20/02/2011

Breve História da Humanidade 19

Observando
Continuação

Testemunham algo que é uma verdade necessária e nobre, mas nunca foi uma verdade nova. O seu credo não é uma cor nova: é o tom neutro e normal do pano de fundo da vida multicolorida dos homens. Ao contrário dos magos, Maomé não descobriu uma nova estrela; teve através da sua janela particular um vislumbre do grande campo cinzento da antiga luz da estrela. Da mesma forma, quando dizemos que determinado país conta com tantos confucionistas ou budistas, queremos dizer que ele conta com determinado número de pagãos cujos profetas lhes deram uma versão diferente e bastante vaga do poder invisível, tornando-o não apenas invisível, mas também quase impessoal.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
Cont/

Diálogos apostólicos

Diálogos




Agradeço a tua confiança mas neste assunto, não devo ajudar-te.

Desejas um tipo de mortificação que é assunto para tratares com o Director Espiritual.











AMA, 2011.02.20

Sexo frequente pela luta contra extinção da espécie

Tartaruga

Curioso como nos animais irracionais o sexo frequente existe para lutar contra a extinção da espécie, enquanto nos animais, ditos racionais, o sexo frequente, sem sentido e sem regras, leva ao aborto, ou seja, à extinção da espécie!


JMA



Solidão

Duc in altum



O fascínio deste mundo não satisfaz o seu desejo natural de felicidade. Somente a verdadeira amizade com Deus quebrará os laços da solidão de que sofre a nossa frágil humanidade e estabelecerá uma verdadeira e duradoira comunhão com os outros.


(bento xvi, discurso aos Bispos das Filipinas, visita Ad Limine, 2011.02.19)





Para ver texto completo clicar no link abaixo
Somente a amizade com Deus vence a solidão que aflige a humanidade

Evangelho do dia e comentário

Tempo comum - VII Semana


EvangelhoMt 5, 38-48

38 «Ouvistes que foi dito: “Olho por olho e dente por dente”. 39 Eu, porém, digo-vos que não resistais ao homem mau; mas, se alguém te ferir na tua face direita, apresenta-lhe também a outra; 40 e ao que quer chamar-te a juízo para te tirar a túnica, cede-lhe também a capa. 41 Se alguém te forçar a dar mil passos, vai com ele mais dois mil. 42 Dá a quem te pede e não voltes as costas a quem deseja que lhe emprestes. 43 «Ouvistes que foi dito: “Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo”. 44 Eu, porém, digo-vos: Amai os vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem. 45 Deste modo sereis filhos do vosso Pai que está nos céus, o qual faz nascer o sol sobre maus e bons, e manda a chuva sobre justos e injustos. 46 Porque, se amais somente os que vos amam, que recompensa haveis de ter? Não fazem os publicanos também o mesmo? 47 E se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis de especial? Não fazem também assim os próprios gentios? 48 Sede, pois, perfeitos, como vosso Pai celestial é perfeito.

Meditação:

Mas... Dar o quê, Senhor, se, eu não tenho?

A esta pergunta sem sentido, egoísta e avara, oiço-te dizer:

''Dá do muito que te tenho dado. Dá, generosamente, sem cálculos nem mesquinhez.
Acaso não é assim que te tenho dado?''

E, torno, mas, Senhor, é verdade mas... E depois?

Voltas, pacientemente, a responder:

"Não há, para ti, 'depois'. Para ti só existe o agora. O 'depois' é Meu, só a Mim pertence.
Portanto sê bom agora, que é o que se te pede, o resto, o amanhã, o depois é comigo.
Ou será que não confias em Mim?!"

E, eu, contrito, envergonhado, não digo mais nada.

(ama, meditação sobre Mt 5, 38-48, Carvide, 2010.06.14) 

Comunhão dos santos


Tema para breve reflexão



Ainda que os santos não estejam em estado de merecer, podem pedir em virtude dos méritos que alcançaram em vida, os quais põem diante da misericórdia divina. Pedem também apresentando as nossas súplicas, reforçadas pelas deles, e oferecendo de novo a Deus as boas obras que fizeram na terra. 





(S. Tomás Aquino, Suma Teológica, Supl., q. 72, a. 3.)


2011.02.20

Pensamentos inspirados

À procura de Deus





Não deixes passar o tempo para te encontrares com Cristo.


É que deixando passar o tempo, pode um dia faltar-te o tempo!

jma, 2011.02.20

Doutrina

«RERUM NOVARUM»

Convite para os operários católicos se associarem

34. É necessário ainda prover de modo especial a que em nenhum tempo falte trabalho ao operário; e que haja um fundo de reserva destinado a fazer face, não somente aos acidentes súbitos e fortuitos inseparáveis do trabalho industrial, mas ainda à doença, à velhice e aos reveses da fortuna.
Estas leis, contanto que sejam aceites de boa vontade, bastam para assegurar aos fracos a subsistência e um certo bem-estar; mas as corporações católicas são chamadas ainda a prestar os seus bons serviços à prosperidade geral.
Pelo passado podemos sem temeridade julgar o futuro. Uma época cede o lugar a outra; mas o curso das coisas apresenta maravilhosas semelhanças, preparadas por essa Providência que tudo dirige e faz convergir para o fim que Deus se propôs ao criar a humanidade. Sabemos que nas primeiras idades da Igreja lhe imputavam como crime a indigência dos seus membros, condenados a viver de esmolas ou do trabalho: Mas, despidos como estavam de riquezas e de poder, souberam conciliar o favor dos ricos e a protecção dos poderosos. Viam-nos diligentes, laboriosos, modelos de justiça e principalmente de caridade. Com o espectáculo duma vida tão perfeita e de costumes tão puros, todos os preconceitos se dissiparam, o sarcasmo caiu e as ficções duma superstição inveterada desvaneceram-se pouco a pouco ante a verdade cristã.

2011.02.20

19/02/2011

Breve História da Humanidade 18

Observando
Continuação

Mas quando traduzimos os termos dessa estranha história usando a terminologia mais concreta e complicada de nosso tempo, descobrimos que a história está cheia de nomes e memórias cuja familiaridade por si só significa falsificação. Por exemplo, quando dizemos que um país conta com determinado número de muçulmanos, nós de facto queremos dizer que ele conta com determinado número de monoteístas; e com isso queremos dizer que lá vive determinado número de homens, homens dentro da média daquela velha crença humana: que o soberano invisível permanece invisível. Eles mantém-na juntamente com certos costumes de certa cultura e sob as leis mais simples de certo legislador, mas fariam o mesmo se seu legislador fosse Licurgo ou Sólon.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
Cont/

Rezando

Duc in altum





«Passo-a-rezar» comemora primeiro aniversário com dois milhões de downloads




(clicar acima para hiperligação)

Evangelho e comentário do dia

 Tempo comum - VI Semana




Evangelho: Mc 9, 2-13

2 Seis dias depois, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e conduziu-os sós, à parte, a um monte alto, e transfigurou-Se diante deles. 3 As Suas vestes tornaram-se resplandecentes, de uma brancura tal, que nenhum lavadeiro sobre a terra os poderia tornar tão brancos. 4 Depois apareceu-lhes Elias com Moisés, que estavam a falar com Jesus. 5 Pedro tomando a palavra disse a Jesus: «Rabi, que bom é nós estarmos aqui; façamos três tendas: uma para Ti, uma para Moisés e outra para Elias». 6 Não sabia o que dizia, pois estavam atónitos de medo. 7 E formou-se uma nuvem que os cobriu com a sua sombra, e da nuvem saíu uma voz que dizia: «Este é o meu Filho muito amado, ouvi-O». 8 Olhando logo à volta de si, não viram mais ninguém com eles senão Jesus. 9 Ao descerem do monte, ordenou-lhes que a ninguém contassem o que tinham visto, senão depois de o Filho do Homem ter ressuscitado dos mortos. 10 Observaram esta ordem, mas perguntavam-se o que queria dizer “quando tiver ressuscitado dos mortos”. 11 Interrogaram-n'O dizendo: «Porque dizem os escribas que Elias deve vir primeiro?». 12 Jesus respondeu-lhes: «Elias efectivamente há-de vir primeiro e pôr tudo em ordem. Mas como é que está escrito acerca do Filho do Homem, que terá que sofrer muito e ser desprezado? 13 Pois, Eu digo-vos que Elias já veio, e fizeram dele quanto quiseram, como está escrito dele».

Comentáro:

A Transfiguração de Jesus tem um objectivo claro: confirmar a fé dos três discípulos.

De facto a visão de Cristo Glorioso foi de tal forma impressionante que Pedro não sabia o quer dizer, só sabia que queria ficar ali para sempre.
Algo tão marcante na vida do Príncipe da Igreja, que nunca mais a terá esquecido e, por isso, a pode relatar com detalhe ao Evangelista São Marcos.

Mas, também, foi em nosso benefício, porque ao atentarmos bem na descrição do Evangelho, faz-nos desejar o mesmo.

E não é nada estranho que assim seja porque, a Vida Eterna é isso mesmo: a visão de Deus face a face!

Será assim tão absorvente que nada mais importará nem queremos outra coisa uma vez que alcançaremos a satisfação plena, em sumo grau e para sempre.

(ama, comentário sobre Mc 9, 2-13, 2011.01.13)

Quedas!

Tema para breve reflexão


Quando um homem cai deverá

reconhecer mais ou menos

isto: 

“Ah! Se eu tivesse sido 

humilde não teria caído”.



(s. filipe de nériMáximas, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 13 – 42, trad ama)

Doutrina

«RERUM NOVARUM»

Guie-se o operário ao culto de Deus, incite-se nele o espírito de piedade, faça-se principalmente fiel à observância dos domingos e dias festivos. Aprenda ele a amar e a respeitar a Igreja, mãe comum de todos os cristãos, a aquiescer aos seus preceitos, a frequentar os seus sacramentos, que são fontes divinas onde a alma se purifica das suas manchas e bebe a santidade.
Constituída assim a religião em fundamento de todas as leis sociais, não é difícil determinar as relações mútuas a estabelecer entre os membros para obter a paz e a prosperidade da sociedade. As diversas funções devem ser distribuídas da maneira mais proveitosa aos interesses comuns, e de tal modo, que a desigualdade não prejudique a concórdia.
Importa grandemente que os encargos sejam distribuídos com inteligência, e claramente definidos, a fim de que ninguém sofra injustiça. Que a massa comum seja administrada com integridade, e que se determine previamente, pelo grau de indigência de cada um dos membros, a quantidade de auxílio que deve ser concedido; que os direitos e os deveres dos patrões sejam perfeitamente conciliados com os direitos e deveres dos operários.

A fim de atender às reclamações eventuais que se levantem numa ou noutra classe a respeito dos direitos lesados, seria muito para desejar que os próprios estatutos encarregassem homens prudentes e íntegros, tirados do seu seio, para regularem o litígio na qualidade de árbitros.

2011.02.19

18/02/2011

Ser santo

Duc in altum

Ser santo não é ser imagem de um altar lateral de uma igreja, com direito a caixa de esmolas e flores frescas.

Ser santo não é passar o dia a rezar, ajoelhado e com o terço nas mãos.
Ser santo não é conseguir fazer milagres, transformar o pão em rosas ou curar alguém doente.

Ser santo é muito mais do que isso.

Querer ser santo é caminhar na estrada sabendo que no fim, naquela luz calma e serena, está Deus de braços abertos à nossa espera.

Querer ser santo é querer todos os dias fazer melhor. É pôr mãos à obra e concretizar os nossos planos dignamente.

Querer ser santo é poder divertir-se na mesma, ter amigos e gozar a vida, viver normalmente o nosso dia, mas em plena comunhão com Cristo.

Querer ser santo é querer profundamente o bem do próximo. Respeitá-lo e amá-lo, nas suas diferenças.

Querer ser santo é querer transformar o coração dos outros, é querer fazer milagres na alma, é acreditar na presença de Deus em nós.

Querer ser santo é acreditar na palavra bondade e querer segui-la.


Ninguém diz que é fácil. Querer ser santo dá muito trabalho. Mas no fim a recompensa é eterna.

Todos os santos mudaram a vida de alguém, por isso querer ser santo, é querer ser tocado pela luz do Senhor, para depois poder levá-la aos outros.

Quem é santo tem Deus em si. E quem é que, no seu perfeito juízo, não quer ter Deus no seu coração?

Querer ser santo tem que ser o nosso projecto de vida, para sempre, porque ser santo é ser feliz. E todos queremos ser felizes.

leonor mexia, escrito para a Missa do próximo Domingo, 2011.02.08

Breve História da Humanidade 17

Observando
Continuação

Quero evitar neste último resumo todas as complexidades controversas que mais uma vez podem ofuscar as linhas simples dessa estranha história, que já chamei, em palavras que são demasiado fracas, de a mais estranha história do mundo. Simplesmente desejo sublinhar aquelas linhas principais e especialmente sublinhar onde se deve realmente traçar a grande linha. A religião do mundo, nas suas proporções certas, não se divide em delicados matizes de misticismo ou de formas de mitologia mais ou menos racionais. Ela é dividida pela linha que separa os homens que levam aquela mensagem dos homens que ainda não a ouviram, ou que ainda não conseguem crer nela.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
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Saudação de D. Pio Alves Por ocasião da nomeação para bispo auxiliar do Porto

Duc in altum
A nomeação para Bispo Auxiliar do Porto, que me foi comunicada há dias pelo Núncio de S.S. Bento XVI, marca, inevitavelmente, uma nova etapa na minha vida.
Surpreendeu-me descansado, por que não corri para ela; livre, porque pude dizer que não; perplexo, porque, necessariamente, implica recomeçar em várias frentes.
Não obstante os muitos e aliciantes projectos que tinha à minha frente nos trabalhos que me tinham sido confiados, decidi, diante de Deus, dizer que sim, pela mesma razão pela qual tive que recomeçar em outras tantas ocasiões ao longo da vida. Tenho experimentado, com frequência, que, se não fugimos de Deus, Deus anda sempre por perto. E isso não tem preço!
Estarei disponível, com o que sou, com as minhas limitações e capacidades, para ser um trabalhador mais, com “Caridade na Verdade”, na Missão para que estamos convocados. Ecoam ainda em mim aquelas palavras de Bento XVI que pude escutar, no passado 14 de Maio, na Avenida dos Aliados: “Quanto tempo perdido, quanto trabalho adiado (…)!”
Na pessoa do Sr. D. Manuel Clemente, a quem estimo desde há muito e de quem serei leal auxiliar, saúdo o povo da Diocese do Porto: todo o Povo de Deus, ainda que, de um modo especial, o Presbitério Portuense, Diáconos e Seminaristas.
Na hora da despedida, não posso deixar de ter uma palavra de gratidão àquela que foi, até agora, a minha Diocese: Braga.
Na pessoa do Senhor Arcebispo Primaz agradeço a amizade de todos, com especial menção para os Colegas de Presbitério e os incansáveis e leais colaboradores das duas principais tarefas que, ultimamente, tinha entre mãos: a Universidade Católica Portuguesa em Braga e a Sé Primacial.
Confio na amizade e oração de todos e entrego a minha nova tarefa eclesial nas mãos da Virgem Maria, que evoco como Nossa Senhora da Assunção, Santa Maria de Braga.

Pio G. Alves de Sousa


Para ver biografia sobre o novo Bispo clicar:



Cónego Pio Alves de Sousa, nomeado bispo auxiliar da diocese do Porto


Sobrevivente de aborto II


Gianna Jessen - Sobrevivente de um aborto



Se hoje ouvires a Sua voz . . .

Duc in altum

 “Um dia destes” é a fuga do burocrata a “hoje”. “Nosso Senhor não é um burocrata. Os seus pedidos são imediatos: “Hoje se ouvires a Sua voz…”[i]. Ele disse a Zaqueu que queria comer em sua casa não um dia qualquer, mas “hoje” [ii]. Como “máxima” temos que, “um dia destes” não é um dia da semana. Há uma única forma de seguir Cristo, e que é agora mesmo: os apóstolos seguiram Cristo “imediatamente” [iii]

Quando Nosso Senhor passa, chama cada um de nós pelo nome. Como um “perfeito amor afasta o medo) ”[iv], assim o peremptório apelo de Cristo elimina duas causas de adiamento: o medo de falhar e o medo do sucesso. Se um homem teme o insucesso, pode não perder, mas nunca ganhará, e se tiver medo do êxito, poderá deleitar-se na complacência mas nunca mudará ou evoluirá.

O sistema educacional não é inocente no que respeita à burocracia e parece crescentemente interessado em preparar-se para um dia destes em vez de para o dia de hoje

O Reitor de uma proeminente Universidade Católica disse recentemente esta coisa espantosa: “O nosso trabalho como educadores e como sacerdotes não é trazer Deus às pessoas, ou mesmo levar as pessoas a Deus. Deus já está ali, e as pessoas igualmente. O nosso trabalho, a nossa forma de viver a nossa vocação de educadores, é fazer as perguntas correctas e ajudar os jovens a responder a essas questões.” “Tal parece consolador de início, mas depois converte-se mais ou menos no “O País das Maravilhas”, onde a regra é “pressiona o amanhã e pressiona o ontem – mas nunca o hoje.” Cristo fez perguntas, mas sempre com respostas. A Sua Cruz parece-se mais com um ponto de exclamação que com um de interrogação.

O Papa Bento XVI disse que é tempo podar o cristianismo hesitante que esqueceu o seu propósito, tema a acção e evita decisões. O Cardeal Newman, não burocrata, pregou: “O nosso dever reside em arriscar o que temos na palavra de Cristo, pelo que não temos; numa nobre, generosa actuação, verdadeiramente sem pressas ou aligeiradamente, ainda que não conhecendo exactamente o que estamos a fazer, nem conhecendo o que deixámos, nem sequer se ganharemos; incertos acerca da nossa recompensa, incertos da extensão do nosso sacrifício, em todos os aspectos repousando nele, esperando nele, confiando nele e no cumprimento cabal da Sua promessa…em tudo procedendo sem excessivos cuidado ou ansiedade acerca do futuro.”

O político e novelista, Edward Bulwer-Lytton, com o seu prodigioso, e por vezes trocista, dom de alterar uma frase, disse que a pontualidade é  “a graciosa cortesia dos príncipes.” O Príncipe da Paz é o mais gracioso dos príncipes, e também o mais pontual. Está sempre a tempo para nós, e apenas pede que estejamos a tempo para Ele, não qualquer dia mas hoje

 P. GEORGE RUTLER , From the Pastor (January 30, 2011), trad ama


[i] Heb 3:15
[ii] Lc 19:5
[iii] Mt 4:20, 22
[iv] 1 Jo 4:18

Oração e música - Gospel 2

Jesus can work it out

Evangelho e comentário do dia












Tempo comum - VI Semana


Evangelho: Mc 8, 34 - 9, 1

34 Depois, chamando a Si o povo com os Seus discípulos, disse-lhes: «Se alguém quer seguir-Me, negue-se a si mesmo, tome a sua cruz e siga-Me.
9 1E dizia-lhes: «Em verdade vos digo que alguns dos que aqui se encontram não morrerão sem terem visto antes o reino de Deus vir com poder».

Comentário:

As condições para seguir Jesus são muito claras não deixando qualquer margem a tergiversações.

Qualquer homem tem a sua cruz de diferentes peso e tamanho consoante a justiça de Deus que não consente que sejamos provados além das nossas forças e, se permite a carga também dá a graça para a levar.

Mas isso depende de nós, de cada um em concreto porque não se pode seguir o Senhor levando a cruz de rastos, a contragosto, com raiva.

Não!

A cruz, a nossa cruz particular – e muito do seu peso deve-se a nós porque, como dizia São Filipe de Néri, somos muitas vezes os carpinteiros da nossa cruz – não deve ser transportada como um castigo, uma inevitabilidade. Por mais dolorosa que seja não se compara minimamente à Cruz onde Cristo nos mereceu a Redenção e, essa Cruz, carregou-a Ele sem ter culpa absolutamente nenhuma.

Ou seja, era, de facto, a nossa cruz!

Sim é verdade, seguir Jesus tem o seu preço, por vezes elevado mas, o bem do prémio é absolutamente desproporcionado ao sacrifício que a ele leva.

(ama, comentário sobre Mc 8, 34 - 9, 1, 2011.01.14)