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20/02/2021

Reflexão

 

A acção do Paráclito mostra-se doce, discreta. Não elimina a liberdade da criatura – pressupõe-a sempre -, mas revela toda a sua potência divina se encontra a nossa cooperação.

 

(Javier Echevarria,  Itinerarios de vida Cristiana, Planeta, pg. 45)

19/02/2021

Reflexão


A acção do Paráclito mostra-se doce, discreta. Não elimina a liberdade da criatura – pressupõe-a sempre -, mas revela toda a sua potência divina se encontra a nossa cooperação.

 

(Javier Echevarria,  Itinerarios de vida Cristiana, Planeta, pg. 45)


02/09/2019

Temas para reflectir e meditar


Espírito Santo



A acção do Paráclito mostra-se doce, discreta.
Não elimina a liberdade da criatura - pressupõe-na sempre -, mas revela toda a sua potência divina se encontra a nossa cooperação.




(javier echevarría, Itinerarios de vida Cristiana, Planeta, pg. 45, trad ama)



30/05/2017

Reflectindo - 255

Sensações e outras experiências

Como não sou nem psicólogo nem "vidente", só posso abordar esta questão sob ponto de vista de homem de fé cristã.

Aquilo que algumas vezes sentimos - por vezes de forma tão real - são, para mim, manifestações Espírito Santo.

Ocorrem, quase sempre, em situações de grande "pressão" interior que os sentimentos, como por exemplo as saudades ou a solidão se tornam, por assim dizer, mais prementes, condicionam o espírito e, até, o comportamento.

E vêm as lágrimas, o sentimento de perda, alguma angústia.

Pode e deve resolver-se o assunto pedindo ajuda ao Espírito Santo.
A experiência própria diz-me que Ele não deixa de corresponder da forma que Ele achar mais conveniente.

Um sentimento, uma sensação de carícia, - algo espiritual ou físico - e tudo fica resolvido com um resultado que se traduz em paz e tranquilidade.

Repito, tenho experiência pessoal e nem me assusto, nem tenho dúvidas, nem me interrogo sob se são fenómenos metafísicos ou "paranormais"

Acredito no Espírito Santo e, sobretudo, agradeço.


(ama, reflexões, Carvide, 2016.10.28)


08/09/2015

Temas para meditar - 499

Apostolado



Dois são os elementos que Cristo prometeu e outorgou, ainda que diversamente, para continuar a Sua obra (...): o apostolado e o Espírito.

Formam o corpo, por assim dizer, material da Igreja.

O apostolado actua externa e objectivamente, confere-Lhe as suas estruturas visíveis e sociais; enquanto o Espírito Santo actua internamente, dentro de cada uma das pessoas, como também sobre a comunidade inteira, animando, vivificando, santificando.


(paulo VI, Discurso de abertura do Concílio Vaticano II, nr. 3)

26/06/2015

Temas para meditar - 459

Espírito Santo – Actuação



A actuação do Espírito Santo na alma é suave a aprazível, a Sua experiência é agradável e prazenteira.

A Sua vinda traz consigo a bondade genuína do protector, pois vem salvar, curar ensinar, aconselhar, fortalecer e consolar.



(São cirilo de jerusalém, Catequese 16, sobre o Espírito Santo, 1)

16/11/2014

Temas para meditar - 273


Espírito Santo



Do Espírito Santo procede o conhecimento das coisas futuras, a inteligência dos mistérios, a Compreensão das verdades ocultas, a distribuição dos dons, a cidadania celeste, a conversação com os anjos. Dele a alegria que nunca termina, a perseverança em Deus, a semelhança com Deus e a coisa mais sublime que pode ser pensada - a transformação em Deus.


(SÃO Basilio, De Spiritu Sancto, 9, 23: NR. 32, 110) 

11/07/2014

Temas para meditar - 172

Espírito Santo


O Espírito Santo não é um artista que desenha em nós a substância divina, como se Ele fosse alheio a ela, não é dessa forma que nos conduz à semelhança divina. Ele mesmo, que é Deus e de Deus procede, Se imprime nos corações que O recebem como um selo na cera e, dessa forma, pela Sua comunicação e semelhança, restabelece a natureza segundo a beleza do modelo divino e restitui ao homem a imagem de Deus.


(S. Cirilo de Alexandria, Thesaurus de Santa et Consubstantiali Trinittae, 34: nr. 75, 609)

27/05/2012

Vida Humana -Virtudes – Sabedoria


Sabedoria o que é?

A escolha de Salomão ficará para sempre como o émulo da sabedoria.
O Senhor deu-lhe a possibilidade de obter praticamente o que quisesse logo no início do seu reinado, riquezas, poder, invencibilidade, prestígio...

Surpreendentemente o pedido recai sobre a sabedoria.

Com ela obteve tudo aquilo que não pediu.

Este dom que o Espírito Santo dá - quando entende - aos que lho pedem, é o Dom mais completo a que se podaspirar.

Mas, de facto, quantos Lho pedem?

As pessoas boas e crentes pedem e imploram toda a sorte de graças, benefícios, auxílios e fazem bem, fazem o que o Senhor mandou:

«Pedi sem descanso e ser-vos-á dado, batei e abrir-se-vos-á.» (cf. Mt 7, 7-8)

Quantas destas pessoas se lembram de pedir o que realmente pode resolver os seus problemas: O Dom da Sabedoria!

E, o facto é que o Espírito Santo está sempre disponível para distribuir os Seus Dons.

Julgo que, pelo menos, deveríamos pedir a sabedoria necessária para saber o que pedir. 


(ama, dissertação sobre Sabedoria, 2010.05.30) 

24/05/2012

Espírito Santo




Em pleno Decenário do Espírito Santo, este escrito/ reflexão de JMA, vem muito a propósito e vale a pena ser lido e meditado



09/05/2012

Frequenta o convívio do Espírito Santo


Textos de S. Josemaria

Frequenta o convívio do Espírito Santo – o Grande Desconhecido – que é Quem te há-de santificar. Não esqueças de que és templo de Deus. – O Paráclito está no centro da tua alma: ouve-O e segue docilmente as Suas inspirações. (Caminho, 57)

A força e o poder de Deus iluminam a face da Terra. O Espírito Santo continua a assistir à Igreja de Cristo, para que ela seja – sempre e em tudo – sinal erguido diante das nações, anunciando à Humanidade a benevolência e o amor de Deus. Por maiores que sejam as nossas limitações, nós, homens, podemos olhar com confiança para os Céus e sentir-nos cheios de alegria: Deus ama-nos e liberta-nos dos nossos pecados. A presença e a acção do Espírito Santo na Igreja são o penhor e a antecipação da felicidade eterna, dessa alegria e dessa paz que Deus nos prepara. (...).
Mas esta nossa fé no Espírito Santo deve ser plena e completa. Não é uma crença vaga na sua presença no mundo; é uma aceitação agradecida dos sinais e realidades a que quis vincular a sua força de um modo especial. Quando vier o Espírito de Verdade – anunciou Jesus – Ele Me glorificará, porque receberá do que é meu e vo-lo anunciará. O Espírito Santo é o Espírito enviado por Cristo, para operar em nós a santificação que Ele nos mereceu para nós na Terra.
É por isso que não pode haver fé no Espírito Santo, se não houver fé em Cristo, na doutrina de Cristo, nos sacramentos de Cristo, na Igreja de Cristo. Não é coerente com a fé cristã, não crê verdadeiramente no Espírito Santo, quem não ama a Igreja, quem não tem confiança nela, quem se compraz apenas em mostrar as deficiências e limitações dos que a representam, quem a julga por fora e é incapaz de se sentir seu filho. (Cristo que passa, 128 – 130)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet


12/03/2012

O Senhor quer-nos contentes!

Textos de São Josemaria Escrivá

Habitua-te a falar cordialmente de tudo e de todos; em especial dos que trabalham ao serviço de Deus. E, quando isso não for possível, cala-te! Os simples comentários bruscos ou descuidados também podem raiar a murmuração ou a difamação. (Sulco, 902)

Torna a olhar de novo para a tua vida e pede perdão por esse pormenor e aquele outro que saltam imediatamente aos olhos da tua consciência; pelo mau uso que fazes da língua; por esses pensamentos que giram continuamente à volta de ti mesmo; por esse juízo crítico consentido que te preocupa tontamente, causando-te uma contínua inquietação e pesadelo... Podeis ser muito felizes! O Senhor quer-nos contentes, ébrios de alegria, andando pelos mesmos caminhos de felicidade que Ele percorreu! Só nos sentimos desgraçados quando nos empenhamos em sair do caminho e em meter por esse atalho do egoísmo e da sensualidade; e muito pior ainda se entramos no dos hipócritas.

O cristão tem de manifestar-se autêntico, veraz, sincero em todas as suas obras. Na sua conduta deve transparecer um espírito: o de Cristo. Se alguém tem neste mundo a obrigação de mostrar-se consequente, é o cristão, porque recebeu em depósito, para fazer frutificar esse dom, a verdade que liberta e salva. Padre, perguntar-me-eis, e como conseguirei essa sinceridade de vida? Jesus Cristo entregou à sua Igreja todos os meios necessários: ensinou-nos a rezar, a conviver com o Seu Pai Celestial; enviou-nos o Seu Espírito, o Grande Desconhecido, que actua na nossa alma; deixou-nos esses sinais visíveis da graça que são os sacramentos. Usa-os. Intensifica a tua vida de piedade. Faz oração todos os dias. E não afastes nunca os teus ombros do peso gostoso da Cruz do Senhor.

Foi Jesus quem te convidou a segui-lo como bom discípulo, com o fim de realizares a tua passagem pela terra semeando a paz e a alegria que o mundo não pode dar. Para isso – insisto – tens de andar sem medo à vida e sem medo à morte, sem fugir a todo o custo da dor que, para o cristão, é sempre um meio de purificação e ocasião de amar verdadeiramente.

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

26/11/2011

Deus resiste aos soberbos

Textos de São Josemaria Escrivá

Caminho certo de humildade é meditar como, mesmo carecendo de talento, de renome e de fortuna, podemos ser instrumentos eficazes, se recorremos ao Espírito Santo para que nos conceda os Seus dons. Os Apóstolos, apesar de terem sido instruídos por Jesus durante três anos, fugiram espavoridos diante dos inimigos de Cristo. Todavia, depois do Pentecostes, deixaram-se vergastar e encarcerar, e acabaram dando a vida em testemunho da sua fé. (Sulco, 283)

Jesus Cristo, Nosso Senhor, propõe-nos com muita frequência na sua pregação o exemplo da sua humildade: aprendei de mim que sou manso e humilde de coração, para que tu e eu aprendamos que não há outro caminho; que só o conhecimento sincero do nosso nada é capaz de atrair sobre nós a graça divina. Por nós, Jesus veio padecer fome e alimentar-nos, veio sentir sede e dar-nos de beber, veio vestir-se da nossa mortalidade e vestir-nos de imortalidade, veio pobre para nos tornar ricos.
Deus resiste aos soberbos, mas aos humildes dá a sua graça, ensina o Apóstolo S. Pedro. Em qualquer época, em qualquer situação humana, não existe – para viver vida divina – senão o caminho da humildade. Será que o Senhor se regozija com a nossa humilhação? Não. Que lucraria com o nosso abatimento Aquele que tudo criou, e mantém e governa tudo o que existe? Deus só deseja a nossa humildade, que nos esvaziemos de nós próprios para ele nos poder encher; pretende que não lhe levantemos obstáculos, a fim de que – falando ao modo humano – caiba mais graça sua no nosso pobre coração. Porque o Deus que nos inspira a ser humildes é o mesmo que transformará o nosso corpo de miséria, fazendo-o semelhante ao seu corpo glorioso, com aquele poder com que pode também sujeitar a si todas as coisas. Nosso Senhor faz-nos seus, endeusa-nos com um endeusamento bom. (Amigos de Deus, nn. 97–98)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

18/09/2011

Textos de São Josemaria Escrivá

“Deus está presente”

Humildade de Jesus: em Belém, em Nazaré, no Calvário... Porém, mais humilhação e mais aniquilamento na Hóstia Santíssima; mais que no estábulo, e que em Nazaré, e que na Cruz. Por isso, que obrigação tenho de amar a Missa! (A "nossa" Missa, Jesus...) (Caminho, 533)


Por vezes, talvez nos perguntemos como será possível corresponder a tanto amor de Deus e até desejaríamos, para o conseguir, que nos pusessem com toda a clareza diante dos nossos olhos um programa de vida cristã. A solução é fácil e está ao alcance de todos os fiéis: participar amorosamente na Santa Missa, aprender a conviver e a ganhar intimidade com Deus na Missa, porque neste Sacrifício se encerra tudo aquilo que o Senhor quer de nós.

Permiti que aqui vos recorde o desenrolar das cerimónias litúrgicas, que já observámos em tantas e tantas ocasiões. Seguindo-as passo a passo é muito possível que o Senhor nos faça descobrir em que pontos devemos melhorar, que defeitos precisamos de extirpar e como há-de ser o nosso convívio, íntimo e fraterno, com todos os homens.
O sacerdote dirige-se para o altar de Deus, do Deus que alegra a nossa juventude. A Santa Missa inicia-se com um cântico de alegria, porque Deus está presente. É esta alegria que, juntamente com o reconhecimento e o amor, se manifesta no beijo que se dá na mesa do altar, símbolo de Cristo e memória dos santos, um espaço pequeno e santificado, porque nesta ara se confecciona o Sacramento de eficácia infinita. (Cristo que passa, 88)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

14/06/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Dóceis ao Espírito Santo”

É Jesus Nosso Senhor que o quer: é preciso segui-lo de perto. Não há outro caminho. Esta é a obra do Espírito Santo em cada alma – na tua – e tens de ser dócil, para não pôr obstáculos ao teu Deus. (Forja, 860)


Para pôr em prática, ainda que seja de um modo muito genérico, um estilo de vida que nos anime a conviver com o Espírito Santo – e, ao mesmo tempo com o Pai e o Filho – numa verdadeira intimidade com o Paráclito, devemos firmar-nos em três realidades fundamentais: docilidade – digo-o mais uma vez – vida de oração, união com a Cruz.

Em primeiro lugar, docilidade – porque é o Espírito Santo que, com as suas inspirações, vai dando tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e obras. É Ele que nos impele a aderir à doutrina de Cristo e a assimilá-a em profundidade; que nos dá luz para tomar consciência da nossa vocação pessoal e força para realizar tudo o que Deus espera de nós. Se formos dóceis ao Espírito Santo, a imagem de Cristo ir-se-á formando, cada vez mais nítida, em nós e assim nos iremos aproximando cada vez mais de Deus Pai.  Os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.


Se nos deixarmos guiar por esse princípio de vida, presente em nós, que é o Espírito Santo, a nossa vitalidade espiritual irá crescendo e abandonar-nos-emos nas mãos do nosso Pai Deus, com a mesma espontaneidade e confiança com que um menino se lança nos braços do pai.  Se não vos tornardes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus,  disse o Senhor. É este o antigo e sempre actual caminho da infância espiritual, que não é sentimentalismo nem falta de maturidade humana, mas sim maioridade sobrenatural, que nos leva a aprofundar as maravilhas do amor divino, reconhecer a nossa pequenez e a identificar plenamente a nossa vontade com a de Deus. (Cristo que passa, 135)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

12/06/2011

Vinde Espírito Santo

Veni Sancte Spiritus

Veni Sancte Spiritus, também chamada de “Sequência de Pentecostes”, é a sequência prescrita para a Missa de Pentecostes na liturgia romana. É atribuída ao Papa Inocêncio III ou ao Arcebispo de Canterbury Estêvão Langton (Stephen Langton), que a teria composto por volta de 1200. Veni Sancte Spiritus é uma das quatro Sequências medievais que foram preservadas no Missal Romano publicado em 1570, fruto do Concílio de Trento (1545-63). É utilizada ainda hoje.

Veni, Sancte Spiritus
Vinde, Espírito Santo
et emitte caelitus
enviai dos céus
lucis tuae radium!
um raio de luz!
Veni, pater pauperum
Vinde, Pai dos pobres
veni, dator munerum
vinde, doador de dons
veni, lumen cordium.
vinde, luz dos corações.
Consolator optime
Consolo que acalma
dulcis hospes animae
doce hóspede da alma
dulce refrigerium.
doce alívio.
In labore requies
No labor descanso
in aestu temperies
na aflição remanso
in fletu solatium.
no calor aragem.
O lux beatissima
Enchei, luz beatíssima
reple cordis intima
chama que crepita
tuorum fidelium.
o íntimo de nós.
Sine tuo numine
Sem a tua luz
nihil est in homine
nada o homem pode
nihil est innoxium.
nenhum bem há nele.
Lava quod est sordidum
lava o que é sujo
riga quod est aridum
rega o que é árido
sana quod est saucium.
curai o doente.
Flecte quod est rigidum
Dobrai o que é duro
fove quod est frigidum
aquece o que é frio
rege quod est devium.
abre caminho nas trevas.
Da tuis fidelibus
Dá aos teus fiéis
in te confidentibus
que confiam em ti
sacrum septenarium.
teus sete dons.
Da virtutis meritum
dai em prêmio da virtude
da salutis exitum
uma santa morte
da perenne gaudium.
alegria eterna.
Amen, Alleluia.
Amém, aleluia.

Confidências de alguém

Confidências de Alguém
Nota de AMA: 
Estas “confidências” têm, obviamente, um autor, que não se revela; foram feitas em tempo indeterminado, por isso não se lhes atribui a data. O estilo discursivo revela, obviamente, que se tratam de meditações escritas ao correr da pena. A sua publicação deve-se a ter considerado que, nelas se encontram muitas situações e ocorrências que fazem parte do quotidiano que, qualquer um, pode viver.


Divino Espírito Santo: ilumina o meu entendimento.

Para que eu possa conhecer melhor as verdadeiras razões que movem a minha vida.
A minha íntima ligação a Cristo e à Sua Igreja.
A minha filiação ao Pai.
A minha vinculação a Ti.
Com esta claridade no meu espírito, não poderei fazer outra coisa que aprofundar a minha oração, a minha união à Trindade Santíssima e, assim, ser mais correcto, mais justo, mais casto, mais mortificado, mais santo.

Divino Espírito Santo, fica comigo todos os instantes da minha vida, guiando os meus passos, iluminando a minha inteligência, dando-me força para fazer, sem demora, o que deve ser feito no momento devido.

A resposta mais adequada
A pergunta que for necessária
O comentário a propósito
A atenção merecida
A acção indispensável
A correcção que se impuser
A intervenção atempada.

Todas estas qualidades eu Te peço para poder cumprir os três principais objectivos da minha vida:

Santificação Pessoal
Santificação dos outros
Glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


08/06/2011

Espírito Santo

Notável reflexão sobre o Espírito Santo e a Sua acção na alma.




O autor, JMA, trata o assunto com um conhecimento e detalhe que só pode ser fruto da experiência pessoal.