O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
Padroeiros do blog: SÃO PAULO; SÃO TOMÁS DE AQUINO; SÃO FILIPE DE NÉRI; SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ
O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
Nesta terra, a contemplação das realidades sobrenaturais, a
ação da graça nas nossas almas, o amor ao próximo como fruto saboroso do amor a
Deus, supõem já uma antecipação do Céu, um começo destinado a crescer dia a
dia. Nós, cristãos, não suportamos uma vida dupla: mantemos uma unidade de
vida, simples e forte, na qual se fundamentam e compenetram todas as nossas
ações.
O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
O reino dos céus é uma conquista difícil e ninguém tem a
certeza de o alcançar, embora o clamor humilde do homem arrependido consiga que
se abram as suas portas de par em par.
O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
Quem compreender o reino que Cristo propõe, reconhece que
vale a pena jogar tudo para o conseguir: é a pérola que o mercador adquire à
custa de vender tudo o que possui, é o tesoiro encontrado no campo.
O FINAL DOS TEMPOS
Contemplar o mistério
Enquanto aqui vivemos, o reino assemelha-se à levedura que
uma mulher tomou e misturou com três medidas de farinha, até que toda a massa
ficou fermentada.
O FINAL DOS TEMPOS
“A espera de uma nova terra não deve debilitar, mas antes
avivar bem a preocupação por cultivar esta terra onde cresce o corpo da nova
família humana que pode apresentar já, de certo modo, um esboço dos novos
tempos. Por isso, embora se tenha de distinguir cuidadosamente o progresso
terreno do crescimento do Reino de Cristo, contudo, o primeiro, na medida em
que pode contribuir para ordenar melhor a sociedade humana, interessa muito ao
Reino de Deus” (DS 39).
O FINAL DOS TEMPOS
“Ignoramos o momento da consumação da terra e da
humanidade, e não sabemos como o universo se transformará.
Certamente, a figura deste mundo, deformada pelo pecado,
passa, mas é-nos ensinado que Deus tem preparada uma nova morada e uma nova
terra em que habita a justiça e cuja bem-aventurança cumulará e superará todos
os desejos de paz que se surgem nos corações dos homens” (GS 39).
O FINAL DOS TEMPOS
Para o homem esta consumação será a realização final da
unidade do género humano, querida por Deus desde a criação e de que a Igreja
peregrina era “como que o sacramento” (LG 1). Os que estiverem unidos a Cristo
formarão a comunidade dos resgatados, a Cidade Santa de Deus. Já não estará
ferida pelo pecado, pelas manchas, pelo amor próprio, que destroem ou ferem a
comunidade terrena dos homens. A visão beatífica de Deus será a fonte imensa de
felicidade, de paz e de comunhão mútua.
O FINAL DOS TEMPOS
No final dos tempos Deus prometeu céu novo e uma nova terra.
Que devemos esperar?
A Sagrada Escritura chama “céus novos e nova terra” a
esta renovação misteriosa que transformará a humanidade e o mundo (2 P 3, 13; cf. Ap 21, 1). Esta será a realização definitiva do
desígnio de Deus de “fazer com que tudo tenha Cristo como Cabeça, o que está
nos céus e o que está na terra” (EF.1, 10).