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22/02/2021

Reflexão

 

Quem se arma em vítima utiliza o seu sofrimento para censurar os outros ou então para se colocar acima deles. Com isso fica, no entanto, cego, em relação às suas próprias agressividades. O seu sofrimento é a expressão da agressão contra si próprio e contra as pessoas e dele não tem nada de curativo, mas sim a confusão e a fragmenta­-o.

 

(Anselm Grun, A incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 49.)

14/02/2021

Reflexão

 

Muitos sucumbem perante o sofri­mento porque não estão preparados para deixar cair as suas próprias representações da vida e, perante a dor, agarram-se à imagem que têm de si mesmos e à imagem que fazem de Deus.

 

(Anselm Grun, A incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 43)

29/01/2021

Reflexão

 

Na narrativa de Job, Deus alterou o seu destino, precisamente quando ele «rezava pelos seus inimigos» (Jb 42,10). Quando alguém, no seu sofrimento, renuncia à própria miséria e utiliza a sua debilidade para rezar pelos outros, é o destino dele que se altera. Confere um significado ao sofrimento. E, desse modo, a sua vida torna-se, de repente, diferente. Torna-se útil para os outros.

 

(Anselm Grun, A incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 82)

23/11/2020

Reflexão

 



Queixas

 

As queixas podem e devem ser expressas a Deus.

Muitas pessoas têm medo de queixar-se a Deus, durante a oração. Pensam que não devem questioná-lo.

Mas são precisamente os Salmos que nos convidam a dirigir recorrentemente a Deus as nossas queixas.

 

(Anselm Grun, A incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 79.)

30/03/2015

Temas para meditar 408

Paixão de Cristo



A morte e ressurreição de Jesus mostram que não existe nada que Deus não possa transformar, não existe túmulo algum de onde não possa surgir vida, nenhuma escuridão que não possa ser iluminada, nenhuma miséria que não possa ser invertida, nenhum desespero que não se possa transformar em esperança. Devemos reconhecer, na morte e ressurreição de Jesus, que não existe nada que nos possa separar “do amor de Deus que está em Cristo Jesus, Senhor nosso” (Rm 8,39). Lucas convida-o, prezado leitor, a reencontrar o seu próprio destino no drama da vida de Jesus. Não lhe fornece qualquer explicação para o seu sofrimento, mas, ao observar a tragédia que o Evangelho lhe apresenta, pretende purificar as suas emoções, transformar a sua tristeza, expulsar o seu desespero e dar-lhe força e coragem para viver uma vida nova.

(anselm grunA incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 34)

27/01/2015

Temas para meditar - 347


Sofrimento

O sofrimento destrói as imagens que nós tantas vezes nos impusemos - sejam elas a imagem do autor de sucesso ou do devoto tranquilo, da pessoa serena que está acima de todos, da pessoa espiritual que se sente unida a Deus. Não devemos procurar o sofrimento. No entanto, ele atravessará de forma recorrente o nosso caminho, muitas vezes, com o sentido de destruir as ilusões que criamos relati­vamente à nossa vida e a nós mesmos. Só quando as imagens que nós próprios criámos estiverem destruídas, é que poderá surgir em nós a imagem original de Deus e poderemos entrar em contacto com o brilho da nossa alma, que Ele já nos ofere­cera aquando do nosso nascimento.


(anselm grunA incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 42.)

16/01/2015

Temas para meditar - 336


Sofrimento


Muitos sucumbem perante o sofri­mento porque não estão preparados para deixar cair as suas próprias representações da vida e, perante a dor, agarram-se à imagem que têm de si mesmos e à imagem que fazem de Deus.

(anselm grunA incompreensível existência de Deus, Paulinas, p. 43.)