Mostrar mensagens com a etiqueta Médico Divino. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Médico Divino. Mostrar todas as mensagens

29/03/2022

Quaresma Semana 4 Terça F 29

 


 

(Re Mc IV, 26-34)

 

Este cego Bartimeu é, para mim, o exemplo da fé, da confiança e luta por melhoria.

Não obstante a sua condição de não poder ver o que se passa à sua volta, limitação terrível que mal posso imaginar, não desiste de procurar cura para o seu mal e, persistentemente implora, pede, pressiona.

A sua atitude é compensada pelo Jesus que passa que, condoído pela sua doença sente no Seu Coração Amantíssimo um impulso para fazer o que Bartimeu deseja.

Eu, que tenho tanta dificuldade em ver mais do que eu próprio como centro merecedor de todas as atenções, deixo de ver os outros que em condições muito piores que a minha não têm nem fé nem esperança.

É meu estrito dever de rezar por esses, tantos e tantos, que não sabem, não conhecem, esse Médico Divino sempre disponível e pronto a socorrer, a ajudar, a curar.

 

Reflectindo

 

Desejar e Querer


Desejar faz parte da condição humana, logo, é comum, natural e legítimo.

Mas, o desejo em si mesmo, é volúvel e altera-se, diminui ou extinge-se, se o tempo passa sem se o satisfazer ou, naturalmente, deixa de ter razão de existir. Logo, o desejo é um sentimento.

Para querer o quer que seja, é necessário começar por desejar algo.

Aqui será conveniente examinar a conveniência e bondade do desejo. Se vale a pena, se contribui para alguma melhoria do que for.

Não se deve querer "só porque sim", mas porque se impõe.
Logo, querer, é um acto da vontade.

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

27/04/2020

Temas para reflectir e meditar


Médico omnipotente



O género humano jaz enfermo; não de doença corporal, mas pelos seus pecados.

Jaz como um grande enfermo em todo o orbe da terra, de Oriente a Ocidente.

Para curar este moribundo desceu o médico omnipotente. Humilhou-se até tomar carne mortal, quer dizer, até se aproximar do leito do enfermo.



(Santo Agostinho, Sermão 87, 13)





08/04/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Senhor, se quiseres podes curar-me”

Não tenhas dúvidas: o coração foi criado para amar. Metamos, pois, Nosso Senhor Jesus Cristo em todos os nossos amores. Senão, o coração vazio vinga-se, e enche-se das baixezas mais desprezíveis. (Sulco, 800)

Como poderemos dirigir-nos a Ele, como falar-Lhe, como comportar-nos?

A vida cristã não está feita de normas rígidas, porque o Espírito Santo não dirige as almas massivamente, mas infundindo em cada uma delas propósitos, inspirações e afectos que ajudarão a captar e a cumprir a vontade do Pai. Penso, no entanto, que em muitas ocasiões o nervo do nosso diálogo com Cristo, na acção de graças depois da Santa Missa, pode ser a consideração de que o Senhor é para nós, Rei, Médico, Mestre e Amigo. (...)

É Médico e cura o nosso egoísmo, se deixarmos que a sua graça penetre até ao fundo da nossa alma. Jesus disse-nos que a pior doença é a hipocrisia, o orgulho que nos faz dissimular os nossos pecados. Com o Médico, é imprescindível, pela nossa parte, uma sinceridade absoluta, explicar-lhe toda a verdade e dizer: Domine, si vis, potes me mundare, Senhor, se quiseres – e Tu queres sempre – podes curar-me. Tu conheces as minhas fraquezas, tenho estes sintomas e estas debilidades. Mostramos-lhe também com toda a simplicidade as chagas e o pus, no caso de haver pus. Senhor, Tu, que curaste tantas almas, faz com que, ao ter-Te no meu peito ou ao contemplar-Te no Sacrário, Te reconheça como Médico divino.
(Cristo que passa, nn. 92–93)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet