17/05/2012

Leitura espiritual para 17 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




Para ver, clicar SFF.

Maria procura o Filho que se perdeu

Textos de S. Josemaria


Três dias e três noites procura Maria o Filho que se perdeu... Oxalá possamos dizer, tu e eu, que a nossa vontade de encontrar Jesus também não conhece descanso. (Sulco, 794)

Que dor a de sua Mãe e a de S. José, porque – no regresso de Jerusalém – não vinha entre os parentes e amigos! E que alegria a sua, quando o vêem, já de longe, doutrinando os mestres de Israel! Mas reparai nas palavras, aparentemente duras, que saem da boca do Filho, ao responder a sua Mãe: por que me buscáveis?
Não era razoável que o procurassem? As almas que sabem o que é perder Cristo e encontrá-lo podem compreender isto... Por que me buscáveis? Não sabíeis que devo ocupar-me nas coisas de meu Pai?. Não sabíeis, porventura, que eu devo dedicar totalmente o meu tempo ao meu Pai celestial?
Este é o fruto da oração de hoje: que nos persuadamos de que o nosso caminhar na terra – em todas as circunstâncias e em todos os momentos – é para Deus; que é um tesouro de glória, uma imagem do Céu; que é, nas nossas mãos, uma maravilha que temos de administrar, com sentido de responsabilidade perante os homens e perante Deus, sem necessidade de mudar de estado, no meio da rua, santificando a nossa profissão ou o nosso ofício, a vida de família, as relações sociais e todas as actividades que parecem à primeira vista só terrenas. (Amigos de Deus, 53–54)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Ave Maria

Carmen Monarcha


A noiva de David Cameron


Irmã Jonh Mary



É uma entre as 36 religiosas de clausura de um isolado convento beneditino nos Estados Unidos. Como as suas irmãs religiosas, vive em clausura, veste um modesto hábito negro, não leva maquillage e tem o cabelo muito curto ocultado pelo véu tradicional, mimetizada entre as outras monjas.





Laura Adshead

Mas a irmã John Mary tem uma história que a diferencia das outras. É que Laura Adshead (seu nome verdadeiro, "secular") poderia ter sido a Primeira-dama britânica a sua relação amorosa com o hoje primeiro-ministro David Cameron, de esteve noiva nos anos 90, tivesse seguido em frente.

Notícia completa: ligação

Evangelho do dia e comentário





Tempo de Páscoa

VI Semana 


Evangelho: Jo 16, 16-20

16 «Um pouco, e já não Me vereis; outra vez um pouco, e ver-Me-eis, porque vou para o Pai». 17 Disseram então entre si alguns dos Seus discípulos: «Que é isto que Ele nos diz: Um pouco, e já não Me vereis, e outra vez um pouco, e ver-Me-eis? Que significa também: Porque vou para o Pai?». 18 Diziam pois: «Que é isto que Ele diz: Um pouco? Não sabemos o que Ele quer dizer». 19 Jesus, conhecendo que queriam interrogá-l'O, disse-lhes: «Vós perguntais uns aos outros porque é que Eu disse: Um pouco, e já não Me vereis, e outra vez um pouco, e ver-Me-eis. 20 Em verdade, em verdade vos digo que haveis de chorar e gemer, e o mundo se há-de alegrar; haveis de estar tristes, mas a vossa tristeza há-de converter-se em alegria.

Comentário:

O Senhor fala aos Apóstolos, da Sua Morte e Ressurreição que, não obstante a tragédia da Paixão, demorará três escassos dias.
É pouco tempo.

Mas também nos fala a nós, neste tempo, hoje e agora.

Esta vida terrena em que não O vemos fisicamente é, de facto, muito breve e, logo estaremos com Ele face a face na eternidade.

Não há, pois, qualquer razão para a tristeza mas antes motivo de esperança jubilosa.

(ama, comentário sobre Jo 16, 16-20, 2011.06.02)

Pensamentos inspirados à procura de Deus


Em Deus encontras a paz!
Partilha-a, em cada abraço que dás!

jma

Tratado dos Anjos 43

Questão 60: Do amor ou da dileção dos anjos.

16/05/2012

Evangelho do dia e comentário





Tempo de Páscoa

VI Semana 


Evangelho: Jo 16, 12-15 

12 Tenho ainda muitas coisas a dizer-vos, mas não as podeis compreender agora. 13 Quando vier, porém, o Espírito da Verdade, Ele vos guiará no caminho da verdade total, porque não falará de Si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. 14 Ele Me glorificará, porque receberá do que é Meu e vo-lo anunciará. 15 Tudo quanto o Pai tem é Meu. Por isso Eu vos disse que Ele receberá do que é Meu e vo-lo anunciará.

Comentário:

Aproximamo-nos da festa do Pentecostes e a Igreja vai-nos preparando, com as palavras de Jesus principalmente as recolhidas por S. João.

O Evangelista talvez tenha sido quem melhor entendeu a importância dos anúncios e promessas que Jesus faz acerca do Paráclito. O que se compreende porque também recolheu como mandamento sumo e imprescindível o amor!

Sendo o Espírito Santo a personificação divina do Amor entre o Pai e o Filho pode com toda a propriedade chamar-se Amor.
Assim, amar-nos uns aos outros como Jesus ordenou, corresponderá a transmitirmos aos demais o Espírito Santo que habita na nossa alma.

(ama, comentário sobre Jo 16, 12-15, 2011,06.01)

Leitura espiritual para 16 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




Para ver, clicar SFF.

Leitura espiritual para 16 Mai 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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Magnificat anima mea Dominum!

Textos de S. Josemaria


Como seria o olhar alegre de Jesus! O mesmo que brilharia nos olhos de sua Mãe, que não pôde conter a alegria: – "Magnificat anima mea Dominum!", a sua alma glorifica o Senhor, desde que O traz dentro de si e a seu lado. Ó Mãe!: que a nossa alegria seja como a tua – a de estar com Ele e de O possuir! (Sulco, 95)

A nossa fé não é uma carga, nem uma limitação. Que pobre ideia da verdade cristã manifestaria quem assim pensasse! Ao decidirmo-nos por Deus não perdemos nada; ganhamos tudo. Quem, à custa da sua alma, conserva a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por amor de Mim, voltará a achá-la.
Tirámos a carta que ganha, conseguimos o primeiro prémio. Quando alguma coisa nos impedir de ver isto com clareza, examinemos o interior da nossa alma. Talvez haja pouca fé, pouca intimidade pessoal com Deus, pouca vida de oração. Temos de pedir a Nosso Senhor – através de sua Mãe e nossa Mãe – que aumente em nós o seu amor, que nos conceda saborear a doçura da sua presença; porque só quando se ama se chega à mais plena liberdade: a de jamais querer abandonar, por toda a eternidade, o objecto dos nossos amores. (Amigos de Deus, 38)


© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Tratado dos Anjos 45

Questão 60: Do amor ou da dileção dos anjos. 3

Pax



Ave Maria

Nana Mouskouri


Orpheu


Maria Callas – jái perdu mon Euridyce


A ANJINHA DA CANTAREIRA


O boxeador peruano Alberto Rossel, conhecido por Chiquito, por ser de baixa estatura, é o actual campeão mundial da categoria “minimosca”, reconhecido pela Associação Mundial de Boxe. Receberá os “laureles desportivos” (louros desportivos), a maior honra que o Governo peruano concede aos campeões. Esta distinção também está reservada para dirigentes desportivos.

Não gosto do boxe nem admiro os praticantes, sejam da categoria dos pesos pesados seja dos moscas. Mas admiro o gesto do Chiquito. Depois de conquistar o título mundial, dedicou-o à sua pequena filha, Susan, que sofre da Síndrome de Down.

Chama-lhe, carinhosamente, o seu “angelito del Cielo” (anjinho do Céu) que Deus lhe mandou e que lhe dá força para continuar a lutar para ser campeão, como sempre desejou e conseguiu.

Um homem assim com tanta ternura, que confessa dar à sua filha todo o amor, tem de ser boa pessoa. Até esqueço que anda nos ringues aos murros para levar ao tapete os adversários.

Pelas igrejas do Porto onde tenho celebrado eucaristias, encontrei, ao longo de tantos anos, várias crianças, jovens e adultos com “Trissomia 21” (Síndrome de Down). Tenho conseguido receber deles mais afeição do que aquela que lhes dou. São bem mais afectivos do que eu. E o seu sorriso é um dom de Deus.

Agora quem prende a minha atenção é uma menina que já tem idade de mulher adulta.

Reza comigo todos os dias à tarde, na Igreja de S. João Baptista da Foz do Douro.

Ninguém reza melhor do que ela, como ninguém canta como ela com tanta alma. Não lhe percebo uma palavra nas rezas e nos cânticos, mas delicio-me a ouvi-la, com tanto ou mais respeito que guardo numa sala de concertos. Quando falta na hora de oração, Deus me perdoe, nem me apetece rezar.

A mãe da Sãozinha – assim se chama a minha amiga mulher-menina – é já uma octogenária, de vida modesta, que a adoptou e cuida dela primorosamente. Anda tão lavada e tão cuidada. Sempre que se pendura em mim para me abraçar, pede-me que lhe cheire o perfume ou aprecie a blusa ou os sapatos novos ou qualquer bugiganga que prende nos braços.

Se lhe perguntam quem lhe deu as roupas novas, diz que foi o padre. Para ela, quem sabe dar é o padre e mais ninguém, ainda que seja ingrata para quantos, e são tantos!, gostam dela e lhe apreciam o sorriso.

Garanto que ninguém faz uma vénia tão respeitosa como a dela diante do sacrário. Se genuflectisse, talvez caísse, por KO, redonda no chão.

À tarde, diz-me a senhora sua mãe, tem sempre pressa para ir à igreja e abraçar o padre.

Gostaria tanto de ser compositor para transmitir o som que a minha Sãozinha usa para me chamar “padre” ou cantar a Nossa Senhora, com a mão no ar a dizer-lhe adeus.

Infelizmente, não sou compositor nem campeão como o Chiquito. Mas, fiquem a saber, partilho com ele a alegria de Deus me ter enviado do Céu a anjinha da Cantareira.

conegoruiosorio@diocese-porto.pt

Tratado dos Anjos 42

Questão 59: Da vontade dos anjos. 4

15/05/2012

O MILAGRE DE FÁTIMA


Não me refiro a nenhum fenómeno atmosférico actual ou passado. Muito menos estou a falar de um eventual 4º segredo comunicado por Nossa Senhora aos Pastorinhos. Refiro-me a umas declarações do Comandante da GNR de Santarém, já no rescaldo da Operação Fénix 2012, montada para a peregrinação do 12 e 13 de Maio em Fátima. Disse que foi um êxito, quer na segurança rodoviária quer na prevenção criminal. E em relação a este último tema acrescentou que nada de significativo há a registar, a não ser "a entrega de dinheiro na GNR que foi encontrado por um grupo de peregrinos",

Ora aí está o grande milagre. Em época de crise, as pessoas a entregar dinheiro! E não é em nenhuma caixa registadora de nenhuma grande superfície em dias de descontos. É, espante-se, simplesmente entregar dinheiro encontrado e que não nos pertence. Uma situação que, continuando a citar o comandante militar "atesta a seriedade das pessoas que visitam Fátima". Para usar a expressão do C
ardeal Gianfranco Ravasi, na sua homilia, é preciso “sujar as mãos” não para no apropriarmos do que não é nosso ou para participar em negócios pouco transparentes, mas para ajudar os que mais necessitam. Os peregrinos de Fátima escutaram a lição e souberam tirar consequências.

Talvez seja bom lembrar as afirmações de Bento XVI hà 2 anos no avião que o trouxe a Fátima, ao falar da “crise económica, com a sua componente moral, que ninguém pode deixar de ver” e que parte de “um falso dualismo, ou seja de um positivismo económico que julga poder funcionar sem a componente ética... Por isso agora é o momento de ver que a ética não é uma coisa externa, mas interna à racionalidade e ao pragmatismo económico”.

Que não seja preciso haver um milagre dos autênticos para que todos (governantes, políticos, investidores e cidadãos comuns) levemos a sério estas palavras como o fizeram aqueles peregrinos anónimos que hoje são notícia.

Pe. Jorge Margarido Correia
Engº Mecânico. Doutor em Teologia


Maria está ao pé de ti

Textos de S. Josemaria


Não estás só. – Aceita com alegria a tribulação. – É verdade, pobre menino, que não sentes na tua mão a mão de tua Mãe. – Mas... não tens visto as mães da terra, de braços estendidos, seguir os seus pequenos quando se aventuram, receosos, a dar os primeiros passos sem a ajuda de ninguém? – Não estás só; Maria está ao pé de ti. (Caminho, 900)

Dá alegria verificar que a devoção à Virgem está sempre viva, despertando nas almas cristãs um impulso sobrenatural para se comportarem como domestici Dei, como membros da família de Deus.
Nestes dias, vendo como tantos cristãos exprimem dos mais diversos modos o seu carinho à Virgem Santa Maria, também vós certamente vos sentis mais dentro da Igreja, mais irmãos de todos esses vossos irmãos.
É uma espécie de reunião de família, como quando os irmãos que a vida separou voltam a encontrar-se junto da Mãe, por ocasião de alguma festa. Ainda que alguma vez tenham discutido uns com os outros e se tenham tratado mal, naquele dia não; naquele dia sentem-se unidos, reencontram-se unidos, reencontram-se todos no afecto comum.
Maria, na verdade, edifica continuamente a Igreja, reúne-a, mantém-na coesa. É difícil ter autêntica devoção à Virgem sem nos sentirmos mais vinculados aos outros membros do Corpo Místico e também mais unidos à sua cabeça visível, o Papa. Por isso me agrada repetir: Omnes cum Petro ad Iesum per Mariam! – todos, com Pedro, a Jesus, por Maria! (Cristo que passa, 139)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

La Traviata


Maria Caniglia sings the death of Violetta