua. R. Et Sancti tui benedícant tibi.

V. Exsultábunt Sancti in glória. R. Lætabúntur in cubílibus suis.

V. Non nobis, Dómine, non nobis. R. Sed nómini tuo da glóriam.

V. Dómine, exáudi oratiónem meam. R. Et clamor meus ad te véniat.

V. Dóminus vobíscum. R. Et cum spíritu tuo.

Orémus.

Deus, qui tribus púeris mitigásti flammas ígnium: concéde propítius; ut nos fámulos tuos non exúrat flamma vitiórum.

Actiónes nostras, quæsumus, Dómine, aspirándo præveni et adjuvándo proséquere: ut cuncta nostra orátio et operátio a te semper incípiat, et per te cœpta finiátur. 

Da nobis, quæsumus, Dómine, vitiórum nostrórum flammas exstínguere: qui beáto Lauréntio tribuísti tormentórum suórum incéndia superáre. Per Christum, Dóminum nostrum. R. Amen.

 


SÃO JOSEMARIA – textos

 

Maria, Rainha dos Apóstolos

Que lição tão extraordinária cada um dos ensinamentos do Novo Testamento! Depois de o Mestre lhes dizer, enquanto ascende para a dextra de Deus Pai, «ide e pregai a todas as gentes», os discípulos ficaram em paz. Mas ainda têm dúvidas: não sabem o que hão-de fazer; e reúnem-se com Maria, Rainha dos Apóstolos, para se converterem em zelosos pregoeiros da Verdade que há-de salvar o mundo. (Sulco, 232)

Se olharmos para a nossa vida com humildade, veremos claramente que o Senhor nos concedeu talentos e qualidades, além da graça da fé. Nenhum de nós é um ser repetido. O Nosso Pai criou-nos um a um, repartindo entre os seus filhos diverso número de bens. Pois temos de pôr esses talentos, essas qualidades, ao serviço de todos; temos de utilizar esses dons de Deus como instrumentos para ajudar os homens a descobrirem Cristo. (...) É missão dos filhos de Deus conseguir que todos os homens entrem - com liberdade - dentro da rede divina, para que se amem. Se somos cristãos, temos de converter-nos nos pescadores de que fala o profeta Jeremias. Jesus Cristo também utilizou repetidamente essa metáfora: "Segui-me e Eu vos farei pescadores de homens", diz a Pedro e a André. (Amigos de Deus, 258-259)

 Quarta-Feira

NUNC COEPI: Publicações em Junho 2

PLANO DE VIDA: (Coisas muito simples, curtas, objectivas)

Propósito: Simplicidade e modéstia.

Senhor, ajuda-me a ser simples, a despir-me da minha “importância”, a ser contido no meu comportamento e nos meus desejos, deixando-me de quimeras e sonhos de grandeza e proeminência.

 

Lembrar-me: Do meu Anjo da Guarda.

Senhor, ajuda-me a lembrar-me do meu Anjo da Guarda, que eu não despreze companhia tão excelente. Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de corres-pondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

 

 

Pequeno exame: Cumpri o propósito que me propus ontem?

 

Ano de São José

REDEMPTORIS CUSTOS

 

Exortação Apostólica do Sumo Pontífice João Paulo II

Sobre a Figura e Missão de São José na Vida de Cristo e da Igreja.

Aos Bispos, aos Sacerdotes e Diáconos, aos Religiosos e Religiosas e a todos os fiéis da Igreja Católica 

 

I. O CONTEXTO EVANGÉLICO

 

O Matrimónio com Maria

2. «José, filho de David, não temas receber contigo Maria, tua esposa, pois o que nela foi gerado é obra do Espírito Santo. Ela dará à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus, porque ele salvará o seu povo dos seus pecados» (Mt 1,20-21).

Nestas palavras está contido o núcleo central da verdade bíblica sobre São José; é o momento da sua existência ao qual se referem em particular os Padres da Igreja.

O evangelista São Mateus explica o significado deste momento, esboçando também a maneira como José o viveu. Todavia, para se compreender plenamente o seu conteúdo e o seu contexto, é importante ter presente a passagem paralela do Evangelho de São Lucas. Com efeito, a origem da gravidez de Maria, por «obra do Espírito Santo» - posta em relação com o versículo que diz «ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua Mãe, desposada com José, antes de habitarem juntos, eis que ela concebeu por obra do Espírito Santo» (Mt 1,18) encontra uma descrição mais ampla e mais explícita naquilo que lemos em São Lucas sobre a anunciação do nascimento de Jesus: «O anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade de Galiléia, chamada Nazaré, a uma virgem desposada com um homem chamado José, da casa de David. E o nome da virgem era Maria» (Lc 1,26-27). As palavras do anjo: «Salve, ó cheia de graça, o Senhor está contigo» (Lc 1,28) provocaram em Maria uma perturbação íntima e simultaneamente estimularam-na a reflectir. Então, o mensageiro tranquilizou a Virgem e, ao mesmo tempo, revelou-lhe o desígnio especial de Deus a seu respeito: «Não tenhas medo, Maria, pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Ele será grande e será chamado Filho do Altíssimo. O Senhor Deus lhe dará o trono de David, seu pai» (Lc 1,30-32).

O Evangelista tinha afirmado, pouco antes, que, no momento da Anunciação, Maria estava desposada com um homem chamado José, da casa de David. A natureza destes esponsais é explicitada, indirectamente, quando Maria, depois de ter ouvido aquilo que o mensageiro dissera do nascimento do filho, pergunta: «Como se realizará isso, pois eu não conheço homem?» (Lc 1,34). E então é-lhe dada esta resposta: «O Espírito Santo descerá sobre ti e a potência do Altíssimo estenderá sobre ti a sua sombra. Por isso, aquele que vai nascer de ti será santo e será chamado  ‘Filho de Deus»” (Lc 1,35). Maria, embora fosse já “desposada” com José, permanecerá virgem, pois o menino, nela concebido desde o momento da Anunciação, era concebido por obra do Espírito Santo.

Neste ponto o texto de São Lucas coincide com o texto de São Mateus (1,18) e serve-nos para explicar o que lemos neste último. Se, depois do esponsório com José, se verificou que Maria «tinha concebido por obra do Espírito Santo», este facto corresponde a todo o conteúdo da Anunciação e, em particular, às últimas palavras pronunciadas por Maria: «Faça-se em mim segundo a tua palavra» (Lc 1,38).

Correspondendo ao desígnio claro de Deus, Maria, com o passar dos dias e das semanas, manifesta-se, diante das pessoas que contactava e diante de José, como estando “grávida”, como mulher que deve dar à luz e que traz em si o mistério da maternidade.

 

ANJO DA GUARDA

Sancti Angeli Custodes nostri, defendite nos in proelio ut non pereamus in tremendo iudicio.

 

"Força-me" a lembrar-me do meu Anjo da Guarda que eu não despreze companhia tão excelente.

Ele está sempre a meu lado, vela por mim, alegra-se com as minhas alegrias e entristece-se com as minhas faltas.

Anjo da minha Guarda, perdoa-me a falta de correspondência ao teu interesse e protecção, a tua disponibilidade permanente. Perdoa-me ser tão mesquinho na retribuição de tantos favores recebidos.

 

Santo Anjo do Senhor, meu zeloso guardador pois que a ti me confiou a Piedade Divina, para sempre me protege, guarda e ilumina.

 

Trium puerórum 

 

Cantémus hymnum, quem cantábant Sancti in camíno ignis,

benedicéntes Dóminum. (T. P. Allelúja.)

Canticum trium Puerorum Dan. 3, 57-88 et 56

 

Benedícite, ómnia ópera Dómini, Dómino: * laudáte et superexaltáte eum in sæcula.

Benedícite, Angeli Dómini, Dómino: * benedícite, cæli, Dómino.

Benedícite, aquæ omnes, quæ super cælos sunt, Dómino: * benedícite, omnes virtútes dómini, Dómino.

Benedícite, sol et luna, Dómino: * benedícite, stellæ cæli, Dómino. 

Benedícite, omnis imber et ros, Dómino: * benedícite, omnes spíritus Dei, Dómino.

Benedícite, ignis et æstus, Dómino: * benedícite, frigus et æstus, Dómino.

Benedícite, rores et pruína, Dómino: * benedícite, gelu et frigus, Dómino.

Benedícite, glácies et nives, Dómino: * benedícite, noctes et dies, Dómino.

Benedícite, lux et ténebræ, Dómino: * benedícite, fúlgura et nubes, Dómino.

Benedícat terra Dóminum: * laudet et superexáltet eum in sæcula.

Benedícite, montes et colles, Dómino: * benedícite, univérsa germinántia in terra, Dómino.

Benedícite, fontes, Dómino: * benedícite, mária et flúmina, Dómino.

Benedícite, cete, et ómnia quæ movéntur in aquis, Dómino: * benedícite, omnes vólucres cæli, Dómino.

Benedícite, omnes béstiæ et pécora, Dómino: * benedícite, fílii hóminum, Dómino.

Benedícat Israel Dóminum: * laudet et superexáltet eum in sæcula.

Benedícite, sacerdótes Dómini, Dómino: * benedícite, servi Dómini, Dómino.

Benedícite, spíritus et ánimæ justórum, Dómino: * benedícite, sancti et húmiles corde, Dómino.

Benedícite, Ananía, Azaría, Mísael, Dómino: * laudáte et superexaltáte eum in sæcula.

Benedicámus Patrem et Fílium cum Sancto Spíritu: * laudémus et superexaltémus eum in sæcula.

Benedíctus es, Dómine, in firmaménto cæli: * et laudábilis, et gloriósus, et superexaltátus in sæcula.

 

Psalmus 150

Laudáte Dóminum in sanctis ejus: * laudáte eum in firmaménto virtútis ejus.

Laudate eum in virtútibus ejus: * laudáte eum secúndum multitúdinem magnitúdinis ejus.

Laudate eum in in sono tubæ: * laudáte eum in psaltério et cíthara.

Laudate eum in týmpano, et choro: * laudáte eum in chordis, et órgano.

Laudate eum in cýmbalis benesonántibus: laudáte eum in cýmbalis jubilatiónis: * omnis spíritus laudet Dóminum.

Glória Patri, et Fílio, et Spirítui Sancto.

Sicut erat in princípio, et nunc et semper, et in sæcula sæculórum. Amen.

 

Ant. Trium puerórum * cantémus hymnum, quem cantábant Sancti in camíno ignis, benedicéntes Dóminum. (T. P. Allelúja.

Kýrie, eléison. Christe, eléison. Kýrie, eléison.

Pater noster secreto usque ad

V. Et ne nos indúcas in tentatiónem. R. Sed líbera nos a malo.

V. Confiteántur tibi, Dómine, ómnia ópera tua. R. Et Sancti tui benedícant tibi.

V. Exsultábunt Sancti in glória. R. Lætabúntur in cubílibus suis.

V. Non nobis, Dómine, non nobis. R. Sed nómini tuo da glóriam.

V. Dómine, exáudi oratiónem meam. R. Et clamor meus ad te véniat.

V. Dóminus vobíscum. R. Et cum spíritu tuo.

Orémus.

Deus, qui tribus púeris mitigásti flammas ígnium: concéde propítius; ut nos fámulos tuos non exúrat flamma vitiórum.

Actiónes nostras, quæsumus, Dómine, aspirándo præveni et adjuvándo proséquere: ut cuncta nostra orátio et operátio a te semper incípiat, et per te cœpta finiátur. 

Da nobis, quæsumus, Dómine, vitiórum nostrórum flammas exstínguere: qui beáto Lauréntio tribuísti tormentórum suórum incéndia superáre. Per Christum, Dóminum nostrum. R. Amen.

 

SÃO JOSEMARIA – textos

 

Maria, Rainha dos Apóstolos

Que lição tão extraordinária cada um dos ensinamentos do Novo Testamento! Depois de o Mestre lhes dizer, enquanto ascende para a dextra de Deus Pai, «ide e pregai a todas as gentes», os discípulos ficaram em paz. Mas ainda têm dúvidas: não sabem o que hão-de fazer; e reúnem-se com Maria, Rainha dos Apóstolos, para se converterem em zelosos pregoeiros da Verdade que há-de salvar o mundo. (Sulco, 232)

Se olharmos para a nossa vida com humildade, veremos claramente que o Senhor nos concedeu talentos e qualidades, além da graça da fé. Nenhum de nós é um ser repetido. O Nosso Pai criou-nos um a um, repartindo entre os seus filhos diverso número de bens. Pois temos de pôr esses talentos, essas qualidades, ao serviço de todos; temos de utilizar esses dons de Deus como instrumentos para ajudar os homens a descobrirem Cristo. (...) É missão dos filhos de Deus conseguir que todos os homens entrem - com liberdade - dentro da rede divina, para que se amem. Se somos cristãos, temos de converter-nos nos pescadores de que fala o profeta Jeremias. Jesus Cristo também utilizou repetidamente essa metáfora: "Segui-me e Eu vos farei pescadores de homens", diz a Pedro e a André. (Amigos de Deus, 258-259)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

01/06/2021

NUNC COEPI: Publicações em Junho 1

 


Terça-Feira

PLANO DE VIDA (Coisas muito simples, curtas, objectivas)

Propósito: Aplicação no trabalho.

Senhor, ajuda-me a fazer o que devo, quando devo, empenhando-me em fazê-lo bem feito para to poder oferecer.

 

Pequeno exame: Cumpri o propósito que me propus ontem?

 


São José

 

REDEMPTORIS CUSTOS

 

Exortação Apostólica do Sumo Pontífice João Paulo II

Sobre a Figura e Missão de São José na Vida de Cristo e da Igreja.

Aos Bispos, aos Sacerdotes e Diáconos, aos Religiosos e Religiosas e a todos os fiéis da Igreja Católica 

 

INTRODUÇÃO

1. Chamado a proteger o Redentor, “José fez como lhe ordenara o anjo do Senhor e recebeu a sua esposa” (Mt 1,24).

Inspirando-se no Evangelho, os Padres da Igreja, desde os primeiros séculos, puseram em relevo que São José, assim como cuidou com amor de Maria e se dedicou com empenho jubiloso à educação de Jesus Cristo (1), assim também guarda e protege o seu Corpo místico, a Igreja, da qual a Virgem Santíssima é figura e modelo.

No centenário da publicação da Carta Encíclica “Quamquam pluries” do Papa Leão XIII (2) e na esteira da plurissecular veneração para com São José, desejo apresentar à vossa consideração, amados Irmãos e Irmãs, algumas reflexões sobre aquele a quem Deus “confiou a guarda dos seus tesouros mais preciosos” (3).É para mim uma alegria cumprir este dever pastoral, no intuito de que cresça em todos a devoção ao Patrono da Igreja universal e o amor ao Redentor, que ele serviu de maneira exemplar.

Desta forma, todo o povo cristão não só recorrerá a São José com maior fervor e invocará confiadamente o seu patrocínio, mas também terá sempre diante dos olhos o seu modo humilde e amadurecido de servir e de “participar” na economia da salvação (4).

Tenho para mim, efectivamente, que o facto de se considerar novamente a participação do Esposo de Maria no mistério divino permitirá à Igreja, na sua caminhada para o futuro juntamente com toda a humanidade, reencontrar continuamente a própria identidade, no âmbito deste desígnio redentor, que tem o seu fundamento no mistério da Encarnação.

Foi precisamente neste mistério que José de Nazaré “participou” como nenhuma outra pessoa humana, à exceção de Maria, a Mãe do Verbo Encarnado. Ele participou em tal mistério simultaneamente com Maria, envolvido na realidade do mesmo evento salvífico, e foi depositário do mesmo amor, em virtude do qual o eterno Pai “nos predestinou a sermos adotados como filhos, por intermédio de Jesus Cristo” (Ef 1,5).

 


São Josemaria – textos

Sem Ele nada podemos

Quando sentires o orgulho que ferve dentro de ti – a soberba! –, que faz com que te consideres um super-homem, chegou o momento de exclamar: – Não! E, assim, saborearás a alegria do bom filho de Deus, que passa pela terra com erros, mas fazendo o bem. (Forja, 1054)

Vedes como é necessário conhecer Jesus, observar amorosamente a sua vida? Muitas vezes fui à procura da definição da biografia de Jesus na Sagrada Escritura. Encontrei-a lendo aquela que o Espírito Santo faz em duas palavras: pertransiit benefaciendo. Todos os dias de Jesus Cristo na terra, desde o seu nascimento até à morte, pertransiit benefaciendo, foram preenchidos fazendo o bem. Como, noutro lugar, a Escritura também diz: bene omnia fecit, fez tudo bem, terminou bem todas as coisas, não fez senão o bem. E tu? E eu? Lancemos um olhar para ver se temos alguma coisa que emendar. Eu, sim, encontro em mim muito que fazer. Como me vejo incapaz, só por mim, de fazer o bem e, como o próprio Jesus nos disse que sem Ele nada podemos, vamos tu e eu implorar ao Senhor a sua assistência, por meio de sua Mãe, neste colóquio íntimo, próprio das almas que amam a Deus. Não acrescento mais nada, porque é cada um de vós que tem de falar, segundo a sua particular necessidade. Por dentro, e sem ruído de palavras, neste mesmo momento em que vos dou estes conselhos, aplico esta doutrina à minha própria miséria. (Cristo que passa, 16)

 

 

30/05/2021

NUNC COEPI: Publicações em Maio 30

 



DOMINGO

 

PLANO DE VIDA;  (Coisas muito simples, curtas, objectivas)

Propósito: Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Lembrar-me: Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame: Cumpri o propósito que me propus ontem?

Propósito: Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Pequeno exame: Cumpri o propósito que me propus ontem?

 


Mês de Maio - Santíssima Virgem

 

Salve Rainha, Mãe de misericórdia, Vida e doçura, Esperança nossa, A vós bradamos, Degredados filhos de Eva, A vós suspiramos, Gemendo e chorando, Neste vale de lágrimas.

Eia pois advogada nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei,

 

O olhar de Mãe da Misericórdia!

Não há outro no qual possamos confiar tão plenamente.

Tu compreendes; tu desculpas; tu encontras os nossos pequenos méritos nas muitíssimas misérias que temos.

Santo Rosário - Meditação sobre o Décimo Mistério do Evangelho

 

 

Jesus e a Lei

 

  «Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas. Não vim revogá-los, mas levá-los à perfeição ».

  Esta afirmação “categórica” de Jesus, faz, podería dizer, todo o sentido.

  Ele nunca poderia revogar um Lei dada por Seu Pai, directamente, a Moisés no monte Sinai.

  Só que, com o passar dos séculos, esta mesma Lei - que deveria ser intocável na sua essência – foi sendo alterada pelos escribas e chefes do povo de Israel, que foram acrescentando regras e obrigações da sua lavra, num autêntico amontoado legislativo que constituia um pesado fardo para o povo.

  Compreendo que, este povo era rude e iletrado e, naqueles recuados tempos, quase bárbaro, o que, de certa forma, pode ter levado os chefes a “apertarem” o jugo que, na sua opinião, era fundamental para a unidade da nação.

  Ao longo do Capítulo V do Evangelho escrito por São Mateus, Jesus Cristo vai explicando, com meridiana clareza, o verdadeiro sentido do enunciado na Lei Divina.

  Posso – claramente – perceber que a Sua intenção é centrar definitivamente a Lei dada a Moisés nos dois primeiros Mandamentos: «Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo».

  De certa forma, colocar a “intenção” de Deus Pai centrada no AMOR, AMOR, este que tinha sido esquecido, posto de lado.

  Por isso mesmo acaba o Seu “discurso”  com a declaração do MANDAMENTO DO AMOR: «sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai celeste» o que, na verdade quer dizer: Amai como Vosso Pai e Eu vos amo.

  Mandamento impossível de cumprir?

  Posso pensar que, talvez, sim… dadas as nossas limitações e fragilidades, mas, Cristo não pode – nunca o fará – pedir algo impossível de cumprir porque sabe e conhece muito melhor que nós, essas limitações e fragilidades, e, portanto, o que na verdade nos diz é que nos esforcemos com ânimo e confiança em consegui-lo.

  Ân  imo para perseverar, confiança nEle que nunca me faltará com o que me possa faltar.

Daí que, nos será muito conveniente pedir com insistência humilde mas confiada: Senhor, ajuda-me a ser perfeito, a ser santo, a fazer quanto posso para Te seguir e levar a cabo os Teus desejos e Amabílissima Vontade.

  E… Senhor: Que eu saiba ordenar bem o meu amor. Em primeiro lugar… Tu, Senhor do Céu e da Terra, Criador de todas as coisas. Todos os outros amores, por limpos, honestos, verdadeiros que sejam, ou possam parecer, devem ordenar-se a este. De Ti me vem tudo, a própria vida. Tudo, absolutamente, quanto tenho, Te pertence. Para Ti caminho, de Ti recebo a força, a inspiração, o alento para a caminhada e ainda o perdão das minhas numerosas faltas. Não guardando agravos, demonstras, a cada instante, a Tua Omnipotente Misericórdia. Peço-te, Senhor, que recebas o meu amor como se fosse o único amor que tens na terra. Assim não notarás como é pequeno, miserável... Serei feliz porque mesmo sabendo o pouco que é, como to dou todo... fico disponível para me “encher” do Teu.

 


São José Maria textos

      

Fé do povo cristão

 

Sempre foi esta a doutrina certa da fé. Contra os que a negaram, o Concílio de Éfeso proclamou que se alguém não confessa que o Emanuel é verdadeiramente Deus e que, por isso, a Santíssima Virgem é Mãe de Deus, visto que gerou segundo a carne o Verbo de Deus encarnado, seja anátema.

A história conservou-nos testemunhos da alegria dos cristãos perante estas decisões claras, nítidas, que reafirmavam aquilo em que todos já acreditavam: Todo o povo da cidade de Éfeso, desde as primeiras horas da manhã até à noite, permaneceu ansioso à espera da resolução... Quando se soube que o autor das blasfémias tinha sido deposto, todos a uma voz começaram a glorificar a Deus e a aclamar o Sínodo, porque tinha caído o inimigo da fé. Logo que saímos da igreja fomos acompanhados com archotes a nossas casas. Era de noite: toda a cidade estava alegre e iluminada.

Assim escreve S. Cirilo e não posso negar que, mesmo passados dezasseis séculos, aquela reacção de piedade me impressiona profundamente.

Queira Deus Nosso Senhor que esta mesma fé arda nos nossos corações e que se erga dos nossos lábios um cântico de acção de graças, porque a Trindade Santíssima, ao escolher Maria para Mãe de Cristo, homem como nós, pôs cada um de nós sob o seu manto maternal. É Mãe de Deus e nossa Mãe. (Amigos de Deus, 275)