Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
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06/02/2021
16/12/2020
Reflexão
Santidade
Se dissesse santo como
santificador e não necessitado de ninguém que me santificasse, seria soberbo e
mentiroso. Mas, se entendo por santo o santificado, segundo aquilo que se lê no
Levítico: “sede santos, porque Eu, Deus, sou santo”, então também o
corpo de Cristo, até ao último homem situado nos confins da Terra, poderá dizer
ousadamente, unido à Sua Cabeça e a ela subordinado: sou santo.
(Santo Agostinho)
29/03/2020
Temas para reflectir e meditar
ConfiançaNão podemos desesperar nunca… Deus quer que sejamos santos, e põe o Seu poder e a Sua providência ao serviço da Sua misericórdia.
Por isso não devemos deixar passar o tempo olhando a nossa miséria, perdendo de vista Deus, deixando-nos descoroçoar pelo nosso defeitos, tentados a exclamar «para quê continuar lutando, considerando tudo quanto pequei, tudo quanto falhei ao Senhor?»
Não, nós devemos confiar no poder e no amor do nosso Pai Deus, e no Seu Filho, enviado ao mundo para nos redimir e fortalecer.
(B. Perquin, Abba Padre, p. 89, trad ama)
03/01/2019
Temas para reflectir e meditar
Arautos do Evangelho
Precisam-se arautos do Evangelho peritos em humanidade, que conheça a fundo o coração do homem de hoje, participem dos seus gozos e esperanças, das suas angústias e tristezas, e ao mesmo tempo sejam contemplativos, enamorados de Deus.
Para isto são precisos novos santos.
Devemos suplicar ao Senhor que aumento o espírito de santidade na Igreja e nos mande santos para evangelizar o mundo de hoje.
Precisam-se arautos do Evangelho peritos em humanidade, que conheça a fundo o coração do homem de hoje, participem dos seus gozos e esperanças, das suas angústias e tristezas, e ao mesmo tempo sejam contemplativos, enamorados de Deus.
Para isto são precisos novos santos.
Devemos suplicar ao Senhor que aumento o espírito de santidade na Igreja e nos mande santos para evangelizar o mundo de hoje.
(São joão Paulo II, Discurso, 1985.10.11)
09/12/2018
Temas para meditar e reflectir
PerfeiçãoO divino Mestre e Modelo de toda a perfeição, pregou a todos e a cada um dos Seus discípulos, em qualquer circunstância em que viver, a santidade de vida, da qual Ele é autor e consumador: Sede, pois, perfeitos (…).
É completamente claro que todos os fiéis de qualquer estado ou condição de vida estão chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade, santidade que, ainda na sociedade terrena, promove um modo mais humano de viver.
(CV II, Constituição Lúmen gentium, 40)
19/01/2016
Temas para meditar - 566
Santidade
O cumprimento das normas
de piedade é como que ir dispondo as peças de um puzzle até formar uma palavra:
Santo!
(p. manuel martinez, Recolecção, Porto 2005.05.02)
03/10/2015
Temas para meditar - 514
Santidade
Deus não vai inspirar desejos impossíveis
de realizar: apesar da minha pequenez nada me impede de aspirar à santidade.
(Stª teresinha do menino jesus, História de uma alma, LAI, 11ª ed., pg. 191)
27/09/2015
Temas para meditar - 511
Presença de Deus
Somente a fé nos permite reconhecer a presença de Deus por toda a parte, sentir o palpitar do Seu coração enamorado, receber o impulso da Sua voz orientadora e conhecer a Sua Vontade de salvação e santidade.
(javier abad goméz, Fidelidade, Quadrante, 1989, pg 55)
25/09/2015
Temas para meditar - 510
Santidade
João perseverou na santidade, porque se manteve humilde no seu coração.
(são gregório magno, Homílias sobre o Evangelho de S. Lucas, 20, 5)
16/09/2015
Temas para meditar - 504
A santidade está sobretudo em fazer coisas santas cada vez com
maior amor e não em fazer as coisas cada vez mais difíceis.
08/02/2014
Temas para meditar 8
Santidade
A experiência da santidade de Deus e da nossa
condição de pecadores não afasta o homem de Deus,
antes o aproxima d’Ele. E mais, o homem convertido
transforma-se em confessor e apóstolo. As intenções
de Deus tornam-se-lhe próximas e amáveis. E a sua
vida assume o sentido e valor mais pleno.
( Btº joão paulo ii, Homilia, Roma, 06.02.1983)
27/12/2012
Deus costuma procurar instrumentos fracos
–
Estamos gostosamente, Senhor, na tua mão chagada. Aperta-nos com força!,
espreme-nos!, de modo que percamos toda a miséria terrena!, que nos
purifiquemos, que nos inflamemos, que nos sintamos empapados no teu Sangue! E
depois, lança-nos longe!, longe, com fome de messe, para uma sementeira cada
dia mais fecunda, por Amor de Ti. (Forja, 5)
Sem
grande dificuldade, poderíamos encontrar na nossa família, entre os nossos
amigos e companheiros – para não me referir já ao imenso panorama do mundo –
tantas pessoas mais dignas do que nós de receber o chamamento de Cristo. Mais
simples, mais sábias, mais influentes, mais importantes, mais gratas, mais
generosas...
Eu,
ao pensar nisto, fico envergonhado. Mas compreendo também que a nossa lógica
humana não serve para explicar as realidades da graça. Deus costuma procurar
instrumentos fracos para que se manifeste com evidente clareza que a obra é
sua. O próprio S. Paulo evoca com estremecimento a sua vocação; e por último,
depois de todos, foi também visto por mim, como por um aborto. Porque eu sou o
mínimo dos apóstolos, que não sou digno de ser chamado apóstolo, porque
persegui a Igreja de Deus. Assim escreve Paulo de Tarso, homem de uma
personalidade e de um vigor que a história não fez mais do que engrandecer.
Fomos
chamados sem mérito algum da nossa parte, dizia-vos. Realmente, na base da
nossa vocação está o conhecimento da nossa miséria, a consciência de que as
luzes que iluminam a alma – a fé – o amor com que amamos – a caridade – e o
desejo que nos mantém – a esperança – são dons gratuitos de Deus. Por isso, não
crescer em humildade significa perder de vista o objectivo da escolha divina:
ut essemus sancti, a santidade pessoal.
Agora,
tomando como ponto de partida essa humildade, podemos compreender toda a
maravilha da chamada divina. A mão de Cristo colheu-nos num trigal: o semeador
aperta na sua mão chagada o punhado de trigo; o sangue de Cristo banha a
semente, empapa-a. Depois, o Senhor lança ao ar esse trigo, para que, morrendo,
seja vida e, afundando-se na terra, seja capaz de multiplicar-se em espigas de
oiro. (Cristo
que passa, 3)
23/12/2012
Acabar bem as tarefas
A
santidade compõe-se de heroísmos. Por isso, no trabalho pede-se-nos o heroísmo
de rematar bem as tarefas que nos cabem, dia após dia, embora se repitam as
mesmas ocupações. Se não, não queremos ser santos! (Sulco,
529)
Perguntaste-me
o que podes oferecer ao Senhor. Não necessito de pensar na resposta: as mesmas
coisas de sempre, mas mais bem acabadas, com um remate de amor, que te leve a
pensar mais n'Ele e menos em ti. (Sulco, 495)
Ao
retomar as tuas ocupações normais, escapou-te uma espécie de grito de protesto:
sempre a mesma coisa!
E
eu disse-te: – Sim, sempre a mesma coisa. Mas essa actividade vulgar, igual à
dos teus companheiros de profissão, há-de ser para ti uma oração contínua, com
as mesmas palavras íntimas, mas cada dia com música diferente.
É
missão muito nossa transformar a prosa desta vida em decassílabos, em poesia
heróica. (Sulco,
500)
Coloca
na tua mesa de trabalho, no teu quarto, na tua carteira... uma imagem de Nossa
Senhora, e dirige-Lhe o olhar ao começar as tuas tarefas, enquanto as realizas,
e ao terminá-las. Ela te alcançará – eu to garanto – a força necessária para
fazeres da tua ocupação um diálogo amoroso com Deus. (Sulco,
531)
18/12/2012
Em nome de Deus: não desesperes
São
santos os que lutam até ao final da sua vida: os que se sabem levantar sempre
depois de cada tropeção, de cada queda, para prosseguir valentemente o caminho
com humildade, com amor, com esperança. (Forja, 186)
Para
que não te afastes por cobardia da confiança que Deus deposita em ti, evita a
presunção de menosprezar ingenuamente as dificuldades que aparecerão no teu
caminho de cristão. Não temos de estranhar. Trazemos em nós mesmos –
consequência da natureza decaída – um princípio de oposição, de resistência à
graça: são as feridas do pecado original, agravadas pelos nossos pecados
pessoais. Portanto, temos de empreender as ascensões, as tarefas divinas e humanas
– as de cada dia – que sempre desembocam no Amor de Deus, com humildade, com
coração contrito, fiados na assistência divina e dedicando os nossos melhores
esforços, como se tudo dependesse de nós mesmos.
Enquanto
pelejamos – uma peleja que durará até à morte – não excluas a possibilidade de
que se levantem, violentos, os inimigos de fora e de dentro. E, como se fosse
pequeno o lastro, às vezes, acumular-se-ão na tua mente os erros cometidos,
talvez abundantes. Em nome de Deus te digo: não desesperes. Quando isso suceder
– não tem necessariamente que suceder, nem será o habitual – converte essa
ocasião num motivo para te unires mais com o Senhor; porque Ele, que te
escolheu como filho, não te abandonará. Permite a prova, para que ames mais e
descubras com mais clareza a sua contínua protecção, o seu Amor.
Insisto,
tem ânimo, porque Cristo, que nos perdoou na Cruz, continua a oferecer o seu
perdão no Sacramento da Penitência e sempre temos um advogado junto do Pai,
Jesus Cristo, o Justo. Ele mesmo é a vítima de propiciação pelos nossos
pecados, e não somente pelos nossos mas também pelos de todo o mundo, para que
alcancemos a Vitória. (Amigos de Deus, 214)
28/10/2012
Orar é o caminho para atalhar todos os males
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Textos de S. Josemaria Escrivá
http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979 © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet
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Orar
é o caminho para atalhar todos os males que padecemos. (Forja,
76)
A
oração – recorda-o – não consiste em fazer discursos bonitos, frases
grandiloquentes ou que consolem...
Oração
é, às vezes, um olhar a uma imagem de Nosso Senhor ou de sua Mãe; outras, um
pedido com palavras; outras, o oferecimento das boas obras, dos resultados da
fidelidade...
Como
o soldado que está de guarda, assim temos de estar nós à porta de Deus Nosso
Senhor: e isso é oração. Ou como se deita o cãozinho aos pés do seu dono.
Não
te importes de lho dizer: Senhor, aqui me tens como um cão fiel; ou melhor,
como um burrinho que não dá coices a quem lhe quer bem. (Forja,
73)
A
tua oração não pode ficar em meras palavras: há-de ter realidades e consequências
práticas. (Forja, 75)
A
heroicidade, a santidade, a audácia requerem uma constante preparação
espiritual. Darás sempre, aos outros, só aquilo que tiveres; e, para dares
Deus, hás-de ter intimidade com Ele, viver a sua Vida, servi-Lo. (Forja,
78)
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Audácia,
Oração,
S. Josemaria,
Santidade
27/10/2012
Santo, sem oração?
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Textos de S. Josemaria Escrivá
http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979 © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet
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Se
não procuras a intimidade com Cristo na oração e no Pão, como podes dá-Lo a
conhecer? (Caminho, 105)
Escreveste-me
e compreendo-te: "Faço todos os dias o meu 'bocadinho' de oração. Se não
fosse isso!...". (Caminho, 106)
Santo,
sem oração?!... – Não acredito nessa santidade. (Caminho, 107)
Dir-te-ei,
plagiando a frase de um autor estrangeiro, que a tua vida de apóstolo vale o
que valer a tua oração. (Caminho, 108)
Desejo
que o teu comportamento seja como o de Pedro e o de João: que leves à tua
oração, para falar com Jesus, as necessidades dos teus amigos, dos teus
colegas... e que depois, com o teu exemplo, possas dizer-lhes "Respice in
nos!" – Olhai para mim! (Forja, 36)
O
Evangelista S. Lucas conta que Jesus estava a orar... Como seria a oração de
Jesus!
Contempla
devagar esta realidade: os discípulos têm intimidade com Jesus e, nessas conversas,
Nosso Senhor ensina-lhes – também com as obras – como hão-de rezar, e o grande
portento da misericórdia divina: que somos filhos de Deus e que podemos
dirigir-nos a Ele, como um filho fala com o Pai. (Forja, 71)
Ao
acometer cada jornada para trabalhar junto de Cristo e atender tantas almas que
o procuram, convence-te de que não há mais do que um caminho: recorrer a Nosso
Senhor.
Somente
na oração e com a oração aprendemos a servir os outros! (Forja,
72)
22/10/2012
Deus não te arranca do teu ambiente
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Textos de S. Josemaria Escrivá
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Deus
não te arranca do teu ambiente, não te tira do mundo, nem do teu estado, nem
das tuas ambições humanas nobres, nem do teu trabalho profissional... mas, aí,
quer-te santo! (Forja, 362)
Convencei-vos
de que a vocação profissional é parte essencial e inseparável da nossa condição
de cristãos. O Senhor quer que sejais santos no lugar onde estais e no trabalho
que haveis escolhido pelas razões que vos aprouveram: pela minha parte, todos
me parecem bons e nobres – desde que não se oponham à lei divina – e capazes de
ser elevados ao plano sobrenatural, isto é, enxertados nessa corrente de Amor
que define a vida de um filho de Deus. (...).
Temos
de evitar o erro de considerar que o apostolado se reduz ao testemunho de
algumas práticas piedosas. Tu e eu somos cristãos, mas, ao mesmo tempo e sem
solução de continuidade, cidadãos e trabalhadores, com obrigações bem nítidas
que temos de cumprir exemplarmente, se deveras queremos santificar-nos. É Jesus
Cristo que nos estimula: Vós sois a luz do mundo. (Amigos
de Deus, 60–61)
15/10/2012
Não há trabalhos de pouca categoria
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Textos de S. Josemaria Escrivá
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No serviço de Deus, não há trabalhos de pouca categoria: todos são de muita importância. – A categoria do trabalho depende do nível espiritual de quem o realiza. (Forja, 618)
Compreendem porque é que uma alma deixa de saborear a paz e a serenidade quando se afasta do seu fim, quando se esquece de que Deus a criou para a santidade? Esforcem-se por nunca perder este ponto de mira sobrenatural, nem sequer nos momentos de diversão ou de descanso, tão necessários como o trabalho na vida de cada um.
Bem podem chegar ao cume da vossa actividade profissional, alcançar os triunfos mais retumbantes, como fruto da livre iniciativa com que exercem as actividades temporais; mas se abandonarem o sentido sobrenatural que tem de presidir todo o nosso trabalho humano, enganaram-se lamentavelmente no caminho.
(…) Mas voltemos ao nosso tema. Dizia-lhes que bem podem alcançar os êxitos mais espectaculares no terreno profissional, na actuação pública, nos afazeres profissionais, mas se se descuidarem interiormente e se afastarem de Nosso Senhor, o fim será um fracasso rotundo. Perante Deus, que é o que conta em última análise, quem luta por comportar-se como um cristão autêntico, é que consegue a vitória: não existe uma solução intermédia. Por isso vocês conhecem tantas pessoas que deviam sentir-se muito felizes, ao julgar a sua situação de um ponto de vista humano e, no entanto, arrastam uma existência inquieta, azeda; parece que vendem alegria a granel, mas aprofunda-se um pouco nas suas almas e fica a descoberto um sabor acre, mais amargo que o fel. Isto não há-de acontecer a nenhum de nós, se deveras tratarmos de cumprir constantemente a Vontade de Deus, de dar-lhe glória, de louvá-lo e de espalhar o seu reinado entre todas as criaturas. (Amigos de Deus, nn. 10-12)
24/09/2012
Examina-te: devagar, com valentia
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Textos de S. Josemaria Escrivá
http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979 © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet
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Exame.
– Tarefa diária. – Contabilidade que nunca descura quem dirige um negócio. E há
negócio que valha mais do que o negócio da vida eterna? (Caminho,
235)
Examina-te:
devagar, com valentia. – Não é certo que o teu mau humor e a tua tristeza sem
motivo (sem motivo, aparentemente) procedem da tua falta de decisão em cortares
os laços subtis, mas "concretos", que te armou – arteiramente, com
paliativos – a tua concupiscência? (Caminho, 237)
Acaba
sempre o teu exame com um acto de Amor – dor de Amor – : por ti, por todos os
pecados dos homens... – E considera o cuidado paternal de Deus, que afastou de
ti os obstáculos para que não tropeçasses. (Caminho, 246)
Há
um inimigo da vida interior, pequeno, tolo, mas muito eficaz, desgraçadamente:
o pouco empenho no exame de consciência. (Forja, 109)
Não
esperes pela velhice para ser santo: seria um grande erro!
Começa
agora, seriamente, gozosamente, alegremente, através das tuas obrigações, do
teu trabalho, da vida quotidiana...
Não
esperes pela velhice para ser santo, porque, além de ser um grande erro –
insisto –, não sabes se chegará para ti. (Forja, 113).
08/08/2012
A oração deve enraizar-se na alma
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© Gabinete de Informação
do Opus Dei na Internet |
O
caminho que conduz à santidade é o caminho da oração; e a oração deve enraizar-se
a pouco e pouco na alma, como a pequena semente que se tornará mais tarde
árvore frondosa.
Começamos
com orações vocais, que muitos de nós repetimos desde crianças: são frases
ardentes e simples, dirigidas a Deus e à Sua Mãe, que é nossa Mãe. De manhã e à
tarde, não um dia, mas habitualmente, ainda renovo aquele oferecimento que os
meus pais me ensinaram: Ó Senhora minha, ó minha mãe, eu me ofereço todo a Vós.
E, em prova da minha devoção para convosco, Vos consagro neste dia os meus
olhos, os meus ouvidos, a minha boca, o meu coração... Não será isto, de algum
modo, um princípio de contemplação, uma demonstração evidente de confiante
abandono? Que dizem aqueles que se querem, quando se encontram? Como se
comportam? Sacrificam tudo o que são e tudo o que possuem pela pessoa que amam.
Primeiro
uma jaculatória, e depois outra e outra... Até que parece insuficiente esse
fervor, porque as palavras se tornam pobres...: e abrem-se as portas à
intimidade divina, com os olhos postos em Deus sem descanso e sem cansaço.
Vivemos então como cativos, como prisioneiros. Enquanto realizamos com a maior
perfeição possível, dentro dos nossos erros e limitações, as tarefas próprias
da nossa condição e do nosso ofício, a alma anseia escapar-se. Vai até Deus
como o ferro atraído pela força do íman. Começa-se a amar Jesus de forma mais
eficaz, com um doce sobressalto.. (Amigos de Deus, nn.
295–296)
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