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25/11/2020

Reflexão

 



Ânimo

 

Por mais que a situação se apresente complicada, difícil, escura, temos sempre que esforçar-nos por ver a luz.

Nas trevas não descortinamos nada;

Com a luz do Entendimento veremos o que necessitamos ver.

 

(AMA, 2020)

17/11/2020

Reflexão

 


Oração


Cada detalhe da vida de Jesus encerra uma lição para nós. Na noite em que ia ser entregue, retira-Se para orar no horto. 

Com Cristo, até a escuridão se torna luz e caminho de claridade. 

Ainda quando tudo se torne trevas e os padecimentos sejam imensos, Ele mostra que, com a oração, não há cegueira, mas caminho iluminado, compatível com a dor, para nos meter-mos na intimidade divina.

 

(Javier Echevarria, Getsemani, Planeta, 3ª Ed. Cap. I, 7)

14/07/2016

Temas para meditar - 650

Santificação pessoal

Cada cristão há-de lutar pela santificação pessoal mas também pela santificação dos outros. 

Jesus ensina-o com as imagens expressivas do sal e da luz. 

Assim como o sal preserva da corrupção os alimentos, lhes dá sabor, os torna agradáveis e desaparece confundindo-se com eles, o cristão há-de desempenhar essas mesmas funções entre os seus se­melhantes.

(Bíblia Sagrada, Fac. Teol. Univ. Navarra, Comentário Mt 5, 13-15)


16/08/2014

Temas para meditar 207


Pecado 



Afastamo-nos também da luz quando, na incerteza do nosso dever, desleixamos instruirmo-nos a fim de permanecermos numa meia-luz, que favorece as meias medidas, mas que conduz ao pecado completo.


(georges chevrot Jesus e a Samaritana Éfeso 1956 pg. 92)

14/08/2014

Temas para meditar 205



Caridade

Agora adivinho que a verdadeira caridade consiste em suportar todos os defeitos do próximo, em não estranhar as suas debilidades, em edificar-se com as suas menores virtudes; mas aprendi especialmente que a caridade não deve permanecer encerrada no fundo do coração pois "não se acende uma luz para a colocar debaixo de um alqueire...".
Parece-me que esta tocha representa a caridade que deve iluminar e alegrar não só aqueles que mais amo, mas todos os que estão em casa.

(Stª teresinha do menino jesus História de uma alma Livr. Apost. da Imprensa 11ª Ed. Cap. 9 pg. 205)


27/09/2012

Se te faltar afã apostólico, tornar-te-ás insípido

                                                             
Textos de S. Josemaria Escrivá

 http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979     © Gabinete de Inform. do Opus Dei na Internet

Como quer o Mestre, tu tens de ser – bem metido neste mundo, que nos coube em sorte, e em todas as actividades dos homens – sal e luz. Luz, que ilumina as inteligências e os corações; sal, que dá sabor e preserva da corrupção. Por isso, se te faltar afã apostólico, tornar-te-ás insípido e inútil, defraudarás os outros e a tua vida será um absurdo. (Forja, 22)

Muitos, com ar de autojustificação, perguntam-se: Eu, porque é que me vou meter na vida dos outros?
– Porque tens obrigação, por seres cristão, de te meteres na vida dos outros, para os servires!

Porque Cristo se meteu na tua vida e na minha! (Forja, 24)

Se fores outro Cristo, se te comportares como filho de Deus, onde estiveres queimarás: Cristo abrasa, não deixa indiferentes os corações. (Forja, 25)

09/08/2012

Estás obrigado a dar exemplo

© Gabinete de Informação 
do Opus Dei na Internet
Textos de S. Josemaria

Tens necessidade de vida interior e de formação doutrinal. Exige-te! – Tu, cavalheiro cristão, mulher cristã, tens de ser sal da terra e luz do mundo, porque estás obrigado a dar exemplo com um santo descaramento. Há-de urgir-te a caridade de Cristo e, ao sentires-te e saberes-te outro Cristo a partir do momento em que lhe disseste que o seguias, não te separarás dos teus semelhantes – os teus parentes, os teus amigos, os teus colegas –, da mesma maneira que o sal não se separa do alimento que condimenta. A tua vida interior e a tua formação abrangem a piedade e o critério que deve ter um filho de Deus, para temperar tudo com a sua presença activa. Pede ao Senhor para seres sempre esse bom condimento na vida dos outros. (Forja, 450)

Olhai que o Senhor anseia por nos conduzir com passos maravilhosos, divinos e humanos, que se traduzem numa abnegação feliz, de alegria com dor, de esquecimento de nós mesmos. Se alguém quiser vir após mim, negue-se a si mesmo. Um conselho que já todos ouvimos. Temos de nos decidir a segui-lo de verdade: que o Senhor se sirva de nós para que, metidos em todas as encruzilhadas do mundo – e estando nós metidos em Deus – sejamos sal, levedura, luz. Tu, em Deus, para iluminar, para dar sabor, para aumentar, para fermentar.


Mas não te esqueças de que não somos nós quem cria essa luz; apenas a reflectimos. Não somos nós quem salva as almas, levando-as a praticar o bem. Somos apenas um instrumento, mais ou menos digno, para os desígnios salvíficos de Deus. Se alguma vez pensássemos que o bem que fazemos é obra nossa, voltaria a soberba, ainda mais retorcida; o sal perderia o sabor, a levedura apodreceria, a luz converter-se-ia em trevas. (Amigos de Deus, 250).