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06/01/2023

Publicações em Janeiro 6


 

A recta intenção.

A quem podem interessar as boas obras que fazemos?

Em primeiro lugar, a Deus Nosso Senhor que, de facto, não espera outra coisa de nós para nos dar o justo prémio. E, depois, aos outros para que lhes sirvam de exemplo. Qual será a nossa escolha? Na verdade, devemos escolher as duas porque se precisamos de agradar a Deus também é nosso dever dar bom exemplo. O que interessa é a intenção: obter um prémio divino ou uma consolação terrena?

Este tema abordado por Jesus Cristo é de enorme importância como regra de conduta para todos os cristãos. As nossas boas obras devem ter como primeiro objectivo agradar a Deus, mas, têm de ser exemplo para os outros. A naturalidade e contenção com que as praticamos deverão, por isso mesmo, estar em evidência de tal forma que outros sejam levados a imitar-nos.

Na sequência do discurso anterior - «ser sal da terra e luz do mundo» - Jesus vem, de certo modo completar o que disse. Não há, nem podia haver, nenhuma contradição, tão só uma vigorosa chamada de atenção para o são critério e rectidão de intenção dos nossos actos. Ser visto pelos outros como exemplo a seguir é muito diferente que desejar ser visto pelos outros para ser admirado e louvado. Nunca será demais lembrarmos que e o que fazemos tem como que dois “espectadores: Os homens: nossos iguais, e Deus Nosso Senhor e Criador. Sendo assim, a quem pretendemos agradar com os nossos actos? Quem procuramos que nos aceite o que fazemos como algo válido e com recta intenção? Parece que a resposta é simples: o “espectador” que nos interessa é Deus Nosso Senhor porque só dEle virá o prémio que pode servir para a nossa salvação. Dos homens, podemos, talvez, esperar admiração, mas isso… de que nos servirá?

 

A hipocrisia é um defeito terrível que Jesus Cristo veementemente condena como com frequência os Evangelhos referem. Pretender que nos tomem por alguém que não somos, aparentar virtudes que não possuímos, dizer que não sabemos o que realmente conhecemos… enfim, deturpar, enganar, fingir são próprios de alguém detestável em quem não se pode confiar o que for.   Amiúde somos levados a julgar, ou pelo menos, avaliar, as atitudes e comportamentos dos outros. Seria muito útil para nós pensar que esses outros terão a mesma atitude connosco e tal deveria levar-nos a uma conduta irrepreensível. O são critério deve estar sempre presente quando se trata de falar de Deus aos outros. É contraproducente falar de Deus e de coisas santas - «as vossas pérolas» - a pessoas que ou não sabem ou não têm qualquer interesse em saber e, nalguns casos – bastantes infelizmente – as perguntas que possam fazer têm como intenção encontrar argumentos de discussão e desafio. Porque que, se de facto quer ouvir para entender e saber deve estar disposto desde logo a assumir as dificuldades, obstáculos e eventuais renúncias que o seguimento de Cristo implica.

Transportar a cruz de cada dia será sempre difícil pela «porta estreita» por isso mesmo muitos preferem usar o caminho largo e fácil onde não são necessários nem esforços ou sacrifícios.

A prudência é uma virtude que devemos pedir com insistência sobretudo quando se trata de responder a questões que, de algum modo, tenham a ver com a nossa Santa Religião Cristã. Já referimos algumas vezes que nem todas as perguntas merecem resposta porque feitas com espírito malévolo e intencionalmente crítico. Ser prudentes no que dizemos e também no que escrevemos e, em caso de dúvida, pedir conselho. Sim, algumas vezes o que escrevemos pode ou não ser adequado ou pela forma poderá ser deficientemente interpretado.   Nós, cristãos, não somos mestres em coisa nenhuma, «um só é o Nosso Mestre» como bem frisou Jesus Cristo. Faz parte da condição humana o exercer quase que de forma automática pensamentos, obras e opiniões sobre os outros que se cruzam na nossa vida. Nem sempre, evidentemente, sob o aspecto da crítica e reprovação, também o fazemos para louvar e de alguma forma sublinhar algo que achamos bem e até invejamos. Pois seja qual for a intenção devemos abster-nos porque em caso algum fomos constituídos juízes..

A hipocrisia merece de Jesus Cristo veemente repúdio e, os Evangelhos, relatam várias ocasiões em que esse repúdio constitui uma acusação claríssima. De facto, o hipócrita age como um actor, fingindo o que não é, oferecendo o que não tem, aconselhando o que não pratica. A hipocrisia pode espalhar-se como uma praga sobretudo quando se quer alguma coisa ou atingir um fim seja de que maneira for. Ninguém pode dar o que não tem ou aconselhar o que não sabe. Ser verdadeiro e honesto quer no procedimento quer nas intenções é o que deve caracterizar o cristão. Este, além de merecer crédito no que diz, tem de convencer pelo exemplo do que faz.

 

Solidez da Fé

 

Temos de encarar - seriamente - a solidez da nossa fé.

Acreditamos porque é nossa convicção, séria, intelectualmente honesta, ou "porque sim", é tradição de família, algo que consideramos desde crianças? Não há alternativa: ou se verifica a primeira ou, então, a fé que julgamos ter não resistirá aos embates e vicissitudes que a vida nos trará. Pedir, pedir... parece ser esta a atitude da criatura em relação ao seu Criador. E não é nem demais nem ousadia porque foi O próprio Jesus Cristo Quem nos instruiu para que o fizéssemos e, mais, pedíssemos perseverantemente, sem descanso.   De que precisamos? De tudo, absolutamente porque por nós mesmos não podemos nada. Não tenhamos medo de pedir ou receio de pedirmos demais. O Senhor sabe muito bem o que realmente nos faz falta e, na Sua Infinita Sabedoria nos dará o que entender que realmente precisamos.

Por vezes na nossa vida surgem momentos em que as palavras de Jesus Cristo nos levantam algumas dúvidas.

Com efeito aquilo que vimos pedindo há tanto tempo parece não ser atendido como se o Senhor estivesse desinteressado. Pensemos bem: será que na verdade não nos concede o que pedimos? Talvez o faça de outra forma e não exactamente como pedimos como, por exemplo, a cura de uma doença persistente que nos aflige. Podemos, é verdade, continuar na mesma situação e essa cura não surgir, mas, consideremos, se não recebemos graça para suportar a doença, se os méritos que possamos obter com o nosso sofrimento não serão “aplicados” onde ou em quem esteja mais necessitado, se, no fim e ao cabo, a nossa doença não é caminho da nossa salvação?

 

Construir, construir…

É a tarefa de todos os homens que foi dada pelo Criador.

O quê e como? Pois, com critério e empenho para que a construção seja não só estável como duradoura. É verdade, estamos de passagem, mas as nossas obras ficarão como testemunho dessa passagem. O Senhor contemplará o que construirmos e, se achar digno, habitará na nossa morada.

Guardar a fé como um Tesouro, Pérolas Preciosas, é um dever de qualquer cristão, como guardião fiel e Depósito Seguro das verdades reveladas por Cristo Nosso Senhor.   A nossa Santa religião tem de ser preservada dos que a combatem usando por vezes as próprias fraquezas dos que deviam protegê-la e actuando, por isso mesmo, com eficácia. Tenhamos a coragem e desassombro necessários para mantermos com firmeza as nossas convicções alicerçadas nas verdades da nossa Santa Fé. O poder da Fé converte quem a possui em alguém indestrutível, como que imune às vicissitudes e perigos que podem deparar-se nesta vida. Com a confiança em Deus que a Fé consolida, o homem nunca será vencido no seu caminhar para Deus. Passamos pela vida curta ou longa em permanente actividade de construtores. Fazemos pontes entre uns e outros tentando unir o que por qualquer motivo se separou, pomos de pé leis e regras para reger a sociedade; fazemos o que muitos recusam por apatia vergonha ou outro motivo qualquer e sobretudo construímos passo a passo uma vida que desejamos exemplar não nos poupando a esforços ou por vezes sacrifícios. Bom... tudo  isto é, deve ser o ideal da vida de um cristão. Mas se não nos apoiarmos na oração constante e perseverante tudo isso carecerá da solidez indispensável para resistir aos vendavais e tormentas que constantemente o demónio levanta contra nós. O poder da Fé converte quem a possui em alguém indestrutível, como que imune às vicissitudes e perigos que podem deparar-se nesta vida. Com a confiança em Deus que a Fé consolida, o homem nunca será vencido no seu caminhar para Deus. Com a sua vida bem assente nas bases da verdadeira fé, pode estar seguro que cumpre o necessário para alcançar a vida eterna, ou seja, como o Senhor afirma: «entrará no Reino do Céu, (…) aquele que faz a vontade de meu Pai que está no Céu».

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

30/10/2020

Reflexão

 



Critério

 

Procuremos sempre ver as virtudes e coisas boas que virmos nos outros, e tapar os seus defeitos com os nossos grandes pecados.

 

(Santa Teresa de Jesus, Vida, 13, 6)

05/09/2019

Temas para reflectir e meditar


Critério


Quando descobrem claramente o bem, esquadrinham para examinar se há, além disso, algum mal oculto.







(são gregório magnoMoralia, 6, 22, trad cast ama)



26/08/2019

Temas para reflectir e meditar


Critério


Que os que crêem que o bem do homem está nos prazeres da carne, e que o mal está no que desvia do prazer dos sentidos, que esses se embriaguem disso e morram disso.[i]




(pascalPensés, trad jsma)





[i] Ceux qui croient que le bien de l'homme est en la chair, et le mal en ce qui détourne du plaisir des sens, qu'ils s'en saoulent et qu'ils y meurent.

24/08/2019

Temas para reflectir e meditar


Critério


Encontramos, por vezes, almas piedosas que pensam ter recebido uma missão excepcional; entregam-se então a mil práticas de devoção que Deus não lhes pede e são negligentes nos seus deveres de estado mais elementares.




(thomas de saint laurentA Virgem Maria, ISBN: 972-26-1287-5, nr. 45)



13/08/2019

Temas para reflectir e meditar


Remédio



Desde quando um médico dá remédios inúteis aos seus pacientes, porque tem medo de prescrever os que são úteis?




(bento xvEncíclica Humanum geneneris Redemptionem)



24/07/2019

Temas para reflectir e meditar

Critério 

Há alguns que querem ser humildes, mas sem serem desprezados, sem padecer necessidades; ser castos, mas sem mortificar o seu corpo; ser pacientes, mas sem que ninguém os ultraje. 
Quando tratam de adquirir virtudes, e ao mesmo tempo rejeitam os sacrifícios que as virtudes trazem consigo, parecem-se com os que fugindo do campo de batalha, quereriam ganhar a guerra vivendo comodamente na cidade.

(S. Gregório MagnoMoralia, 7, 28, 34.) 

26/06/2018

Temas para reflectir e meditar

Critério


Há alguns que querem ser humildes, mas sem serem desprezados, sem padecer necessidades; ser castos, mas sem mortificar o seu corpo; ser pacientes, mas sem que ninguém os ultraje. 

Quando tratam de adquirir virtudes, e ao mesmo tempo rejeitam os sacrifícios que as virtudes trazem consigo, parecem-se com os que fugindo do campo de batalha, quereriam ganhar a guerra vivendo comodamente na cidade.

(S. Gregório MagnoMoralia, 7, 28, 34.) 

13/06/2018

Temas para reflectir e meditar

Agonia


Por desgraça, é grande o número dos que, para não desagradar ou não impressionar alguém que está vivendo os últimos momentos da sua existência terrena, lhe escondem o seu estado real, fazendo-lhe assim um mal de incalculáveis dimensões. 
Mas todavia é maior o número dos que vêm os seus amigos no erro ou no pecado, ou a ponto de cair num ou noutro, e permanecem mudos, e não mexem um dedo para lhes evitar esses males. Concederíamos, aos que de tal modo se comportassem connosco, o título de amigos? 
Certamente, não. E, todavia, costumam fazê-lo para não nos desagradar.

(s. canalsAscética meditada, pg. 170)

02/05/2017

Temas para meditar - 705


Silêncio de Jesus


A atitude do Senhor diante de Herodes Antipas vai ser muito diferente da que tem com Pilatos. 

Herodes era um homem supersticioso, sensual e adúltero. 

Apesar da sua estima por João Baptista, tinha-o mandado decapitar atendendo aos rogos de Salomé. 

Agora intenta servir-se de Jesus para seu entretenimento. 

Quer vê-Lo como quem deseja presenciar uma sessão de magia. 

Jesus não responde às perguntas feitas com palavreado adulador. 

A posição do Salvador é de simplicidade e grandeza e, por outro lado, de severidade. 

O Seu silêncio eloquente é o castigo exemplar para este tipo e comportamentos.



Bíblia Sagrada anot. pela Fac. de Teolog. da Univ. de Navarra Comentário sobre Lc 23 7-11   

25/04/2017

Reflectindo - 245

Sou um inocente!

Em vez de (!) Talvez, antes (?)

Que pergunta? Que exame?

No fim e ao cabo o que é ser inocente?

Penso que, resumindo, é não ter nenhuma responsabilidade sobre algo que se fez ou que se pensou.

Mas como?

Fazer ou pensar são actos da vontade que só acontecem com consentimento pessoal, logo...

Julgo que a resposta está na intenção ao contrário do que será fazer ou pensar de acordo com a minha conveniência.

Inocente significa, ao mesmo tempo, inimputável, um termo muito em uso nos dias de hoje.

Mas, não exactamente iguais.

Posso ser inimputável por algo que fiz sob o efeito de bebida ou outro meio qualquer que alterou significativamente a minha capacidade de avaliação, mas o efeito é resultado da causa e esta é altamente reprovável pelo que não inocente.

Por outro lado, quando se actua sob pressão ou qualquer condicionante, tal não significa por si só que se seja inocente porque, para cair nessa situação, foi necessário dar passos, consentir de alguma forma colaborar.

Assim, resumindo, ser inocente é não ter nem intenção, nem consequência, é como a criança que faz o que faz porque quer sem que deseje saber se tal lhe convém, é útil ou interessa.

Donde que, para um adulto, ser inocente é extremamente difícil… tão difícil como uma criança portar-se como um adulto.

(ama, reflexões, 2016.11.09)


16/03/2016

Temas para meditar - 599

Bens temporais

Peçamos os bens temporais discretamente, e tenhamos a segurança – se os recebemos – de que procedem de quem sabe que nos convêm.
Pediste e não recebeste?
Fia-te no Pai; se te conviesse ter-te ia dado.
Julga por ti mesmo.
Tu és diante de Deus, pela tua inexperiência das coisas divinas, como o teu filho ante ti com a sua inexperiência das coisas humanas.
Aí tens esse filho chorando o dia inteiro para que lhe dês uma faca ou uma espada.
Negas-te a dar-lha e não fazes caso do seu pranto, para não teres que chorá-lo morto.
Agora geme, aborrece-se e dá pontapés para que o montes no teu cavalo; mas tu não fazes caso porque, não sabendo conduzi-lo, arrojá-lo-á e matá-lo-á.
Se lhe recusas esse pouco, é para lhe reservares tudo; negas-lhe agora os seus insignificantes e perigosos pedidos para que vá crescendo e possua sem perigo toda a fortuna.


(santo agostinho, Sermão, 80, 2 7-8)

10/04/2015

Temas para meditar - 414

Critério


Um camponês subiu à montanha e lá encontrou um ninho de águia no qual estava um ovo. Pegando-Lhe cuidadosamente, trouxe-o para casa e foi pô-lo no galinheiro debaixo de uma galinha que estava no choco.
Passado o tempo devido, nasceram os pintos e juntamente nasceu também a pequena águia. Seguindo e fazendo tudo o que faziam os seus “irmãos” pintos, a pequena águia, embora muito diferente – uma águia é uma águia, um pinto é um pinto – em tudo procedia como se pinto fosse.
Um dia notou uma grande sombra projectada no chão e, levantando os olhos para o céu viu uma águia, adulta, que voava majestosamente e perguntou a uma galinha velha e experiente: Que é aquilo? A outra respondeu que era uma águia – Mas tu – disse-Lhe – não olhes para ela pois nunca poderás voar como ela, a nós, galinhas, cabe-nos andar por aqui, às bicadas no chão.


(m. martinez, citando Francisco Fernández Carvajal recolecção no Porto Março de 2004)

22/09/2014

Temas para meditar - 244


Critério


À porta da cozinha estavam deitados os cães. João, o cozinheiro, matou um vitelo e deitou as vísceras para o pátio. Os cães comeram-nas, e disseram: «É um bom cozinheiro, cozinha muito bem». Pouco tempo depois, João pelava as ervilhas e as cebolas, e atirou as cascas para o pátio. Os cães atiraram-se sobre elas, mas torcendo o nariz para o lado, disseram: «O cozinheiro perdeu qualidades, já não vale nada».


(a. luciani, Ilustríssimos Señores, nr. 12, trad ama)

10/04/2012

Quer que sejamos muito humano e muito divinos

Textos de S. Josemaria

Há muitos anos já que vi com clareza meridiana um critério que será sempre válido: o ambiente da sociedade, com o seu afastamento da fé e da moral cristãs, necessita de uma nova forma de viver e de propagar a verdade eterna do Evangelho. No próprio cerne da sociedade, do mundo, os filhos de Deus hão-de brilhar pelas suas virtudes como lanternas na escuridão, "quasi lucernae lucentes in caliginoso loco". (Sulco, 318)

Se aceitarmos a nossa responsabilidade de filhos de Deus, saberemos que Ele quer que sejamos muito humanos. A cabeça pode tocar o céu, mas os pés assentam na terra, com segurança. O preço de se viver cristãmente não é nem deixar de ser homem nem abdicar do esforço por adquirir essas virtudes que alguns têm, mesmo sem conhecerem Cristo. O preço de todo o cristão é o Sangue redentor de Nosso Senhor, que nos quer – insisto – muito humanos e muito divinos, com o empenho diário de O imitar, pois é perfectus Deus, perfectus homo.
Talvez não seja capaz de dizer qual é a principal virtude humana. Depende muito do ponto de vista de que se parta. Além disso, a questão torna-se ociosa, porque não se trata de praticar uma ou várias virtudes. É preciso lutar por adquiri-las e praticá-las todas. Cada uma de per si entrelaça-se com as outras e, assim, o esforço por sermos sinceros, por exemplo, torna-nos justos, alegres, prudentes, serenos.
Precisamos, ao mesmo tempo, de considerar que a decisão e a responsabilidade residem na liberdade pessoal de cada um e, por isso, as virtudes são também radicalmente pessoais, da pessoa. No entanto, nessa batalha de amor ninguém luta sozinho – ninguém é um verso solto, costumo repetir –: de certo modo, ou nos ajudamos ou nos prejudicamos. Todos somos elos de uma mesma cadeia. Pede agora comigo a Deus Nosso Senhor, que essa cadeia, nos prenda ao seu Coração, até chegar o dia de O contemplar face a face, no Céu, para sempre. (Amigos de Deus, 75–76).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

31/03/2012

Paciência


As coisas urgentes podem 


esperar, e as coisas 

muito urgentes devem


esperar.


(Instrução, 1936.05.31, nr. 43)

11/03/2012

Critério

Reflectindo



De todo aquele em quem brilha alguma graça uns dizem que é bom e outros que não o é, mas que engana a gente. Que isto se diga de Deus serve de consolação para todo aquele cristão de quem se diga o mesmo. [i]


[i] S. agostinho, In Ioannis Evangelium exposito, 28, 12

14/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
Deixa-me que te diga que não concordo de forma nenhuma que leves para a praia livros de orações ou de leitura espiritual.

Cada coisa no seu lugar!

Na praia…goza a praia, o mar, os amigos, a família. Convive, diverte-te, conversa, sê simpático, comunicativo, agradável.

Sê, no fim e ao cabo, uma pessoa agradável e de boa companhia.

2011.07.14

13/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
O melhor que tens a fazer é eleger um local onde não tenhas de suportar essas “agressões” visuais.

Escolhe um espaço grande, aberto, onde as pessoas não estejam todas umas em cima das outras.

Não se trata de te isolares mas procurares um lugar onde possas estar à-vontade com a tua família, os teus amigos.

2011.07.13