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21/06/2015

Temas para meditar - 457

Jesus Cristo 


Que o Teu nome, oh Jesus, esteja sempre no fundo do meu coração, a fim de que todos os meus afectos e todas as minhas acções vão dirigidas a Ti (...). Em Teu nome, oh Jesus!, tenho remédio para corrigir-me das minhas más acções e para aperfeiçoar as defeituosas, também, um remédio com que preservar da corrupção os meus afectos ou curá-los, se já estiverem corrompidos.



(s. bernardo, Sermões sobre os cantares, 15) 

19/06/2015

Temas para meditar - 455

Jesus Cristo 




Com tão bom amigo presente - nosso Senhor Jesus Cristo -, com tão bom capitão, que pôs em primeiro lugar o sofrer, tudo se pode sofrer. Ele ajuda e dá esforço, nunca falta, é amigo verdadeiro.



(stª. teresa de jesus, Vida, 22, trad ama)

17/09/2014

Temas para meditar - 239


Jesus Cristo


Deixai que Cristo seja para vós o caminho, a verdade e a vida. Deixai que seja a vossa salvação e a vossa felicidade. Deixai que ocupe toda a vossa vida para alcançar com Ele todas as Suas dimensões, para que todas as vossas relações, actividades, sentimentos, sejam integradas n'Ele ou, por assim dizer, sejam "cristificados". Eu vos desejo que com Cristo reconheçais a Deus como princípio e fim da vossa existência.


(Btº JOÃO PAULO IIDisc. Montmartre, 1980.06.01)

15/06/2014

Temas para meditar 146

Olhar de Jesus



O olhar de Jesus sabe ver através dos véus das paixões humanas e penetrar até ao mais íntimo do homem, ali, onde está só, pobre e nu.



(k adamJesucristo nr. 112, trad ama)

18/04/2014

Jesus Cristo e a Igreja - 11

Situação actual da investigação sobre Jesus

Desde que no século XIX se começaram a aplicar os modernos métodos da ciência histórica aos textos evangélicos, a investigação sobre Jesus passou por diversas etapas. Superados os preconceitos racionalistas dos inícios da investigação, e os métodos hipercríticos que dominaram boa parte do século XX, a situação actual é muito mais positiva e aberta. O cepticismo em que se situou a investigação sobre
Jesus nos meados do século passado ficou superado (ver “O que sabemos realmente sobre Jesus").
Na actualidade conhece-se muito melhor o contexto histórico e literário em que viveu Jesus e em que os evangelhos foram escritos. A maior familiaridade com a literatura inter-testamentária, quer dizer, com as obras do mundo judeu contemporâneas de Jesus e dos evangelistas (os comentários de livros bíblicos e as traduções ao aramaico, os textos de Qumran, a literatura rabínica, etc.), permitiu ilustrar, verificar e compreender com maior profundidade os relatos evangélicos e a imagem de Jesus no judaísmo do seu tempo.

Outras fontes provenientes do mundo greco-romano proporcionaram melhores conhecimentos das influências de carácter helenístico na Galileia em que viveu Jesus e, portanto, do contacto dessa região da Palestina com estruturas culturais do mundo grego. Além disso, os testemunhos dos escritos apócrifos, com grande probabilidade posteriores aos evangelhos canónicos e a outros textos cristãos e judeus do século II, serviram para analisar as tradições a que remontam esses livros, e contextualizar melhor as afirmações contidas nos evangelhos.
Também se incorporaram à investigação sobre Jesus alguns achados arqueológicos recentes, entre os quais são de especial interesse os que provêm das escavações que se estão a levar a cabo na Galileia, muito ilustrativas para nosso conhecimento desta helenizada região da Palestina no século I.
Finalmente, a uma maior compreensão das fontes juntou-se o emprego de novos métodos e aproximações exegéticas (literárias, canónicas, etc.), que contribuíram para superar as limitações e a rigidez do método histórico empregado em épocas anteriores.

O nosso conhecimento histórico de Jesus é, portanto, cada vez mais sólido. Os evangelhos são por isso dignos de credibilidade e, aos olhos de qualquer historiador imparcial, pode-se descobrir neles um grande conjunto de gestos, de palavras, de acções de Jesus com os quais ele manifestou a singularidade da sua pessoa e da sua missão.

© www.opusdei.org - Textos elaborados por uma equipa de professores de Teologia da Universidade de Navarra, dirigida por Francisco Varo.


22/03/2014

Temas para meditar 50

Jesus Cristo

Nada prova, não se justifica, não argumenta. Ensina. Impõe-se, porque a sabedoria que d'Ele emana é irresistível. Quando se apreciou esta sabedoria, quando se tem o coração bastante puro para a estimar, sabe-se que não pode existir outra. Não se sente a necessidade de comparar, de estudar. Vê-se.
Vê-se que é o absoluto; vê-se que comparado com Ele tudo é pó; vê-se que Ele é a Vida. Tal como as estrelas se apagam quando cai o Sol, assim ocorre com todas as sabedorias e todas as escolas. Senhor, a quem iríamos? Tu tens palavras de vida eterna.

(j. leclerqTreinta Meditaciones sobre la Vida Cristiana, nr. 53-54)

13/02/2012

Não ponhas o coração em nada caduco

Textos de São Josemaria Escrivá

Não ponhas o coração em nada caduco: imita Cristo, que se fez pobre por nós e não tinha onde reclinar a cabeça. Pede-lhe que te conceda, no meio do mundo, um desprendimento efectivo, sem atenuantes. (Forja, 523)

Somos homens da rua, cristãos correntes, metidos na corrente circulatória da sociedade e o Senhor quer-nos santos, apostólicos, precisamente no nosso trabalho profissional, isto é, santificando-nos nesse trabalho, santificando esse trabalho e ajudando os outros a santificarem-se com esse trabalho. Convencei-vos de que Deus vos espera nesse ambiente, com solicitude de Pai, de Amigo. Pensai que com a vossa actividade profissional realizada com responsabilidade, além de vos sustentardes economicamente, prestais um serviço directíssimo ao desenvolvimento da sociedade, aliviais as cargas dos outros e ajudais a manter muitas obras assistenciais – a nível local e universal – em prol dos indivíduos e dos povos mais desfavorecidos.
Ao comportarmo-nos com normalidade – como os nossos semelhantes – e com sentido sobrenatural, não fazemos mais que seguir o exemplo de Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Reparai que toda a sua vida está cheia de naturalidade. Passa trinta anos oculto, sem chamar a atenção, como qualquer outro trabalhador e conhecem-no na sua aldeia como o filho do carpinteiro. Ao longo da sua vida pública, também não se nota nada que destoe, que pareça estranho ou excêntrico. Rodeava-se de amigos, como qualquer dos seus concidadãos, e no seu porte não se diferenciava deles. De tal maneira que Judas, para o denunciar, precisa de combinar um sinal: aquele a quem eu beijar, é esse. Não havia em Jesus nenhum indício extravagante. A mim, emociona-me esta norma de conduta do nosso Mestre, que passa como mais um entre os homens. (Amigos de Deus, nn. 120–121)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

15/01/2012

Cristo também vive agora

Textos de São Josemaria Escrivá

Vive junto de Cristo! Deves ser, no Evangelho, uma personagem mais, convivendo com Pedro, com João, com André..., porque Cristo também vive agora: "Iesus Christus, heri et hodie, ipse et in saecula!" Jesus Cristo vive!, hoje como ontem; é o mesmo, pelos séculos dos séculos. (Forja, 8)

É esse amor de Cristo que cada um de nós deve se esforçar por realizar na sua vida. Mas para ser ipse Christus é preciso mirar-se Nele. Não basta ter-se uma ideia geral do espírito que Jesus viveu; é preciso aprender com Ele pormenores e atitudes. É preciso contemplar a sua vida, sobretudo para daí tirar força, luz, serenidade, paz.
Quando se ama alguém, deseja-se conhecer toda a sua vida, o seu carácter, para nos identificarmos com essa pessoa. Por isso temos de meditar na vida de Jesus, desde o Seu nascimento num presépio até à Sua morte e à Sua Ressurreição. Nos primeiros anos do meu labor sacerdotal costumava oferecer exemplares do Evangelho ou livros onde se narra a vida de Jesus, porque é necessário que a conheçamos bem, que a tenhamos inteira na mente e no coração, de modo que, em qualquer momento, sem necessidade de nenhum livro, cerrando os olhos, possamos contemplá-la como um filme; de forma que, nas mais diversas situações da nossa vida, acudam à memória as palavras e os actos do Senhor.
Sentir-nos-emos assim metidos na sua vida. Na verdade, não se trata apenas de pensar em Jesus e de imaginar aqueles episódios; temos de meter-nos em cheio neles, como actores. (Cristo que passa, 107)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

16/09/2011

Textos de São Josemaria Escrivá

“O Grande Amigo, que nunca atraiçoa”

Procuras a companhia de amigos que, com a sua conversa e o seu afecto, com o seu convívio, te tornam mais tolerável o desterro deste mundo..., embora os amigos às vezes atraiçoem. – Não me parece mal. Mas... como é possível que não frequentes cada dia com maior intensidade a companhia, a conversa com o Grande Amigo, que nunca atraiçoa? (Caminho, 88)


A nossa vida é de Deus. Temos de gastá-la ao seu serviço, preocupando-nos generosamente com as almas e demonstrando, com a palavra e com o exemplo, a profundidade das exigências cristãs.

Jesus espera que alimentemos o desejo de adquirir essa ciência, para nos repetir: se alguém tem sede, venha a Mim e beba. E respondemos: ensina-nos a esquecermo-nos de nós mesmos, para pensarmos em Ti e em todas as almas. Deste modo, o Senhor far-nos-á progredir com a sua graça, como quando começávamos a escrever (lembrais-vos daqueles traços que fazíamos, guiados pela mão do professor?) e assim começaremos a saborear a dita de manifestar a nossa fé, que é já de si outra dádiva de Deus, também com traços inequívocos de uma conduta cristã, onde todos possam descobrir as maravilhas divinas.
É Amigo, o Amigo: vos autem dixi amicos, diz-nos Ele. Chama-nos amigos e foi Ele quem deu o primeiro passo, pois amou-nos primeiro. Contudo, não impõe o seu carinho: oferece-o. E prova-o com o sinal mais evidente da amizade: ninguém tem maior amor que o daquele que dá a vida pelos seus amigos. Era amigo de Lázaro e chorou por ele quando o viu morto. E ressuscitou-o. Por isso, se nos vir frios, desalentados, talvez com a rigidez de uma vida interior que se está a extinguir, o seu pranto será vida para nós: Eu te ordeno, meu amigo, levanta-te e anda, deixa essa vida mesquinha, que não é vida! (Cristo que passa, 93)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

14/09/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Jesus Cristo

Com tão bom amigo presente - nosso Senhor Jesus Cristo -, com tão bom capitão, que pôs em primeiro lugar o sofrer, tudo se pode sofrer. Ele ajuda e dá esforço, nunca falta, é amigo verdadeiro.



(Stª. teresa d’ávila, Vida, 22, trad ama)

25/08/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Novíssimos



Ali (no Inferno) os condenados sofrem as penas de dano e de sentido eternamente, de um modo que nós ignoramos nesta vida.


(Stª teresa de jesus, Vida, cp. 32, trad ama)


24/08/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Judeus



Alguns murmuram dentro de si e às vezes, quando têm ocasião, dizem em voz alta: Que fizeram os judeus ou que culpa tiveram, se era necessário que se cumprissem as palavras do Profeta Isaías? A isto respondemos que o Senhor, que conhece o futuro, predisse pelo Profeta a infidelidade dos judeus; predisse-a, mas não foi culpável dela. Como Deus não obriga ninguém a pecar porque conheça os pecados futuros dos homens (...). Pecaram, pois, os judeus, sem serem forçados por Aquele que odeia o pecado; e, ao mesmo tempo, Aquele, a quem nada se oculta, predisse que haviam de pecar. Se tivessem querido agir bem, não teriam sido impedidos de fazê-lo; mas então também o teria previsto Deus que conhece o que cada um vai fazer, e qual é o prémio que pelas suas obras há-de receber.

(Stº AgostinhoIn Ioannis Evangelium tractatus, 53, 4, trad do cast ama)

23/08/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Identidade de Jesus Cristo

Alegraram-se os discípulos, ao verem o Se­nhor. (Jo 20, 20) O rosto, que os Apóstolos con­templaram depois da Ressurreição, era o mesmo daquele Jesus com quem tinham convivido cerca de três anos e que agora os convencia da verda­de incrível da sua nova vida, mostrando-Lhes as mãos e o lado. (Jo 20, 20) Certamente não foi fá­cil acreditar. Os discípulos de Emaús só acredita­ram no fim dum penoso itinerário do espírito (cfr. Lc 24, 13-35). O apóstolo Tomé acreditou apenas depois de ter constatado o prodígio (cfr. Jo 20, 24­-29). Na realidade, por mais que se olhasse e tocas­se o Seu corpo só a fé podia penetrar plenamente no mistério daquele rosto. Esta experiência, de­viam já tê-la feito os discípulos na vida histórica de Cristo, sempre que se levantavam questões na sua mente ao sentirem-se interpelados pelos seus gestos e palavras. A Jesus só se chega ver­dadeiramente pelo caminho da fé, um caminho cujas etapas o próprio Evangelho parece delinear na famosa cena de Cesareia de Filipe (cfr. Mt 16, 13-20). Fazendo de certo modo um primeiro ba­lanço da sua missão, Jesus pergunta aos discípu­los o que pensam os homens acerca dele, ten­do ouvido como resposta: Uns dizem que é João Baptista; outros, que é Elias; e outros, que é Jeremias ou algum dos profetas. (Mt 16,14) Uma consideração certamente elevada, mas ainda dis­tante - e muito! - da verdade. O povo chega a pressentir a dimensão religiosa, absolutamente excepcional, deste Rabi, cujas palavras o deixa fascinado, mas ainda não consegue colocá-Lo acima dos homens de Deus que apareceram ao longo da história de Israel. Ora, Jesus é realmen­te muito mais. É precisamente este passo suces­sivo de conhecimento, que diz respeito ao nível profundo da sua pessoa, que Ele espera dos «seus»: Vós, quem dizeis que Eu sou? (Mt 16,15) Só a fé professada por Pedro - e, com ele, pela Igreja de todos os tempos - atinge o coração do mistério, a sua profundidade: Tu és o Cristo, o Filho de Deus vivo. (Mt 16,16) 

(joão paulo II, Carta Apostólica Novo Millenio Ineunte, nr. 19)

21/08/2011

Tema para breve reflexão

Reflectindo
Fermento



As palavras de Cristo são ao mesmo tempo, palavras de juízo e de graça, de morte e de vida: e isto, que vale, em primeiro lugar, das pessoas, vale também dos diversos bens deste mundo que estão marcados tanto pelo pecado do homem como pela bênção de Deus. Por si mesmo e pelas suas próprias forças não há ninguém que se liberte do pecado e se eleve acima de si mesmo, ninguém absolutamente que se liberte a si mesmo da doença, da sua solidão ou da sua escravidão, mas todos precisam de Cristo como modelo, mestre, libertador, salvador, vivificador. De facto, na história humana, mesmo sob o ponto de vista temporal, o Evangelho foi um fermento de liberdade e de progresso e apresenta-se sempre como fermento de fraternidade, de unidade e de paz.

(concílio vaticano II, Decreto Ad Gentes Divinitus, nr. 8, trad do cast ama)


10/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

"Ó Jesus...! – Descanso em Ti"


Abatimento físico. – Estás... esgotado. – Descansa. Pára com essa actividade exterior. – Consulta o médico. Obedece e despreocupa-te. Em breve hás-de regressar à tua vida e melhorarás, se fores fiel, os teus trabalhos de apostolado. (Caminho, 706)

Se O não deixares, Ele não te deixará.
(Caminho, 730)

Espera tudo de Jesus; tu nada tens, nada vales, nada podes. – Ele agirá, se n'Ele te abandonares. (Caminho, 731)

Ó Jesus...! – Descanso em Ti. (Caminho, 732)

Que tudo te é indiferente? – Não queiras iludir-te. Agora mesmo, se eu te perguntasse por pessoas e por actividades, em que por Deus empenhaste a tua alma, havias de responder-me – briosamente! – com o interesse de quem fala de coisa própria.
Não: para ti, não é tudo indiferente – é que não és incansável..., e necessitas de mais tempo para ti; tempo que será também para as tuas obras, porque, no fim de contas, tu és o instrumento. (Caminho, 723)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

08/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Ele te dará a sua força.”
Em momentos de esgotamento, de fastio, recorre confiadamente ao Senhor, dizendo-lhe como aquele nosso amigo: "Jesus, vê lá o que fazes...: antes de começar a luta, já estou cansado". Ele te dará a sua força. (Forja, 244)

– Qual é o fundamento da nossa fidelidade?

– Dir-te-ia, a traços largos, que se baseia no amor de Deus, que faz vencer todos os obstáculos: o egoísmo, a soberba, o cansaço, a impaciência...
Um homem que ama calca-se a si próprio; sabe que, até amando com toda a sua alma, ainda não sabe amar bastante. (Forja, 532)

Jesus, que suscitou as nossas ansiedades, vem ao nosso encontro e diz-nos: se alguém tem sede, venha a Mim e beba. E oferece-nos o seu Coração, para encontrarmos nele o nosso repouso e a nossa fortaleza. Se aceitarmos o seu chamamento, veremos como as suas palavras são verdadeiras, e aumentará a nossa fome e a nossa sede, até desejarmos que Deus estabeleça no nosso coração o lugar do seu repouso e não afaste de nós o seu calor e a sua luz. (Cristo que passa, 170).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

02/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Leva-me pela tua mão, Senhor”

Há uma quantidade muito considerável de cristãos que seriam apóstolos... se não tivessem medo. São os mesmos que depois se queixam, porque o Senhor (dizem eles!) os abandona... Que fazem eles com Deus? (Sulco, 103)

Também a nós nos chama e nos pergunta como a Tiago e João: Potestis bibere calicem quem ego bibiturus sum?; estais dispostos a beber o cálice (este cálice da completa entrega ao cumprimento da vontade do Pai) que eu vou beber? "Possumus"!. Sim, estamos dispostos! – é a resposta de João e Tiago... Vós e eu, estamos dispostos seriamente a cumprir, em tudo, a vontade do nosso Pai, Deus? Demos ao Senhor o nosso coração inteiro ou continuamos apegados a nós mesmos, aos nossos interesses, à nossa comodidade, ao nosso amor-próprio? Há em nós alguma coisa que não corresponda à nossa condição de cristãos e que nos impeça de nos purificarmos? Hoje apresenta-se-nos a ocasião de rectificar. É necessário que nos convençamos de que Jesus nos dirige pessoalmente estas perguntas. É Ele que as faz, não eu. Eu não me atreveria a fazê-las a mim próprio. Eu vou continuando a minha oração em voz alta e vós, cada um de vós, por dentro, está confessando ao Senhor: Senhor, que pouco valho! Que cobarde tenho sido tantas vezes! Quantos erros! Nesta ocasião e naquela... nisto e naquilo... E podemos exclamar também: ainda bem, Senhor, que me tens sustentado com a tua mão, porque eu sinto-me capaz de todas as infâmias... Não me largues, não me deixes; trata-me sempre como um menino. Que eu seja forte, valente, íntegro. Mas ajuda-me, como a uma criatura inexperiente. Leva-me pela tua mão, Senhor, e faz com que tua Mãe esteja também a meu lado e me proteja. E assim, possumus!, poderemos, seremos capazes de ter-Te por modelo! (Cristo que passa, 15)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

01/08/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Pôr Cristo no cume de todas as actividades”

Qualquer actividade – quer seja ou não humanamente muito importante – tem de converter-se para ti num meio de servir Nosso Senhor e os homens: aí está a verdadeira dimensão da sua importância. (Forja, 684)

Trabalha sempre e em tudo, com sacrifício, para pôr Cristo no cume de todas as actividades dos homens. (Forja, 685)

A correspondência à graça também está nessas coisas miúdas do dia, que parecem sem categoria e, no entanto, têm a transcendência do Amor. (Forja, 686)

Não se pode esquecer que o trabalho humanamente digno, nobre e honesto, pode – e deve! – elevar-se à ordem sobrenatural, passando a ser uma tarefa divina. (Forja, 687)
Jesus, nosso Senhor e nosso Modelo, crescendo e vivendo como um de nós, revela-nos que na existência humana – a tua –, as ocupações correntes e vulgares têm um sentido divino, de eternidade. (Forja, 688).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet
http://www.opusdei.pt/art.php?p=13979

28/06/2011

Perguntas e respostas sobre Jesus de Nazaré. 28

Jesus de NazaréJesus prediz o fim do mundo?



“As palavras apocalípticas de Jesus nada têm a ver com a adivinhação. Querem precisamente afastar-nos da curiosidade superficial pelas coisas visíveis e levar-nos ao essencial: a vida que tem o seu fundamente na Palavra de Deus que Jesus nos deu; ao encontro com Ele, a Palavra viva; à responsabilidade ante o Juiz de vivos e mortos.”



55 Preguntas y respuestas sobre Jesús de Nazaret, extraídas del libro de Joseph Ratzinger-Benedicto XVI: “Jesús de Nazaret. Desde la Entrada en Jerusalén hasta la Resurrección”, Madrid 2011, Ediciones Encuentro. Pag. 126, marc argemí, trad. ama

27/06/2011

Perguntas e respostas sobre Jesus de Nazaré. 27

Jesus de NazaréPorque é que a mensagem que a Igreja difunde é credível?



“(a mensagem da Igreja) recebeu, e todavia recebe, a sua credibilidade e a sua relevância histórica precisamente desta conexão entre sentido e história: onde este laço se desfaz, dissipa-se a própria estrutura básica da fé cristã.”







55 Preguntas y respuestas sobre Jesús de Nazaret, extraídas del libro de Joseph Ratzinger-Benedicto XVI: “Jesús de Nazaret. Desde la Entrada en Jerusalén hasta la Resurrección”, Madrid 2011, Ediciones Encuentro. Pag. 126, marc argemí, trad. ama