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03/06/2015

Temas para meditar - 445

Liberdade 




Liberdade é poder, não de agir sem motivo, mas de determinar quais os motivos que nos devem decidir. Usar este poder é ser livre.




(a. veloso, BROTÉRIA, Vol. LVII, Fasc. 5, 1953, pag. 396)

31/01/2015

Temas para meditar - 351


Filiação divina 

Desde o momento em que se inteira destes desígnios, o homem começa a ver Deus com outros olhos, sabendo que Deus é Pai, o homem descobre-se, como filho e objecto das predilecções divinas. E é assim que na medida em que se eleva a ideia que se faz de Deus, se eleva também o conceito que do homem se deve fazer. Em primeiro lugar, por ser a esta luz que o homem descobre quanto vale, e, depois, porque, aprendendo que Deus é Pai, se descobre como filho, e se começa a compreender em que sentido Deus quer que nos consideremos irmãos.


(a. veloso, BROTÉRIA, Vol. LVI, Fasc. 4, 1953, pag. 287)

28/10/2014

Filiação divina

Desde que se inteira dos desígnios divinos, o homem começa a ver Deus com outros olhos, Sabendo que Deus é Pai, o homem descobre-se, como filho e objecto das predilecções divinas. E é assim que na medida em que se eleva a ideia que se faz de Deus, se eleva também o conceito que do homem se deve fazer. Em primeiro lugar, por ser a esta luz que o homem descobre quanto vale, e, depois, porque, aprendendo que Deus é Pai, se descobre como filho, e se começa a compreender em que sentido Deus quer que nos consideremos irmãos.

(a. veloso BROTÉRIA Vol. LVI Fasc. 4 1953 pág. 287

08/09/2014

Temas para meditar 230


Maçonaria


A maçonaria, é a encarnação satânica do ódio a Cristo, no mundo, tem ultimamente desenvolvido; nas suas lojas, uma actividade desesperada, em França (a sua grande vítima) e em todo o mundo. Os processos são sempre os mesmos: caluniar a Igreja, laicizar o ensino, e expulsar as Congregações religiosas, para melhor expulsarem a Deus das consciências.


(a. veloso, BROTÉRIA, Vol. LVI, Fasc. 4, 1953, pag. 278)

30/04/2014

Temas para meditar 91

Hedonismo

Quatro séculos antes de Cristo, já Aristipo de Cirene elaborava o primeiro esboço de moral hedonista, que é, afinal, o avesso da verdadeira moral. Para Aristipo, o bem supremo é o prazer. É ele, portanto, a regra única e inapelável da acção. Como nos simples animais, afinal, que não conhecem princípios superiores, visto não possuírem o espírito. Mas, porque o possuí, deve o homem dominar e dirigir, para o seu fim último, não só tudo quanto é inferior a ele, mas também quanto é inferior nele. De resto, mesmo no animal, nunca o prazer tem o carácter de fim. Ora, no hedonismo, seja qual for a forma que ele assuma na história, o prazer é, não só o fim, mas o fim supremo do homem. Como todos os hedonistas, porém, esquece Aristipo que também o prazer, como meio que é, ordenado a fins superiores, deve ser moralizado. 


(A. Veloso, BROTÉRIA, Vol. LXX, nr. 6, nr. 666)

01/04/2014

Temas para meditar 60

Sentido da vida


Tendo perdido o sentido da vida, o pensamento humano, como pre­viu Pascal, tornou-se incapaz de reacertar o passo, na selva escura, das desencontradas ideologias que, de todos os lados, o solicitam. 


(a. veloso, BROTÉRIA, Vol. LVI, Fasc. 4, 1953, pag. 278)