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18/04/2019

Leitura espiritual


A DIGNIDADE HUMANA


A.  A DIGNIDADE HUMANA

1. O que significa dignidade?

Dignidade é grandeza, excelência; é uma qualidade ou bondade superior pela qual algo ou alguém goza de especial valor o estima.

2. Em que se baseia a dignidade humana?

O homem possui grande dignidade principalmente por motivos espirituais (por isto se percebe porque um ateu dispõe de menos razões para respeitar o ser humano):

*     Estamos dotados de uma alma espiritual e imortal. Fomos criados à imagem e semelhança divinas. Possuímos entendimento e vontade.
*     Deus fez-se homem: a Segunda pessoa da Santíssima Trindade tomou a natureza humana.
*     Deus ama-nos.
*     A graça outorga ao homem a dignidade especial de filho de Deus.

Por isso é que um pecado mortal é o que maior dano causa ao homem e à sua dignidade pois faz perder o dom da graça e a filiação divina.

3. Consequências desta dignidade em relação à alma humana.

- Antes de tudo é importante evitar os pecados. E se se cometeram, convém confessar-se rapidamente para recuperar a graça e com ela a dignidade de filhos de Deus.
Em geral, trata-se de cuidar a alma própria e alheia.

Exemplos:

*     Respeitar a inteligência própria e dos outros, procurando dizer a verdade.
*     Caridade com o próximo recusando ódios, burlas e murmurações. Amar a liberdade dos outros. Evitar fanatismos.
*     Desvelo pela vida espiritual própria e dos outros. Por exemplo, dando catequese.

4. Consequências desta dignidade no que se refere ao corpo humano.

- O corpo humano participa da dignidade da pessoa e deve ser tratado com o respeito e cuidado correspondentes.

Exemplos:

*     Respeito à propriedade dos outros. Ajuda a países e pessoas necessitadas. Solidariedade. Cuidado com a própria vida e com a alheia. Recusar o aborto e a eutanásia. Afastar as drogas.

*     Adornar e vestir correctamente o corpo humano, usando uma moda digna.

*     Respeitar o próprio corpo bem como o alheio. Inclui-se a moderação na comida e bebida, bem como o correcto uso do sexo.

5. Como é o uso digno e correcto do sexo?

A dignidade do homem nestes aspectos exige várias coisas:

*     O corpo humano não deve ser objecto do uso ou troca (hoje com uma pessoa, amanhã com outra). Só se deve entregar a alguém quando há previamente um compromisso firme, diante de testemunhas (cerimónia de casamento) de querer-se para sempre.

*     As faculdades geradoras da pessoa humana têm uma missão de grande categoria: trazer ao mundo outros seres humanos. Usá-las unicamente para obter prazeres é rebaixar em grande escala a sua dignidade.
Estas perdas de dignidade são bastante claras e qualquer pessoa se sente mal-tratada quando se dá conta de que está a ser usada de uma forma temporária ou como objecto de prazer.


B. DIGNIDADE E UTILIZAÇÃO


1.        O que é utilizar?


Utilizar é empregar algo para atingir um fim. Utiliza-se um martelo para pregar um prego. Utiliza-se um cão para vigiar a casa, etc.


2.        Quem pode utilizar algo?


Em sentido restrito, apenas os seres inteligentes e livres podem estabelecer um fim às coisas. Um cavalo utiliza para comer, mas tal foi assim determinado pelo Criador e o cavalo não decide.


3.        O Senhor utiliza os homens?


O Criador dispôs um fim que torna o homem feliz. - o céu junto Dele - mas quis que fossemos inteligentes e livres e, por tanto, desejou que o homem pudesse auto-dirigir-se para esse fim. Esta liberdade forma parte importante da dignidade humana.


4.        Como se perde a dignidade por utilização?


A perda da dignidade neste aspecto pode ser de dois modos:

*     Por imposição de um fim, atentado contra a dignidade de um homem livre. Neste caso, o homem inteiro é utilizado.
*     Usando as coisas de um modo inferior à dignidade natural que possuem, recebida do Criador. Assim se emprega mal uma qualidade humana.


5.        Exemplo de perda de dignidade por imposição de fins?

Procuremos exemplo em que se priva o homem da vida, coisa que nenhuma pessoa deseja perder. Assim fica claro que é um fim imposto, contrário à liberdade e dignidade humanas.

*     Na escravidão, o servo carece de direitos e está completamente sujeito à vontade e fins que o seu amo deseje.
*     No nazismo, os judeus eram massacrados com o fim imposto de melhorar a raça.
*     No aborto, os embriões humanos são destruídos para conseguir fins alheios ao embrião.
*     No terrorismo, matam-se seres humanos por um fim político que eles não desejam.


6.        Exemplos de perda de dignidade por má utilização?


Aqui os casos são mais difíceis de reconhecer pois uma pessoa pode decidir.

Exemplos:

*     Utilizar a inteligência para roubar ou causar dano a outros é uma perda de dignidade para esse entendimento.
*     Aqui inclui-se o mencionado sobre o sexo. Empregá-lo unicamente para obter prazer diminui muito a dignidade da sexualidade, desprezando o grande dom de trazer filhos ao mundo.
*     Usar o tempo principalmente para a diversão deteriora a dignidade operativa do homem que deixa de fazer obras boas. A capacidade humana de fazer o bem fica diminuída.


7.        Estas consequências coincidem com os mandamentos?


É lógico que coincidam pois Deus deseja o nosso bem e a nossa dignidade. Os atentados contra a nossa dignidade ofendem o Criador. 

Nos pecados há uma lesão à dignidade dos outros homens ou de si mesmo, ou uma tentativa de ataque à dignidade divina.

10/07/2018

Temas para reflectir e meditar

Paz


A verdadeira paz funda-se na justiça, no sentimento da dignidade inviolável do homem, no reconhecimento de uma igualdade indelével e desejável entre os homens, no princípio básico da fraternidade humana, quer dizer, no respeito e amor devido a cada homem.

(Beato Paulo VI, Mens. para a Jornada Mundial da Paz, 1971)

18/09/2016

Temas para meditar - 660

Responsabilidade

A responsabilidade - poder dar uma resposta a Deus - é sinal da dignidade humana: 

só a pessoa livre pode ser responsável, elegendo em cada momento, entre múltiplas possibilidades, a que for mais conforme o querer divino e, portanto, com a sua própria perfeição.


(S. Tomás de aquinoComentário à Epístola aos Romanos, II, 3)

01/05/2016

Temas para meditar - 625

Bioética

Uma humanização do morrer é incompatível com a eliminação do sujeito que morre, pois não tem em conta a globalidade das suas necessidades. As súplicas de quem sofre, muitas vezes desejando terminar com a situação de dor, mais do que um desejo de morrer, são sobretudo o apelo a uma presença marcada pelo amor, a formas concretas de solidariedade e expressões da necessidade de perspectivas de esperança. Para isto, é necessário criar condições que humanizem a fase terminal, para que a pessoa possa ter um morrer humano: disponibilizar os meios que retirem ou reduzam o mais possível a dor, dar ao doente acesso aos meios médicos de que necessita, assegurar um acompanhamento humano personalizado, garantir ao paciente que não será abandonado à solidão em nenhum momento da sua fase final, permitir-lhe a presença das pessoas que lhe são mais queridas, facilitar-lhe a vivência das suas convicções religiosas e a satisfação das suas necessidades espirituais, possibilitar um acompanhamento psicológico, respeitar os seus valores e legítimos desejos, criar condições de confiança.

(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 5, b)

05/04/2016

Temas para meditar - 610

Bioética


Recordamos que todas as orientações éticas têm como objectivo encontrar concretizações de um morrer verdadeiramente humano.
O que está em causa é a preservação da dignidade da pessoa em algo que é decisivo e constitutivo de todo o projecto pessoal de vida. Isto inclui certamente fazer aquilo que é razoavelmente possível para que o paciente preserve as condições de sujeito da sua própria história. Na medida possível, “não se deve privar o moribundo da consciência de si mesmo, sem motivo grave”, uma vez que também nos momentos finais da vida cada pessoa deve estar em condições de poder assumir as suas responsabilidades morais, de relacionar-se com as pessoas que lhe são significativas e de viver todo este processo no contexto da sua relação com Deus.


(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 5 a)

01/04/2016

Temas para meditar - 608

Bioética


A legitimação jurídica da eutanásia ou do suicídio assistido teria como consequência uma pressão inevitável sobre todas as pessoas cuja vida não correspondesse aos padrões de realização que são dominantes em determinada sociedade.
Facilmente surgiria um grupo de não desejados, vistos como peso da sociedade. 
Pessoas gravemente doentes ou em estado terminal não podem ter de modo algum a impressão de serem indesejadas, mas devem sentir de modo reforçado que são preciosas e queridas, e que a sociedade não se dispensa de fazer tudo o que está ao seu alcance para as valorizar e integrar.


(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 6 b)

27/03/2016

Temas para meditar - 605

Bioética

De especial actualidade é ainda a regulamentação das diversas formas de “directivas antecipadas de vontade”.
Trata-se de instrumentos, como, por exemplo o chamado “testamento vital”, pelos quais a pessoa pode antecipadamente dispor acerca das opções e dos valores que deseja ver respeitados quando se encontrar em situação de doença grave ou terminal.
Não havendo objecções éticas fundamentais a este tipo de procedimentos, convém ter presente que neste campo não há a certeza de que os desejos previamente expressos sejam actuais no momento em que é necessário decidir.
Não obstante toda a utilidade que estas determinações possam ter, para tomar decisões que respeitem a pessoa como sujeito, convém ter presente que elas não têm um peso absoluto, nem podem ser pretexto para justificar opções que atentem contra a vida humana. Devem ser consideradas mais um elemento a ter em conta nas tomadas de decisão.


(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 4, 5)

18/03/2016

Temas para meditar - 600

Bioética

A revelação bíblica mostra-nos a existência humana como resultado da bondade divina, isto é, como um dom que suscita em nós gratidão e não nos dispensa da responsabilidade de cuidar dele.
Para o crente, a vida não está à inteira disposição de quem quer que seja, não é arbitrariamente disponível, mas tem de ser respeitada como a condição básica de realização pessoal.
A vida humana é prévia a qualquer projecto pessoal, por isso ninguém é senhor absoluto da sua própria vida e muito menos senhor da vida dos outros.
O valor da vida humana não brota das valorizações que a sociedade atribui ou dos critérios que no momento são socialmente significativos, mas de uma dignidade prévia a qualquer criteriologia.
O suporte desta dignidade é a própria condição humana, que, para o cristão, tem origem na bondade criadora de Deus e no amor salvífico de Jesus Cristo.


(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer)

09/03/2016

Temas para meditar - 595

Bioética

A eutanásia é concretização de um desejo que o homem contemporâneo tem de se apoderar da morte, antecipando-a para a situar no momento que ele próprio determina, resultado de um medo angustiante e desesperado perante o sofrimento.
A eutanásia é frequentemente apresentada como um gesto de humanidade ou de compaixão que pretende respeitar a dignidade com que cada ser humano quer viver.
Na realidade, porém, e numa linha de princípio, qualquer forma de eutanásia constitui uma renúncia a acompanhar a pessoa doente, traduz a falta de empenho de uma sociedade em procurar meios que permitam viver dignamente todas as fases da existência humana.
É, por isso, uma violação, ainda que consentida, da dignidade fundamental que se deve reconhecer a cada ser humano.
A eutanásia ou a ajuda ao suicídio são formas desumanas de lidar com a pessoa que vive o seu processo de morrer, constituem “uma ofensa à dignidade da pessoa humana, um crime contra a vida e um atentado contra a humanidade”.


(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 4, 2 b)

06/03/2016

Temas para meditar - 593

Bioética


A obrigação moral de garantir à vida humana uma especial protecção está testemunhada em preceitos primordiais da humanidade, com expressões diversas em todas as culturas, e codificada no mandamento bíblico do Decálogo: “Não matarás” [i].

A consciência moral das gerações que nos precederam e o próprio magistério da Igreja procuraram, ao longo dos tempos, com os recursos culturais de cada época, encontrar expressões e concretizações actualizadas deste mandamento, no sentido de elevar e purificar as exigências morais nele contidas.
Consequentemente, é eticamente inaceitável qualquer forma de eutanásia, isto é, qualquer “acção ou omissão que, por sua natureza e nas intenções, provoca a morte”. Nem sequer o objectivo de eliminar o sofrimento ou livrar a pessoa de um estado penoso pode legitimar a eutanásia, tanto mais que a medicina e a sociedade dispõem de outros meios para socorrer os pacientes em fase terminal. Equivalente à eutanásia, do ponto de vista ético, é qualquer forma de ajuda ao suicídio, também designado suicídio assistido.

(Nota pastoral da CEP, Cuidar da vida até à morte: Contributo para a reflexão ética sobre o morrer, 4, 1-2 d)




[i] Dt 5,17

12/01/2016

Temas para meditar - 562

Justiça



Onde há amor à justiça, onde existe respeito pela dignidade da pessoa humana, onde não se procura o capricho ou utilidade próprias, mas o serviço a Deus e aos homens, ali se encontra a paz.



(btº. álvaro del portillo, Homilía, 1985.03.30)

29/12/2015

Temas para meditar - 555

Justiça



Ao homem é devido o bom-nome, o respeito, a consideração, a fama que mereceu.

Quanto mais conhecemos o homem, tanto mais se nos revela a sua personalidade, o seu carácter, a sua inteligência e o seu coração.

E tanto mais nos damos conta (...) do critério com que devemos "medi-lo", e que quer dizer ser justos com ele.


(são João Paulo II, Alocução, 1978.11.08)

21/10/2014

Família



A protecção efectiva dos bens fundamentais da pessoa, o direito à vida desde a própria concepção, a protecção do matrimónio e da família, a igualdade de oportunidades na educação e no trabalho, a liberdade de ensino e de expressão, a liberdade religiosa, a segurança dos cidadãos, a contribuição para a paz internacional, etc., formam parte do bem comum, pelo qual os cristãos devem lutar. [i]



[i] (Conferência Episcopal Espanhola, Los católicos en la vida pública, 1986.04.22, nr. 119-121., trad ama)

16/09/2014

Temas para meditar - 238

Dignidade da Vida Humana

Disse-se que a Igreja teria ficado derrotada porque não conseguiu fazer aceitar a sua norma moral. Mas eu penso que neste fenómeno tristíssimo e involutivo quem foi verdadeiramente derrotado foi o homem, foi a mulher. Foi derrotado o médico que renegou o juramento e o título mais nobre da medicina: o de defender e salvar a Vida Humana; verdadeiramente foi o estado «secularizado», que renunciou à protecção fundamental e ao sacrossanto direito à vida para se converter num instrumento de um presumível interesse da colectividade, e por vezes se mostra incapaz de defender a observância das suas próprias leis permissivas.


(btº joão Paulo IIDiscurso aos participantes no VI Simpósio do Conselho das Conferências Episcopais da Europa, 1985.10.11)

12/08/2014

Temas para meditar 203


Vida humana


Ainda que a vida do homem se pareça, em muitos aspectos, com a vida animal, é evidente que apresenta diferenças profundíssimas. A sua conduta não obedece sempre a um estímulo externo, como afirmam, por exemplo, alguns psicólogos conductistas. Isto sucede nos animais, mas não no homem que pode pensar e querer livremente: quer dizer, que tem uma actividade interior que transcende o ambiente que o rodeia e com a qual adquire consciência do seu próprio eu.
Esta actividade interior, deve-se a que o homem não é só matéria dotada de vida - como pretende o materialismo mas a possuir uma alma espiritual que, certamente, não se pode ver, porque é invisível, mas que existe realmente e informa todo o corpo. Nela residem a inteligência e a vontade.
Por ser espiritual, a alma humana, não pode dividir-se nem corromper-se: é imortal. Pelo contrário, o corpo, por ser material, pode corromper-se e deixar de ser um corpo humano. Quando isto sucede, sobrevém a morte, que é a separação da alma do corpo, mas não morre todo o homem, pois a alma continua vivendo, separada temporalmente do corpo. Esta verdade fundamental sobre o homem - a imortalidade da sua alma - é-nos revelada pela fé, e, de alguma maneira, é intuída por muitos homens, que experimentam no mais fundo do seu ser, a aspiração de viver sempre, de uma vida eterna.
De qualquer modo, o corpo é também parte essencial do homem, contrariamente ao que afirmarão certos espiritualismos.
Na vida presente, a alma entende e quer sempre em união com o corpo, porque ambos, enquanto estão unidos, formam uma única substância, concretamente, para exercitar o entendimento espiritual, a alma utiliza os sentidos, o cérebro, etc.
Não obstante, esta união íntima não deve levar a confundir o que é próprio da alma espiritual com os órgãos corporais que utiliza (por ex. não é o mesmo, evidentemente, a inteligência e o cérebro)
A alma de cada homem é criada directamente por Deus, que a une ao corpo engendrado pelos pais. Não procede das almas destes, as quais, por serem espirituais, não podem dividir-se. Tão pouco procede de matéria por evolução pois é espírito.
Da espiritualidade da alma deriva a liberdade do homem, que faz com que a Vida Humana, a partir do uso da razão, não esteja regido só por leis físicas ou biológicas, mas também pela lei moral que assinala o modo pelo qual o homem deve comportar-se para proceder bem e alcançar a sua própria perfeição e felicidade.
Também pela espiritualidade da alma, o homem é a «imagem de Deus» (Gen. 1, 26) pois «Deus é espírito» (Job. 4, 24) Nisto radica a dignidade humana, por isto o homem não é algo mas alguém, não é uma simples coisa, mas uma pessoa sujeito a direitos fundamentais. (a vida, liberdade, etc.)
Quando não se reconhece a liberdade espiritual do homem - como sucede onde existe o materialismo teórico ou prático - é explicável que, com frequência, tão pouco se reconheçam os direitos humanos, ou que se aceitem como uma simples declaração convencional, como se não fundamentassem na mesma natureza humana, ou então se respeitem só quando e se for conveniente.

Curso Básico de Formação Cristã

04/06/2014

Temas para meditar 135

Dignidade humana

Que sentido teria falar da dignidade do homem, do seus direitos fundamentais, se não se protege um inocente o se chega inclusive a facilitar os meios ou serviços, privados ou públicos, para destruir vidas humanas indefesas?


(S. JOÃO PAULO II, Homília da missa para as famílias cristãs em Madrid, 1982.11.02)

23/05/2014

Temas para meditar 123

Dignidade humana

Pio XII falou de reanimação prolongada inutilmente. Isto não tem nada que ver com eutanásia. Não se trata de matar as pessoas mas sim de saber em que momento o uso das técnicas mais poderosas da medicina é desproporcionada com o estado do paciente.
Se entendi o que o Papa disse, a ideia era a seguinte: ante uma morte natural eminente e inevitável, o médico não tem nenhuma obrigação de pôr em funcionamento um ventilador, por exemplo, para prolongar a agonia por umas horas. Isto parece-me boa medicina, ou simplesmente sentido comum.
É confortável saber que também é teologia.


(Prof. Jerôme Lejeune, Catedrático de Genética Fundamental na Sorbone, “Paris Match”, 07 Nov. 1980)

15/04/2014

Temas para meditar 74


Encarnação

A Encarnação confere para sempre ao

homem a sua extraordinária, única e 

inefável dignidade.



(Btº JOÃO PAULO IIPassai um Ano Comigo, Editorial Verbo 1986, pg. 121)


13/04/2014

Temas para meditar 72


Encarnação

A Encarnação confere para sempre ao 

homem a sua extraordinária, única e 

inefável dignidade.




(Btº JOÃO PAULO IIPassai um Ano Comigo, Editorial Verbo 1986, pg. 121)