Mostrar mensagens com a etiqueta Vida contemplativa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Vida contemplativa. Mostrar todas as mensagens

11/11/2016

Temas para meditar - 673

Vida contemplativa



A vida contemplativa não consiste em estar aos pés de Jesus sem fazer nada: isto seria uma desordem, se não pura e simples preguiça.

álvaro del portillo Hom. 1986.08.20

26/04/2015

Temas para meditar - 429


Vida contemplativa



Nunca poderemos chegar à vida contemplativa, se primeiro não nos exercitarmos com empenho na vida activa.



(S. FILIPE DE NERI, Maxim’s, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 27-20 trad ama)

23/10/2012

Por trás de cada sacerdote de pé há uma religiosa de joelhos


As religiosas contemplativas são as esposas de Jesus. A sua vida: amar a Cristo Eucaristia por todos os que não O amam; a sua missão: agradar a Deus com sua gigantesca generosidade e interceder por seus irmãos os homens. Desde os seus claustros elas são salvadoras de almas e alegres testemunhas da existência de Deus.
O povo de Israel saiu a combater contra Amalec enquanto que Moisés subiu ao cimo do monte. “E aconteceu que, enquanto Moisés tinha as mãos levantadas (em oração), vencia Israel; mas quando as baixava, vencia Amalec” (Cf. Ex 17, 10-11). Enquanto as religiosas continuem cumprindo a sua missão de orar pela Igreja, A Igreja seguirá de pie; avançando contra corrente. Elas são a força e o orgulho de A Igreja.
A sua tarefa é rezar pelos outros. Ninguém escapa das suas orações, não pelo tempo que dedicam, mas sim pela amplitude do seu coração. Santo Agostinho disse: “O tamanho do teu coração é do tamanho das tuas preocupações”. A sua preocupação é a salvação eterna de todas As almas.
João Paulo II disse: “Neste Corpo místico que é A Igreja, vós elegestes ser O coração”. Se as almas de vida contemplativa são a força e o coração de A Igreja, da sua fidelidade depende que quando voltar O Filho do homem encontre fé sobre a terra (Lc 18, 8). “Se são o que têm que ser, acenderão fogo ao mundo inteiro”.
As religiosas de vida contemplativa são para mim o mais ilustre testemunho de amor a Jesus Cristo; elas deram a Deus o seu tempo, a sua carne, a sua vida. ¡Elas não se conformam com menos! Só a experiencia do amor foi o único motor capaz de impulsiona-las até ao grau de entrega que exige a sua vocação de esposas de Cristo e salvadoras de almas através da oração. O ideal que Cristo lhes propõe é muito alto e digno de admiração. Entregam a sua vida para que nós tenhamos vida.
As irmãs contemplativas, com a sua imortal oração, infundem um sopro de esperança na vida da Igreja e no homem actual. As suas orações dão vida às nossas vidas. Nós, a exemplo delas, devemos preparar-nos para a contemplação eterna de Deus; eis aqui a meta última para todos.
Conheci várias delas e posso dizer que a felicidade que reflecte nos seus rostos é um doce amanhecer. Elas reconhecem com alegria que Cristo, seu esposo, é o criador da felicidade. A Igreja confia e espera tanto do seu amor a Cristo e aos homens.

ricardo ruvalcaba, trad ama)

18/12/2011

Textos de São Josemaria Escrivá

Seguir de perto os passos de Cristo

A nossa condição de filhos de Deus levar-nos-á – insisto – a ter espírito contemplativo no meio de todas as actividades humanas – luz, sal e levedura, pela oração, pela mortificação, pela cultura religiosa e profissional –, fazendo realidade este programa: quanto mais dentro do mundo estivermos, tanto mais temos de ser de Deus. (Forja, 740)

Não contemplamos o mundo com um olhar triste. Talvez involuntariamente, prestaram um fraco serviço à catequese os biógrafos de santos que queriam encontrar a todo o custo coisas extraordinárias nos servos de Deus, logo desde os primeiros vagidos. (…)
Agora, com o auxílio de Deus, aprendemos a descobrir ao longo dos dias (aparentemente sempre iguais) spatium verae penitentiae, tempo de verdadeira penitência; e nesses instantes fazemos propósitos de emendatio vitae, de melhorar a nossa vida. Este é o caminho para nos predispormos à graça e às inspirações do Espírito Santo na alma. E com essa graça – repito – vem o gaudium cum pace, a alegria, a paz e a perseverança no caminho. (Cristo que passa, 9)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

17/12/2011

Textos de São Josemaria Escrivá

Tempos diários de oração

Se desejas deveras ser alma penitente – penitente e alegre –, deves defender, acima de tudo, os teus tempos diários de oração, de oração íntima, generosa, prolongada, e hás-de procurar que esses tempos não sejam ao acaso, mas a hora fixa, sempre que te for possível. Sê escravo deste culto quotidiano a Deus, e garanto-te que te sentirás constantemente alegre. (Sulco, 994)

Como anda a tua vida de oração? Não sentes às vezes, durante o dia, desejos de falar mais devagar com Ele? Não Lhe dizes: logo vou contar-te isto e aquilo; logo vou conversar sobre isso contigo?
Nos momentos dedicados expressamente a esse colóquio com o Senhor o coração expande-se, a vontade fortalece-se, a inteligência – ajudada pela graça – enche a realidade humana com a realidade sobrenatural. E, como fruto, sairão sempre propósitos claros, práticos, de melhorares a tua conduta, de tratares delicadamente, com caridade, todos os homens, de te empenhares a fundo – com o empenho dos bons desportistas – nesta luta cristã de amor e de paz.
A oração torna-se contínua como o bater do coração, como as pulsações. Sem essa presença de Deus não há vida contemplativa. E sem vida contemplativa de pouco vale trabalhar por Cristo, porque em vão se esforçam os que constroem se Deus não sustenta a casa.
Para se santificar, o cristão corrente – que não é um religioso e não se afasta do mundo, porque o mundo é o lugar do seu encontro com Cristo – não precisa de hábito externo nem sinais distintivos. Os seus sinais são internos: a constante presença de Deus e o espírito de mortificação. Na realidade, são uma só coisa, porque a mortificação é apenas a oração dos sentidos. (Cristo que passa, nn. 8–9)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet