Mostrar mensagens com a etiqueta Tempo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Tempo. Mostrar todas as mensagens

24/12/2012

Temos de nos gastar diariamente com ele


Que contente se deve morrer quando se viveram heroicamente todos os minutos da vida! Posso-to garantir, porque presenciei a alegria daqueles que, com serena impaciência, durante muitos anos, se prepararam para esse encontro. (Sulco, 893)

O Senhor deu-nos a vida, os sentidos, as potências, graças sem conta. E não temos o direito de esquecer que somos, cada um, um operário, entre tantos, nesta fazenda em que ele nos colocou, para colaborar na tarefa de dar alimento aos outros. Este é o nosso sítio: dentro destes limites. Aqui temos nós de nos gastar diariamente com ele, ajudando-o no seu trabalho redentor.

Deixai-me que insista: o teu tempo para ti? O teu tempo para Deus! Pode ser que, pela misericórdia do Senhor, esse egoísmo não tenha entrado de momento na tua alma. Digo-te isto desde já, para estares prevenido no caso de sentires alguma vez que o teu coração vacila na fé de Cristo. Então, peço-te – pede-te Deus – que sejas fiel no teu empenhamento, que domines a soberba, que sujeites a imaginação, que não te deixes ir longe demais por leviandade, que não desertes. (Amigos de Deus, 49)

04/01/2012

Um ano que termina

Textos de São Josemaria Escrivá

Quando recordares a tua vida passada, passada sem pena nem glória, considera quanto tempo perdeste, e como podes recuperá-lo: com penitência e com maior entrega. (Sulco, 996)

Um ano que termina – já foi dito de mil modos, mais ou menos poéticos – com a graça e a misericórdia de Deus, é mais um passo que nos aproxima do Céu, nossa Pátria definitiva.
Ao pensar nesta realidade, compreendo perfeitamente aquela exclamação que S. Paulo escreve aos de Corinto: tempus breve est!, que breve é a nossa passagem pela terra! Para um cristão coerente, estas palavras soam, no mais íntimo do seu coração, como uma censura à falta de generosidade e como um convite constante a ser leal. Realmente é curto o nosso tempo para amar, para dar, para desagravar. Não é justo, portanto, que o malbaratemos, nem que atiremos irresponsavelmente este tesouro pela janela fora. Não podemos desperdiçar esta etapa do mundo que Deus confia a cada um de nós.
Pensemos na nossa vida com valentia. Por que é que às vezes não conseguimos os minutos de que precisamos para terminar amorosamente o trabalho que nos diz respeito e que é o meio da nossa santificação? Por que descuidamos as obrigações familiares? Por que é que se nos mete a precipitação no momento de rezar ou de assistir ao Santo Sacrifício da Missa? Por que nos faltará a serenidade e a calma para cumprir os deveres do nosso estado e nos entretemos sem qualquer pressa nos caprichos pessoais? Podeis responder-me: são coisas pequenas. Sim, com efeito, mas essas coisas pequenas são o azeite, o nosso azeite, que mantém viva a chama e acesa a luz. (Amigos de Deus, 39–41)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

08/12/2011

Temos de nos gastar diariamente com ele

Textos de São Josemaria Escrivá

Que contente se deve morrer quando se viveram heroicamente todos os minutos da vida! Posso-to garantir, porque presenciei a alegria daqueles que, com serena impaciência, durante muitos anos, se prepararam para esse encontro. (Sulco, 893)

O Senhor deu-nos a vida, os sentidos, as potências, graças sem conta. E não temos o direito de esquecer que somos, cada um, um operário, entre tantos, nesta fazenda em que ele nos colocou, para colaborar na tarefa de dar alimento aos outros. Este é o nosso sítio: dentro destes limites. Aqui temos nós de nos gastar diariamente com ele, ajudando-o no seu trabalho redentor.
Deixai-me que insista: o teu tempo para ti? O teu tempo para Deus! Pode ser que, pela misericórdia do Senhor, esse egoísmo não tenha entrado de momento na tua alma. Digo-te isto desde já, para estares prevenido no caso de sentires alguma vez que o teu coração vacila na fé de Cristo. Então, peço-te – pede-te Deus – que sejas fiel no teu empenhamento, que domines a soberba, que sujeites a imaginação, que não te deixes ir longe demais por leviandade, que não desertes. (Amigos de Deus, 49)

© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

27/06/2011

As pedras do tempo

Um especialista dava uma conferência a uma assistência composta por gerentes e administradores de importantes empresas. O tema era: O aproveitamento do tempo.

Em cima da sua mesa de conferencista dispunha de uma espécie de um aquário em vidro de proporções razoáveis. Chamou a atenção dos ouvintes para o que ia fazer.

De uma caixa de cartão tirou pedras de tamanho considerável com as quais encheu o recipiente até não caberem mais.

Depois, de outra caixa, despejou por cima gravilha de pedra igualmente até ficar completamente cheio.

De uma terceira derramou areia fina. O recipiente de vidro estava até à borda…

Finalmente despejou um jarro de água por cima de tudo.

À sua pergunta: O que tem a ver com o aproveitamento do tempo aquilo que acabei de fazer houve inúmeras respostas, algumas ligeiras, lógicas, outras profundas e bem esquematizadas.

O conferencista fez sinal que queria falar:

_ O que, de facto, é uma lição importante é o seguinte: Se eu não tivesse colocado as pedras grandes em primeiro lugar não teria conseguido pô-las depois!

A ilação parece lógica: se não se ordena o tempo com base nas coisas importantes e de execução obrigatória, será muito difícil levá-las a cabo.

Santa Missa, reza do Santo Rosário, leitura do Evangelho, oração, estas são as “pedras grandes” que, os cristãos, temos de colocar em primeiro lugar no nosso plano de vida sob pena de se “meterem” outras coisas que nos impedirão de as concretizar.

Citando o p. j. margarido correia, recolecção no Porto, 2011.06.26