21/04/2012

Leitura Espiritual para 21 Abr 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


Para ver, clicar SFF.

S. Josemaria: As dificuldades da vida

Deste-me asas para voar


Deste-me asas para voar
E eu não voo.

Tenho uma âncora de orgulho,
De vaidade,
Ligada a uma corrente de mundo,
De dinheiro, de sociedade,
Que não me deixa voar
Nas asas que Tu me deste…

E eu puxo, Senhor,
Luto, revolto-me
Mas acabo por deixar-me ficar
Preso a este mesmo chão
Rasteiro sem poder voar…

Tens que ser Tu,
Senhor,
A partir a corrente,
A libertar a âncora,
E dar-me o golpe de asa
Que me levante aos Céus
E me faça partir à desfilada
Nas nuvens da Tua graça.

Quero voar no vento
Que sopra do Teu amor
Agora e sempre,
Em cada momento
Quero voar para Ti
Voar, sempre, sempre,
Cada vez mais alto e melhor.

Derruba, Senhor,
As barreiras,
Os medos,
Dá força às minhas asas
Que me levantem aos céus
E todos os dias me tragam
Para junto dos filhos Teus.

Quero voar aqui,
Sem nunca daqui sair,
Pois é aqui que se voa
Até ao momento de partir…

E quando então me chamares,
Que as asas que Tu me deste
Se aquietem, Senhor,
Porque apenas quero ser levado
Nas asas do Teu amor…

Monte Real, 20 de Maio de 2008.

joaquim mexia alves, In ‘Orando em verso’.

Valor ético do descanso dominical

Quando morreu o poeta

Gilbert Bécaud


Tratado dos anjos 17

Questão 54: Do conhecimento angélico.

Evangelho do dia e comentário




Tempo de Páscoa



Evangelho: Jo 6, 16-21

16 Quando chegou a tarde, os Seus discípulos desceram para junto do mar 17 e, tendo subido para uma barca, atravessaram o mar em direcção a Cafarnaum. Era já escuro, e Jesus ainda não tinha ido ter com eles. 18 Entretanto, o mar começava a encrespar-se, por causa do vento forte que soprava. 19 Tendo remado cerca de vinte e cinco ou trinta estádios, viram Jesus caminhando sobre o mar, em direcção à barca, e ficaram atemorizados. 20 Mas Ele disse-lhes: «Sou Eu, não temais». 21 Quiseram então recebê-l'O na barca e logo a barca chegou à terra para onde iam.

Comentário:

As ‘novidades’ assustam sempre!

A ‘novidade’ de um Papa vindo do Leste da Europa, podia – e talvez tenha – assustar alguns cristãos:
O que é isto?
Quem é este homem?
O que vai fazer?

Da ‘loggia’ vaticana ouviu-se então a sua voz forte:

“Não tenhais medo”!

Foi algo de extraordinária repercussão na Igreja Católica que, sem mais sobressaltos, teve a certeza que o ‘leme’ da barca de Pedro, estava em boas mãos.

No seu longo Pontificado a extraordinária força que dele emanava, trouxeram, não só a Igreja Católica mas o mundo inteiro a vê-lo e a ouvi-lo com respeito e admiração profundos. 

Repetindo as palavras de Cristo aos Apóstolos, também ele foi acolhido com confiança absoluta.

(ama, comentário sobre Jo 6, 16-21, 20125.03.24)

20/04/2012

Leitura Espiritual para 20 Abr 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


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100% Garantia

Navegando pela minha cidade


Na semana passada estacionei o carro na Rua da Alegria pois precisei de ir tratar de um assunto na Fernandes Thomaz. O assunto era de tratamento rápido e como o estacionamento do carro não ficou a perturbar o regular e normal funcionamento do trânsito arrisquei em deixá-lo num local de estacionamento proibido.

Quando voltei, já a uma grande distância vi um papelinho agarrado ao vidro pelo limpa para-brisas. Que grande chatice! Se eu tivesse ficado no carro com ele estacionado em dupla fila e os quatro piscas a trabalhar nada acontecia. Aliás, estou convencido que há muita gente que acha que os quatro piscas servem para terem o direito a fazerem isto mesmo.

Anda a gente a fazer economias e a apertar o cinto para ser roubado pela Polícia Municipal que parece que só serve para andar na caça à multa. Era isto que eu ia a murmurar para mim próprio enquanto me aproximava do carro.

Apressei o passo para arrancar o papelinho que mais parecia um pássaro apanhado numa armadilha. O vento batia-lhe de lado e uma pequena asa branca agitava-se tremente. Queria libertá-lo, torcer-lhe o pescoço e deitá-lo fora com o maior dos desprezos no primeiro caixote de lixo que encontrasse.

Quando lhe peguei pela asa que tremia, li: “Professor Karim – Médium Africano – Especialista do regresso imediato e definitivo do ser amado. Resolve os problemas delicados para toda a vida; amor, amarrações, afectividade, casamento, fidelidade, mesmo casos desesperados, impotência sexual, maus-olhados, protecção contra os perigos, sorte no jogo, negócios comerciais e problemas familiares, etc.  Resultado 100% garantia em apenas 3 dias – CONSULTAS NA PRESENÇA OU DISTÂNCIA”.

Afinal não era uma multa, mas sim um bilhete para navegar num mar de rosas. Se o papelinho apertado entre o vidro e o limpa para-brisas me tinha parecido um pássaro apanhado numa armadilha, isto era uma verdadeira armadilha – uma cova de lobo – para quem viva num pântano de ignorância e de sofrimento desesperado.

E elas são tantas! E são tantos, os Professores. Eu já conhecia pelos anúncios em jornais de vários outros nomes que tudo resolvem: é o Professor Karamba; Professor Mamadu; Professor Bambo; Professor Mafug; Sô Zé; Professor Gadri; Maya, etc, etc.

São muitas as sanguessugas da dor.

A vida é uma armadilha mortal. E ninguém nos disse isso quando eramos crianças. Ninguém nos preveniu. Talvez seja por isso que corremos tantos riscos inconscientemente. Mas é isto mesmo a vida: uma aventura perigosa.

Mas é também muito mais do que isto.

Numa noite de tempestade, numa leprosaria nas margens do Ganges, Teresa de Calcutá disse o que era a vida nestas palavras:

A vida é uma oportunidade, aproveita-a
A vida é beleza, admira-a
A vida é felicidade, desfruta-a
A vida é um sonho, torna-o realidade
A vida é um desafio, enfrenta-o
A vida é um dever, cumpre-o
A vida é um jogo, joga-o
A vida é preciosa, cuida dela
A vida é uma riqueza, conserva-a
A vida é amor, goza-o
A vida é um mistério, desvenda-o
A vida é promessa, cumpre-a
A vida é tristeza, supera-a
A vida é um hino, canta-o
A vida é uma luta, aceita-a
A vida é aventura, arrisca-a
A vida é alegria, merece-a
A vida é vida, defende-a

Nesta vida em que os médicos; os advogados; os engenheiros; os enfermeiros e tantos outros profissionais para exercerem a sua profissão têm de ter licença da respectiva Ordem, não compreendo que seja permitida a actividade destes “Professores” que oferecem 100% de garantia.

Porque 100% garantido só temos o que a vox populi vox Dei afirma: morte certa hora incerta.

Afonso Cabral










Je sais

Jean Gabin


Tratado dos anjos 16

Questão 54: Do conhecimento angélico.

Pensamentos inspirados à procura de Deus

À procura de Deus

Gostar, não é amar!

“Papaguear”, não é rezar!


jma

O espírito de mortificação

Textos de S. Josemaria

O espírito de mortificação, mais do que manifestação de Amor, brota como uma das suas consequências. Se falhas nessas pequenas provas, reconhece-o, fraqueja o teu amor ao Amor. (Sulco, 981)

Penitência, para os pais e, em geral, para os que têm uma missão de dirigir ou de educar é corrigir quando é necessário fazê-lo, de acordo com a natureza do erro e com as condições de quem necessita dessa ajuda, superando subjectivismos néscios e sentimentais.
O espírito de penitência leva a não nos apegarmos desordenadamente a esse esboço monumental dos projectos futuros, no qual já previmos quais serão os nossos traços e pinceladas mestras. Que alegria damos a Deus quando sabemos renunciar aos nossos gatafunhos e pinceladas, e permitimos que seja Ele a acrescentar os traços e cores que mais lhe agradam! (Amigos de Deus, 138).

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet


Evangelho do dia e comentário




Tempo de Páscoa



Evangelho: Jo 6, 1-15

1 Depois disto, passou Jesus ao outro lado do mar da Galileia, isto é, de Tiberíades.2 Seguia-O uma grande multidão porque via os milagres que fazia em favor dos doentes. 3 Jesus subiu a um monte e sentou-Se ali com os Seus discípulos. 4 Ora a Páscoa, a festa dos judeus, estava próxima. 5 Jesus, então, tendo levantado os olhos e visto que vinha ter com Ele uma grande multidão, disse a Filipe: «Onde compraremos pão para dar de comer a esta gente?». 6 Dizia isto para o experimentar, porque sabia o que havia de fazer. 7 Filipe respondeu-Lhe: «Duzentos denários de pão não bastam para que cada um receba um pequeno bocado». 8 Um de Seus discípulos, André, irmão de Simão Pedro, disse-Lhe: 9 «Está aqui um rapaz que tem cinco pães de cevada e dois peixes, mas que é isso para tanta gente?». 10 Jesus, porém, disse: «Mandai sentar essa gente». Havia naquele lugar muita relva. Sentaram-se, pois; os homens em número de cerca de cinco mil. 11 Tomou, então, Jesus os pães e, tendo dado graças, distribuiu-os entre os que estavam sentados; e igualmente distribuiu os peixes, tanto quanto quiseram. 12 Estando saciados, disse aos Seus discípulos: «Recolhei os pedaços que sobraram para que nada se perca». 13 Eles os recolheram, e encheram doze cestos de pedaços dos cinco pães de cevada, que sobraram aos que tinham comido. 14 Vendo então aqueles homens o milagre que Jesus fizera, diziam: «Este é verdadeiramente o profeta que deve vir ao mundo». 15 Jesus, sabendo que O viriam arrebatar para O fazerem rei, retirou-Se de novo, Ele só, para o monte.

Comentário:

A magnanimidade do Senhor fica abundantemente expressa nos Evangelhos: as pescas abundantes e extraordinárias, as multiplicações de pães e peixes que alimentaram milhares de pessoas, as talhas ‘cheias’ de excelente vinho nas bodas de Caná…

Nós, homens, temos uma ‘contabilidade’ muito diferente.
Pesamos tudo com excessivo rigor, demoramos na ponderação do que e quanto devemos dar, medimos pelo relógio os tempos de oração diária.

É da nossa natureza abrir bem as mãos para receber e entreabri-las quando se trata de dar e, na verdade, recebemos – sempre – muito mais do que damos e não só de Deus mas, também dos homens.

(ama, Comentário sobre Jo 6, 1-15, 2011.05.06)

19/04/2012

Leitura Espiritual para 19 Abr 2012


Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.




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A LÍNGUA


«Porque estais a olhar para o céu?», perguntaram os Anjos. «Esse Jesus que vistes subindo ao céu, do céu virá…» (Act 1, 11) Começavam as saudades dos discípulos, mas também certamente o desejo de ir ter com Ele quanto antes. Quando subiriam eles até ao Pai? Quando deixariam os perigos desta vida revolta e chegariam, purificados, à presença eterna de Deus? A que provas haviam ainda de sujeitar-se até ouvirem o que ouvia no fundo da alma Inácio de Antioquia: «Vem ao Pai!»

Quantas vezes, ao longo dos anos de estudo, em vésperas de exame, teremos sonhado com a passagem automática, sem a angústia de submeter-nos às perguntas imprevisíveis do mestre ou do júri académico! Se mal preparados, rogando boa sorte aos nossos santos; se bem preparados, temendo a má disposição dos examinadores ou algum deslize da nossa parte… A só perspectiva de repetir a cadeira, para passar de ano ou obter melhor nota, pode tornar-se um pesadelo.

O que será então aproximar-nos do exame final desta vida, com tantas lacunas na consciência, e sabendo que daremos estreita conta de tudo o que Deus nos confiou para sua glória e para a eterna felicidade nossa e dos nossos irmãos! Como lançaremos mão da sua infinita misericórdia, da confissão contrita das nossas faltas, das indulgências que a Santa Madre Igreja nos proporciona, da intercessão de Maria Santíssima!...

Façamo-lo desde já, mas reparemos que o Evangelho nos revela um segredo capaz de nos tranquilizar, uma espécie de «passagem administrativa»: «Não julgueis, e não sereis julgados»! (Mt 7,1) Não só seremos salvos, mas nem sequer examinados! Teremos muitas fraquezas no nosso currículo, mas o Senhor passá-los-á por alto – prometeu-o! – com essa breve condição: não julgarmos ninguém.

É inevitável julgarmos as suas acções e as suas ideias, pois é impossível suspendermos dentro de nós a distinção entre o bem e o mal, a verdade e o erro. Mas o homem é o seu coração, as suas intenções, um mistério que só Deus conhece e só Ele julga. Só Ele sabe o que há no coração do homem. Mas é tão frequente a nossa insensatez, que, não só julgamos, mas criticamos, acusamos e condenamos o próximo, que chegamos ao ponto de ver más intenções nos mais nobres comportamentos: «pensa mal, e acertarás»…

«A língua é um fogo, um mundo de iniquidade!» (Tgo 3, 6), bem avisava S. Tiago. «Se alguém não peca pela palavra, este é um homem perfeito» (Tgo 3, 2). Não nos esqueçamos de que quem julga os outros, não só terá de sujeitar-se ao julgamento, mas «expõe-se a um juízo mais severo» (Tgo 3, 1).

Não é fácil, de facto, cumprir a condição da nossa «passagem administrativa», a não ser que vejamos sempre o próximo com o olhar de Cristo, com bons olhos, com amor. O amor não é cego; pelo contrário, só com amor se podem conhecer os outros. Por mais defeitos que tenham, «pensa bem, e acertarás»: veremos neles uma profunda (e às vezes desesperada) aspiração ao bem; veremos neles irmãos, que nos fazem falta; veremos neles o próprio Cristo, que Se identificou até com os que estão, pelos seus crimes, na prisão. Quanto mais havemos de respeitar a imensa maioria de gente honrada que nos rodeia na família, no trabalho, na igreja, ou por essas ruas fora!

Vale a pena cortar a nossa língua venenosa. Vale a pena cortar cerce a murmuração, a crítica impiedosa; vale a pena despir-nos dessa atitude superior de juízes do mundo, ainda que nos chamem ingénuos ou disserem que estamos a exagerar a gravidade de um vício tão comum, pois «qualquer palavra inútil que tiverem proferido os homens», diz Cristo, «darão conta dela no dia do juízo», e que há de mais inútil do que acusar e condenar quem não está presente? «Porque pelas suas palavras (o homem) será justificado ou condenado» (Mt 12, 36-37). Vale a pena repudiar a maledicência, essa peste mais estendida, nefasta e cruel do que a luxúria vergonhosa. A promessa é grandiosa: não seremos julgados.

Hugo de Azevedo

Fonte: celebração litúrgica nº 3 2011/12, www.cliturgica.org

Barcelona - Live

Freddy Mercury - Montserrat Cabllé


Evangelho do dia e comentário




Tempo de Páscoa



Evangelho: Jo 3, 31-36

31 «Aquele que vem lá de cima é superior a todos. Aquele que vem da terra, é da terra, e terrestre é a sua linguagem. Aquele que vem do céu, é superior a todos. 32 Ele testifica o que viu e ouviu, mas ninguém recebe o Seu testemunho. 33 Quem recebe o Seu testemunho certifica que Deus é verdadeiro. 34 Aquele a Quem Deus enviou fala palavras de Deus, porque Deus não Lhe dá o Espírito por medida. 35 O Pai ama o Filho e pôs todas as coisas na Sua mão. 36 Quem acredita no Filho tem a vida eterna; quem, porém, não acredita no Filho não verá a vida, mas a ira de Deus permanece sobre ele».

Comentário:

O Evangelho é a Palavra de Deus, nós, os cristãos, sabemos e acreditamos que assim é e por isso mesmo tudo quanto contém é absolutamente indiscutível.

Pode comentar-se e interpretar-se o que entendermos ser mais apropriado em cada momento para o que necessitamos para alimentar a nossa fé.

Mas não podemos ‘ler nas entrelinhas’ porque elas não existem.

São João escreve o que ouviu do próprio Cristo e, com a Luz do Espírito Santo que o iluminou, diz tudo – absolutamente – o que nos convém saber.

Talvez que, para mim, o que ‘melhor’ pode traduzir isto mesmo é o que afirma de forma tão clara:

«Quem acredita no Filho tem a vida eterna»

(ama, comentário sobre Jo 3, 31-36, 2012.03.21)

18/04/2012

Leitura Espiritual para 18 Abr 2012

Não abandones a tua leitura espiritual.
A leitura tem feito muitos santos.
(S. josemariaCaminho 116)


Está aconselhada a leitura espiritual diária de mais ou menos 15 minutos. Além da leitura do novo testamento, (seguiu-se o esquema usado por P. M. Martinez em “NOVO TESTAMENTO” Editorial A. O. - Braga) devem usar-se textos devidamente aprovados. Não deve ser leitura apressada, para “cumprir horário”, mas com vagar, meditando, para que o que lemos seja alimento para a nossa alma.


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Percentagem de católicos em Portugal???