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14/09/2020

Reflexão - Inspirações



Inspirações

Se, por exemplo, concluirmos que a “inspiração” é boa e válida poderá surgir uma outra dúvida: Não sou merecedor de tal!

Claro que não… ninguém é, mas, o Senhor nosso Deus conhece-nos perfeitamente tal como somos - aliás, muitíssimo melhor que nós próprios nos conhecemos – e se permite tal coisa não nos restará mais que aceitar a Sua Amabilissíma Vontade.

Esta atitude interior – do nosso coração… da nossa alma – coloca-nos à Sua disposição e, aceitando, não os restará mais que seguir em frente pondo de lado todas as “reservas” ou hesitações que possamos ter.



(AMA, reflexões, 2020)






13/09/2020

Reflexão - Inspirações



O que são inspirações? 4

Concluído o “exame” sobre o que já temos a certeza que é uma “inspiração” só há um caminho a seguir: Fazer o que nos foi inspirado.

Não nos preocupemos com o que poderão, eventualmente, pensar de nós e do que revelamos.

Uma única certeza nos deve sossegar e conduzir: Não guardar para nós o que de alguma forma nos foi comunicado para transmitir a outros.


(AMA, reflexões, 2020)



12/09/2020

Reflexão - Inspirações



O que são inspirações? 2

A atitude a tomar tem de ser: Analisar bem o que se passa, qual a “mensagem” que nos é transmitida e, evidentemente, o seu teor.

Em princípio não há que ter medo ou receio, como, por exemplo: será uma insinuação do demónio?

Sabemos que, muitas vezes, o tentador se mascara de inocente e prestável e usa destas artimanhas para nos confundir e perturbar.

Assim, para resolver o assunto, colocar-se nas mãos de Deus e da Santíssima Virgem… talvez rezar um Pai-Nosso (não há nada que mais eficaz para afastar o demónio) e, a partir daí, prosseguir com o exame.


(AMA, reflexões, 2020)




24/08/2020

Reflexão - Inspirações


O que são inspirações? 1

É difícil e – ao mesmo tempo – fácil, responder.
Inspirações são aquelas moções interiores que se insinuam na nossa mente – na nossa alma – por vezes de forma tão clara que não é possível ignorá-las.
Essas “moções” requerem um exame desapaixonado e isento de temores ou emotividade que, em qualquer caso, podem desfigurar o que se nos apresenta.
Evidentemente que me refiro aos casos – digamos – “espirituais” que poderão ocorrer, por exemplo, quando estamos “mergulhados” em oração profunda e contemplativa.
O Espírito Santo, o Anjo da nossa Guarda, a Santíssima Virgem… enfim os nossos protectores e guardas a quem recorremos com maior assiduidade, poderão ser, conforme os casos, os “responsáveis” por essas “moções”.

(AMA, reflexões, 2020)