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25/01/2015

Temas para meditar - 345


Sinais


Muitas vezes procura-se como que um sinal, uma evidência humana, sem entender a que se trata de um facto que não é simplesmente humano, mas uma realidade predominantemente sobrenatural.


(federico suarez, A Virgem Nossa Senhora, Éfeso, 4ª Ed. nr. 55)

01/09/2014

Temas para meditar 223


Sinais


Ao curar, ao curar a lepra, o Senhor realiza grandes sinais. Estes sinais serviam para manifestar a potência de Deus ante as doenças da alma: ante o pecado. A mesma reflexão se desenvolve no Salmo responsorial, que proclama precisamente a bem-aventurança do perdão dos pecados: Ditoso o que foi absolvido da sua culpa… (Sal 31, 1). Jesus cura a doença física, mas ao mesmo tempo liberta do pecado. Revela-Se desta forma com o Messias anunciado pelos Profetas, que tomou sobre si as nossas enfermidades e assumiu os nossos pecados (cfr. Is 53,3-12) para nos libertar de toda a doença espiritual e material.


(Btº JOÃO PAULO IIHomília no estádio de Maracanã, Rio de Janeiro, 1980.07.02)

29/03/2011

TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

“Não te assustes ao veres-te tal como és”

Não necessito de milagres; bastam-me os que há na Escritura. – Pelo contrário, faz-me falta o teu cumprimento do dever, a tua correspondência à graça. (Caminho, 362)

Repitamos com a palavra e com as obras: Senhor, confio em Ti, basta-me a tua providência ordinária, a tua ajuda de cada dia. Não temos por que pedir a Deus grandes milagres. Temos de lhe suplicar, pelo contrário, que aumente a nossa fé, que ilumine a nossa inteligência, que fortaleça a nossa vontade. Jesus está sempre junto de nós e permanece fiel.

Desde o começo da minha pregação, preveni-vos contra um falso endeusamento. Não te assustes ao veres-te tal como és: assim, feito de barro. Não te preocupes. Porque, tu e eu somos filhos de Deus, – este é o endeusamento bom – escolhidos desde a eternidade, com uma vocação divina:  escolheu-nos o Pai, por Jesus Cristo, antes da criação do mundo, para que sejamos santos diante dele. Nós, que somos especialmente de Deus, seus instrumentos apesar da nossa pobre miséria pessoal, seremos eficazes se não perdermos o conhecimento da nossa fraqueza. As tentações dão-nos a dimensão da nossa própria fraqueza.

Se sentimos desalento ao experimentar – talvez de um modo particularmente vivo – a nossa mesquinhez, é o momento de nos abandonarmos por completo, com docilidade, nas mãos de Deus. Conta-se que, certo dia, um mendigo saiu ao encontro de Alexandre Magno, pedindo uma esmola. Alexandre parou e ordenou que o fizessem senhor de cinco cidades. O pobre, confundido e atordoado, exclamou: eu não pedia tanto! E Alexandre respondeu: tu pediste como quem és; eu dou-te como quem sou.
(Cristo que passa, 160)


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