Mostrar mensagens com a etiqueta Inferno. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Inferno. Mostrar todas as mensagens

14/11/2020

Novíssimos

 


INFERNO

 

Contemplar o mistério

 

Não vos esqueçais de que é mais cómodo - mas é um desSão Josemaria, Caminho - evitar o sofrimento a todo o custo, com o pretexto de não magoar o próximo; frequentemente o que se esconde por trás desta omissão é uma vergonhosa fuga ao sofrimento próprio, porque normalmente não é agradável fazer uma advertência séria a alguém. Meus filhos, lembrai-vos de que o inferno está cheio de bocas fechadas. 

 

Um discípulo de Cristo nunca poderá raciocinar assim: "eu procuro ser bom, e os outros, se quiserem..., que vão para o Inferno". Este comportamento não é humano, nem de acordo com o amor de Deus, nem com a caridade que devemos ao próximo. 

 

Só o Inferno é castigo do pecado. A morte e o juízo não passam de consequências, que quem vive na graça de Deus não teme.  

13/11/2020

Novíssimos

  







Inferno


Ali os condenados sofrem as penas de dano e de sentido eternamente, de um modo que nós ignoramos nesta vida.


(Santa Teresa de Jesus - Vida, cp. 32, trad AMA)

12/11/2020

Novíssimos

 



INFERNO

 

4. O inferno existe?

 

Significa permanecer separados dEle - do nosso Criador e nosso fim – para sempre pela nossa escolha própria e livre. Este estado de auto-exclusão definitiva da comunhão com Deus e com os bem-aventurados é o que se designa com a palavra inferno.

Morrer em pecado mortal, sem estar arrependido nem acolher o amor misericordioso de Deus é escolher este fim para sempre.

O ensinamento da Igreja afirma a existência do inferno e da eternidade. As almas daqueles que morrem em pecado mortal descem aos infernos imediatamente depois da morte e ali sofrem as penas do inferno, “o fogo eterno”. A pena principal do inferno consiste na separação eterna de Deus em quem unicamente o homem pode ter a vida e a felicidade para as quais foi criado e pelas quais aspira.

Jesus fala frequentemente da geena e do fogo que nunca se apaga, reservado para os que, até ao fim da vida, recusam acreditar e converter-se, e onde se pode perder ao mesmo tempo o corpo e a alma. A pena principal do inferno é a da separação eterna de Deus.

As afirmações da Escritura e os ensinamentos da Igreja a propósito do inferno são um chamamento à responsabilidade com que o homem deve usar a sua liberdade em relação ao destino eterno. Constituem também um apelo urgente à conversão: “Entrai pela porta estreita porque é larga a porta e espaçoso o São Josemaria, Caminho que leva á perdição, e são muitos os que entram por ela, mas como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à Vida, e são poucos os que a encontram” (Mt 7, 13-14).

 

18/05/2019

Temas para reflectir e meditar

Inferno

Sentenciada ao Inferno, a alma que se apresenta a Jesus Cristo após a morte, não deve surpreender-se. 

Parece lógico que o que lhe foi indiferente durante a vida terrena deverá continuar a sê-lo depois da morte.

(ama, comentários sobre os Novíssimos - Inferno, 2010.10.20)

24/10/2014

O Céu e o Inferno

Acerca do Céu e do Inferno, João Paulo I contava a seguinte história: Um homem apresenta-se a S. Pedro para conhecer o seu destino eterno. Consultado o livro da vida S. Pedro diz-Lhe que mereceu o Céu e indica-Lhe o caminho: Segues por esse corredor e, lá ao fundo, a porta da direita dar-te-á acesso ao Céu.
Contentíssimo porque naturalmente seguro de ter conquistado o Céu, o homem atreve-se a pedir a S. Pedro que o deixe satisfazer a sua curiosidade e, ao menos por breves momentos, ver o Inferno.
- Bom, diz-Lhe S. Pedro, no mesmo corredor, lá ao fundo, mas a porta da esquerda.
E o homem assim fez e, pela porta entreaberta, viu uma enorme sala, na qual havia uma mesa onde estavam dispostas iguarias e manjares dos mais suculentos e apetitosos e uma multidão sentada à mesa, mas, tudo isto num enorme caos e indescritível confusão.
Munidos de colheres enormes as pessoas tentavam desesperadamente saciar a sua fome mas, dadas as dimensões das colheres, não conseguiam levar à boca nem o mais pequeno pedaço de comida que se espalhava a toda a volta. Eram visíveis o desespero e a frustração mais completas e as discussões e querelas violentas que estalavam por todo o lado.
Fechada a porta, abriu então a que lhe estava indicada e entrou resolutamente no seu destino eterno. A surpresa foi grande, porque, a enormíssima sala era exactamente igual à outra, tal como a mesa e as iguarias nela dispostas, bem como as enormes colheres. Mas ao invés da outra, aqui havia uma paz e uma tranquilidade absolutas. É que, cada uma das pessoas sentadas à mesa, munida da sua gigantesca colher, alimentava a pessoa em frente de si, do outro lado da mesa.
(P. jorge margarido correia Notas num Retiro Enxomil 2005.04.15)

11/06/2014

Temas para meditar 142

Inferno



O nosso tempo não percebe que, se o inferno não existe, então a liberdade humana desaparece, pois todos ficam condenados a serem aquilo que Deus faz deles.



(joão césar das neves, O século de Fátima, Principia 2ª ed. nr. 143)

30/11/2011

Novíssimos – Vida Eterna 2



Acerca do Céu e do Inferno, João Paulo I contava a seguinte história: Um homem apresenta-se a S. Pedro para conhecer o seu destino eterno. Consultado o livro da vida S. Pedro diz-lhe que mereceu o Céu e indica-lhe o caminho: Segues por esse corredor e, lá ao fundo, a porta da direita dar-te-á acesso ao Céu.


Contentíssimo porque naturalmente seguro de ter conquistado o Céu, o homem atreve-se a pedir a S. Pedro que o deixe satisfazer a sua curiosidade e, ao menos por breves momentos, ver o Inferno.
- Bom, diz-lhe S. Pedro, no mesmo corredor, lá ao fundo, mas a porta da esquerda.
E o homem assim fez e, pela porta entreaberta, viu uma enorme sala, na qual havia uma mesa onde estavam dispostas iguarias e manjares dos mais suculentos e apetitosos e uma multidão sentada à mesa, mas, tudo isto num enorme caos e indescritível confusão.
Munidos de colheres enormes as pessoas tentavam desesperadamente saciar a sua fome mas, dadas as dimensões das colheres, não conseguiam levar à boca nem o mais pequeno pedaço de comida que se espalhava a toda a volta. Eram visíveis o desespero e a frustração mais completas e as discussões e querelas violentas que estalavam por todo o lado.
Fechada a porta, abriu então a que lhe estava indicada e entrou resolutamente no seu destino eterno. A surpresa foi grande, porque, a enormíssima sala era exactamente igual à outra, tal como a mesa e as iguarias nela dispostas, bem como as enormes colheres. Mas ao invés da outra, aqui havia uma paz e uma tranquilidade absolutas. É que, cada uma das pessoas sentadas à mesa, munida da sua gigantesca colher, alimentava a pessoa em frente de si, do outro lado da mesa.

(jorge margarido correia, Notas num Retiro, Enxomil 2005.04.15)