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26/06/2020

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


Evangelho: Mt 7, 15-20

15 «Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. 16 Pelos seus frutos, os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 17 Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. 18 A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má, dar bons frutos. 19 Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. 20 Pelos frutos, pois, os conhecereis.»

Comentário:

Uma vez mais o Senhor enfatiza a importância do exemplo que é sobretudo fruto da unidade e coerência de vida.

Mais importante que parecer é ser e fazer o que desejamos sirva de exemplo aos outros.

Sem vida interior sólida e bem estruturada não é possível convencer ninguém - nem a nós próprios - que é fundamental uma vida coerente e bem assente na honestidade de procedimentos.

Jesus Cristo espera de nós uma “colaboração” activa na difusão do Reino de Deus.

Essa “colaboração” não é outra coisa que apostolado e este, não é mais que a distribuição que fazemos aos outros dos frutos das nossas boas obras.



(AMA, comentário sobre Mt 7, 15-20, 27.06.2018)

27/06/2018

Evangelho

Tempo comum

São Cirilo de Alexandria – Doutor da Igreja

Evangelho: Mt 7, 15-20

15 «Acautelai-vos dos falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes. 16 Pelos seus frutos, os conhecereis. Porventura podem colher-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos? 17 Toda a árvore boa dá bons frutos e toda a árvore má dá maus frutos. 18 A árvore boa não pode dar maus frutos nem a árvore má, dar bons frutos. 19 Toda a árvore que não dá bons frutos é cortada e lançada ao fogo. 20 Pelos frutos, pois, os conhecereis.»

Comentário:

Temos, forçosamente, que insistir no exemplo como primordial no apostolado.

O que fazemos tem de corresponder ao que dizemos porque quem nos ouve estará atento ao que fazemos.

O que dará credibilidade às nossas palavras são os actos e não a beleza do discurso ou, até, a lógica dos argumentos.

Res non verba! Obras e não palavras!

Antigo aforismo latino absolutamente actual e a ter em conta.

(AMA, comentário sobre Mt 7, 15-20, 27.06.2017)