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13/06/2023

Publicações em Junho 13

 


Dentro do Evangelho –  (cfr: São Josemaria, Sulco 253)

 

Re Act, VIII, 9-18

O texto refere que São Paulo "rapou a cabeça em cumprimento de um voto".

É para mim evidente que esta referência foi "autorizada" pelo Apóstolo.

A mim... apaixonado por este HOMEM, tal "confissão" suscita-me uma pergunta: Porquê?

Sabe-se que o Apóstolo tinha "fraquezas" pessoais que, talvez, o incomodassem: a gaguez seria uma delas - por isso, talvez preferisse escrever que falar e ainda bem porque nos deixou um extraordinário acervo de escritos catequéticos -, a calvície incipiente fosse como que um "desafio" à sua vaidade pessoal... não sei mas, que constato é que o Apóstolo "corta o mal pela raíz"... rapa a cabeça.

Um pregador gago e de cabeça rapada! Que coisa...!

Mas, São Paulo, não se preocupa com isso, o que deseja e quer, é cumprir a sua missão com os meios que tem, tal qual é, e, por isso mesmo, converteu milhões abrindo-lhes as portas da Vida Eterna.

Eu, que sou quem sou, tenho de ter bem presente que se o Senhor me pede algo é porque sabe, absolutamente, que com o que tenho, com o que sou, posso fazer o que Ele espera que faça: ser Apóstolo, servi-Lo.

 

Festa – Santo António de Lisboa

Não me é possivel fazer um comentário “desapaixonado” sobre Santo António, não só porque eu próprio me chame António e “pese sobre os meus ombros” o ónus deste nome do Santo até hoje mais céleremente canonizado… um escasso ano após a sua morte…, mas porque a  sua vida, os seus escritos e sermões encerram uma vastidão de conhecimentos e lições que não se contêm num simples escrito.

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

13/06/2022

Publicações em Junho 13

 



 

Re Act, VIII, 9-18

O texto refere que São Paulo "rapou a cabeça em cumprimento de um voto".

É para mim evidente que esta referência foi "autorizada" pelo Apóstolo.

A mim... apaixonado por este HOMEM, tal "confissão" suscita-me uma pergunta: Porquê?

Sabe-se que o Apóstolo tinha "fraquezas" pessoais que, talvez, o incomodassem: a gaguez seria uma delas - por isso, talvez preferisse escrever que falar e ainda bem porque nos deixou um extraordinário acervo de escritos catequéticos -, a calvície incipiente fosse como que um "desafio" à sua vaidade pessoal... não sei mas, que constato é que o Apóstolo "corta o mal pela raíz"... rapa a cabeça.

Um pregador gago e de cabeça rapada! Que coisa...!

Mas, São Paulo, não se preocupa com isso, o que deseja e.quer, é cumprir a sua missão com os meios que tem, tal qual é, e, por isso mesmo, converteu milhões abrindo-lhes as portas da Vida Eterna.

Eu, que sou quem sou, tenho de ter bem presente que se o Senhor me pede algo é porque sabe, absolutamente, que com o que tenho, com o que sou, posso fazer o que Ele espera que faça: ser Apóstolo, servi-Lo.

  

Festa – Santo António de Lisboa

Não me é possivel fazer um comentário “desapaixonado” sobre Santo António, não só porque eu próprio me chame António e “pese sobre os meus ombros” o ónus deste nome do Santo até hoje mais céleremente canonizado… um escasso ano após a sua morte…, mas porque a  sua vida, os seus escritos e sermões encerram uma vastidão de conhecimentos e lições que não se contêm num simples escrito.

 

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13/06/2011

Confidências de alguém

António Pereya
1643
Dia de Santo António.

O grande Santo que a Igreja celebra como um Doutor.
Um homem que pôs ao serviço do homens, os extraordinários dons que Deus lhe concedeu.
De tal forma que se esgotou e morreu tão novo.
Esgotado pelo trabalho de apregoar o Evangelho, o Reino de Deus.
E eu, que sou António também, que faço com os dons que o Senhor me deu?
Que uso tenho eu feito da inteligência, da vontade, do pensamento, da escrita, enfim, de tudo quanto o Senhor tão prodigamente me cumulou?
Estou eu à espera de fazer aquele grande trabalho, de mostrar aquela faceta, de brilhar naquela escuridão?
E, nesta espera sempre adiada, vou deixando os dias passar sem fazer nada pelos meus irmãos, o meu semelhante.
Rezar, pelo menos, rezar por eles, por todos os que conheço e a quem quero bem e por aqueles que não conheço ou a quem não quero tão bem.
Rezar sem descanso em continua união com o Senhor.
Ter a presença divina bem marcada na minha vida e em cada momento.
Esta realidade do Senhor que me escuta, que me vê e que está sempre presente em qualquer ligar ou circunstância.
Tentar por esta atitude perante o Senhor, um exame constante da presença de Deus real e verdadeira na minha vida.
Quando conseguir este estado de espírito eu saberei proceder com amor e rectidão e, sobretudo, serei incapaz de ofender a Deus.
Não deixarei que nenhum dos meus irmãos passe por mim sem que sinta bem forte, o desejo de o ajudar, de o iluminar.
Tenho der salgar, de iluminar.
Tenho de ser saboreado, visto e sentido.
Tudo o que possa fazer de bom, por graça de Deus, tem de ser partilhado e visto por quantos se cruzam comigo, para que sintam ânsia de proceder como eu, melhor que eu.
Eu Te peço, Senhor, esta consciência clara e constante da Tua presença no que me rodeia.
No ambiente, nas obras da natureza, e nas obras dos homens, feitas por Teu consentimento e graça.
Sentir bem viva em mim esta condição sublime de ser Teu filho a tempo inteiro, e não apenas quando Te falo, ou estou mais ligado a Ti na Santa Missa.
Ligado a Ti, permanentemente, por um cordão tão forte, que me puxe sempre para Ti, numa atracção determinante de todos os meus actos, toda a minha vida.

Santo António, a quem pedi emprestado o nome, lembra-te deste teu irmão e homónimo e intercede por mim junto de Deus.
Diz-Lhe coisas boas de mim: que afinal, o que preciso, é de auxilio e vigilância constantes como mais pequeno dos Seus filhos.
Qualquer descuido, e heis-me ao comprido, estatelado no chão irremediavelmente convertido à condição abjecta de ofensor de Nosso Senhor. Ajuda-me a dar sem cuidar de receber, a dar com alegria e de uma maneira total e desinteressada, de tudo aquilo que Tu me fizesTe dom.

Senhor, eu amo-te, adoro-te e espero em Ti

Santo António de Lisboa

Santo António de Lisboa foi, até hoje, a mais célere canonização da história da Igreja.

Faleceu em 13 de Junho de 1231 e foi canonizado por Gregório IX, em 30 de Maio de 1232



Responso a Santo António


Se milagres desejais
Recorrei a Santo António;
Vereis fugir o demónio
E as tentações infernais.

Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão;
E no auge do furacão,
Cede o mar embravecido.

Pela sua intercessão
Foge a peste, o erro, a morte;
O fraca torna-se forte
E torna-se o enfermo são.

Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão;
E no auge do furacão,
Cede o mar embravecido.

Todos os males humanos
Se moderam, se retiram;
Digam-no os que o viram;
Digam-no os paduanos.

Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão;
E no auge do furacão,
Cede o mar embravecido.

Glória ao Pai,
ao Filho
e ao Espírito Santo

Recupera-se o perdido,
Rompe-se a dura prisão;
E no auge do furacão,
Cede o mar embravecido.

V. Rogai por nós bem-aventurado Santo António.
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oração: Deus eterno e omnipotente, Vós quisestes que o Vosso povo encontrasse em Santo António de Lisboa um grande pregador do Evangelho e um intercessor poderoso, concedei-nos seguir fielmente os princípios da vida cristã, para que mereçamos tê-lo como protector em todas as adversidades.
Por Cristo Nosso Senhor. Ámen.