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27/11/2020

Reflexão

 



Docilidade

 

Consequência da vida de infância é a docilidade “Criança, o abandono exige docilidade”, (São Josemaría, Caminho, 871).

 

Segundo a sua etimologia, é dócil quem está disposto e preparado para ser ensinado; e assim deve estar o cristão ante os mistérios de Deus e das coisas que a Ele se referem.

 

(Francisco Fernández carvajal, Falar com Deus, Advento, 19 Dez.)

21/09/2014

Temas para meditar - 243


Docilidade


O Senhor é compassivo e espera que da nossa parte, ponhamos todos os meios ao nosso alcance para sair dessa doença ou desse aperto; e nunca permitirá provas acima das nossas forças. A todo o momento dar-nos-á graças suficientes para que essas circunstâncias dolorosas não nos separem dele; pelo contrário, devem aproximar-nos mais e mais e ajudar-nos a levar outras pessoas a uma melhoria espiritual das suas vidas. Podemos pedir a cura ou que se resolvam os problemas que pesam sobre nós, mas, antes de mais, devemos pedir ser dóceis à graça para que nessas circunstâncias – nessas e não noutras – saibamos crescer na fé, na esperança e na caridade.


(Btº JOÃO PAULO IIAudiência Geral, 1986.03.08)

02/07/2012

Dóceis ao Espírito Santo

© Gabinete de Informação 
do Opus Dei na Internet
Textos de S. Josemaria

É Jesus Nosso Senhor que o quer: é preciso segui-lo de perto. Não há outro caminho. Esta é a obra do Espírito Santo em cada alma – na tua – e tens de ser dócil, para não pôr obstáculos ao teu Deus. (Forja, 860)

Para pôr em prática, ainda que seja de um modo muito genérico, um estilo de vida que nos anime a conviver com o Espírito Santo – e, ao mesmo tempo com o Pai e o Filho – numa verdadeira intimidade com o Paráclito, devemos firmar-nos em três realidades fundamentais: docilidade – digo-o mais uma vez – vida de oração, união com a Cruz.

Em primeiro lugar, docilidade – porque é o Espírito Santo que, com as suas inspirações, vai dando tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e obras. É Ele que nos impele a aderir à doutrina de Cristo e a assimilá-la em profundidade; que nos dá luz para tomar consciência da nossa vocação pessoal e força para realizar tudo o que Deus espera de nós. Se formos dóceis ao Espírito Santo, a imagem de Cristo ir-se-á formando, cada vez mais nítida, em nós e assim nos iremos aproximando cada vez mais de Deus Pai. Os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.

Se nos deixarmos guiar por esse princípio de vida, presente em nós, que é o Espírito Santo, a nossa vitalidade espiritual irá crescendo e abandonar-nos-emos nas mãos do nosso Pai Deus, com a mesma espontaneidade e confiança com que um menino se lança nos braços do pai. Se não vos tornardes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus, disse o Senhor. É este o antigo e sempre actual caminho da infância espiritual, que não é sentimentalismo nem falta de maturidade humana, mas sim maioridade sobrenatural, que nos leva a aprofundar as maravilhas do amor divino, reconhecer a nossa pequenez e a identificar plenamente a nossa vontade com a de Deus. (Cristo que passa, 135)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

15/09/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Docilidade

É tão necessária a qualidade como a docilidade, e tão inúteis e desencorajadores somos por falta de uma como da outra.



(federico suarez, A Virgem Nossa Senhora, Éfeso, 4ª Ed. nr. 96)

14/06/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Dóceis ao Espírito Santo”

É Jesus Nosso Senhor que o quer: é preciso segui-lo de perto. Não há outro caminho. Esta é a obra do Espírito Santo em cada alma – na tua – e tens de ser dócil, para não pôr obstáculos ao teu Deus. (Forja, 860)


Para pôr em prática, ainda que seja de um modo muito genérico, um estilo de vida que nos anime a conviver com o Espírito Santo – e, ao mesmo tempo com o Pai e o Filho – numa verdadeira intimidade com o Paráclito, devemos firmar-nos em três realidades fundamentais: docilidade – digo-o mais uma vez – vida de oração, união com a Cruz.

Em primeiro lugar, docilidade – porque é o Espírito Santo que, com as suas inspirações, vai dando tom sobrenatural aos nossos pensamentos, desejos e obras. É Ele que nos impele a aderir à doutrina de Cristo e a assimilá-a em profundidade; que nos dá luz para tomar consciência da nossa vocação pessoal e força para realizar tudo o que Deus espera de nós. Se formos dóceis ao Espírito Santo, a imagem de Cristo ir-se-á formando, cada vez mais nítida, em nós e assim nos iremos aproximando cada vez mais de Deus Pai.  Os que são conduzidos pelo Espírito de Deus, esses são filhos de Deus.


Se nos deixarmos guiar por esse princípio de vida, presente em nós, que é o Espírito Santo, a nossa vitalidade espiritual irá crescendo e abandonar-nos-emos nas mãos do nosso Pai Deus, com a mesma espontaneidade e confiança com que um menino se lança nos braços do pai.  Se não vos tornardes como meninos, não entrareis no Reino dos Céus,  disse o Senhor. É este o antigo e sempre actual caminho da infância espiritual, que não é sentimentalismo nem falta de maturidade humana, mas sim maioridade sobrenatural, que nos leva a aprofundar as maravilhas do amor divino, reconhecer a nossa pequenez e a identificar plenamente a nossa vontade com a de Deus. (Cristo que passa, 135)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet