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09/06/2011

Contracepção

Reflectindo

Contracepção


Se a Igreja condena os processos artificiais de concepção, como contrários à natureza humana, com maioria de razão deve condenar, e, de facto, condena os processos contraceptivos, porque vão, não já contra o modo da geração, mas - o que é muito mais grave - contra o mesmo facto da geração, ou contra o direito de nascer.

(a. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LXXIV, Fasc. 6, 1962, pag. 663)

06/06/2011

Ser livre


Reflectindo
Ser livre


Liberdade é poder, não de agir sem motivo, mas de determinar quais os motivos que nos devem decidir. Usar este poder é ser livre.

(Cfr. A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LVII, Fasc. 5, 1953, pag. 396)

06/03/2011

Controlo da natalidade


Reflectindo
A razão mais íntima e mais fundamental da doutrina da Igreja (no que respeita ao controlo da natalidade) assenta, não na areia movediça das opiniões dos homens, mas sim na revelação cristã e, designadamente, na revelação da paternidade divina, Deus é Criador e é Pai, porque é Amor. (Jo, 4, 8 e 16 Deus charitas est) E o homem que foi criado à imagem e semelhança de Deus, tem a missão, na terra, de defender e avivar, em si mesmo, esta imagem e esta semelhança do Amor incriado - Deus. Ora, amor verdadeiro e fecundo é o amor que expande e multiplica a vida, quer natural (vida física e espiritual), quer sobrenatural (a graça santificante). De outro modo, o amor seria estéril, o que, se a esterilidade é voluntária, equivale a dizer que seria contrário do amor. Situa-se nesse falso amor, voluntariamente estéril, a conjura contra o direito de nascer.

(A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LXXIV, Fasc. 6, 1962, pag. 655)

27/02/2011

Liberdade - 15

Tema para breve reflexão




Liberdade é poder, não de agir sem motivo, mas de determinar quais os motivos que nos devem decidir. Usar este poder é ser livre.

(A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LVII, Fasc. 5, 1953, pag. 396)

2011.02.27