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21/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Quinto nível: adição a comportamentos parafílicos. Ao passar ao campo das parafílias colocamo-nos ante psicopatologias mais severas. Assinalo-as aqui na medida em que as adições, jogam um importante papel entre as suas características; além do mais, muitos dos que chegam a este ponto de transtorno psicológico passaram primeiro por alguns dos estádios anteriormente indicados.
Podemos indicar, entre outros: exibicionismo, feiticismo, froteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual, feiticismo transvestido, voyeurismo (cf. «A trampa rota», p. 84).
Começa-se sempre por algo simples e logo a coisa vai crescendo insaciavelmente. As consequências mais nefastas dão-se, desde logo, naqueles que chegam ao último nível. Nos anos recentes estes problemas têm estado em crescimento. E, enquanto aparecem novas formas de querer ver a sexualidade de modo positivo, encontramo-nos com situações cada vez mais perniciosas.
É a prova mais evidente de que a «libertação sexual» é um eufemismo que está despedaçando a nossa sociedade. Com toda a razão a podemos dizer que esse ensinamento de «libertar o sexo» é um fracasso pedagógico, um fracasso social. E para cúmulo… internacional.
luis ignacio batista, conoZe, trad ama.

20/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Quarto nível: adição a comportamentos homossexuais (este nível é muto criticável, já que há pessoas que vivem experiencias homossexuais em todos os níveis, porque o são desde muito tenra idade, assim como também as há sem este tipo de experiencias. Não obstante, a tendência a procurar maiores e novos prazeres numn adicto, faz com que exista una inclinação «lógica» a cair em actos homossexuais, nesse processo aditivo. Por isso, este ponto há que abordá-lo com certa cautela):

A adição dentro da homossexualidade: nem todo o comportamento homossexual é adicto; mas uma determinada percentagem das pessoas com condutas homossexuais são adictos. «A conduta sexualmente compulsiva, altamente imprudente, e com risco de vida, numa grande percentagem de homossexuais indicaria a presença de uma desordem aditiva nestes indivíduos», diz um psiquiatra.

Com maior razão devemos indicar as adições a comportamentos homossexuais de alto risco (de modo particular o chamado «cruising» – as pessoas que se passeiam procurando possíveis companheiros sexuais de ocasião –).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

19/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Terceiro nível: adição ao sexo mercantilizado. 


Pagar pelo sexo implica a ruptura de novas barreiras, influindo amiúde a aceitação de graves riscos de contrair e difundir doenças de transmissão sexual.

Adição à prostituição.

Adição ao uso de linhas telefónicas "quentes" (adição sexual auditiva).


luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

18/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
A vida dos que entram no negócio da pornografia como objectos (deixando-se fotografar ou filmar em situações degradantes) fica marcada para sempre. O consumidor de pornografia é cooperador na corrupção destas pessoas (sem tirar a responsabilidade dos que vendem os seus corpos aos olhares alheios).
De qualquer modo, a imensa maioria dos adictos à pornografia são inconscientes desta carga de sofrimento que impõem a outras pessoas, por isso o distinguimos do voyeurismo parafílico (quinto nível).
Segundo nível: adição a diversos modos de contacto sexual sem fins de lucro. Podemos enumerar:

Adição à fornicação.

Adição a conversações eróticas (pessoais ou telefónicas).

Adição ao «chat» com fins sexuais.
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

17/06/2011

Ética Natural: As adições

A escravidão da adição sexual
 É T I C A NAT U R A L
Quem se dedica a dar rédea solta ao seu instinto sexual e a alimentá-lo de mil maneiras diferentes – olhares, pensamentos, pornografia, etcétera – não faz mais que ir arraigando hábitos de prazer que conforme o tempo passa são mais difíceis de satisfazer. Isto conhece-se como a lei do contraste (cf. R. Lucas, «El hombre espíritu encarnado», p. 30): ao satisfazer um prazer, o seguinte deve superar o nível do prazer do anterior.
Deste modo, segundo indicam os peritos nestes temas, o adicto sexual procura mais prazer ao ponto de ir aumentando as «actividades sexuais», a frequência destas e, ainda mais perigoso, a intensidade ao agregar outro tipo de actividades de maior risco.
Desta forma, um prazer tem que ser maior que o anterior. Obviamente isto é insustentável porque, como humanos, temos limites. E em casos extremos chega-se a terríveis atrocidades como el sadomasoquismo sexual. Como diz a definição que demos mais acima, a adição faz com que se perca paulatinamente o controlo sobre o corpo.
Tal pode ver-se com mais clareza nos níveis de adição que diversos peritos avaliaram. Transcrevemo-los tal como aparecem num estudo de Miguel Ángel Fuentes:
Primeiro nível: adição a formas de luxúria solitária. Aqui podem compreender-se todos os comportamentos que impliquem um uso solitário e aditivo do sexo; pude dar-se, por exemplo, a modo de:

Adição ao romance sexual imaginário, fantasia erótica (pensamento e desejo).

Adição à masturbação.

Adição à pornografia (ou voyeurismo em primeiro grau). Refiro-me à pornografia hetero e homossexual que todavia não chegou ao grau de perversão (diferença a qual indicaremos nos últimos níveis desta escala).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

16/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
A questão da adição sexual é um problema mais duro e extenso do que parece. Acredita-se que a assim chamada «libertação sexual», mais que liberdade, acarreta uma ávida escravidão porque, como muito bem diz o psicólogo Miguel Ángel Fuentes, «no plano da sexualidade, sendo tão fundamental o instinto sexual e tão intensos os prazeres que produz, um comportamento desordenado é potencialmente aditivo» («A Trampa Rota», p. 41). Esse comportamento desordenado é justamente o que a libertação sexual promoveu.
Porque é que dizemos que acarreta adição algo que é tão natural como a prática sexual?
Tomemos em primeiro lugar uma definição de adição:
«É um estilo de conduta no qual que os modos de pensar e sentir de um individuo, ou as suas relações com os outros, manifestam claramente que a pessoa perdeu controlo do seu comportamento, apesar de ter tentado travá-lo com pouco, ou nenhum, resultado positivo» (J. Harvey, «The Truth about homosexuality», p. 143).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama