06/07/2020

LEITURA ESPIRITUAL


ACTOS DOS APÓSTOLOS 

I.            A IGREJA DE JERUSALÉM

6 Instituição dos Sete –
1 Por esses dias, como o número de discípulos ia aumentando, houve queixas dos helenistas contra os hebreus, porque as suas viúvas eram esquecidas no serviço diário. 2 Os Doze convocaram, então, a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém deixarmos a palavra de Deus, para servirmos às mesas. 3 Irmãos, é melhor procurardes entre vós sete homens de boa reputação, cheios do Espírito e de sabedoria; confiar-lhes-emos essa tarefa. 4 Quanto a nós, entregar-nos-emos assiduamente à oração e ao serviço da Palavra.» 5 A proposta agradou a toda a assembleia e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócuro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. 6 Foram apresentados aos Apóstolos que, depois de orarem, lhes impuseram as mãos. 7 A palavra de Deus ia-se espalhando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém, e grande número de sacerdotes obedeciam à Fé.

II. EXPANSÃO DA IGREJA FORA DE JERUSALÉM

Prisão de Estêvão –
8 Cheio de graça e força, Estêvão fazia extraordinários milagres e prodígios entre o povo. 9 Ora, alguns membros da sinagoga, chamada dos libertos, dos cireneus, dos alexandrinos e dos da Cilícia e da Ásia, vieram para discutir com Estêvão; 10 mas era-lhes impossível resistir à sabedoria e ao Espírito com que ele falava. 11 Subornaram, então, uns homens para dizerem: «Ouvimo-lo proferir palavras blasfemas contra Moisés e contra Deus.» 12 Provocaram, assim, a ira do povo, dos anciãos e dos escribas; depois, surgindo-lhe na frente, arrebataram-no e levaram-no ao Sinédrio. 13 Aí, apresentaram falsas testemunhas que declararam: «Este homem não cessa de falar contra este Lugar Santo e contra a Lei, 14 pois ouvimo-lo afirmar que Jesus, o Nazareno, destruiria este lugar e mudaria as regras que Moisés nos legou.» 15 Todos os membros do Sinédrio tinham os olhos fixos nele e viram que o seu rosto era como o rosto de um Anjo.

"Christus vivit": Exortação Apostólica aos Jovens

1. CRISTO VIVE: é Ele a nossa esperança e a mais bela juventude deste mundo! Tudo o que toca torna-se jovem, fica novo, enche-se de vida. Por isso as primeiras palavras, que quero dirigir a cada jovem cristão, são estas:
Ele vive e quere-te vivo!
2. Está em ti, está contigo e jamais te deixa. Por mais que te possas afastar, junto de ti está o Ressuscitado, que te chama e espera por ti para recomeçar.
Quando te sentires envelhecido pela tristeza, os rancores, os medos, as dúvidas ou os fracassos, Jesus estará a teu lado para te devolver a força e a esperança.
3. Com afecto, escrevo a todos os jovens cristãos esta Exortação Apostólica, ou seja, uma carta que recorda algumas convicções da nossa fé e, ao mesmo tempo, encoraja a crescer na santidade e no compromisso em prol da própria vocação.
Mas, dado que é um marco dentro de um caminho sinodal, dirijo-me simultaneamente a todo o Povo de Deus, aos pastores e aos fiéis, porque a reflexão sobre os jovens e para os jovens nos interpela e estimula a todos nós.
Por isso, nalguns parágrafos falarei directamente aos jovens, enquanto em outros oferecerei abordagens mais gerais para o discernimento eclesial.
4. Deixei-me inspirar pela riqueza das reflexões e diálogos do Sínodo do ano passado. Aqui não poderei recolher todas as contribuições – podereis lê-las no Documento Final –, mas procurei assumir, na redacção desta carta, as propostas que me pareceram mais significativas.
Assim, a minha palavra será enriquecida por milhares de vozes de fiéis de todo o mundo, que fizeram chegar ao Sínodo as suas opiniões.
Mesmo os jovens que não têm fé, que quiseram participar com as suas reflexões, propuseram questões que fizeram nascer em mim novas interrogações.

Capítulo I
O QUE A PALAVRA DE DEUS DIZ SOBRE OS JOVENS?
5. Resgatemos alguns tesouros da Sagrada Escritura, onde várias vezes se fala de jovens e do modo como o Senhor vai ao seu encontro.
No Antigo Testamento
6. Numa época em que os jovens contavam pouco, alguns textos mostram que Deus vê com olhos diferentes. Por exemplo, vemos José que era quase o mais novo da família (cf. Gn 37, 2-3) e, todavia, Deus comunicou-lhe em sonho coisas grandes e superou todos os seus irmãos em cargos importantes quando tinha cerca de vinte anos (cf. Gn 37-47).
7. Em Gedeão, reconhecemos a sinceridade dos jovens, que não costumam dulcificar a realidade.
Quando lhe foi dito que o Senhor estava com ele, retorquiu: «Se o Senhor está connosco, então por que é que nos aconteceu tudo isto?» (Jz 6, 13). Mas Deus não se aborreceu com esta censura e redobrou a aposta nele: «Vai com toda a tua força, e salva Israel» (Jz 6, 14).
8. Samuel era um adolescente inseguro, mas o Senhor comunicava com ele. Graças ao conselho dum adulto, abriu o seu coração para escutar a chamada de Deus: «Fala, Senhor; o teu servo escuta» (1 Sm 3, 9-10).
Por isso, foi um grande profeta que interveio em momentos importantes da sua pátria.
O rei Saul também era um jovem, quando o Senhor o chamou para cumprir a sua missão (cf. 1 Sm 9, 2).
9. Quando o rei David foi escolhido, era ainda rapaz. O profeta Samuel procurava o futuro rei de Israel, e um homem apresentou-lhe, como candidatos, os seus filhos mais velhos e mais experientes. Mas o profeta disse que o escolhido era David, o rapaz que cuidava das ovelhas (cf. 1 Sm16, 6-13), porque «o homem vê as aparências, mas o Senhor olha o coração» (16, 7).
A glória da juventude está mais no coração do que na força física ou na impressão que provoca nos outros.
10. Salomão, quando teve de suceder a seu pai, sentiu-se perdido e disse a Deus: «Eu não passo de um jovem inexperiente que não sabe ainda como governar» (1 Re 3, 7). No entanto, a audácia da juventude impeliu-o a pedir a Deus a sabedoria e entregou-se à sua missão.
Algo parecido aconteceu com o profeta Jeremias, chamado a despertar o seu povo quando era ainda muito jovem.
Temeroso, disse: «Ah! Senhor Deus, eu não sei falar, pois ainda sou um jovem» (Jr 1, 6). Mas o Senhor pediu-lhe para não falar assim (cf. Jr 1, 7), acrescentando: «Não terás medo diante deles, pois Eu estou contigo para te livrar» (Jr 1, 8).
A entrega do profeta Jeremias à sua missão mostra o que é possível fazer-se, se se unem o frescor da juventude e a força de Deus.
11. Uma donzela judia, que estava ao serviço do militar estrangeiro Naaman interveio com fé para ajudá-lo a curar da sua doença (cf. 2 Re 5, 2-6).
A jovem Rute foi um exemplo de generosidade ao ficar na companhia da sua sogra, que ficara viúva e só (cf. Rt 1, 1-18), e mostrou também a sua audácia para triunfar na vida (cf. Rt 4, 1-17).

Franciscus

(Revisão da versão portuguesa por AMA)

Pequena agenda do cristão

SeGUNDa-Feira

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça "boa cara" que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?







05/07/2020

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NUNC COEPI





Segui-lo-ás em tudo o que te pedir


Se de verdade desejas que o teu coração reaja de um modo seguro, aconselho-te que te metas numa Chaga de Nosso Senhor: assim terás intimidade com Ele, pegar-te-ás a Ele, sentirás palpitar o seu Coração... e segui-lo-ás em tudo o que te pedir. (Forja, 755)

Quem cultiva uma teologia incerta e uma moral relaxada, sem freios; quem pratica, a seu capricho, uma liturgia duvidosa, com uma disciplina de hippies e um governo irresponsável, não é de admirar que propague contra os que só falam de Jesus Cristo invejas, suspeitas, acusações falsas, ofensas, maus tratos, humilhações, intrigas e vexames de todo o género.
Quando admiramos e amamos deveras a Santíssima Humanidade de Jesus, descobrimos, uma a uma, as suas Chagas. E nesses tempos de expiação passiva, penosos, fortes, de lágrimas doces e amargas que procuramos esconder, sentiremos necessidade de nos meter dentro de cada uma daquelas Feridas Santíssimas: para nos purificarmos, para nos enchermos de alegria com esse Sangue redentor, para nos fortalecermos. Recorreremos a elas como as pombas que, no dizer da Escritura, se escondem nos buracos das rochas na hora da tempestade. Escondemo-nos nesse refúgio, para encontrar a intimidade de Cristo: e veremos que o seu modo de conversar é aprazível e o seu rosto formoso, porque os que sabem que a sua voz é suave e grata, são os que receberam a graça do Evangelho, que os faz dizer: Tu tens palavras de vida eterna.
Não pensemos que, nesta senda da contemplação, as paixões se calam definitivamente. Enganar-nos-íamos se supuséssemos que a ânsia de procurar Cristo, a realidade do seu encontro e do seu convívio e a doçura do seu amor nos tornavam pessoas impecáveis. Embora não lhes falte experiência disso, deixem-me, no entanto, recordá-lo. O inimigo de Deus e do homem, Satanás, não se dá por vencido, não descansa. E assedia-nos, mesmo quando a alma arde inflamada no amor de Deus. Sabe que nessa altura a queda é mais difícil, mas que – se conseguir que a criatura ofenda o seu Senhor, ainda que seja em pouco – poderá lançar naquela consciência a grave tentação do desespero. (Amigos de Deus, 301–303)

LEITURA ESPIRITUAL


ACTOS DOS APÓSTOLOS


I.            A IGREJA DE JERUSALÉM

5 Fraude de Ananias e Safira –
1 Um certo homem, chamado Ananias, com sua mulher, Safira, vendeu uma propriedade; 2 mas desviou parte do preço, de acordo com a mulher e, trazendo o restante, depositou-o aos pés dos Apóstolos. 3 Então Pedro perguntou-lhe: «Ananias, porque é que Satanás invadiu o teu coração, a ponto de te levar a mentir ao Espírito Santo e subtraíres uma parte do preço do terreno? 4 Não podias tu conservá-lo sem o vender? E, depois de o teres vendido, não podias dispor livremente do valor em teu poder? Como pudeste conceber semelhante plano no teu coração? Não foi aos homens que tu mentiste, mas a Deus.» 5 Ao ouvir tais palavras, Ananias caiu e expirou, e um grande terror se apoderou de todos os assistentes. 6 Os mais novos aproximaram-se para amortalhar o corpo e levaram-no a enterrar. 7 Cerca de três horas depois, entrou sua mulher, ignorando o que se passara. 8 Pedro perguntou-lhe: «Foi por tanto que vendestes o terreno?» Ela respondeu: «Sim, foi por esse preço.» 9 Pedro insistiu: «Porque combinaste pôr à prova o Espírito do Senhor? Aí estão à porta os pés daqueles que sepultaram o teu marido, e te hão-de levar a ti.» 10 No mesmo instante, caiu aos pés do Apóstolo e expirou. Os jovens, entrando, encontraram-na morta e, levando-a, sepultaram-na ao lado do marido. 11 Então, um grande temor se apoderou de toda a Igreja e de todos quantos ouviram contar estes acontecimentos.

Milagres dos Apóstolos –
12 Entretanto, pela intervenção dos Apóstolos, faziam-se muitos milagres e prodígios no meio do povo. Reuniam-se todos no Pórtico de Salomão 13 e, dos restantes, ninguém se atrevia a juntar-se a eles, mas o povo não cessava de os enaltecer. 14 Sempre em maior número, juntavam-se, em massa, homens e mulheres, acreditando no Senhor, 15 a tal ponto que traziam os doentes para as ruas e colocavam-nos em enxergas e catres, a fim de que, à passagem de Pedro, ao menos a sua sombra cobrisse alguns deles. 16 A multidão vinha também das cidades próximas de Jerusalém, transportando enfermos e atormentados por espíritos malignos, e todos eram curados.

Prisão e libertação dos Apóstolos –
17 Surgiu, então, o Sumo Sacerdote com todos os seus sequazes, isto é, o partido dos saduceus; encheram-se de inveja 18 e deitaram as mãos aos Apóstolos, metendo-os na prisão pública. 19 Mas, durante a noite, o Anjo do Senhor abriu as portas da prisão e, depois de os ter conduzido para fora, disse-lhes: 20 «Ide para o templo e anunciai ao povo a Palavra da Vida.» 21 Obedientes a essas ordens, entraram no templo de manhã cedo e começaram a ensinar. Entretanto, chegou o Sumo Sacerdote com os seus sequazes; convocaram o Sinédrio e todo o Senado dos filhos de Israel e mandaram buscar os Apóstolos à cadeia. 22 Os guardas foram lá, mas não os encontraram na prisão e voltaram, declarando: 23 «Encontrámos a cadeia fechada com toda a segurança e os guardas de sentinela à porta, mas, depois de a abrirmos, não encontrámos ninguém no interior.» 24 Esta notícia pôs os sumos sacerdotes e o comandante do templo numa grande perplexidade acerca dos Apóstolos, e perguntavam a si próprios o que poderia significar tudo aquilo. 25 Veio, então, alguém comunicar-lhes: «Os homens que metestes na prisão estão agora no templo a ensinar o povo.» 26 O comandante do templo dirigiu-se imediatamente para lá com os guardas e trouxe os Apóstolos, mas não à força, pois receavam ser apedrejados pelo povo. 27 Trouxeram-nos, pois, e levaram-nos à presença do Sinédrio. O Sumo Sacerdote, interrogando-os, 28 disse: «Proibimos-vos formalmente de ensinardes nesse nome, mas vós enchestes Jerusalém com a vossa doutrina e quereis fazer recair sobre nós o sangue desse homem.» 29 Mas Pedro e os Apóstolos responderam: «Importa mais obedecer a Deus do que aos homens. 30 O Deus dos nossos pais ressuscitou Jesus, a quem matastes, suspendendo-o num madeiro. 31 Foi a Ele que Deus elevou, com a sua direita, como Príncipe e Salvador, a fim de conceder a Israel o arrependimento e a remissão dos pecados. 32 E nós somos testemunhas destas coisas, juntamente com o Espírito Santo, que Deus tem concedido àqueles que lhe obedecem.»

Intervenção de Gamaliel –
33 Enraivecidos com tal linguagem, pensaram a sério em matá-los. 34 Ergueu-se, então, um homem no Sinédrio, um fariseu chamado Gamaliel, doutor da Lei, respeitado por todo o povo. Mandou sair os acusados por alguns momentos 35 e, tomando a palavra, disse: «Homens de Israel, tende cuidado com o que ides fazer a esses homens! 36 Nos últimos tempos, apareceu Teudas, que se dizia alguém e ao qual seguiram cerca de quatrocentos homens. Ele foi liquidado e todos os seus partidários foram destroçados e reduzidos a nada. 37 Depois dele, apareceu também Judas, o galileu, nos dias do recenseamento, e arrastou o povo atrás dele. Morreu, igualmente, e todos os seus adeptos foram dispersos. 38 E, agora, digo-vos: não vos metais com esses homens, deixai-os. Se o seu empreendimento é dos homens, esta obra acabará por si própria; 39mas, se vem de Deus, não conseguireis destruí-los, sem correrdes o risco de entrardes em guerra contra Deus.» Concordaram, então, com as suas palavras. 40 Trouxeram novamente os Apóstolos e, depois de os mandarem açoitar, proibiram-lhes de falar no nome de Jesus e libertaram-nos. 41 Quanto a eles, saíram da sala do Sinédrio cheios de alegria, por terem sido considerados dignos de sofrer vexames por causa do Nome de Jesus. 42 E todos os dias, no templo e nas casas, não cessavam de ensinar e de anunciar a Boa-Nova de Jesus, o Messias.

CÉLULAS MÃE

1. O Que são as células mãe?

São   células pluri-potenciais o multi-potenciais, quer dizer, que podem originar diversos tipos de tecidos (muscular, nervoso, ósseo, etc.). As células toti-potenciais podem gerar um ser vivo completo; estas, em troca, só uma porção. Por exemplo, na cicatrização de uma ferida há uma regeneração nova de alguns tecidos onde estas células intervêm.

2. Onde se encontram as células mãe?
Podemos reunir os lugares em três grupos:
No embrião.- Aqui há duas possibilidades:
- No embrião de 5 dias - com 150-200 células -. A maioria são multipotentes.
- Em alguns órgãos do embrião mais desenvolvido: fígado, cérebro, medula óssea...
No sangue do cordão umbilical.
Em alguns tecidos do homem adulto, por exemplo, no sangue periférico. Chamam-se células mãe adultas.
Também se conseguiu reprogramar células normais convertendo-as em células mãe.

3.Que utilidade podem ter as células mãe?
Pretende-se conseguir que essas células originem tecidos que substituam outros lesionados por diversas doenças (Parkinson, Alzheimer, esclerose, lesões espinais...). Com a vantagem de que se procedem do mesmo paciente, não se produziriam rejeições.

4. Conseguiu-se algo?
Usando células mãe adultas lograram-se já alguns êxitos em vários doentes. Em troca, as células mãe embrionárias têm dado problemas de tumores e cancro pois tendem a gerar tecidos variados; enquanto que as adultas, depois de induzi-las, limitam-se a reproduzir os tecidos previstos. Segundo isto, a linha de investigação correcta deveria seguir o uso de células mãe adultas. Por outro lado, as células mãe embrionárias apresentam graves problemas éticos (consciência).

5. Que problemas éticos?
Há vários casos:
A utilização de células mãe embrionárias é um grave erro, pois para obtê-las é preciso matar o embrião.
As células mãe adultas podem usar-se sem dificuldades éticas.
Tampouco há problemas éticos em obter células mãe do cordão umbilical depois do parto. Mas há a possibilidade de originar tumores como as células mãe embrionárias.
Mais rejeitável seria empregar a clonagem terapêutica.

6. O que é a clonagem terapêutica?
A chamada clonagem terapêutica consiste no seguinte: se toma-se um ovócito de qualquer mulher e mediante clonagem põe-se-lhe o núcleo pertencente a outro individuo com o objectivo de obter um embrião igual ao do individuo. Em seguida mata-se o embrião clónico obtendo dele células mãe para o outro.


Temas para reflectir e meditar

Solidão 7


Jesus retirava-se muitas vezes para locais ermos para estar sozinho, assim nos dizem os Evangelhos.


Porque o faz?


Obviamente para procurar momentos e ambiente para orar mais detidamente sem interferências ou interrupções.


O que, me parece, é saudável e aconselhável.


Por isso mesmo um assinalável número de cristãos procuram, pelo menos uma vez por ano, fazer um retiro espiritual para com maior sossego e em ambiente mais propício reflectirem sobre a sua vida e, claro, procurando fazer um exame que os leve a encontrar pontos de correcção ou simples mudança de alguns detalhes de comportamento.

Este comportamento revela-se sempre muito saudável, como se costuma dizer: “fica-se com a alma lavada”, pronto para recomeçar com novo ímpeto e coragem.


AMA, reflexões, Carvide, 14.08.2019

El ambientalismo


El ambientalismo, ideología que va más allá de la naturaleza: una mezcla de paganismo y socialismo

El reto del amor

Pequena agenda do cristão

DOMINGO

PEQUENA AGENDA DO CRISTÃO

(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Viver a família.

Senhor, que a minha família seja um espelho da Tua Família em Nazareth, que cada um, absolutamente, contribua para a união de todos pondo de lado diferenças, azedumes, queixas que afastam e escurecem o ambiente. Que os lares de cada um sejam luminosos e alegres.

Lembrar-me:
Cultivar a Fé

São Tomé, prostrado a Teus pés, disse-te: Meu Senhor e meu Deus!
Não tenho pena nem inveja de não ter estado presente. Tu mesmo disseste: Bem-aventurados os que crêem sem terem visto.
E eu creio, Senhor.
Creio firmemente que Tu és o Cristo Redentor que me salvou para a vida eterna, o meu Deus e Senhor a quem quero amar com todas as minhas forças e, a quem ofereço a minha vida. Sou bem pouca coisa, não sei sequer para que me queres mas, se me crias-te é porque tens planos para mim. Quero cumpri-los com todo o meu coração.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?

04/07/2020

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Senhor, socorre-me.


Sinais inequívocos da verdadeira Cruz de Cristo: a serenidade, um profundo sentimento de paz, um amor disposto a qualquer sacrifício, uma eficácia grande, que dimana do próprio Lado de Jesus, e sempre – de modo evidente – a alegria: uma alegria que procede de saber que, quem se entrega de verdade, está junto da Cruz e, por conseguinte, junto de Nosso Senhor. (Forja, 772)

Aconselharei a quem quiser aprender com a experiência de um pobre sacerdote que não pretende falar senão de Deus, que, quando a carne tentar recobrar os seus foros perdidos, ou a soberba – que é pior – se revoltar e se encabritar, correr a abrigar-se nessas divinas fendas abertas no Corpo de Cristo pelos cravos que O seguraram à Cruz e pela lança que atravessou o Seu peito. Vamos como nos comover mais; derramemos nas Chagas de Nosso Senhor todo esse amor humano... e esse amor divino. Que isto é desejar a união, sentir-se irmão de Cristo, ser seu consanguíneo, filho da mesma Mãe, porque foi Ela que nos levou até Jesus.
Afã de adoração, ânsias de desagravo com sossegada suavidade e com sofrimento. Far-se-á vida na nossa vida a afirmação de Jesus: aquele que não toma a sua cruz para me seguir, não é digno de mim. E Nosso Senhor manifesta-se-nos cada vez mais exigente, pede-nos reparação e penitência, até nos fazer experimentar o fervoroso desejo de querer viver para Deus, pregado na cruz juntamente com Cristo. Mas guardamos este tesouro em vasos de barro frágil e quebradiço, para que se reconheça que a grandeza do poder que se vê em nós é de Deus e não nossa.
Vemo-nos acossados por toda a espécie de atribulações e nem por isso perdemos o ânimo; encontramo-nos em grandes apuros, mas não desesperados, ou sem recursos; somos perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não inteiramente perdidos: trazemos sempre no nosso corpo por toda a parte a mortificação de Jesus.
Parece-nos, além disso, que Nosso Senhor não nos escuta, que andamos enganados, que só se ouve o monólogo da nossa voz. Encontramo-nos como se não tivéssemos apoio na terra e fossemos abandonados pelo Céu. No entanto, é verdadeiro e prático o nosso horror ao pecado, mesmo ao pecado venial. Com a obstinação da Cananeia, prostramo-nos rendidamente como ela, que O adorou, implorando: Senhor, socorre-me. E desaparece a obscuridade, superada pela luz do Amor. (Amigos de Deus, 303–304)

LEITURA ESPIRITUAL


ACTOS DOS APÓSTOLOS 

I.            A IGREJA DE JERUSALÉM

4 Pedro e João perante o Sinédrio –
1 Estando eles a falar ao povo, surgiram os sacerdotes, o comandante do templo e os saduceus, 2 irritados por vê-los a ensinar o povo e a anunciar, na pessoa de Jesus, a ressurreição dos mortos. 3 Deitaram-lhes as mãos e prenderam-nos até ao dia seguinte, pois já era tarde. 4 No entanto, muitos dos que tinham ouvido a Palavra abraçaram a fé, e o número dos crentes elevou-se a cerca de cinco mil. 5 No dia seguinte, os chefes dos judeus, os anciãos e os escribas reuniram-se em Jerusalém 6 com o Sumo Sacerdote Anás, e ainda Caifás, João, Alexandre e todos os membros das famílias dos sumos sacerdotes. 7 Mandaram comparecer os Apóstolos diante deles e perguntaram-lhes: «Com que poder ou em nome de quem fizestes isso?» 8 Então Pedro, cheio do Espírito Santo, disse-lhes: «Chefes do povo e anciãos, 9 já que hoje somos interrogados sobre um benefício feito a um enfermo e sobre o modo como ele foi curado, 10 ficai sabendo todos vós e todo o povo de Israel: É em nome de Jesus Nazareno, que vós crucificastes e Deus ressuscitou dos mortos, é por Ele que este homem se apresenta curado diante de vós. 11 Ele é a pedra que vós, os construtores, desprezastes e que se transformou em pedra angular. 12 E não há salvação em nenhum outro, pois não há debaixo do céu qualquer outro nome, dado aos homens, que nos possa salvar.» 13 Ao verem o desassombro de Pedro e de João e percebendo que eram homens iletrados e plebeus, ficaram espantados. Reconheciam-nos por terem andado com Jesus, 14 mas, ao mesmo tempo, vendo de pé, junto deles, o homem que fora curado, nada encontraram para replicar. 15 Mandaram-nos, então, sair do Sinédrio e começaram sozinhos a deliberar: 16 «Que havemos de fazer a estes homens? Que um milagre notável foi realizado por eles é demasiado claro para todos os habitantes de Jerusalém e não podemos negá-lo. 17 No entanto, para evitar que a notícia deste caso se espalhe ainda mais por entre o povo, proibamos-los, com ameaças, de falar, doravante, a quem quer que seja, nesse nome.» 18 Chamaram-nos, então, e impuseram-lhes a proibição formal de falar ou ensinar em nome de Jesus. 19 Mas Pedro e João retorquiram: «Julgai vós mesmos se é justo, diante de Deus, obedecer a vós primeiro do que a Deus. 20 Quanto a nós, não podemos deixar de afirmar o que vimos e ouvimos.» 21 Eles, então, com novas ameaças, mandaram-nos em liberdade, não encontrando maneira de os castigar, por causa do povo; pois todos glorificavam a Deus pelo que tinha acontecido. 22 O homem curado miraculosamente tinha mais de quarenta anos.

A oração dos fiéis –
23 Logo que foram postos em liberdade, foram ter com os seus e contaram-lhes tudo quanto os sumos sacerdotes e os anciãos lhes tinham dito. 24 Depois de tudo terem ouvido, ergueram a voz a Deus, numa só alma, e disseram: «Senhor, Tu é que fizeste o Céu, a Terra, o mar e tudo o que neles se encontra. 25 Tu disseste pelo Espírito Santo e pela boca do nosso pai David, teu servo: 'Porque bramiram as nações e os povos formaram vãos projectos? 26 Levantaram-se os reis da Terra e os chefes coligaram-se contra o Senhor e contra o seu Ungido.' 27 Sim, realmente, Herodes e Pôncio Pilatos coligaram-se nesta cidade com as nações e os povos de Israel, contra o teu Santo Servo Jesus, a quem ungiste, 28 para levarem a cabo tudo quanto determinaste antecipadamente, pelo teu poder e sabedoria. 29 Agora, Senhor, tem em conta as suas ameaças e concede aos teus servos poderem anunciar a tua palavra com todo o desassombro, 30 estendendo a tua mão para se operarem curas, milagres e prodígios, em nome do teu Santo Servo Jesus.» 31 Tinham acabado de orar, quando o lugar em que se encontravam reunidos estremeceu, e todos ficaram cheios do Espírito Santo, começando a anunciar a palavra de Deus com desassombro.

Partilha dos bens –
32 A multidão dos que haviam abraçado a fé tinha um só coração e uma só alma. Ninguém chamava seu ao que lhe pertencia, mas entre eles tudo era comum. 33 Com grande poder, os Apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e uma grande graça operava em todos eles. 34 Entre eles não havia ninguém necessitado, pois todos os que possuíam terras ou casas vendiam-nas, traziam o produto da venda 35 e depositavam-no aos pés dos Apóstolos. Distribuía-se, então, a cada um conforme a necessidade que tivesse. 36 Assim, um levita cipriota, de nome José, a quem os Apóstolos chamaram Barnabé, isto é, «filho da consolação», 37 possuía uma terra; vendeu-a e trouxe a importância, que depositou aos pés dos Apóstolos.

Sobre a Leitura espiritual 1

Esta prática da leitura espiritual diária é muito aconselhada pelos directores espirituais.
É um momento de calma e tranquilidade que nos pacifica e  faz com que possamos reflectir com mais facilidade.
Juntamente com o  Evangelho diário deverá ter um tempo aproximado de quinze minutos.
Evidentemente que tanto a leitura do Evangelho como a própria leitura espiritual são para ser lidas pausadamente meditando no que se lê e, muito provavelmente guardando no coração esses mesmos pensamentos.
Seguramente que ao longo do dia nos serão de grande ajuda e auxílio.
A leitura espiritual  não é senão algo que alguém meditou e que achou por bem pôr por escrito para servir outros.
A vida dos Santos pode servir de leitura espiritual mas penso que estas embora normalmente ricas em bons exemplos têm características mais do tipo biográfico que podem desviar a atenção.
Por isso julgo que a leitura espiritual deve ser mais ou menos como a oração mental e ajudará muito nesta prática.
Não interessa muito a extensão do livro ou escrito que estamos a utilizar. Para o efeito podem muito bem ser compilações de pensamentos, reflexões etc. sobre os assuntos que interessam à nossa alma e, sobretudo, à nossa formação cristã.
Os quinze minutos de leitura espiritual diária contarão no fim do ano mais de quinhentas horas que nos enriqueceram e fizeram progredir na nossa cultura religiosa e na consolidação da nossa fé cristã.
Talvez que seja útil não utilizar um livro completo sobre um determinado tema mas ir alternando com outros textos cujos temas variam entre si.
Explico:
Estar a ler todos os dias um livro cujo tema de fundo seja a Esperança, pode tornar-se cansativo ou, até, monótono, daí que intercalar uns dias com, por exemplo, temas do Magistério, discursos do Santo Padre, pode tornar a Leitura Espiritual mais viva e interessante.
Ao mesmo tempo o nosso director espiritual ponderando circunstâncias particulares que estamos a viver em determinado período pode aconselhar uma leitura que vá mais ao encontro do que nos convém.
Aliás e muito conveniente ouvir previamente o que ele tem para nos dizer sobre o assunto.
Não convém ter ilusões a este respeito supondo que qualquer escrito de cariz espiritual nos pode ser útil, fazer bem.
Corremos o risco de não entender muito do que lemos e, não entendendo que fruto se colhe?
A formação espiritual deve começar como todas as coisas: pelo princípio, pelo básico estruturando o espírito de forma consistente e segura.
Depois o caminho vai evoluindo num progresso natural que surge como uma necessidade de aperfeiçoamento e melhoria  espiritual que nos impele para assuntos mais exigentes no que respeita à sua compreensão e, sobretudo, ao aproveitamento prático para a nossa vida espiritual.
(Evidentemente que a vida do ser humano tem sempre uma componente espiritual)
Precisamente o que mais nos distingue dos outros seres é o espírito,  isto é a alma que  é com o que o selo indelével que o Criador garante não só a Sua criação como a Sua propriedade plena e absoluta.
É naturalmente este espírito que constantemente se interroga, sente desejos de saber mais, compreender melhor.
E como obter este desiderato a não ser pelo estudo, interrogação e desejo sincero de conhecer?

Não aceitamos submeter-nos a uma cirurgia complexa  se não temos um mínimo de certeza que o médico que vai  intervir não tiver qualquer aptidão para a praticar.
Haverá algo mais complexo que a vida humana?
E essa complexidade não requer  - para nosso bem - cuidados e assistência prestados por quem tem capacidades para tal?
O Senhor avisou várias vezes: Cuidado com os falsos profetas; Atentai nos lobos vestidos com pele de cordeiro!
Temos de ser prudentes e cuidar muito bem das nossas escolhas.
Não tenhamos dúvida que há gente que sabe muito bem como manipular uma consciência e levá-la por onde não convém.
Quem tenta seriamente progredir na vida espiritual pode estar certo de um especial empenho do demónio em levantar toda a espécie de artimanhas e dificuldades para o afastar desse propósito.
O Anjo da nossa Guarda - se lho pedirmos - estará particularmente atento de forma a prestar-nos um auxílio precioso.
Aliás damos-lhe exactamente o nome que traduz a sua principal missão: a nossa guarda e protecção.
Recorramos, pois a ele. Nunca nos defraudará.
Pois bem, é natural que no mês de Maio a leitura recaia sobre textos ou reflexões sobre a Santíssima Virgem já que este mês lhe é especialmente dedicado.
Uma das decisões importantes que podemos tomar é o empenho em rezar o Santo Rosário com mais atenção e de forma mais pausada meditando nos sucessivos mistérios que o compõem.
Tal ajudará muito à eficácia da oração.
Devoção e calma sem ser "a despachar" o que, no mínimo será uma falta de respeito.
Rezar o Santo Rosário não é uma prática "para cumprir" mas a expressão de um genuíno desejo de louvar e agradar à nossa Mãe do Céu.
Não esqueçamos que Maria é o caminho para o Coração Amantíssimo de Jesus esse mesmo Coração que não "resiste" às petições da Sua Mãe.

Por isso, talvez, Nossa Senhora não nos tenha deixado a fórmula de uma oração "especial" mas sim uma veemente recomendação: fazei o que Ele vos disser.
Peçamos com confiança: Minha Mãe ensina-me a Vontade do teu Filho e ajuda-me a cumpri-la com amor e devoção.

El reto del amor

Temas para reflectir e meditar


Solidão 6


Chegados aqui poderemos abordar o aspecto cristão do assunto.


Começo por afirmar que não é próprio de um cristão ser solitário.


Bem ao contrário um cristão tem de ser solidário como já se referiu quando não fere de forma mais ou menos grave o mandato recebido de Cristo: amai-vos uns aos outros.


AMA, reflexões, Carvide, 14.08.2019