07/04/2022

Quaresma Semana 5 Quinta F 7

 


 

Dentro do Evangelho

 

(Re Jo VIII…)

 

A morte física a que todos estamos sujeitos é uma das consequências do pecado dos meus  primeiros Pais.

Mas, Jesus Cristo, veio ao mundo e imolou-Se na Cruz precisamente para redimir esse pecado e abrir-me as portas do Céu.

Basta-me, para tanto, acreditar firmemente nas Suas Palavaras, Palavras de Vida Eterna, e ter bem presente, não só neste Tempo de Quaresma mas todos os dias que viver, esta realidade: Se acreditar, firmeza e sinceridade nas Palvras de Jesus é o caminho da minha Vida Eterna.

 

 

Reflectindo na Quaresma

 

Estar triste ou estar contente não são estados de alma fruto das circunstâncias, devem ser, antes, actos da vontade esclarecida. Deus Nosso Senhor não me quer triste, entregue a locubrações negativas, mas alegre para que possa espalhar alegria à minha volta.

 

O tentador serve-se da minha tristeza para me "encher" a mente de pensamentos negativos e outros que me enojam.

Mas, quando estou alegre, fica de lado, não tem por onde atacar-me.

Contra a alegria de um filho de Deus nada pode e desiste da tentação.

 

Links sugeridos:

  

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

 

 

 

 

 

 

06/04/2022

Quaresma Semana 5 Quarta F 6



 

Dentro do Evangelho

 

(Re Jo VIII…)

 

Há, de facto, uma característica única do cristão: corredimir.

Redimir significa libertar por meio de um resgate; redimir alguém que está preso é pagar o que é exigido pela sua liberdade.

Aquele meu irmão que o demónio tem captivo pelo vício, pela sedução de riquezas ou bens materiais, que tem o olhar posto em si mesmo como se fora o centro do universo, precisa de ser resgatado e, este resgate, é a minha oração persistente e perseverante, as minhas próprias dores ou incómodos que gostosamente ofereço com esse propósito.

Aí… estarei de alguma forma como que completando a Redenção de Cristo na Cruz e que maior honra tal siginifica!

Corredentor com Cristo!

 

Reflectindo na Quaresma

 

As minhas reflexões na Quaresma são diferentes das reflexões habituais que faço todos os dias?

De facto, são... porque estão formatadas, ou melhor... informadas com o espírito do Tempo Litúrgico.

Este ano de 2022, elegi como "guias principais" a Contenção e a Paciência.

Contenção de um modo muito particular no comportamento para com os outros: ser amável, cordato, compreensivo.

Paciência especialmente comigo mesmo seguindo o conselho de São Tomás Moro... não me deixar absorver pelo "Eu".

Como, até hoje, tem "corrido a coisa"?

Se a primeira "guia" é,  tem sido, relativamente acessível, já a segunda tem-se revelado um fracasso.

Examino-me, escalpelizo-me, sangro, entristeço-me!

Este "Eu" manifesta-se constantemente, puxa-me, empurra-me, condiciona-me, entristece-me.

Resolvo, oxalá ainda vá a tempo, aceitar-me como sou, com as minhas fraquezas e misérias, e confiar, absolutamente que o Senhor que me conhece tal qual sou, me quer como sou e, embora gostasse que fosse como Ele gostaria, me ama e quer com entranhado amor e me irá assistindo para que este "Eu" se vá aproximando cada vez mais dEle.

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

 

 

 

 

 

05/04/2022

Quaresma Semana 5 Terça F 5

 


 

Dentro do Evangelho

 

(Re …Jo III…)

 

A Cruz, a Santa Cruz onde Cristo nos mereceu a Salvação Eterna é o símbolo da nossa Fé mas, é também, o sinal mais difundido em toda a terra.

Foi levada a todos os lugares por homens e mulheres intrépidos que arrostando com toda a sorte de dificuldades, obstáculos, perseguições impiedosas não desistiam da missão que tinham como encargo.

Este símbolo que levamos ao peito não deve ser um objecto de decoração ou “para dar sorte”, mas uma afirmação gozosa de que nos identificamos com o Salvador da humanidade e, ao fazê-lo, damos testemunho que acreditamos que a Cruz de Cristo foi o instrumento que nos reconduziu à verdadeira vida.

 

Reflectindo na Quaresma

 

A mortificação passiva é algo que surge inopinadamente e que me "cai bem" neste tempo de Quaresma.

Bom... não  me "cai tão bem" quanto isso... hoje fiquei sem NET, sem televisão; claro... ofereci gostosamente este incómodo para alcançar os méritos que possa ter e que tanto preciso, mas... secretamente desejando que a minha "oferta" tivesse como consequência a solução do problema.

 

Ah!!! Pobre homem que sou!

Dou com uma mão mas estendo logo a outra para receber!!

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad

 

 

 

 

 

 

 

04/04/2022

Quaresma Semana 5 Segunda F 4

 


Dentro do Evangelho

 

(Re Jo XIII…)

 

São João no Evangelho que nos deixou, sublinha de modo particular, nesta Segunda Feira da Quinta Semana da Quaresma, obrigação que têm os cristãos de ser justos nos seus juízos.

Em primeiro lugar tenho de ter bem claro que não sou juíz de ninguém e, muito menos, lavrar qualquer sentença.

Jesus Cristo É o único Juíz e só Ele pode exercer esse cargo.

A mim compete-me reparar pelas faltas que, eventualmente, outros possam ter cometido, não tecer ou avaliar as razões, os motivos, as circunstâncias.

Até por uma razão de equidade, devo ser moderado e reservado porque é o que desejo que os outros façam comigo, não me julgarem pelo que parece mas considerar o que possa estar na origem do meu procedimento, por mais condenável que, aparentemente, possa ser.

Não julgar para não ser julgado, a «medida que com que medires será a mesma comque te medirão», isto, sim, parece-me de elementar justiça.

 

Reflectindo na Quaresma

 

Justiça

 

A sociedade, ao longo dos tempos, foi construindo sistemas, leis, para avaliar e aplicar a Justiça.

É, sem dúvida meritório e necessário mas, como "obra humana" que é tem necessidade de constante actualização e ponderação.

Baseando-se, principalmente, em factos ocorridos e as consequências da aplicação do seu julgamento, os "técnicos" vão actualizando as normas.

Bom... qual é a "minha posição"?

Sem dúvida, digo:

- Se a Justiça humana não seguir, inspirando-se, a Justiça Divina, que em suma, é: “a cada um segundo o que realmente merece”, corre o risco de fracasso como o atestam numerosos exemplos ao longo de toda a história humana: inocentes condenados, culpados considerados inocentes.

Ser Juíz é muito mais que ser um técnico, por muito sabedor que seja, da aplicação da Lei; exige uma análise profunda da matéria em causa e, sobretudo, prudência, magnaminidade e são critério.

Eu, não tenho nenhuma aptidão para ser juiz de nada nem ninguém, mas reconheço que há pessoas que pensam de forma diferente, daí que reze constantemente por aqueles que têm por profissão julgar os outros.

 

Links sugeridos:

 

Opus Dei

Evangelho/Biblia

Santa Sé

Religión en Libertad