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23/07/2023

Publicações em Julho 23

  


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

(Re Lc XVIII)

 

Ouvi alguém que pedia a Jesus que interviesse numa disputa que tinha com um irmão sobre uma herança e, ouvi a resposta de Jesus que lhe respondeu dizendo que nãoera juíz de ninguém.

No tempo de Jesus a Justiça cabia à classe dos Juízes que constituiam como que uma casta da sociedade, quase omnipotentes, cujas decisões eram definitivas, gozando de bens incontáveis oriundos das "comissões e percentagens" dos assuntos que julgavam. Por isso, a Parábola do JUÍZ INÍQUO é, para mim, um paradigma da Justiça.

Vejamos bem: na Parábola diz-se que o Juíz "não temia a Deus nem respeitava os homens", e, mais adiante, se resolve a fazer justiça à pobre viúva para que "não venha contínuamente importunar-me".

Considero que esta pobre viúva da Parábola prefigura os muitos milhões de vozes suplicantes que tentam fazer-se ouvir na sua busca de justiça; uma multidão incontável de seres humanos sacrificados ainda no ventre materno por motivos e razões aberrantes e bestiais.

No Seu Sacratíssimo Coração, Jesus Cristo, deverá seguramente ter encontrado um local onde estes INOCENTES aguardam pelo Juízo Final. Aí, ouvir-se-á o seu clamor e todos os que tomaram posições concretas, legislando e aprovando leis iníquas escudando-se em falsas "obrigações do cargo", hão-de empalidecer ao contemplar a expressão de repúdio que o Supremo Juíz mostra na face.

E os outros todos que, embora não tendo participado activamente, decidiram ignorar o assunto.

O Rei Balduíno da Bélgica, agiu como a sua consciência de cristão lhe exigia e, para não ter de ractificar uma lei aprovada no Parlamento, lei essa que legislava sobre o aborto, pura e simplesmente resignou como Monarca dos Belgas.

O efeito desta atitude foi imediato, perante a reacção popular, o Parlamento retirou a proposta de Lei.

Na verdade!!!

Bom... Balduíno era Monarca mas era cristão e SANTO!!!

 

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26/10/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/6


É injusto que venha ao mundo uma criança não amada.

É certo.
Trata-se de uma injustiça.

Mas ela não é cometida pela criança e não é a sociedade que proíbe o aborto a culpada.
Pelo menos não é culpada por essa razão.
Será eventualmente culpada por não resolver com maior eficácia as situações que conduzem ao desespero de uma jovem mãe.

Se todas as forças sociais se reunirem para ajudar as mães em caso de dificuldade comprovada, encontrarão com maior frequência soluções eficazes.
Por agora, são habitualmente as instituições da Igreja ou inspiradas em princípios cristãos que oferecem às grávidas os meios para tentar ultrapassar problemas sérios.
E numa considerável percentagem dos casos em que as mães recebem a tempo ajuda eficaz, os bebés com um inicial prognóstico de socialmente enjeitados acabam por ser crianças queridas.

Não será preferível enveredar por este caminho, mais difícil e trabalhoso, mas realmente mais humano?

Fonte: ALETEIA, p. joão paulo pimentel

(Revisão da versão portuguesa por ama)

19/10/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

Outro exemplo: lembrando os filmes do farwest, e admitindo que algo de verdade neles exista, os cidadãos defendiam-se com as pistolas.
A maioria não dispararia sobre um adversário de ânimo leve.
Mas foi considerado um avanço da civilização não prosseguir com esse tipo de justiça.
O debate sobre a liberalização das armas prossegue nos EUA, mas a convicção generalizada parece desaconselhar uma facilidade em adquiri-las.
E, certamente, na Europa, esta questão está resolvida.
Por quê?
Posso assegurar, da parte das centenas de pessoas que conheço, que tivessem elas uma arma e nunca a usariam levianamente.
Vamos então mudar a lei, despenalizando indiscriminadamente o porte de armas?
E quando um polícia fere alguém com uma arma, certamente não o fez por gosto; mesmo assim, é exigido habitualmente um inquérito cujo desfecho pode não ser nada favorável para o agente em questão.
Por quê?
Em resumo: o argumento não colhe.
O facto de o aborto ser algo que repugna a quem o pratica não torna supérflua a sua proibição.
Mesmo que a mulher decida abortar por razões que considere ponderadas, a sociedade tem o direito de as considerar sempre menos decisivas que a vida do feto, que, por si só, é uma razão suprema.

(cont)

16/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/5



- Terceiro problema: há vários milhares de doentes em lista de espera para uma cirurgia; declarem-se como de não tratamento cirúrgico uma série de patologias: assim deixam de estar à espera para ser operados.
Se o melhor que a sociedade pode oferecer a uma mulher grávida com vários problemas na vida é a eliminação da tal Vida humana que, hipoteticamente, vai ter sofrimentos à espera, seria melhor acabar com esta sociedade e começar uma nova.

Como recordavam as palavras de Chesterton, há sempre a tentação de eliminar os filhos dos pobres, dos humilhados, dos marginalizados, como pretexto para acabar com a pobreza, as vexações, os guetos sociais.
Já terá o leitor reparado na hipocrisia: a sociedade diz ao pobre: «traga-nos cá o seu filho que lhe fazemos o grande favor de o eliminar».


(cont)

15/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

Omito, para não me alongar, o raciocínio que se aplica aos médicos que praticam abortos.
Se não o fazem pelo gosto da cirurgia, já tenho mais dúvidas que o não realizem pelo gosto do dinheiro: ninguém duvida que as clínicas abortistas não são precisamente deficitárias.

2) Curiosamente, o argumento funciona melhor se aplicado ao pai. Embora reconheça que nenhuma mulher se encaminhará de ânimo leve para uma sala de abortos, já não é tão certo que o pai da criança não encaminhe levianamente para lá a mãe da criança: “Engravidaste? Mais vale que abortes quanto antes”. É assim tão alheio ao que, infelizmente, assistimos com frequência?

Por outro lado, embora seja verdade que ninguém aborta por gosto, é preciso recordar - eis finalmente um argumento super-politicamente incorrecto! - uma pequena observação de G. K. Chesterton: “Ninguém se casa sonâmbulo nem gera filhos a dormir”.
Assim, se é verdade que ninguém aborta por gosto, já não é tão certo que aos momentos da génese da nova criatura se possa aplicar levianamente a mesma descrição. A lei de despenalização do aborto é mais uma etapa na desresponsabilização, sobretudo masculina, das consequências dos actos sexuais livremente queridos. É como sugerir aos homens que sejam sexualmente irresponsáveis e fúteis, pois as mulheres serão “abortivamente” responsáveis e sensatas.

3) Por fim, acrescento que não consta que, nos países em que as leis penalizam os abortos, elas tenham sido alguma vez aplicadas levianamente e por gosto. Mesmo assim, desejam acabar com elas.


p. joão paulo pimentel

13/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/6

Uma dúvida final.

De que modo a mãe que não abortou, porque a lei não o permitiu, tratará o filho?
Vingar-se-á da sociedade no filho?

Para além de estar dentro de um quadro já infeliz, não tenderão a agravar-se as coisas para a criança nascida por uma lei que a mulher-mãe considera odiosa? «O Estado obriga-me a ter um filho - pode dizer - mas não me pode obrigar a amá-lo; proíbe que o maltrate, mas não me obrigará a beijá-lo.»

Reconheçamo-lo: essa atitude pode, infelizmente, verificar-se, sobretudo quando o papel da maternidade é cada vez menos valorizado na sociedade.
Contudo, a minha convicção, apoiada em casos bem reais, é a de que, em pessoas mentalmente sãs, tal atitude, podendo acontecer, não acontece.

A lógica das mães não é, felizmente, a dos defensores do aborto.

(cont)

Temas para meditar - 480

Aborto


O aborto é uma grave derrota do homem e da sociedade civil. Com ele sacrifica-se a vida de um ser humano a bens de valor inferior, aduzindo motivos frequentemente inspirados por falta de coragem e de confiança na vida e, por vezes, com o desejo de um mal entendido bem-estar.
E o Estado, em lugar de intervir, como é sua missão, para defender o inocente em perigo, impedindo a sua morte e assegurando, com meios adequados, a sua existência e o seu crescimento, autoriza e além disso contribui para a execução de uma sentença de morte.


(são joão paulo ii, Disc. aos representantes do movimento italiano em favor da vida, 25.01.1986.01.25)

12/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

É válido argumentar que “ninguém aborta por gosto”?

À primeira vista, o argumento parece ter certa lógica. Mas há várias objeções a essa lógica.
Os defensores da legalização do aborto afirmam que nenhuma mulher faz ou fará um aborto de ânimo leve.

À primeira vista, o argumento parece ter certa lógica.
Praticar o aborto do próprio filho não é o mesmo que injectar heroína. Apesar de a droga arruinar a saúde do consumidor, é preciso reconhecer que um aborto não se situa no mesmo plano: por melhor que seja um Centro de Saúde, nenhuma mulher recorre ao aborto por gosto.
Por isso, ninguém deve insinuar que a legalidade incentiva ao aborto por motivos banais. Serão sempre casos de “absoluta necessidade”.

Não tenho receio em concordar que ninguém, com um mínimo de estabilidade mental, recorre a uma cirurgia, do tipo que for, por gosto.

Porém, levanto três objecções ao argumento:

A mesma sequência de raciocínio - quando se despenaliza uma acção que por si mesma é desagradável não se prevê um aumento considerável de acções desse tipo - poderia então ser aplicada a outros casos.
Pensemos no atropelamento.
Se houvesse uma lei a despenalizar os automobilistas que atropelassem pessoas, não é previsível que a maioria dos condutores se dedicasse a passar com o carro por cima dos transeuntes: ninguém ocasionaria com gosto lesões a terceiros (e consequentes amolgadelas no carro...).
Significa, então, que a lei sobra?
Há até casos de homicídios involuntários por atropelamento com penas que não são nada leves.
Não seria de declarar a inocência dos condutores, visto que não atropelaram ninguém de ânimo leve e já lhes basta a tortura da própria consciência?
E, mesmo em caso de homicídios voluntários, exceptuando, porventura, a participação em organizações terroristas ou mafiosas, quem mata não o faz levianamente: pesou os prós e os contras e concluiu que o assassinato era a melhor maneira de resolver a questão (leiam-se os romances de Agatha Christie, tão instrutivos nesta matéria quanto a motivações).
Será de restringir a penalização do homicídio a casos manifestamente compulsivos ou repetitivos?


(cont)

11/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/4


Se não, reparem como se resolveriam facilmente uma série de questões com tão singular método:

- Há crianças problemáticas - pela idade, pelo ambiente familiar (ou falta dele), por condições psicológicas - que introduzirão em qualquer escola que frequentem um factor de pouca estabilidade; e elas próprias sofrerão ao serem confrontadas com outros alunos mais capacitados.
Remédio?
Deixá-las em casa sem estudos, mudando quanto antes a lei sobre escolaridade obrigatória.
Problema número um resolvido.

- Passemos a um segundo conflito. Há uma percentagem X de estudantes de Direito que não encontrarão emprego no mercado de trabalho. A solução é fácil quando se adota um método parecido ao do aborto que acaba com potenciais infelizes: chumbe-se cegamente essa percentagem de alunos em todos os exames da faculdade até desistirem do curso.


(cont)

10/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/3

Não sem uma boa dose de humor e senso comum, Chesterton sintetizava essa visão do controlo da natalidade proposto como meio de conquista social: “É como dizer que a decapitação é um avanço na tecnologia dos dentistas”.

Enfim, a teoria malthusiana, tão incensada em determinados setores, parece ser assim uma história mal contada.
No fundo, Malthus nunca esteve realmente preocupado pelos pobres, mas sim pelos ricos: os pobres eram apenas um problema para os ricos.
Nada mais.
Não é que o preocupasse a infelicidade dos possíveis novos pobres; preocupava-o, isso sim, a felicidade que eles retirariam aos ricos.

Igualmente mal contada é a aparente preocupação pelos que vão nascer e crescer fatalmente infelizes.
Será realmente uma hipotética infelicidade futura da criança por nascer a causa para ela ser eliminada?
A causa para o aborto não será antes a presente infelicidade da mãe ou do pai pela criança não prevista e que vai trazer-lhes novos trabalhos?

Mas mesmo que se tratasse de um diagnóstico provável – nunca totalmente certo – não significa que o tratamento proposto como inevitável (o aborto) seja razoável.


(cont)

09/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

…/2

Antes de procurar defender a não razoabilidade deste pretexto [i] para a legalização o aborto, convido a ler um excerto de um artigo de G. K. Chesterton sobre Malthus, aquele que defendia que a população crescia em progressão geométrica enquanto os bens apenas o faziam em progressão aritmética:

«Malthus queria que o seu argumento fosse um argumento contra a reforma social.
Nunca pensou em utilizá-lo de outra maneira, excepto como um argumento contra qualquer reforma social (...)
Preveniu as pessoas contra qualquer ímpeto de generosidade que levasse a dar esmola.
A sua teoria era sempre como um jarro de água fria deitada sobre qualquer proposta de dar uma propriedade ao homem pobre ou dar-lhe melhores condições de vida.
Tal é a nobre história do nascimento do controlo de natalidade».

Isto é, Malthus apresentou razões pelas que, segundo ele, não se devia elevar o nível social dos pobres: no fundo, porque seria sempre inútil.
Em vez de procurar erradicar a pobreza, abriu a via para erradicar os pobres sugerindo que eles deviam deixar de ter filhos.

(cont)



[i] Vd post anterior (dia 8)

08/08/2015

Defesa da vida

Questões sobre o aborto

2: “Crianças não queridas”?

A sociedade tem plenas condições de dar soluções mais humanas e eficazes do que a morte do bebé
Quem defende o aborto evoca, por vezes, a lamentável condição de vida que alguns nascituros terão caso venham a nascer.
Pelo meio social ou pela escassez de recursos educativos, pela precariedade do entorno familiar (se é que se trata de uma família), o futuro da criança vislumbra-se mais ou menos tenebroso:

«É mais um que se vem afundar na miséria, mais uma quase certa vítima da droga, mais um “humilhado e ofendido” que o mundo terá de acolher. Ele próprio, se pudesse, agradeceria não ter nascido. É injusto que venha ao mundo uma criança não amada».

Podemos admitir que existe uma probabilidade alta de que uma criança, quinta filha de uma mãe solteira, desempregada e que vive numa casa sem condições, vá passar por dificuldades de todo o género.

Mas será inevitavelmente infeliz?

E será esse um motivo para matar a criança?

E antes até: será mesmo verdade que quem usa este argumento está realmente preocupado com a felicidade do nascituro indesejado?


(cont)

07/08/2015

Defesa da vida

O quinto mandamento do Decálogo


5. A defesa da paz

«Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus» [i].
Característica do espírito de filiação divina é serem semeadores de paz e alegria [ii].
«A paz não é possível na terra sem a salvaguarda dos bens das pessoas, a livre comunicação entre os seres humanos, o respeito pela dignidade das pessoas e dos povos e a prática assídua da fraternidade (…).
É “obra da justiça” [iii] e efeito da caridade» [iv].

«Por causa dos males e injustiças que toda a guerra traz consigo, a Igreja exorta instantemente a todos para que orem e actuem para que a Bondade divina nos livre da antiga escravidão da guerra [v]» [vi].

Existe a «legítima defesa pela força das armas».
Mas «a gravidade duma tal decisão submete-a a condições rigorosas de legitimidade moral» [vii], [viii].

«As injustiças, as excessivas desigualdades de ordem económica ou social, a inveja, a desconfiança e o orgulho que grassam entre os homens e as nações, são uma constante ameaça à paz e provocam as guerras.
Tudo o que se fizer para superar estas desordens contribui para edificar a paz e evitar a guerra» [ix].

«Ama a tua pátria: o patriotismo é uma virtude cristã.
Mas, se o patriotismo se converte num nacionalismo que leva a encarar outros povos, outras nações, com desinteresse, com desprezo – sem caridade cristã nem justiça –, é um pecado» [x].

pau agulles simó

Bibliografia básica:
Catecismo da Igreja Católica, 2258-2330.
João Paulo II, Enc. Evangelium Vitae, 25-III-95, cap. III.

Leituras recomendadas:
L. Ciccone, La vita umana, Ares, Milano 2000.
L. Melina, Corso di Bioetica. Il Vangelo della Vita, Piemme, Casale Monferrato, 1996.



[i] Mt 5, 8
[ii] Cf. S. Josemaria, Cristo que Passa, 124.
[iii] Is 32, 17
[iv] Catecismo, 2304
[v] cf. Concílio do Vaticano II, Const. past. Gaudium et Spes, 81, 4
[vi] Catecismo, 2307
[vii] Catecismo, 2309
[viii] «É necessário, ao mesmo tempo:

- que o prejuízo causado pelo agressor à nação ou comunidade de nações seja duradouro, grave e certo;

- que todos os outros meios de lhe pôr fim se tenham revelado impraticáveis ou ineficazes;

- que estejam reunidas condições sérias de êxito;

- que o emprego das armas não traga consigo males e desordens mais graves do que o mal a eliminar. O poder dos meios modernos de destruição tem um peso gravíssimo na apreciação desta condição.

Estes são os elementos tradicionalmente apontados na doutrina da chamada “guerra justa”.

A apreciação destas condições de legitimidade moral pertence ao juízo prudencial daqueles que têm o encargo do bem comum» (Catecismo, 2309). Além disso, «é-se moralmente obrigado a resistir às ordens para praticar um genocídio» (Catecismo, 2313).

«A corrida aos armamentos

Não garante a paz.
Longe de eliminar as causas da guerra, corre o risco de as agravar.
O dispêndio de fabulosas riquezas na preparação de armas sempre novas impede que se auxiliem as populações indigentes, e trava o desenvolvimento dos povos» (Catecismo, 2315). «A corrida aos armamentos é um terrível flagelo para a humanidade e prejudica os pobres dum modo intolerável» (Concílio Vaticano II, Const. Gaudium et Spes, 81).
As autoridades têm o direito e o dever de regulamentar a produção e o comércio de armas (cf. Catecismo, 2316).
[ix] Catecismo, 2317
[x] S. Josemaria, Sulco, 315. Cf. S. Josemaria, Forj, 879; Caminho, 525.