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28/01/2012

A evolução do evolucionismo 28

O que é o darwinismo oficial propõe?

Os darwinistas costumam ser contrários a Darwin neste ponto, pois o autor da Origem das espécies conclui no seu célebre livro afirmando que "a vida, com as suas diferentes faculdades, foi originariamente animada pelo Criador numas quantas formas ou numa só".
Ao darwinismo oficial, todavia, faltou-lhe tempo para converter a hipótesse evolucionista na grande alternativa à origem criada do Universo e da vida. Como um novo giro coperniciano, a exclusão da causalidade divina teve uma imensa importância cultural, que justifica o empenho de milhares de investigadores especializados e de profissionais capazes de conectar com o grande público: professores e mestres, autores de livros de texto e programas televisivos, artistas de ilustrações verosímeis e atractivas, reconstruções brilhantes em museus…
Em 1959 celebrou-se em Chicago o centenário da Origem das espécies. Julian Huxlei, o orador mais aplaudido, declarou que "a Terra não foi criada: evoluiu. E o mesmo fizeram os animais e as plantas, tal como o corpo do ser humão, a mente, a alma e o cérebro". Algo muito parecido sustenta Richard Dawkins, zoólogo de Oxford, um dos evolucionistas mais mediáticos. Ninguém repara em que falar de evolução criadora é uma contradição nos termos, e que a realidade nos mostra o contrário: uma criação evolutiva.
Francisco Ayala, Premio Templeton 2010, explica-o assim: "Que uma pessoa seja uma criatura divina não é incompatível com o facto de ter sido concebida não seio da sua mãe e manter-se e crescer por meio de alimentos. A evolução também pode ser considerada como um processo natural através do qual Deus traz as espécies viventes à existência de acordo com o seu plano".

(jose ramón ayllón, trad. ama)


27/01/2012

A evolução do evolucionismo 27

Como abordou este ponto Santo Agostinho?

Santo Agostinho, há 1.600 anos, escreveu o que segue: "As sementes dos vegetais e dos animais são visíveis, mas há outras sementes invisíveis e misteriosas mediante as quais, por mandato do Criador, a água produziu os primeiros peixes e as primeiras aves, e a terra os primeiros rebentos e animais, segundo a sua espécie. Sem dúvida alguma, todas as coisas que vemos já estavam previstas originariamente, mas para sair à luz teve que se produzir uma ocasião favorável. Tal como as mães grávidas, o mundo está fecundado pelas causas dos seres. Mas estas causas não foram criadas pelo mundo mas pelo Ser Supremo, sem o qual nada nasce e nada morre".

(jose ramón ayllón, trad. ama)

26/01/2012

A evolução do evolucionismo 26

Evolução e criação são compatíveis?

Se o Universo é um conjunto de seres contingentes – que não têm em si mesmos a sua razão de ser –, necessariamente teve que ser criado. Criar não é transformar algo, mas sim produzir radicalmente esse algo. A evolução, em troca, ocupa-se da mudança de certos seres que previamente existem. Desta forma se vê claro que a criação e a evolução não podem entrar em conflito, porque se movem em dois planos e em duas cronologias diferentes. Uma certeira comparação de Ernst Jünger aclara esta questão: "A teoria de Darwin não coloca nenhum problema teológico. A evolução transcorre no tempo; a criação, pelo contrário, é o seu pressuposto. Portanto, cria-se um mundo, com o qual se proporciona também a evolução: estende-se o tapete e este começa a rodar com os seus debuxos.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


25/01/2012

A evolução do evolucionismo 25

A evolução exclui a Deus?

Um exemplo cervantino: se eu pergunto na aula porquê Dom Quixote enlouquece, todos os meus alunos respondem o mesmo: por ler demasiados livros de cavalaria. A resposta é correcta, evidentemente. Mas eu poderia perguntar, em seguida: Dom Quixote fica louco ao ler livros de cavalaria ou porque Cervantes o quer? Está claro que o Universo se explica graças às forças nuclear, electromagnética e gravidade. Mas também está claro que essa explicação não explica a origem dessas leis.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


24/01/2012

A evolução do evolucionismo 24

Há alternativas ao darwinismo?

Rémy Chauvin sugere a hipótesse de dois programas evolutivos coordenados. A curto prazo, o ADN. A longo prazo, o autêntico programa evolutivo em sentido estrito, que não residiria no genoma mas no citoplasma. Pode observar-se este velho programa nas primeiras fases do desenvolvimento embrionário, tão surpreendentemente análogas em todos os animais. Mas "não sejamos hipócritas: todo o programa supõe a existência de um programador, e nenhuma acrobacia dialéctica pode levar-nos a escamotear esta dificuldade. Quem é o programador? Não tenho resposta para esta pergunta, ainda que possamos imaginá-o".

(jose ramón ayllón, trad. ama)


23/01/2012

A evolução do evolucionismo 23

Para onde evoluiu o darwinismo?

Hoje, a molécula do ADN proporciona a prova mais convincente da evolução biológica. O ADN de todos os seres vivos está formado pelo mesmo alfabeto químico: sequências do nucleótidos adenina, citosina, guanina e timina. O facto de que todas as reacções químicas de todas as celulas sigam os mesmos mecanismos metabólicos fala claramente de uma origem comum. Neste sentido, a concordância entre as proteínas de espécies muito diferentes, como as bactérias e os seres humanos, é realmente assombrosa. E a percentagem de genoma idêntico entre duas espécies é maior quanto mais próximas estão na escala evolutiva. Essa similitude também nos diz que essas espécies evoluiram de um antepassado comum.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


22/01/2012

A evolução do evolucionismo 22

Como valora Karl Popper a selecção natural?

O problema da selecção natural é – como já se disse – que jamais se observou um salto de espécie, nem tampouco se pode prevenir. E a ciência necessita que as demonstrações confirmem as suposições. Por outra o lado, a selecção natural parece um processo evidente e irrefutável, porque estabelece que sobrevivemos como indivíduos mais aptos para sobreviver. Mas semelhante afirmação coloca um grave problema, pois – como observou Karl Popper – parece-se demasiado a uma tautología (a=a), e com tautologías não se faz ciência. Além do mais, a selecção natural não introduz novidades, pois opera sobre o que previamente sofreu uma mutação. É portanto, um agente passivo e externo, como uma rede que apanha uns peixes e deixa livres outros, mas não os engendra. A selecção natural é responsável – se se me permite a comparação – do que resta em pé numa cidade que sofreu, ao longo dos séculos, guerras, inundações, terramotos e incêndios. Em certo sentido, o que ficou em pé é uma cidade. Mas a causa de seus edifícios actuais não são essas desgraças, mas sim os engenheiros e arquitectos que os levantaram. O aqueduto de Segóvia passou a prova da selecção natural, mas não foi levantado pela selecção natural.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


21/01/2012

A evolução do evolucionismo 21

Que papel joga a selecção natural na evolução?

Darwin pensou que, em essência, o mecanismo da evolução se podia resumir em dois conceitos: variação com selecção. Como se sabe, aportou provas de embriologia, anatómica comparada e paleontologia. Mas sempre – por honestidade intelectual – deixou claro que as suas provas não eram conclusivas: "Eu creio na selecção natural não porque possa provar – em nenhum caso particular – que tenha convertido uma espécie noutra, mas sim porque me permite explicar correctamente (pelo menos, isso creio) muitos factos de classificação, embriologia, morfologia, descendência...".

(jose ramón ayllón, trad. ama)


20/01/2012

A evolução do evolucionismo 20

E o gradualismo no registo fóssil?

Darwin estava convencido de que "o número de elos intermédios entre as espécies actuais e as extintas teve que ter sido inconcebivelmente grande". Em cujo caso, por lógica, se estariam descobrindo constantemente fósseis de formas de transição. Mas sucede justamente o contrário: tudo o que se descobre são espécies bem definidas, que apareceram e dessapareceram subitamente, como por arte de magia, no final de uma cadeia de elos. A ausência de formas de transição entre as espécies já desconcertou Darwin: "Se as espécies descendem umas das outras mediante uma fina gradação de passos imperceptíveis, porque não vemos em todo o lado um sem-fim de formas de transição? Porque não se encontra toda a Natureza numa amontoada confusão, em lugar de apresentar espécies indefinidas? A investigadora Lynn Margulis reconhece que nunca se viu uma mudança de espécie; que nunca se pode provocar no laboratório; que apenas se conhecem formas intermédias entre duas espécies; e que o registo fóssil, como se sabe, apresenta com frequência o contrário: a aparição e desaparição súbita de espécies bem definidas.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


19/01/2012

A evolução do evolucionismo 19

O que é a herança de caracteres?

A herança de caracteres adquiridos era a essência do transformismo, postulado antes de Darwin por Lamarck. Hoje sabe-se que se trata de uma hipótesse falsa, pois os ditos caracteres não se incorporam no património genético e, portanto, não se transmitem de pais para filhos. Sabe-se desde que se conhecem os genes, quando se difundiram os estudos de Mendel, por volta de 1900. Mas Darwin tinha morrido vinte anos antes, sem suspeitar que os caracteres adquiridos não se herdam. Se tivesse vivido um pouco mais, Darwin não teria sido darwinista.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


18/01/2012

A evolução do evolucionismo 18

Como valorar a adaptação ao meio?

Tal e como observou Darwin nos pinzones [i] das ilhas Galápagos, a adaptação provoca pequenas alterações de tamanho, forma ou cor. Não passa, portanto, de uma maquilhagem. Mas nenhuma maquilhagem produz uma mudança de espécie. Nietzsche expressou perfeitamente esta objecção quando escreveu que "Darwin sobrestima de modo absurdo a influencia do meio ambiente, porque o factor essencial do processo vital é precisamente o tremendo poder de criar e construir formas desde dentro". Esta certeira intuição foi plenamente confirmada pela genética e a biologia molecular. Mas o evolucionismo foi formulado no século XIX, quando não se tinha inventado o microscópio electrónico e a celula se definia como um pequeno grumo de matéria orgânica com membrana e núcleo. Assim, o primeiro evolucionismo só teve acesso à morfologia. Mas estudar um ser vivo na sua forma externa é como valorar um vinho pela sua garrafa. De facto, enquanto o primeiro evolucionismo sabia tudo sobre a anatomia e a morfologia, se escapava-lhe o próprio ser vivo.

(jose ramón ayllón, trad. ama)



[i] Pássaros de bico robusto típicos das Galápagos

17/01/2012

A evolução do evolucionismo 17

Que bases, em concreto, propõe Darwin?

Darwin intuiu a descendência de todas as espécies a partir de uma primeira forma de vida, como ramos de um tronco comum, e propôs quatro causas secundárias como bases da mudança evolutiva:

        1. Adaptação ao meio ambiente: em tamanho, cor, força, velocidade, morfologia...
             2. Transmissão, por herança, dos caracteres adquiridos pela aptação.
             3. Selecção natural de mudanças mais favoráveis.
            4. Gradualismo: a soma de muitas pequenas alterações produz uma nova espécie.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


16/01/2012

A evolução do evolucionismo 16

O que sustenta Darwin na Origem das espécies?

Na introdução à A origem das espécies, livro canónico sobre a evolução, Charles Darwin reconhece que esteve equivocado durante anos, quando pensava que cada espécie tinha sido criada em separado: "Depois do estudo mais detido e do juízo mais desapaixonado de que sou capaz, não posso abrigar a menor dúvida de que a opinião que a maior parte dos naturalistas mantiveram até há pouco, e que eu próprio mantive anteriormente, sobre que cada espécie foi criada independentemente, é errónea". Continuando, Darwin declara o seu convencimento de que as espécies descendem umas das outras, e dedica tudo o livro a argumentar essa hipótese. Não final retoma esta ideia: "Autores eminentíssimos parecem estar completamente satisfeitos com a teoria de que cada espécie foi criada de forma independente. Penso, se conjuga melhor com o que conhecemos das leis impressas na matéria pelo Criador, ou que a produção e a extinção dos habitantes passados e presentes do mundo sejam devidas a causas secundarias, como as que determinam o nascimento e a morte dos indivíduos".

(jose ramón ayllón, trad. ama)


15/01/2012

A evolução do evolucionismo 15

O que representa Darwin para a biologia?

Pela superação da geração espontânea e da criação directa de cada espécie, Darwin protagoniza na Biologia uma revolução equivalente à de Copérnico na astronomia. Desde então dá-se por adquirido que todas as espécies são ramos de uma mesma árvore da vida e formam parte de um mesmo processo evolutivo. Depois dessa intuição verdadeira, Darwin equivocou-se ao identificar as alavancas do processo evolutivo.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


14/01/2012

A evolução do evolucionismo 14

Que precursores teve Darwin?

No mesmo ano que Darwin nasceu, (1809), Lamarck apresentou na sua Filosofia zoológica a ideia básica do transformismo: as espécies foram aparecendo dentro de um processo evolutivo no qual umas se transformam noutras. Supunha-se que o mecanismo de transformação era a herança de caracteres adquiridos pelos seres vivos no seu esforço peor adaptar-se ao meio. É clássico o exemplo da girafa, que chegaria a ter um pescoço tão comprido à base de repetidos esforços para alcançar o alimento nos ramos das árvores. Mediante esses esforços, os viventes desenvolveriam os órgãos mais utilizados, e a transmissão hereditária desse nível de desenvolvimento daria lugar a mudanças que finalmente suporiam uma nova espécie. Darwin propôs-se explicar a razão das semelhanças entre espécies apelando ao transformismo de Lamarck e a um processo de selecção natural, dentro de uma descendência ininterrupta a partir de antepassados comuns.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


13/01/2012

A evolução do evolucionismo 13

Uma celeula é um sistema de complexidade irredutível?

Qualquer bactéria, qualquer das celulas que integram – por biliões – o corpo de um mamífero, é um sistema de complexidade irredutível. Considerou-se a celula como uma cidade em miniatura, que se levanta com velocidade de vertigem e necessita possuir, ao mesmo tempo, uma membrana envolvente, geradores de energia, gradiente de iões, macro-moléculas encapsuladas, polimerização, replicação por genes e enzimas, armazenamento de informação e capacidade de mutação. Assim, a biologia celular relativiza as teses evolucionistas, pois cada uma das alterações anatómicas que Darwin considerava muito simples, implica processos bioquímicos esmagadoramente complexos. Por isso, enquanto se desconheçam as leis dos programas moleculares dos seres vivos, falar de evolução e selecção é empregar metáforas com o mesmo valor explicativo que chamar "toldo de estrelas" ao firmamento.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


12/01/2012

A evolução do evolucionismo 12

Pode pôr-se um exemplo biológico?

Há múltiplos exemplos nos seres vivos. Um menino pedala na sua bicicleta, derrapa e cai. Ao raspar-se, sangra um pouco de um joelho e de uma mão, mas limpa as feridas e a coisa não tem maior importância. Porque não tem maior importância? Porque o sangue nas feridas coagula. De contrário, o menino sangraria. E o que passaria se a ordem de coagulação se estendesse a tudo o sangue do ferido? Pois que o pequeno ciclista ficaria coagulado dos pés à cabeça. E se o coágulo fosse pequeno e interno? Então produzir-se-ia uma hemiplexia ou um enfarto. Por fortuna, o menino não sangra nem se coagula, e tampouco sofre um enfarto, precisamente porque só se coagula o sangue exposto ao ar. É possível que este sistema tenha evoluido segundo a teoria darwiniana? Não, porque a simples ausência do factor anti-hemofílico, ou a presença isolada da trombina, no seu correspondente inibidor, seriam mortais. Ou concorrem ao mesmo tempo as doze proteínas implicadas, ou o sistema falha. Que se coagule o sangue de uma ferida é algo normal e corrente, mas a bioquímica leva meio século estudando este assombroso processo e não é capaz de identificar as suas causas. Tudo quanto diz o professor Doolittle, primeira autoridade mundial, é que o factor tisural aparece, que o fibrinógeno nasce, que a antiplasmia surge, que o ATP se manifesta, e assim sucessivamente.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


11/01/2012

A evolução do evolucionismo 11

O que são os sistemas de complexidade irredutível?

É outro dos obstáculos que o azar e o evolucionismo darwinista não consegue superar. Uma duna pode perder areia e continuar a ser duna. Uma montanha escavada por uma mina ou mordida por uma pedreira continua sendo montanha. Em troca, em muitas operações de um ser vivo – regidas pela sincronização, não pela acumulação – não se pode prescindir de um só elemento nem de um só passo: regem-se pelo "tudo ou nada", e uma única falta anula o sistema. Por isso, por não admitir recortes nem simplificação, essas operações constituem sistemas de complexidade irredutível.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


10/01/2012

A evolução do evolucionismo 10

Há azar na evolução?

Ao lançar uma moeda ao ar, não sai cara ou cruz pelo azar, mas sim devido ao movimento que se deu à moeda, pela resistência do ar e o tipo de superfície sobre que cai: factores que são impossíveis de medir com exactidão. Por isso se fala de jogos de azar. Aristóteles expressou-o de forma insuperável quando disse que "o azar é uma etiqueta para a nossa ignorância". Pode falar-se do azar na linguagem coloquial, mas não na científica, porque a ciência define -precisamente como "conhecimento por causas", e apelar ao azar é uma forma acientífica de prescindir das causas. Talvez, por excepção, poderia surgir, por azar, um órgão de um ser vivo, mas não se pode converter a excepção em lei, como pretendem muitos darwinistas. O azar, na realidade, tem a mesma capacidade explicativa que a geração espontânea. Hoje torna-se risível a ingenuidade que suporia acreditar na geração espontânea, mas é igualmente ingénuo crer no azar.

(jose ramón ayllón, trad. ama)


09/01/2012

A evolução do evolucionismo 9

Evolução e evolucionismo significam o mesmo?

Se a evolução é um facto, o evolucionismo é a sua interpretação. Portanto, não significam o mesmo. Entre todas as interpretações da evolução, a darwinista é – como muito – a mais aceite, até ao ponto de que evolucionismo e darwinismo costumam confundir-se na linguagem corrente. Mas não deveria ser assim. Como a História Natural, de Buffon testemunha, o facto da evolução era conhecido e debatido no âmbito científico desde finais do século XIII, com um importante núcleo na Academia das Ciências de Paris. Ainda que todavia, em meados do XIX, Darwin e a maioria dos naturalistas europeus pensavam que cada espécie tinha sido criada por Deus de forma independente.

(jose ramón ayllón, trad. ama)