Em
seguida devemos tratar da bondade e da malícia dos actos humanos exteriores.
E
sobre esta questão seis artigos se discutem:
Art.
1 ― Se o bem e o mal está, primeiro, no acto exterior, que no acto da vontade.
Art.
2 ― Se toda bondade e malícia do acto exterior depende da vontade.
Art.
3 ― Se o acto interior da vontade e os actos exteriores tem a mesma bondade ou
malícia.
Art.
4 ― Se o acto exterior aumenta a bondade ou a malícia do acto interior.
Art.
5 ― Se as consequências de um acto lhe aumentam a bondade ou a malícia.
Art.
6 ― Se um mesmo acto pode ser bom e mau.
Art. 1 ― Se o bem e o mal
está, primeiro, no acto exterior, que no acto da vontade.
(De Malo, q. 2, a. 3).
O
primeiro discute-se assim. ― Parece que o bem e o mal estão primeiro no acto
exterior que no acto da vontade.
