Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
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20/11/2020
26/07/2020
Temas para reflectir e meditar
PECADO(O pecado não foi poderoso ao ponto de apagar completamente a imagem de Deus na alma, apenas pode) sujá-la, deformá-la, debilitá-la; pode ferir a sua alma, mas não aniquilá-la; obscurecer a sua inteligência mas não destruí-la; dar entrada ao ódio, mas não eliminar a capacidade de amar; torcer a vontade, mas não até ao ponto de tornar impossível a rectificação.
(F. Suárez, La paz os dejo, Rialp, Madrid 1973, pg. 63, trad ama)
10/07/2019
Temas para reflectir e meditar
Filiação divinaO pecado é um abandono da intimidade familiar que pressupõe uma trágica desnaturação - filhos desnaturados! - porque a natureza do filho de Deus é a natureza salva e elevada pela graça, que nos torna "divinae consortes naturae" (2 Ped 1, 4).
(f. ocáriz, Vivir como hijos de Dios, nr. 27-28, trad ama)
05/05/2019
Temas para reflectir e meditar
22/12/2018
Temas para reflectir e meditar
01/01/2018
Pecado
Pecado
(Quem ofende o Senhor) não se detém num pecado, mas, pelo contrário, é levado a consentir noutros: quem comete pecado é escravo do pecado (Jo 8, 34).
”O pecado que não se extirpa pela penitência, pelo seu próprio peso arrasta a outros pecados”.
”O pecado que não se extirpa pela penitência, pelo seu próprio peso arrasta a outros pecados”.
(S. Tomás de Aquino, Sobre o duplo preceito da caridade 1)
19/02/2016
Temas para meditar - 584
Pecado Venial
Tem verdadeira dor dos pecados que confessas, por leves que sejam, e faz
o propósito firme de emenda daí por diante.
Há muitos que perdem grandes bens e muito aproveitamento espiritual porque,
confessando-se dos pecados veniais como que por costume e cumprimento, sem
pensar em emendar-se, permanecem toda a vida carregados deles.
(são francisco
de sales, Introdução à
Vida devota, 11, 19)
19/08/2015
Temas para meditar - 488
Arrependimento
Sem estas palavras: 'Pequei', o homem não pode entrar
verdadeiramente no mistério da Morte e da Ressurreição de Cristo, para tirar
dela os frutos da Redenção e da Graça. Estas são palavras-chave. Evidenciam,
sobretudo, a grande abertura interior do homem para com Deus: Pai, pequei
contra Ti... [i]
O Salmista fala ainda mais claramente: “Tibi solo pecavi, Só contra Ti pequei” [ii].
Esse “Tibi soli” não
anula as outras dimensões do mal moral, como é o pecado em relação com a
comunidade humana.
Todavia, o pecado é um mal moral de modo principal e definitivo em
relação ao próprio Deus, com o Pai no Filho. Assim, pois, o “mundo”
(contemporâneo) e o “príncipe deste mundo” trabalham muitíssimo para anular e
aniquilar este aspecto do homem.
Ao invés, a Igreja (...) trabalha sobre tudo para que cada um dos
homens se encontre a si mesmo com o próprio pecado só ante Deus, e em
consequência para que acolha a penitência salvífica do perdão contida na Paixão
e na Ressurreição de Cristo.
(são
joão paulo ii, Angelus, 1980.03.16)
31/03/2015
Evangelho, coment. Leitura esp. (Matrimónio)
Terça-Feira Santa
Evangelho:
Jo 13 21-33 36-38
21
Tendo Jesus dito estas coisas, perturbou-Se em Seu espírito e declarou
abertamente: «Em verdade, em verdade vos digo que um de vós Me há-de entregar».
22 Olhavam, pois, os discípulos uns para os outros, não sabendo de quem falava.
23 Ora um dos Seus discípulos, aquele que Jesus amava, estava recostado sobre o
peito de Jesus. 24 A este, Simão Pedro fez sinal, para lhe dizer: «De quem fala
Ele?». 25 Aquele discípulo, pois, tendo-se reclinado sobre o peito de Jesus,
disse-Lhe: «Quem é, Senhor?». 26 Jesus respondeu: «É aquele a quem Eu der o
bocado que vou molhar». Molhando, pois, o bocado, deu-o a Judas Iscariotes,
filho de Simão. 27 Atrás do bocado, Satanás entrou nele. Jesus disse-lhe então:
«O que tens a fazer, fá-lo depressa». 28 Nenhum, porém, dos que estavam à mesa
percebeu por que lhe dizia isto. 29 Alguns, como Judas era o que tinha a bolsa,
julgavam que Jesus lhe dissera: «Compra as coisas que nos são precisas para o
dia da festa», ou: «Dá alguma coisa aos pobres». 30 Ele, pois, tendo recebido o
bocado, saiu imediatamente; era noite. 31 Depois que ele saiu, Jesus disse:
«Agora é glorificado o Filho do Homem, e Deus é glorificado n'Ele. 32 Se Deus
foi glorificado n'Ele, também Deus O glorificará em Si mesmo; e glorificá-l'O-á
sem demora. 33 Filhinhos, já pouco tempo estou convosco. Buscar-Me-eis, mas,
assim como disse aos judeus: Para onde Eu vou, vós não podeis vir, também vos
digo agora.».
36
Simão Pedro disse-Lhe: «Senhor, para onde vais?». Jesus respondeu-lhe: «Para
onde Eu vou, não podes tu agora seguir-Me, mas seguir-Me-ás mais tarde». 37
Pedro disse-lhe: «Porque não posso eu seguir-Te agora? Darei a minha vida por
Ti». 38 Jesus respondeu-lhe: «Darás a tua vida por Mim? Em verdade, em verdade
te digo: Não cantará o galo sem que Me tenhas negado três vezes.
Comentário:
É fácil, relativamente, dizer que queremos
seguir Jesus. Movidos pelo amor à figura inconfundível do Mestre, somos levados
a ter desejos, sinceros, de o fazer.
Mas, muitas vezes, para não dizer quase
sempre, ficamos por aí, pelos desejos, ou, então, temos algumas condições:
quando for mais velho, se fosse mais novo, quando a minha vida se estabilizar,
quando…
Considerando o pouco que somos chegaremos à
conclusão óbvia que esses nossos desejos só se transformarão em realidade
concreta se o nosso amor for sincero, sem condições. Um amor assim é capaz de
tudo porque, embora por nós não possamos nada, o Senhor, movido por esse amor,
Ele próprio que é O AMOR, não deixará de nos dar o que nos falta para O seguirmos.
(ama, Comentário sobre Jo 13, 21-33;
36-38, 2013.03.23)
Leitura espiritual
O que é o pecado?
O
que é o pecado? 1
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
O
conceito de pecado é bastante simples: basicamente, o pecado é um ato de
egoísmo exagerado.
É
preferir-se a si mesmo e antepor-se a Deus e aos outros, cedendo às paixões
desordenadas que nos colocam no centro da nossa própria existência e negando a
nossa natureza, que só se completa quando se abre ao próximo e a Deus.
O
pecado é a recusa a instaurar com Deus e com os outros uma relação de amor.
O
pecado é um "converter-se às criaturas" e "rejeitar o
Criador".
Em
geral, o pecador só deseja os prazeres proporcionados pelas criaturas, e não
necessariamente quer rejeitar o Criador.
No
entanto, ao se deixar seduzir por satisfações fugazes proporcionadas pelas
criaturas, o pecador sabe, implicitamente, que está agindo contra o amor do
Criador, pois sente que o prazer terreno não o preenche e, mesmo assim, não
resiste a ele.
É
por isso que o pecado fere o próprio pecador, afastando-o da plenitude
oferecida por Deus.
E
é por isso que o pecado ofende a Deus: não porque Deus, como Deus, seja
diminuído, mas porque nós próprios, ao pecar, nos diminuímos diante da grandeza
que Deus nos oferece.
Para
Jesus, o pecado nasce no interior do homem[i].
É
por isso que é necessária a transformação interior, do coração. Para Jesus, o
pecado é uma escravidão: o homem se deixa ficar em poder do maligno,
valorizando falsamente as coisas deste mundo, deixando-se arrastar pelo imediato,
por satisfações sensíveis que não saciam a nossa sede de amor e de plenitude.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
O
que é o pecado? 2
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
Quais são os tipos de
pecado?
1
- O pecado original é a herança que todos recebemos dos nossos primeiros pais,
Adão e Eva: eles desconfiaram do amor de Deus Pai e cederam à tentação de
deixá-lo de fora das suas escolhas pessoais.
Como
filhos de uma humanidade que perdeu a inocência, todos nós nascemos com a
natureza caída de pecadores e precisamos da graça de Deus, mediante o
sacramento do batismo, para purificar a nossa alma.
2
- O pecado actual ou pessoal é aquele que cometemos como indivíduos, voluntária
e conscientemente.
Pode
ser cometido de quatro maneiras: com o pensamento, com as palavras, com as
obras ou com as omissões.
E
pode ser contra Deus, contra o próximo ou contra nós mesmos.
O
pecado pessoal pode ser mortal ou venial:
2.1.
O pecado venial ou leve é aquele que cometemos sem plena consciência ou sem
pleno consentimento, ou então com plena consciência e consentimento, mas em
matéria leve.
2.2.
O pecado mortal ou grave é aquele que envolve três factores simultâneos: plena
consciência, pleno consentimento e matéria grave.
O
que é matéria grave e matéria leve?
A
"matéria" é o "facto" pecaminoso em si.
É
grave quando fere seriamente qualquer um dos dez mandamentos.
Alguns
exemplos: negar a existência de Deus, ofender a Deus, ofender os pais, matar ou
ferir gravemente qualquer pessoa, colocar a si próprio em grave risco de morte
sem justa razão, cometer actos impuros, roubar objectos de valor, caluniar,
cometer graves omissões no cumprimento do dever, causar escândalo ao próximo.
Já
a matéria leve é aquela que não fere seriamente nenhum dos dez mandamentos,
ainda que consista num acto contrário a algum deles.
Por
exemplo: roubar é pecado, mas a gravidade desse pecado tem graus diversos.
Furtar
dez centavos não costuma prejudicar consideravelmente a vítima do furto; já o
furto ou roubo de uma quantia cuja perda prejudica a vítima de modo
considerável passa a ser matéria grave.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
O
que é o pecado? 3
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
Quais são os efeitos do
pecado?
O
pecado mortal mata a vida da graça na alma, rompendo a relação vital com Deus;
separa Deus da alma; faz com que percamos todos os méritos das coisas boas que
fazemos; impede que a alma participe da eternidade com Deus.
Como
é perdoado o pecado mortal?
Com
uma boa confissão ou com um acto de contrição perfeito, unido ao propósito de confessar-se
assim que for possível.
Quanto
ao pecado venial, ele enfraquece o amor a Deus, vai esfriando a relação com
Ele, priva a alma de muitas graças que ela receberia de Deus se não pecasse,
facilita o pecado grave.
Como
se apaga o pecado venial?
Com
o arrependimento e boas obras, como orações, missas, comunhão e obras de
misericórdia.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
O
que é o pecado? 4
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
E os pecados capitais,
onde é que entram?
Os
pecados capitais requerem especial atenção porque são causa de outros pecados.
Podem
ser veniais ou mortais, dependendo das condições explicadas acima. Sempre,
porém, são "cabeças" de novos pecados e é daí que vem o termo
"capital". São sete:
-
Soberba: a estima exagerada de si mesmo e o desprezo pelos outros.
-
Avareza: o desejo desmesurado de dinheiro e de posses.
-
Luxúria: o apetite e uso desordenado do prazer sexual.
-
Ira: o impulso desordenado a reagir com raiva contra alguém ou algo.
-
Preguiça: a falta de vontade no cumprimento do dever e no uso do ócio.
-
Inveja: a tristeza pelo bem do próximo, considerado como mal próprio.
-
Gula: a busca excessiva do prazer pelos alimentos e pela bebida.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
O
que é o pecado? 5
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
Há algum pecado que não
pode ser perdoado?
Sim:
o pecado contra o Espírito Santo[ii].
Em
que consiste?
Na
atitude permanente de desafiar a graça divina; em fechar-se a Deus, em recusar
a sua mensagem.
Essa
atitude impossibilita o arrependimento.
E,
como Deus respeita a nossa liberdade e o nosso livre arbítrio, Ele próprio se
deixa obrigar por nós a não dar-nos o seu perdão, que depende da nossa
aceitação voluntária.
O
pecado contra o Espírito Santo pode se manifestar, por exemplo, no desespero da
salvação, na presunção de se salvar sem mérito, na luta contra a verdade
conhecida, na obstinação em permanecer no pecado, na impenitência final na hora
da morte.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
O
que é o pecado? 6
Pecado original, pessoal,
venial, mortal, capital... O que é que tudo isso quer dizer?
Então qualquer outro pecado,
bastando querermos sinceramente, pode ser perdoado?
É
claro!
Deus
quer tanto a nossa plena realização junto dele que não hesitou em morrer na
cruz para nos redimir!
Deus
nos espera sempre de braços abertos como um Pai que se esquece de todas as nossas
ingratidões, como Ele mesmo deixa claro na belíssima parábola do filho pródigo[iii].
Basta
querermos de verdade o Seu abraço!
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
15/03/2015
O que é o pecado? 6
Então qualquer outro
pecado, bastando querermos sinceramente, pode ser perdoado?
É
claro!
Deus
quer tanto a nossa plena realização junto dele que não hesitou em morrer na
cruz para nos redimir!
Deus
nos espera sempre de braços abertos como um Pai que se esquece de todas as
nossas ingratidões, como Ele mesmo deixa claro na belíssima parábola do filho
pródigo[i].
Basta
querermos de verdade o Seu abraço!
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
14/03/2015
O que é o pecado? 5
Há algum pecado que não
pode ser perdoado?
Sim:
o pecado contra o Espírito Santo[i].
Em
que consiste?
Na
atitude permanente de desafiar a graça divina; em fechar-se a Deus, em recusar
a sua mensagem.
Essa
atitude impossibilita o arrependimento.
E,
como Deus respeita a nossa liberdade e o nosso livre arbítrio, Ele próprio se
deixa obrigar por nós a não dar-nos o seu perdão, que depende da nossa
aceitação voluntária.
O
pecado contra o Espírito Santo pode se manifestar, por exemplo, no desespero da
salvação, na presunção de se salvar sem mérito, na luta contra a verdade
conhecida, na obstinação em permanecer no pecado, na impenitência final na hora
da morte.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
13/03/2015
O que é o pecado? 4
E os pecados capitais,
onde é que entram?
Os
pecados capitais requerem especial atenção porque são causa de outros pecados.
Podem
ser veniais ou mortais, dependendo das condições explicadas acima. Sempre,
porém, são "cabeças" de novos pecados e é daí que vem o termo
"capital". São sete:
-
Soberba: a estima exagerada de si mesmo e o desprezo pelos outros.
-
Avareza: o desejo desmesurado de dinheiro e de posses.
-
Luxúria: o apetite e uso desordenado do prazer sexual.
-
Ira: o impulso desordenado a reagir com raiva contra alguém ou algo.
-
Preguiça: a falta de vontade no cumprimento do dever e no uso do ócio.
-
Inveja: a tristeza pelo bem do próximo, considerado como mal próprio.
-
Gula: a busca excessiva do prazer pelos alimentos e pela bebida.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
da versão portuguesa por ama)
12/03/2015
O que é o pecado? 3
Quais são os efeitos do
pecado?
O
pecado mortal mata a vida da graça na alma, rompendo a relação vital com Deus;
separa Deus da alma; faz com que percamos todos os méritos das coisas boas que
fazemos; impede que a alma participe da eternidade com Deus.
Como
é perdoado o pecado mortal?
Com
uma boa confissão ou com um acto de contrição perfeito, unido ao propósito de confessar-se
assim que for possível.
Quanto
ao pecado venial, ele enfraquece o amor a Deus, vai esfriando a relação com
Ele, priva a alma de muitas graças que ela receberia de Deus se não pecasse,
facilita o pecado grave.
Como
se apaga o pecado venial?
Com
o arrependimento e boas obras, como orações, missas, comunhão e obras de
misericórdia.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
11/03/2015
O que é o pecado? 2
Quais são os tipos de
pecado?
1
- O pecado original é a herança que todos recebemos dos nossos primeiros pais,
Adão e Eva: eles desconfiaram do amor de Deus Pai e cederam à tentação de
deixá-lo de fora das suas escolhas pessoais.
Como
filhos de uma humanidade que perdeu a inocência, todos nós nascemos com a
natureza caída de pecadores e precisamos da graça de Deus, mediante o sacramento
do batismo, para purificar a nossa alma.
2
- O pecado actual ou pessoal é aquele que cometemos como indivíduos, voluntária
e conscientemente.
Pode
ser cometido de quatro maneiras: com o pensamento, com as palavras, com as
obras ou com as omissões.
E
pode ser contra Deus, contra o próximo ou contra nós mesmos.
O
pecado pessoal pode ser mortal ou venial:
2.1.
O pecado venial ou leve é aquele que cometemos sem plena consciência ou sem
pleno consentimento, ou então com plena consciência e consentimento, mas em
matéria leve.
2.2.
O pecado mortal ou grave é aquele que envolve três factores simultâneos: plena
consciência, pleno consentimento e matéria grave.
O
que é matéria grave e matéria leve?
A
"matéria" é o "facto" pecaminoso em si.
É
grave quando fere seriamente qualquer um dos dez mandamentos.
Alguns
exemplos: negar a existência de Deus, ofender a Deus, ofender os pais, matar ou
ferir gravemente qualquer pessoa, colocar a si próprio em grave risco de morte
sem justa razão, cometer actos impuros, roubar objectos de valor, caluniar,
cometer graves omissões no cumprimento do dever, causar escândalo ao próximo.
Já
a matéria leve é aquela que não fere seriamente nenhum dos dez mandamentos,
ainda que consista num acto contrário a algum deles.
Por
exemplo: roubar é pecado, mas a gravidade desse pecado tem graus diversos.
Furtar
dez centavos não costuma prejudicar consideravelmente a vítima do furto; já o
furto ou roubo de uma quantia cuja perda prejudica a vítima de modo
considerável passa a ser matéria grave.
(cont)
Fonte:
ALETEIA
(Revisão
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