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29/11/2011

AS ADIÇÕES

Como livrar-se de uma adição?

Há adições e obsessões que requerem tratamento médico e deve-se consultar o médico correspondente. Além disso, há vários modos de libertar-se das adições:
A mortificação, o sacrifício. - O exercício no dominar os próprios gostos ajuda a dominar-se ante as apetências escravizantes.
A repetição de actos bons. - Origina boas qualidades e costumes que se contrapõem às que se deseja suprimir. (Também é evidente que se devem evitar as más acções para não reforçar o vício).
A busca de ideais elevados. - Se se possuem grandes metas, é mais fácil que o coração humano ponha atenção e interesse em alcançá-las, e assim tem mais facilidade em libertar-se de tendências escravizantes. O serviço aos outros seria um exemplo de bom ideal.
O apoio de boas pessoas e de Deus. - Não é bom ficar só. Avança-se com mais ligeireza se se conta com o alento de outras pessoas. (Igualmente, convém evitar os ambientes que facilitem o vício). E desde logo, a ajuda do céu será muito bom.

Ideasrapidas, trad ama

26/11/2011

AS ADIÇÕES

Como se originam as adições?

Uma adição vem a ser algo instintivo, uma má tendência que o homem não é capaz de dominar. Os modos habituais de como surgem adições são:
A repetição de actos maus. - Originam um mau costume que se se acentua passa a ser vicioso e escravizante. Ao invés a repetição de actos bons origina virtudes e qualidades que facilitam obrar bem, não mal. Tal não são adições, pois estas requerem que sejam acções daninhas para o homem. Só se fala de adições quando há vícios. Dos vícios há que libertar-se.
A repetida aceitação de maus sentimentos. - Se se aceitam frequentes pensamentos de ódio, o ódio instala-se no coração. O mesmo sucede com os sentimentos de amargura, pessimismo, inclusive os de afecto à pessoa equivocada.

Ideasrapidas, trad ama

23/11/2011

AS ADIÇÕES

Exemplos de adições?

Segundo o objecto que escraviza ao homem, há vários tipos de adição.
As drogas  (marijuana,  cocaína...) causam muito dano. Das drogas procede a adição no seu sentido original, pelo que se generalizou a qualquer coisa que escraviza ao homem.
Os alimentos. - Afã em comer ou beber em excesso, impulso obsessivo de comer tal alimento e não outro...
O sexo nas suas diversas variantes, escraviza muito os seres humanos.
Também pode haver um cuidado excessivo com o corpo, a própria figura, a aparência.
Os objectos: acumulação de tecnologia, sapatos, roupa, champôs... Há muitos objectos que prendem o homem.
A diversão. - Jogar e jogar e jogar. Discoteca e discoteca. Diversões e diversões. A prisão ao jogo é outra das escravidões que primeiramente recebeu o nome de adição.
O eu. - A mim me agrada-me, a mim parece-me, eu prefiro, eu penso... O egoísmo às vezes é uma adição bastante forte e difícil de reconhecer.

Ideasrapidas, trad ama

21/11/2011

As ADIÇÔES

Porque só há adição quando o hábito é mau? 

Fala-se de adições quando há maus hábitos e não quando são bons, porque se entende que a adição é algo que o homem não deseja, e é evidente que desejamos obrar bem e não mal. As boas qualidades e hábitos não são algo rejeitável, mas uma ajuda que facilita obrar bem como todos desejamos.

Ideasrapidas, trad ama

18/11/2011

AS ADIÇÕES

O que são as adições?

Chama-se adição ao conjunto de circunstâncias ou situações nas quais o ser humano se sente obrigado a actuar de um modo que causa dano a si mesmo.
Comentários:
Na realidade o homem conserva sua liberdade e nunca está obrigado por completo a algo. Todavia há casos em que parece o contrario, e por isso se diz que o homem se sente obrigado.
Se o comportamento é menos obrigatório, não se fala de adição mas de vício, má inclinação, etc.
Se se faz um bem a si mesmo, tampouco se chama adição mas um bom costume, qualidades, etc.

Ideasrapidas, trad ama

21/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Quinto nível: adição a comportamentos parafílicos. Ao passar ao campo das parafílias colocamo-nos ante psicopatologias mais severas. Assinalo-as aqui na medida em que as adições, jogam um importante papel entre as suas características; além do mais, muitos dos que chegam a este ponto de transtorno psicológico passaram primeiro por alguns dos estádios anteriormente indicados.
Podemos indicar, entre outros: exibicionismo, feiticismo, froteurismo, pedofilia, masoquismo sexual, sadismo sexual, feiticismo transvestido, voyeurismo (cf. «A trampa rota», p. 84).
Começa-se sempre por algo simples e logo a coisa vai crescendo insaciavelmente. As consequências mais nefastas dão-se, desde logo, naqueles que chegam ao último nível. Nos anos recentes estes problemas têm estado em crescimento. E, enquanto aparecem novas formas de querer ver a sexualidade de modo positivo, encontramo-nos com situações cada vez mais perniciosas.
É a prova mais evidente de que a «libertação sexual» é um eufemismo que está despedaçando a nossa sociedade. Com toda a razão a podemos dizer que esse ensinamento de «libertar o sexo» é um fracasso pedagógico, um fracasso social. E para cúmulo… internacional.
luis ignacio batista, conoZe, trad ama.

20/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Quarto nível: adição a comportamentos homossexuais (este nível é muto criticável, já que há pessoas que vivem experiencias homossexuais em todos os níveis, porque o são desde muito tenra idade, assim como também as há sem este tipo de experiencias. Não obstante, a tendência a procurar maiores e novos prazeres numn adicto, faz com que exista una inclinação «lógica» a cair em actos homossexuais, nesse processo aditivo. Por isso, este ponto há que abordá-lo com certa cautela):

A adição dentro da homossexualidade: nem todo o comportamento homossexual é adicto; mas uma determinada percentagem das pessoas com condutas homossexuais são adictos. «A conduta sexualmente compulsiva, altamente imprudente, e com risco de vida, numa grande percentagem de homossexuais indicaria a presença de uma desordem aditiva nestes indivíduos», diz um psiquiatra.

Com maior razão devemos indicar as adições a comportamentos homossexuais de alto risco (de modo particular o chamado «cruising» – as pessoas que se passeiam procurando possíveis companheiros sexuais de ocasião –).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

19/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
Terceiro nível: adição ao sexo mercantilizado. 


Pagar pelo sexo implica a ruptura de novas barreiras, influindo amiúde a aceitação de graves riscos de contrair e difundir doenças de transmissão sexual.

Adição à prostituição.

Adição ao uso de linhas telefónicas "quentes" (adição sexual auditiva).


luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

18/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
A vida dos que entram no negócio da pornografia como objectos (deixando-se fotografar ou filmar em situações degradantes) fica marcada para sempre. O consumidor de pornografia é cooperador na corrupção destas pessoas (sem tirar a responsabilidade dos que vendem os seus corpos aos olhares alheios).
De qualquer modo, a imensa maioria dos adictos à pornografia são inconscientes desta carga de sofrimento que impõem a outras pessoas, por isso o distinguimos do voyeurismo parafílico (quinto nível).
Segundo nível: adição a diversos modos de contacto sexual sem fins de lucro. Podemos enumerar:

Adição à fornicação.

Adição a conversações eróticas (pessoais ou telefónicas).

Adição ao «chat» com fins sexuais.
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

17/06/2011

Ética Natural: As adições

A escravidão da adição sexual
 É T I C A NAT U R A L
Quem se dedica a dar rédea solta ao seu instinto sexual e a alimentá-lo de mil maneiras diferentes – olhares, pensamentos, pornografia, etcétera – não faz mais que ir arraigando hábitos de prazer que conforme o tempo passa são mais difíceis de satisfazer. Isto conhece-se como a lei do contraste (cf. R. Lucas, «El hombre espíritu encarnado», p. 30): ao satisfazer um prazer, o seguinte deve superar o nível do prazer do anterior.
Deste modo, segundo indicam os peritos nestes temas, o adicto sexual procura mais prazer ao ponto de ir aumentando as «actividades sexuais», a frequência destas e, ainda mais perigoso, a intensidade ao agregar outro tipo de actividades de maior risco.
Desta forma, um prazer tem que ser maior que o anterior. Obviamente isto é insustentável porque, como humanos, temos limites. E em casos extremos chega-se a terríveis atrocidades como el sadomasoquismo sexual. Como diz a definição que demos mais acima, a adição faz com que se perca paulatinamente o controlo sobre o corpo.
Tal pode ver-se com mais clareza nos níveis de adição que diversos peritos avaliaram. Transcrevemo-los tal como aparecem num estudo de Miguel Ángel Fuentes:
Primeiro nível: adição a formas de luxúria solitária. Aqui podem compreender-se todos os comportamentos que impliquem um uso solitário e aditivo do sexo; pude dar-se, por exemplo, a modo de:

Adição ao romance sexual imaginário, fantasia erótica (pensamento e desejo).

Adição à masturbação.

Adição à pornografia (ou voyeurismo em primeiro grau). Refiro-me à pornografia hetero e homossexual que todavia não chegou ao grau de perversão (diferença a qual indicaremos nos últimos níveis desta escala).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama

16/06/2011

Ética Natural: As adições

 É T I C A
A escravidão da adição sexual
A questão da adição sexual é um problema mais duro e extenso do que parece. Acredita-se que a assim chamada «libertação sexual», mais que liberdade, acarreta uma ávida escravidão porque, como muito bem diz o psicólogo Miguel Ángel Fuentes, «no plano da sexualidade, sendo tão fundamental o instinto sexual e tão intensos os prazeres que produz, um comportamento desordenado é potencialmente aditivo» («A Trampa Rota», p. 41). Esse comportamento desordenado é justamente o que a libertação sexual promoveu.
Porque é que dizemos que acarreta adição algo que é tão natural como a prática sexual?
Tomemos em primeiro lugar uma definição de adição:
«É um estilo de conduta no qual que os modos de pensar e sentir de um individuo, ou as suas relações com os outros, manifestam claramente que a pessoa perdeu controlo do seu comportamento, apesar de ter tentado travá-lo com pouco, ou nenhum, resultado positivo» (J. Harvey, «The Truth about homosexuality», p. 143).
luis ignacio batista, ConoZe, trad ama