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06/04/2020

Temas para reflectir e meditar


Mortificação


As mortificações exteriores são uma grande ajuda na conquista da mortificação interior e outras virtudes.






(São Filipe de Néri - Máximas, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 24 – 39, trad AMA)




06/11/2019

Temas para reflectir e meditar

Mortificação


Quando nos parece surgirem contrariedades por todos os lados e a todo o momento, devemos perguntar se não nos faltará mortificação da imaginação, se não deveríamos ter mais visão sobrenatural.



(P. António CardigosFiliação Divina, Rei dos Livros, nr. 85) 

07/02/2019

Temas para reflectir e meditar

Rezar de joelhos


Evidentemente, as acções de Cristo alçaram-se num contínuo louvor ao Pai. 

Por isso, sem medo de exageros ou interpretações acomodatícias, temos de concluir que rezar de joelhos, mortificando o corpo, é sumamente agradável a Deus.

(javier echevarríaGetsemani, Planeta, 3ª Ed. Cap. IV, 4)


05/06/2018

Temas para reflectir e meditar

Generosidade

A mortificação só produz tristeza quando sobra egoísmo e falta generosidade e amor de Deus. 

O sacrifício traz sempre consigo a alegria no meio da dor, o gozo de cumprir a Vontade de Deus, de O amar com esforço.


(R. M. de BalbínSacrificio y alegría, Rialp, 2ª ed., Madrid 1975, pg. 123, trad ama)


15/04/2018

Temas para reflectir e meditar

Generosidade

A mortificação só produz tristeza quando sobra egoísmo e falta generosidade e amor de Deus. 

O sacrifício traz sempre consigo a alegria no meio da dor, o gozo de cumprir a Vontade de Deus, de O amar com esforço.


(R. M. de BalbínSacrificio y alegría, Rialp, 2ª ed., Madrid 1975, pg. 123, trad ama)


16/01/2016

Temas para meditar - 564

Castidade



Se queremos guardar a mais bela de todas as virtudes, que é a castidade, temos de saber que ela é uma rosa que somente floresce entre espinhos; e por conseguinte, só a acharemos, como todas as demais virtudes, numa pessoa mortificada.



(s. joão maria vianney, Sermão sobre a Penitência)

22/08/2014

Temas para meditar 213


Jejum

Sobressai com grande clareza que o jejum representa uma prática ascética importante, uma arma espiritual para lutar contra qualquer eventual apego desordenado a nós mesmos. Privar-se voluntariamente do prazer dos alimentos e de outros bens materiais, ajuda o discípulo de Cristo a controlar os apetites da natureza fragilizada pela culpa da origem, cujos efeitos negativos atingem toda a personalidade humana.

(bento xvi Mens. Para a Quaresma 2009)

29/06/2014

Temas para meditar 160

Petição


O Senhor escuta as petições das almas mortificadas e penitentes.




(Btº álvaro del portilloCarta 1978.04.16, citando S. josemaria )

20/04/2012

O espírito de mortificação

Textos de S. Josemaria

O espírito de mortificação, mais do que manifestação de Amor, brota como uma das suas consequências. Se falhas nessas pequenas provas, reconhece-o, fraqueja o teu amor ao Amor. (Sulco, 981)

Penitência, para os pais e, em geral, para os que têm uma missão de dirigir ou de educar é corrigir quando é necessário fazê-lo, de acordo com a natureza do erro e com as condições de quem necessita dessa ajuda, superando subjectivismos néscios e sentimentais.
O espírito de penitência leva a não nos apegarmos desordenadamente a esse esboço monumental dos projectos futuros, no qual já previmos quais serão os nossos traços e pinceladas mestras. Que alegria damos a Deus quando sabemos renunciar aos nossos gatafunhos e pinceladas, e permitimos que seja Ele a acrescentar os traços e cores que mais lhe agradam! (Amigos de Deus, 138).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet


17/12/2011

Textos de São Josemaria Escrivá

Tempos diários de oração

Se desejas deveras ser alma penitente – penitente e alegre –, deves defender, acima de tudo, os teus tempos diários de oração, de oração íntima, generosa, prolongada, e hás-de procurar que esses tempos não sejam ao acaso, mas a hora fixa, sempre que te for possível. Sê escravo deste culto quotidiano a Deus, e garanto-te que te sentirás constantemente alegre. (Sulco, 994)

Como anda a tua vida de oração? Não sentes às vezes, durante o dia, desejos de falar mais devagar com Ele? Não Lhe dizes: logo vou contar-te isto e aquilo; logo vou conversar sobre isso contigo?
Nos momentos dedicados expressamente a esse colóquio com o Senhor o coração expande-se, a vontade fortalece-se, a inteligência – ajudada pela graça – enche a realidade humana com a realidade sobrenatural. E, como fruto, sairão sempre propósitos claros, práticos, de melhorares a tua conduta, de tratares delicadamente, com caridade, todos os homens, de te empenhares a fundo – com o empenho dos bons desportistas – nesta luta cristã de amor e de paz.
A oração torna-se contínua como o bater do coração, como as pulsações. Sem essa presença de Deus não há vida contemplativa. E sem vida contemplativa de pouco vale trabalhar por Cristo, porque em vão se esforçam os que constroem se Deus não sustenta a casa.
Para se santificar, o cristão corrente – que não é um religioso e não se afasta do mundo, porque o mundo é o lugar do seu encontro com Cristo – não precisa de hábito externo nem sinais distintivos. Os seus sinais são internos: a constante presença de Deus e o espírito de mortificação. Na realidade, são uma só coisa, porque a mortificação é apenas a oração dos sentidos. (Cristo que passa, nn. 8–9)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

11/11/2011

Mortificação e penitência

Reflectindo





O Senhor escuta as petições das almas mortificadas e penitentes.





(álvaro del portillo, Carta 16.04.1978, citando S. josemaria)

12/08/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Mortificação

As mortificações exteriores são uma grande ajuda na conquista da mortificação interior e outras virtudes.



(s. filipe de neri, Máximas, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 24 – 39, trad ama)

27/07/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Oração e Mortificação

A verdadeira preparação para a oração consiste na prática da mortificação; porque aquele que quer entregar-se à oração sem mortificação, é como uma ave que deseja voar antes de ter penas.

(s. filipe de neri, Máximas, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 26-20, trad ama)

21/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
E a tua família e - talvez – os amigos?

Hão-de estranhar se te virem relapso na tua vida de piedade como se também, aqui, lhe desses férias!

2011.07.06

20/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
Porque é que hás-de comprar aquela revista?

O que te trará de novo?

Esse dinheiro dará, talvez, para uns gelados para os mais pequenos…

2011.07.20

19/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
Não te apetece nada dar aquele passeio com aqueles amigos?

Mas…vai e faz “boa-cara” sê companheiro agradável, colabora, sem esforço, para o bem-estar de todos.

Já sabes…às vezes…custa mesmo!

2011.07.19

18/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
O sacrifício nas férias tem muitíssimo valor porque, normalmente, há muitas pequenas coisas que tens o ensejo de fazer.

Se adiares algumas, ou mesmo prescindir delas, alcanças um assinalável mérito.

2011.07.18

17/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
Mortificações em férias? Perguntas espantado!

Claro, respondo, claro que sim!

Pensa bem: há tempo mais adequado para fazeres sacrifícios que as férias?

Basta adiares um pouco aquilo que te apetece fazer no momento.

2011.07.17

12/04/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Ele é bom..., e Ele ama-te”

Penas? Contradições por aquele acontecimento ou outro qualquer?... Não vês que é o que o teu Pai-Deus que o quer..., e Ele é bom..., e Ele ama-te – a ti só! – mais que todas as mães do mundo juntas podem amar os seus filhos? (Forja, 929)

Mas não esqueçamos que estar com Jesus é seguramente encontrar-se com a sua Cruz. Quando nos abandonamos nas mãos de Deus, é frequente que Ele permita que saboreemos a dor, a solidão, as contradições, as calúnias, as difamações, os escárnios, por dentro e por fora: porque quer conformar-nos à Sua imagem e semelhança e permite também que nos chamem loucos e que nos tomem por néscios.

É a altura de amar a mortificação passiva que vem – oculta, ou descarada e insolente – quando não a esperamos. Chegam a ferir as ovelhas com as pedras que deviam atirar-se aos lobos: quem segue Cristo experimenta na própria carne que aqueles que o deviam amar se comportam com ele de uma maneira que vai da desconfiança à hostilidade, da suspeita ao ódio. Olham-no com receio, como um mentiroso, porque não acreditam que possa haver relação pessoal com Deus, vida interior; em contrapartida, com o ateu e com o indiferente, geralmente rebeldes e desavergonhados, desfazem-se em amabilidades e compreensão.

E talvez Nosso Senhor permita que o Seu discípulo se veja atacado com a arma, que nunca é honrosa para aquele que a empunha, das injúrias pessoais; com lugares comuns, fruto tendencioso e delituoso de uma propaganda massificada e mentirosa... Porque o bom gosto e a cortesia não são coisas muito comuns.

Assim vai Jesus esculpindo as almas dos Seus, sem deixar de lhes dar interiormente serenidade e alegria, porque eles entendem muito bem que – com cem mentiras juntas – os demónios não são capazes de fazer uma verdade: e grava nas suas vidas a convicção de que só se sentirão bem quando renunciarem à comodidade.
(Amigos de Deus, 301)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

27/03/2011

TEXTOS DE S. JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Deus ama quem dá com alegria”


Sofres! – Pois olha: "Ele" não tem o coração mais pequeno do que o nosso. – Sofres? É porque convém. (Caminho, 230)

Advirto-te que as grandes penitências são compatíveis também com as quedas espalhafatosas, provocadas pela soberba. Em contrapartida, com esse desejo contínuo de agradar a Deus nas pequenas batalhas pessoais – como sorrir quando não se tem vontade: asseguro-vos, aliás, que em certas ocasiões torna-se mais custoso um sorriso do que uma hora de cilício – é difícil alimentar o orgulho, a ridícula ingenuidade de nos considerarmos heróis notáveis: ver-nos-emos como uma criança que apenas consegue oferecer ninharias ao seu pai, que as recebe, no entanto, com imensa alegria.

Então, um cristão há-de ser sempre mortificado? Sim, mas por amor. (…) Talvez até agora não nos tivéssemos sentido urgidos a seguir tão de perto os passos de Cristo. Talvez não nos tivéssemos apercebido de que podemos unir ao seu sacrifício reparador as nossas pequenas renúncias: pelos nossos pecados, pelos pecados dos homens de todas as épocas, por esse trabalho malvado de Lúcifer que continua a opor a Deus o seu non serviam! Como nos atreveremos a clamar sem hipocrisia: Senhor, doem-me as ofensas que ferem o teu Coração amabilíssimo, se não nos decidimos a privar-nos de uma ninharia ou a oferecer um sacrifício minúsculo em honra do seu Amor? A penitência – verdadeiro desagravo – lança-nos pelo caminho da entrega, da caridade. Entrega para reparar e caridade para ajudar os outros, como Cristo nos ajudou a nós.

De agora em diante, tende pressa de amar. O amor impedir-nos-á a queixa e o protesto. Porque com frequência suportamos a contrariedade, sim; mas lamentamo-nos; e então, além de desperdiçar a graça de Deus, cortamos-lhe as mãos para futuros pedidos. Hilarem enim datorem diligit Deus. Deus ama o que dá com alegria, com a espontaneidade que nasce de um coração enamorado, sem os espalhafatos de quem se entrega como se prestasse um favor. (Amigos de Deus, nn. 139–140)

http://www.opusdei.pt/art.php?p=13969
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet