16/05/2023

Publicações em Maio 16

  


Mês de Maio

História das Aparições de Fátima - 7

 

Quarta aparição de Nossa Senhora

 

Local: Valinhos

 

Data: 19 de Agosto de 1917

 

Pessoas presentes (no dia 13): 15000 a 18000, embora alguns escritos falem de apenas 5000

 

«– Que é que Vossemecê me quer?

 

– Quero que continueis a ir à Cova da Iria no dia 13, que continueis a rezar o Terço todos os dias. No último mês, farei o milagre para que todos acreditem. [Se não tivessem abalado contigo para a Aldeia seria o Milagre mais conhecido; havia de vir São José com o Menino Jesus para dar a paz ao mundo e havia de vir Nosso Senhor benzer o povo, vinha Nossa Senhora do Rosário com um Anjo de cada lado e Nossa Senhora com um arco de flores à roda.]

 

– Que é que Vossemecê quer que se faça ao dinheiro que o povo deixa na Cova da Iria?

 

– Façam dois andores: um leva-lo tu com a Jacinta e outras duas meninas, vestidas de branco; o outro leva-o o Francisco com três meninos. O dinheiro dos andores é para a festa de Nossa Senhora do Rosário e o que sobrar é para a ajuda duma capela que hão-de mandar fazer.

 

– Queria pedir-lhe a cura dalguns doentes.

 

– Sim, curarei alguns durante o ano.

 

E tomando um aspecto mais triste:

 

– Rezai, rezai muito e fazei sacrifícios por os pecadores, que vão muitas almas para o inferno por não haver quem se sacrifique e peça por elas.»

 

Notas:

Memórias da Irmã Lúcia I. 14.ª ed. Fátima: Secretariado dos Pastorinhos, 2010, p. 178-179 (IV Memória); a secção entre parênteses retos consta do interrogatório do pároco, de 27 de Agosto de 1917, em Documentação Crítica de Fátima, vol. I. Fátima: Santuário de Fátima, 1992, p. 17.

 

 

 

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15/05/2023

Publicações em Maio 15

 


 

Mês de Maio

História das Aparições de Fátima - 6

 

Terceira aparição de Nossa Senhora

 

Local: Cova da Iria

 

Data: 13 de Julho de 1917

 

Pessoas presentes: 4000 a 5000 ou 2000 a 3000

 

«– Vossemecê que me quer?

 

– Quero que venham aqui no dia 13 do mês que vem, que continuem a rezar o Terço todos os dias, em honra de Nossa Senhora do Rosário, para obter a paz do mundo e o fim da guerra, porque só Ela lhes poderá valer.

 

– Queria pedir-lhe para nos dizer Quem é, para fazer um milagre com que todos acreditem que Vossemecê nos aparece.

 

– Continuem a vir aqui todos os meses. Em Outubro direi quem sou, o que quero, e farei um milagre que todos hão-de ver, para acreditar.

 

– Tenho aqui um pedido se Vossemecê converte uma mulher do Pedrógão e uma da Fátima e se melhora um menino da Moita.

 

Ela disse que os convertia e melhorava entre um ano.]

 

– Sacrificai-vos pelos pecadores e dizei muitas vezes e em especial quando fizerdes alguns sacrifícios: “Ó Jesus, é por Vosso amor, pela conversão dos pecadores e em reparação pelos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria”.

 

Ao dizer estas últimas palavras, abriu de novo as mãos, como nos dois meses passados.

 

O reflexo pareceu penetrar a terra e vimos como que um grande mar de fogo. Mergulhados em esse fogo, os demónios e as almas, como se fossem brasas transparentes e negras ou bronzeadas, com forma humana, que flutuavam no incêndio, levadas pelas chamas que delas mesmas saíam juntamente com nuvens de fumo, caindo para todos os lados, semelhante ao cair das faúlhas em os grandes [incêndios], sem peso nem equilíbrio, entre gritos e gemidos de dor e desespero que horrorizava e fazia estremecer de pavor (deveu ser ao deparar-me com esta vista que dei esse ai! que dizem ter-me ouvido).

 

Os demónios distinguiam-se por formas horríveis e asquerosas de animais espantosos e desconhecidos, mas transparentes como negros carvões em brasa. Assustados e como que a pedir socorro, levantámos a vista para Nossa Senhora, que nos disse com bondade e tristeza:

 

– Vistes o inferno, para onde vão as almas dos pobres pecadores; para as salvar, Deus quer estabelecer no mundo a devoção a Meu Imaculado Coração. Se fizerem o que Eu vos disser, salvar-se-ão muitas almas e terão paz. A guerra vai acabar. Mas, se não deixarem de ofender a Deus, no reinado de Pio XI começará outra pior. Quando virdes uma noite alumiada por uma luz desconhecida, sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai a punir o mundo de seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre.

 

Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a comunhão reparadora nos primeiros sábados. Se atenderem a Meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz; se não, espalhará seus erros pelo mundo, promovendo guerras e perseguições à Igreja. Os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas. Por fim o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz. Em Portugal conservar-se-á sempre o dogma da Fé.

 

{Depois das duas partes que já expus, vimos ao lado esquerdo de Nossa Senhora um pouco mais alto um Anjo com uma espada de fogo em a mão esquerda; ao cintilar, despedia chamas que parecia iam incendiar o mundo; mas apagavam-se com o contacto do brilho que da mão direita expedia Nossa Senhora ao seu encontro: O Anjo apontando com a mão direita para a terra, com voz forte disse: “Penitência, Penitência, Penitência!” E vimos numa luz imensa que é Deus algo semelhante a como se vêem as pessoas num espelho quando lhe passam por diante um Bispo vestido de Branco; tivemos o pressentimento de que era o Santo Padre.

 

Vários outros, Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas, subir uma escabrosa montanha, no cimo da qual estava uma grande Cruz de troncos toscos como se fora de sobreiro com a casca; o Santo Padre, antes de chegar aí, atravessou uma grande cidade meia em ruínas, e meio trémulo, com andar vacilante, acabrunhado de dor e pena, ia orando pelas almas dos cadáveres que encontrava pelo caminho; chegado ao cimo do monte, prostrado de joelhos aos pés da grande Cruz, foi morto por um grupo de soldados que lhe dispararam vários tiros e setas, e assim mesmo foram morrendo uns trás outros os Bispos, Sacerdotes, religiosos e religiosas e várias pessoas seculares, cavalheiros e senhoras de várias classes e posições.

 

Sob os dois braços da Cruz estavam dois Anjos cada um com um regador de cristal em a mão, neles recolhiam o sangue dos Mártires e com ele regavam as almas que se aproximavam de Deus.}

Isto, não o digais a ninguém. Ao Francisco, sim, podeis dizê-lo.

 

Quando rezais o Terço, dizei depois de cada mistério: “Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno, levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem”.

 

Seguiu-se um instante de silêncio e perguntei:

 

– Vossemecê não me quer mais nada?

 

– Não. Hoje não te quero mais nada.»

 

Notas:

Memórias da Irmã Lúcia I. 14.ª ed. Fátima: Secretariado dos Pastorinhos, 2010, p. 176-177 (IV Memória); a secção entre parênteses retos consta do interrogatório do pároco, de 14 de julho de 1917, em Documentação Crítica de Fátima, vol. I. Fátima: Santuário de Fátima, 1992, p 13-15; a secção entre chavetas constitui a célebre terceira parte do segredo de Fátima (Memórias da Irmã Lúcia I, p. 213).

 

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14/05/2023

Publicações em Maio 14

  


Mês de Maio

História das Aparições de Fátima - 5

Segunda aparição de Nossa Senhora

 

Local: Cova da Iria

 

Data: 13 de Junho de 1917

 

Pessoas presentes: 50 a 60

 

«– Vossemecê que me quer? – perguntei.

 

– Quero que venhais aqui no dia 13 do mês que vem, que rezeis o Terço e que aprendam a ler. Depois direi o que quero.

 

Pedi a cura dum doente.

 

– Se se converter, curar-se-á durante o ano.

 

– Queria pedir-lhe para nos levar para o Céu.

 

– Sim; a Jacinta e o Francisco levo-os em breve. Mas tu ficas cá mais algum tempo. Jesus quer servir-Se de ti para me fazer conhecer e amar. Ele quer estabelecer no mundo a devoção ao meu Imaculado Coração. [A quem a abraçar, prometo a salvação; e serão queridas de Deus estas almas, como flores postas por Mim a adornar o Seu trono].

 

– Fico cá sozinha? – perguntei, com pena.

 

– Não, filha. E tu sofres muito? Não desanimes. Eu nunca te deixarei. O meu Imaculado Coração será o teu refúgio e o caminho que te conduzirá até Deus.

 

Foi no momento em que disse estas últimas palavras que abriu as mãos e nos comunicou, pela segunda vez, o reflexo dessa luz imensa. Nela nos víamos como que submergidos em Deus. A Jacinta e o Francisco pareciam estar na parte dessa luz que se elevava para o Céu e eu na que se espargia sobre a terra. À frente da palma da mão direita de Nossa Senhora, estava um coração cercado de espinhos que parecia estarem-lhe cravados. Compreendemos que era o Imaculado Coração de Maria, ultrajado pelos pecados da humanidade, que queria reparação.»

 

Notas:

Memórias da Irmã Lúcia I. 14.ª ed. Fátima: Secretariado dos Pastorinhos, 2010, p. 175-176 (IV Memória); a secção entre parênteses retos inclui o acréscimo indicado pela Irmã Lúcia na sua carta de Tuy de 17 de Dezembro de 1927: cf.Memórias da Irmã Lúcia I, p. 175, nota 14.

 

No meu espírito permanecem ainda bem vivas as cenas que contemplei na televisão… as cerimónias comemorativas de 13 de Maio em Fátima.

Ao ver a multidão incontável de peregrinos que enchiam completamente o Recinto e arredores, talvez mais de um milhão de pessoas de todas as idades e posição social, pasmo uma vez mais como ainda há alguém fique indeferente a Fátima.

Estas pessoas, muitas chegaram andando longas distâncias, outras vindas de várias partes do mundo, foram ali pelo desejo e verdadeira necessidade de viver in loco esses momentos, cumprimentar a Mãe do Céu, talvez agradecer alguma graça recebida ou levando na alma um pedido urgente de auxílio para algo que os consome.

Estou seguro de poder afirmar que todos regressaram a suas casas com a alma cheia de paz e a esperança reacendidas.


 

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12/05/2023

Publicações em Maio 12

 


 

Mês de Maio

 

Véspera de 13 de Maio. Já muitos peregrinos estarão neste momento naquele lugar bendito pela tua presença viva, Se­nhora. Quiseste vir a Portugal, a Fátima, entregar a três simples crianças, uma mensagem urgente, importantíssima: oração e penitência, em desa­gravo do Sagrado Coração de Jesus tão ofendido pelos homens. Ah! Senhora, que maravilha operaste nesta terra e neste homem que agora pensa nestas coisas todas. As recordações da minha infância, os actos de Fé extraordinários, sim­ples uns, grandiosos outros, mas todos tão esmagadoramente convin­centes, que pasmo como pode alguém duvidar da excelência das vir­tudes que Fátima emana. E eu, como tenho vivido a mensagem que tão amorosamente entregas-te aos Pastorinhos? O Terço diário tenho-o rezado, mas, de que forma, Senhora... Quantas distrações, devaneios, alheamentos. Em lugar de meditar nos mistérios do Rosário, que retratam momentos importantíssimos da tua vida na terra, fico a pensar em não sei quê, divagando sem nexo e sem rumo. Perdoa-me minha querida Mãe do Céu, a falta de educação que mani­festo com tais atitudes. Sabes bem que sou um fraco e que não consigo fazer bem feito, como deve ser, uma coisa tão importante como falar contigo, rezar o Terço do Rosário. Avé Maria cheia de graça. Sim, Avé Maria acima de tudo e todos, logo, logo abaixo de Jesus, tu, Maria, és a primeiríssima pessoa a quem re­corro. Sei bem quanto vale a tua intercessão junto do Teu Santíssimo Filho e, por isso: Recordare Virgo Mater Dei dum steteris in conspectu Do­mini et loquaris pro me bona. Não te esqueças, Senhora. Tenta, como só tu sabes, compor as coisas junto do Senhor, e diz-Lhe que, vendo bem, eu não passo de um pobre tonto que não faz as coisas melhor porque é mole e fraco, mas que tento, tento e hei-de tentar sempre. Com a tua preciosa ajuda, claro, porque sem ela bem posso eu tentar que não conseguirei absolutamente nada. Penitência e oração, oração e penitência. As duas coisas têm forçosamente de estar juntas, de se completar. E eu penitencio-me pouco, quase nada. Os pequenos sacrifícios ou mortificações que faço, que são, compara­dos com os gostos que desfruto, os, prazeres, os comodismos, para não falar já, nos excessos, mormente na comida e bebida que, por vezes, como um animal esfomeado ou sôfrego, cometo. Ajuda-me Senhora minha, neste dia 12 de Maio, a preparar a minha alma e o meu espírito para atarefa diária que me espera:  Combater a distração e o alheamento, lutar pela concentração na ora­ção e a disposição permanente para a mortificação nas coisas peque­nas de cada dia.

 

Hoje NUNC COEPI sugere a participação na “PROCISSÃO DAS VELAS” em Fátima. Pela TV, se houver transmissão directa ou indo a: Stream em direto de Santuário de Fátima - YouTube www.youtube.com

 

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11/05/2023

Publicações em Maio 11

  


Mês de Maio

Santo Rosário

 

Mistérios do Evangelho - Sexto Mistério

Jesus é a Luz do mundo

Nas trevas, na ausência de luz que ilumine não posso fazer o que seja. Na escuridão não consigo caminhar para onde for porque não vejo onde colocar os pés. E, esta luz que necessito não pode ser uma luz qualquer, tem de ter brilho, força, alcance suficientes para que veja com clareza o caminho, consiga distinguir os barrancos, evitar os obstáculos e assim caminhar com segurança. E porque tenho de caminhar? Porque se ficar parado no mesmo local não verei como fazer para encontrar os alimentos que necessito para me alimentar, confeccionar a roupa que me é necessária para vestir a minha nudez, encontrar outros com quem conviver.

Sou, de facto, um caminhante! Iniciei uma viagem desde que nasci, primeiro levado pela minha mãe, depois conduzido pelos meus próprios passos. Nas trevas perco-me ierremediavelmente e ninguém consegue encontrar-me para me prestar a ajuda que necessite e, então… morrerrei.

Jesus Cristo intitulou-Se A LUZ DO MUNDO e de facto não há luz comparável à que dEle irradia. É este o mundo  que Ele me deu para viver onde tudo está claramente disiponível para meu uso. Não me é possível outra forma de viver e, por isso, não concebo como poderia o Senhor ter-me dado vida para a viver na escuridão. Assim vou caminhando esforçando-me o melhor que posso e sei para que, fazendo o bem que tenho de fazer, permaneça na Sua Luz.

Realmente, acontece-me por vezes não fazer esse bem e fazendo exactamente o contrário e, então, caio nas trevas de onde não conseguirei sair sem que Ele não me perdoe retirando-me delas.

A Santíssima Virgem, “uma Senhora mais brilhante que O sol”, como lhe chamaram os Pastorinhos em Fátima, está sempre presente em todos os momentos da minha vida e não me é possivel afastar os olhos da sua face materna, do seu olhar que me chama e atrai como íman poderoso a que não quero resistir. Tenho confiança absoluta que ela me guiará até essa luz incomensurável que brilhará para sempre na Eternidade.

 

Publicações em Maio 11

 

Mês de Maio

Memórias de Fátima 

Em princípio de Setembro apresentava-se na nossa casa o Ti António Marto.

Sentava-se num dos bancos de pedra que circundavam as cinco oliveiras à frente de nossa casa, o barrete frígio sobre o ombro esquerdo, as mãos nodosas apoiadas no cajado de pastor.

Vinha, dizia ele... ver o "doentico" que era eu, portador de leucemia avançada para a qual, na época, não havia cura.

Ficava-mos ali os dois a conversar e, eu lembro-me de ele me dizer que lhe fazia lembrar o "Francisquito" que o Senhor tinha chamado com a minha idade.

Claro que, hoje... passados todas estas dezenas de anos, consigo finalmente entrozar a extraordinária bênção que recebi.

Para o Pai de um Santo , eu, lembrava-lhe o filho... Santo!

E... agora... sim hoje... que faço?

Confesso... não posso mais que entregar-me ás mãos carinhosas fa minha Mãe do Céu para que me ajude a agradecer tantas e tão extraordinárias graças com que me tem cumulado ao longo da minha vida.

 

História das Aparições de Fátima - 3

 

Terceira aparição do Anjo

 

Local: Loca do Cabeço

 

Data: Outono de 1916

 

«[…] trazendo na mão um cálice e sobre ele uma Hóstia, da qual caíam, dentro do cálice, algumas gotas de sangue. Deixando o cálice e a Hóstia suspensos no ar, prostrou-se em terra e repetiu três vezes a oração:

 

– Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo, adoro-Vos profundamente e ofereço-Vos o Preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os Sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-vos a conversão dos pobres pecadores.

 

Depois, levantando-se, tomou de novo na mão o cálice e a Hóstia e deu-me a Hóstia a mim e o que continha o cálice deu-o a beber à Jacinta e ao Francisco, dizendo ao mesmo tempo:

 

– Tomai e bebei o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.

 

De novo se prostrou em terra e repetiu connosco mais três vezes a mesma oração.

 

– Santíssima Trindade… etc.»

 

Notas:

Memórias da Irmã Lúcia I. 14.ª ed. Fátima: Secretariado dos Pastorinhos, 2010, p. 170-171 (IV Memória).

 

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