02/02/2019

El Reto del amor










por El Reto del amor



Fazer da tua vida diária um testemunho de Fé


Muitas realidades materiais, técnicas, económicas, sociais, políticas, culturais..., abandonadas a si mesmas, ou nas mãos de quem carece da luz da nossa fé, convertem-se em obstáculos formidáveis à vida sobrenatural: formam como que um couto cerrado e hostil à Igreja. Tu, por seres cristão – investigador, literato, cientista, político, trabalhador... –, tens o dever de santificar essas realidades. Lembra-te de que o universo inteiro – escreve o Apóstolo – está a gemer como que em dores de parto, esperando a libertação dos filhos de Deus. (Sulco, 311)

Já falámos muito deste tema noutras ocasiões, mas permiti-me insistir de novo na naturalidade e na simplicidade da vida de S. José, que não se distinguia da dos seus vizinhos nem levantava barreiras desnecessárias.
Por isso, ainda que possa ser conveniente nalguns momentos ou em algumas situações, habitualmente não gosto de falar de operários católicos, de engenheiros católicos, de médicos católicos, etc., como se se tratasse de uma espécie dentro dum género, como se os católicos formassem um grupinho separado dos outros, dando assim a sensação de que existe um fosso entre os cristãos e o resto da humanidade. Respeito a opinião oposta, mas penso que é muito mais correcto falar de operários que são católicos, ou de católicos que são operários; de engenheiros que são católicos ou de católicos que são engenheiros. Porque o homem que tem fé e exerce uma profissão intelectual, técnica ou manual, está e sente-se unido aos outros, igual aos outros, com os mesmos direitos e obrigações, com o mesmo desejo de melhorar, com o mesmo empenho de se enfrentar com os problemas comuns e de lhes encontrar a solução.
O católico, assumindo tudo isto, saberá fazer da sua vida diária um testemunho de Fé, de Esperança e de Caridade; testemunho simples, normal, sem necessidade de manifestações aparatosas, pondo de manifesto – com a coerência da sua vida – a presença constante da Igreja no mundo, visto que todos os católicos são, eles mesmos, Igreja, pois são membros, com pleno direito, do único Povo de Deus. (Cristo que passa, 53)

Pequena agenda do cristão

SÁBADO



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Honrar a Santíssima Virgem.

A minha alma glorifica o Senhor e o meu espírito se alegra em Deus meu Salvador, porque pôs os olhos na humildade da Sua serva, de hoje em diante me chamarão bem-aventurada todas as gerações. O Todo-Poderoso fez em mim maravilhas, santo é o Seu nome. O Seu Amor se estende de geração em geração sobre os que O temem. Manifestou o poder do Seu braço, derrubou os poderosos do seu trono e exaltou os humildes, aos famintos encheu de bens e aos ricos despediu de mãos vazias. Acolheu a Israel Seu servo, lembrado da Sua misericórdia, como tinha prometido a Abraão e à sua descendência para sempre.

Lembrar-me:

Santíssima Virgem Mãe de Deus e minha Mãe.

Minha querida Mãe: Hoje queria oferecer-te um presente que te fosse agradável e que, de algum modo, significasse o amor e o carinho que sinto pela tua excelsa pessoa.
Não encontro, pobre de mim, nada mais que isto: O desejo profundo e sincero de me entregar nas tuas mãos de Mãe para que me leves a Teu Divino Filho Jesus. Sim, protegido pelo teu manto protector, guiado pela tua mão providencial, não me desviarei no caminho da salvação.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM


Apresentação do Senhor

Evangelho: Lc 2, 22-32

22 Quando se cumpriu o tempo da sua purificação, segundo a Lei de Moisés, levaram-no a Jerusalém para o apresentarem ao Senhor, 23 conforme está escrito na Lei do Senhor: «Todo o primogénito varão será consagrado ao Senhor» 24 e para oferecerem em sacrifício, como se diz na Lei do Senhor, duas rolas ou duas pombas. 25 Ora, vivia em Jerusalém um homem chamado Simeão; era justo e piedoso e esperava a consolação de Israel. O Espírito Santo estava nele. 26 Tinha-lhe sido revelado pelo Espírito Santo que não morreria antes de ter visto o Messias do Senhor. 27 Impelido pelo Espírito, veio ao templo, quando os pais trouxeram o menino Jesus, a fim de cumprirem o que ordenava a Lei a seu respeito. 28 Simeão tomou-o nos braços e bendisse a Deus, dizendo: 29 «Agora, Senhor, segundo a tua palavra, deixarás ir em paz o teu servo, 30 porque meus olhos viram a Salvação 31 que ofereceste a todos os povos, 32 Luz para se revelar às nações e glória de Israel, teu povo.»


Comentário:


Esta festa da apresentação do Senhor no Templo té também chamada a Festa da "Candelária"

A festa da Luz!

A luz verdadeira autêntica que ilumina tudo e todos.

Esta Luz é transportada pela Santíssima Virgem que assim nos guia e conduz pelos caminhos da vida ao encontro com o seu divino Filho.

(ama, comentário sobre Lc 2, 22-32, 02.02.2016)


Leitura espiritual


AUSTERIDAD


1. ¿Qué es la austeridad? Austeridad es la virtud que modera los gastos. Está muy relacionada con la templanza y la pobreza.

2. ¿En qué se diferencian austeridad y pobreza? La virtud de la pobreza o desprendimiento modera el ansia excesiva hacia los bienes materiales, con independencia de si el desembolso es excesivo o no. La austeridad evita el despilfarro, cuidando que los gastos sean razonables.

3. ¿Un ejemplo? En el caso de comprar un coche, la pobreza invita a considerar si el automóvil es necesario, y procura que el corazón no esté atado al capricho de un vehículo. En cambio, la austeridad cuida de no comprar un modelo excesivamente lujoso, y evita gastos en viajes innecesarios. Como se ve, ambas virtudes se parecen mucho y no importa usarlas como sinónimos.

4. ¿No puedo hacer con mi dinero lo que quiera? Puedes hacer con tu dinero muchas cosas, pero no cualquier cosa. Puedes emplearlo en necesidades razonables, incluso en caprichos moderados. Pero el despilfarro se opone a la justicia y solidaridad con otros seres humanos.

5. ¿Es malo tener dinero? Tener dinero es bueno, pues permite hacer obras buenas. Lo malo es el afán excesivo por la posesión de bienes o dineros (virtud de la pobreza); y también se debe evitar el derroche (austeridad).
El dinero lleva consigo la obligación de emplearlo bien.

6. ¿Un ejemplo de austeridad? Un ejemplo de ejercitar la austeridad es procurar que las cosas duren. Cuidarlas, tratar de que se mantengan en buen estado. Esto es señal de que se emplea bien el dinero y no da lo mismo que algo se rompa o estropee.

7. ¿Austeridad equivale a tacañería? La austeridad procura que los gastos sean razonables. El despilfarro y la tacañería son excesos situados a cada lado de lo razonable.

8. ¿Alguna referencia? El catecismo de la Iglesia católica trata de estos temas principalmente en los nn: 2402 y 2404. Veamos unos textos:
"Los bienes de la creación están destinados a todo el género humano (...) La apropiación de bienes debe hacer posible que se viva una solidaridad natural entre los hombres" (2402).
"El hombre, al servirse de esos bienes, debe considerar las cosas externas que posee legítimamente, no sólo como suyas, sino también como comunes, en el sentido de que han de aprovechar no sólo a él, sino también a los demás. La propiedad de un bien hace de su dueño un administrador de la providencia para hacerlo fructificar y comunicar sus beneficios a otros" (2404).

IR

Temas para reflectir e meditar

Rotina


Não vos podeis conformar com uma realização rotineira, vulgar, anódina dos vossos afazeres. Tendes de pôr nas vossas ocupações sejam quais forem, que todos os trabalhos humanos, excluídos os que estão manchados pelo pecado, têm a sua beleza e o seu valor – empenho, afã de melhorar, iniciativa, visão de conjunto, espírito de serviço, cuidado nos detalhes. 

Assim, ao apresentá-los a Deus, contribuireis, cada um no âmbito do que lhe é próprio, ao bem-estar dos que o rodeiam, à resolução dos problemas da sociedade em que viveis, ao desenvolvimento da civilização humana e, em virtude da Graça, a obra Redentora de Cristo.

(beato álvaro del portillo, Carta aos fiéis do Opus Dei, 1978.09.24)

01/02/2019

El Reto del Amor



por El Reto del amor




Doutrina


CATECISMO DA IGREJA CATÓLICA
Compêndio



SEGUNDA SECÇÃO

OS SETE SACRAMENTOS DA IGREJA


CAPÍTULO PRIMEIRO

OS SACRAMENTOS DA INICIAÇÃO CRISTÃ


Pergunta:

251. Como se realiza a iniciação cristã?


Resposta:

Realiza-se mediante os sacramentos que lançam os alicerces da vida cristã: os fiéis, renascidos pelo Baptismo, são fortalecidos pela Confirmação e alimentados pela Eucaristia.

Formação humana e cristã


A.1 - Mortificação

Para começar tenho de ter bem claras duas coisas:

A.1.1 - o que é a mortificação

A1.2 - qual a sua necessidade

A1.1 -

Entendo por mortificação qualquer acto propositado ou passivo que signifique a privação de alguma coisa ou a opção - se possível - por uma menos agradável que a outra.

Claro que se activa é uma decisão consciente da vontade, se passiva a aceitação sem reserva nem conformação.

Fica deste modo transformado algo que nos acontece sem intervenção pessoal numa disposição da vontade, ou seja, transforma a mortificação de passiva em activa.

(cont)
AMA, reflexões

Não tenhas pena de seres nada


Não te apoquentes por verem as tuas faltas. A ofensa a Deus e a desedificação que podes ocasionar, isso é que te deve doer. – De resto, que saibam como és e te desprezem. – Não tenhas pena de seres nada, porque assim Jesus tem que pôr tudo em ti. (Caminho, 596)

Escreve o evangelista S. João: ninguém jamais viu Deus; o Filho Unigénito que está no seio do Pai é que o deu a conhecer, comparecendo ante o olhar atónito dos homens: primeiro, como um recém-nascido, em Belém; depois, como um menino igual aos outros; mais tarde, no Templo, como um adolescente, inteligente e vivo; e, por fim, com aquela figura amável e atraente do Mestre que movia os corações das multidões que o acompanhavam entusiasmadas.

Bastam algumas provas do Amor de Deus que se encarna para que a sua generosidade nos toque a alma, nos incendeie, nos mova com suavidade a uma dor contrita pelo nosso comportamento, em tantas ocasiões mesquinho e egoísta. Jesus não tem inconveniente em rebaixar-se, para nos elevar da miséria à dignidade de filhos de Deus, de irmãos seus. Pelo contrário, tu e eu muitas vezes enchemo-nos nesciamente de orgulho pelos dons e talentos recebidos, até ao ponto de os converter em pedestal para nos impormos aos outros, como se o mérito de algumas acções, acabadas com relativa perfeição, dependesse exclusivamente de nós: Que possuis tu que não tenhas recebido de Deus? E se o recebeste, porque te glorias como se o não tivesses recebido?

Ao considerar a entrega de Deus e o seu aniquilamento – falo para que o meditemos, pensando cada um em si mesmo –, a vanglória, a presunção do soberbo revela-se um pecado horrendo, precisamente porque coloca a pessoa no extremo oposto ao modelo que Jesus nos assinalou com a sua conduta. Pensai nisto devagar: Ele humilhou-se, sendo Deus. O homem, cheio do seu próprio eu, pretende enaltecer-se a todo o custo, sem reconhecer que está feito de barro e barro de má qualidade. (Amigos de Deus, nn. 111–112)

Pequena agenda do cristão

Sexta-Feira


(Coisas muito simples, curtas, objectivas)




Propósito:

Contenção; alguma privação; ser humilde.


Senhor: Ajuda-me a ser contido, a privar-me de algo por pouco que seja, a ser humilde. Sou formado por este barro duro e seco que é o meu carácter, mas não Te importes, Senhor, não Te importes com este barro que não vale nada. Parte-o, esfrangalha-o nas Tuas mãos amorosas e, estou certo, daí sairá algo que se possa - que Tu possas - aproveitar. Não dês importância à minha prosápia, à minha vaidade, ao meu desejo incontido de protagonismo e evidência. Não sei nada, não posso nada, não tenho nada, não valho nada, não sou absolutamente nada.

Lembrar-me:
Filiação divina.

Ser Teu filho Senhor! De tal modo desejo que esta realidade tome posse de mim, que me entrego totalmente nas Tuas mãos amorosas de Pai misericordioso, e embora não saiba bem para que me queres, para que queres como filho a alguém como eu, entrego-me confiante que me conheces profundamente, com todos os meus defeitos e pequenas virtudes e é assim, e não de outro modo, que me queres ao pé de Ti. Não me afastes, Senhor. Eu sei que Tu não me afastarás nunca. Peço-Te que não permitas que alguma vez, nem por breves instantes, seja eu a afastar-me de Ti.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?





Evangelho e comentário


TEMPO COMUM




Evangelho: Mc 4, 26-34

26 Dizia ainda: «O Reino de Deus é como um homem que lançou a semente à terra. 27 Quer esteja a dormir, quer se levante, de noite e de dia, a semente germina e cresce, sem ele saber como. 28 A terra produz por si, primeiro o caule, depois a espiga e, finalmente, o trigo perfeito na espiga. 29 E, quando o fruto amadurece, logo ele lhe mete a foice, porque chegou o tempo da ceifa.» 30 Dizia também: «Com que havemos de comparar o Reino de Deus? Ou com qual parábola o representaremos? 31 É como um grão de mostarda que, ao ser deitado à terra, é a mais pequena de todas as sementes que existem; 32 mas, uma vez semeado, cresce, transforma-se na maior de todas as plantas do horto e estende tanto os ramos, que as aves do céu se podem abrigar à sua sombra.» 33 Com muitas parábolas como estas, pregava-lhes a Palavra, conforme eram capazes de compreender. 34 Não lhes falava senão em parábolas; mas explicava tudo aos discípulos, em particular.

Comentário:

Como já antes comentamos, as comparações que o Senhor faz com o Reino dos Céus são tão simples e despidas de artifícios que qualquer um pode entender.

Aos que nos dedicamos ao apostolado - que devemos ser todos os cristãos - deve servir-nos de exemplo a seguir: a nossa preocupação deve ser que nos entendam e compreendam o que desejamos transmitir.

Donde que a "velha desculpa eu não tenho jeito para falar" não tem qualquer cabimento.

(AMA, comentário sobre Mc 4, 26-34, Carvide, 17.06.2018)


Temas para meditar e reflectir

Filiação Divina



Vocação do homem, vocação suprema, é realmente a filiação divina: a adopção como filhos em Cristo, Filho Eterno, consubstancial ao Pai.





(São João Paulo II, Homília, 1991.01.01)

Leitura espiritual


LA PRUDENCIA

A. ¿QUÉ ES LA PRUDENCIA?

1. ¿Qué es la prudencia? La prudencia es el hábito de acertar en las decisiones. Nada menos. Es la virtud, que en cada situación distingue lo bueno de lo malo, dirigiendo la conducta de acuerdo con la verdad y el bien. Con ella se clarifica el fin y se busca la manera más favorable de llegar a él. La prudencia es la virtud por la que se discierne en toda circunstancia nuestro verdadero bien y se eligen los medios rectos para realizarlo. La prudencia facilita tomar decisiones acertadas en las diversas circunstancias de la vida. Es el recto conocimiento de lo que se debe obrar. Algo muy interesante.

2. ¿La prudencia es cosa de cobardes? La prudencia no se opone a la valentía. Es una virtud y las virtudes se apoyan, no se estorban. La prudencia decide obrar bien, y la cobardía no es un bien.

3. ¿La prudencia es cosa de viejos? La prudencia será propia de viejos si ellos son prudentes; será propia de jóvenes si estos la ejercitan. La experiencia puede ayudar a la prudencia, pero no basta.

4. ¿Cómo ayuda la prudencia a tomar decisiones acertadas? El proceso puede explicarse así: Ante una situación determinada, la inteligencia busca el modo de actuar correcto y emite un juicio -esto es bueno o malo, esto es mejor o peor-. Este juicio moral sobre la bondad o maldad de una acción se llama conciencia. A base de emitir juicios certeros, se adquiere rapidez y facilidad, una costumbre buena o virtud, llamada prudencia, que es el hábito de la conciencia recta, la facilidad de la inteligencia para distinguir enseguida el bien.

5. ¿Hay un proceso en la prudencia? La prudencia se ejercita en dos etapas: deliberar y decidir.

B. DELIBERAR

1. ¿Qué es la deliberación? La deliberación es la reflexión atenta sobre la realidad del asunto, las soluciones posibles, y las ventajas o inconvenientes de inclinarse en un sentido u otro.

2. ¿Siempre hay que deliberar? Antes de actuar conviene pensar un poco, al menos un instante. ¿A dónde quiero ir?, ¿qué camino debo seguir?... En asuntos elementales apenas hace falta pensar y basta una decisión inmediata. Pero en temas de cierta envergadura una persona prudente sigue un proceso de deliberación.

3. ¿Cómo deliberar? La deliberación prudencial suele basarse en tres acciones:

Considerar la experiencia personal.- ¿Qué me ha sucedido en casos similares?, ¿qué medida fue más eficaz otras veces?, ¿cómo lo resolvieron otros que se enfrentaron a las mismas dificultades? Esta experiencia hace que los ancianos suelan ser más juiciosos. Siempre que sean personas que lleven tiempo haciendo el bien.
Pedir consejo.- Para aprovechar las ideas y aciertos de los demás -su experiencia-, se expone el caso a personas de buena formación y costumbres; se escucha su parecer; y se decide con más elementos de juicio. Es posible seguir o no el consejo, pero un mínimo de prudencia invita a escuchar esas opiniones valiosas. Quien pide consejo tiene el sentido común de pensar que los demás también aciertan. Los buenos libros pueden ayudar.
Prever las consecuencias.- La deliberación incluye por último prever las consecuencias de los actos. Una reflexión lógica para acertar en las decisiones. ¿Qué sucederá después?, ¿a dónde me conduce esto? Es importante mirar las repercusiones de los actos, y no dejarse llevar por el capricho del momento.

C. DECIDIR

1. Deliberar y decidir.- No basta con deliberar mucho. Para ser prudentes también hay que decidirse. A veces es prudente retrasar la decisión hasta que se completen todos los elementos del juicio. En otras ocasiones sería imprudencia no comenzar a poner por obra, cuanto antes, lo que se debe hacer. Deliberar sí, pero con vistas a elegir. Deliberar es importante pero también hay que optar por un camino y seguirlo. La meta no es deliberar, sino decidir bien y actuar así.

2. ¿Y si no me decido? Para animarse a elegir con prontitud arrinconando dudas, se puede observar que la inactividad ya es una determinación. El permanecer quieto ya es una opción escogida, aunque no sea claramente deseada. Cuando se duda en realizar algo, mientras se pospone el sí, se elige no. Si alguien duda entre estudiar o no, hasta que no empiece, su elección es no hacerlo. Quien no acaba de decidirse, en realidad opta por una negativa. Si la resolución se retrasa más y más, se ratifica un rechazo -inconsciente quizá-.

3. ¿Alguna ayuda para los indecisos? Hay casos donde una de las opciones es de tal categoría que invita a resolver la duda en su dirección. Conviene deliberar algo pero, si la duda se prolonga, lo mejor es decidir afirmativamente y alcanzar ese tesoro.

D. AYUDAS A LA PRUDENCIA

1. ¿Más recursos para acertar en las decisiones? Deliberar y decidir son aspectos primordiales de la prudencia, pero hay dos asuntos más básicos:

Debe haber metas.- Para que la prudencia acierte, debe tener la orientación de unas metas hacia donde dirigirse. Quien carece de ideales en su vida navega a la deriva del capricho, gobernado por la frivolidad y superficialidad. Algo parecido a los niños pequeños que sólo atienden a lo inmediato. Me gusta, lo tomo. No me gusta, lloro. No prevén el alcance de sus acciones porque carecen de criterios y fines.
Es preciso tener metas correctas.- Pues si se toman decisiones con vistas a una finalidad malvada, la prudencia será perniciosa, como en el caso del ladrón que prepara un robo perfecto. Es necesario, pues, cuidar la formación de una escala de valores correcta, para dirigir los pasos hacia lo que realmente es bueno.
2. ¿Un resumen sobre la prudencia? En resumen, una persona prudente delibera lo necesario sin precipitarse, sabe pedir consejo, mira las consecuencias de sus actos, toma decisiones con la rapidez necesaria, y posee una escala de valores correcta que orienta su actuación. Con la práctica, esos aspectos se ejercitan con ágil naturalidad.

3. ¿Algo que anime a ejercitar la prudencia? La prudencia influye especialmente en todas las virtudes, pues ayuda a tomar buenas decisiones en cualquier acción. Por ejemplo, supongamos una persona muy laboriosa. La prudencia le dirá: ahora debes trabajar, ahora tienes que atender otras obligaciones de oración, de familia, etc.- Una persona muy trabajadora pero imprudente caería en un defecto de la laboriosidad que puede llamarse "profesionalitis".

4. ¿Cómo ejercitar la prudencia? Se trata de practicar los aspectos mencionados. Por ejemplo:

Evitar la irreflexión. Decirse a sí mismo: ¡a ver, piensa un poco!
Entrenarse a pedir consejo.
Anotar algunas experiencias para que sirvan a otros (y a uno mismo en el futuro, pues el olvido acecha).
Pensar en las consecuencias de una acción concreta, para aprender a tenerlo en cuenta otras veces.
Ordenar una habitación es un ejercicio de orden, y también entrenamiento para decidirse rápidamente (por un sitio u otro).
¿Esto es bueno o malo? Esta simple cuestión ayuda a acertar en muchas decisiones y viene bien preguntárselo a veces.

IR

31/01/2019

El Reto del Amor








por El Reto del amor

Temas para reflectir e meditar

Humor


O distanciamento em relação aos outros e a nós próprios, obtido graças ao sentido de humor, permite-nos assim viver mais segundo o Evangelho.



(Tadeus Dajczer, Meditações sobre a Fé, Paulus, 4ª Ed., pg. 110)


Pequena agenda do cristão

Quinta-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)



Propósito:
Participar na Santa Missa.


Senhor, vendo-me tal como sou, nada, absolutamente, tenho esta percepção da grandeza que me está reservada dentro de momentos: Receber o Corpo, o Sangue, a Alma e a Divindade do Rei e Senhor do Universo.
O meu coração palpita de alegria, confiança e amor. Alegria por ser convidado, confiança em que saberei esforçar-me por merecer o convite e amor sem limites pela caridade que me fazes. Aqui me tens, tal como sou e não como gostaria e deveria ser.
Não sou digno, não sou digno, não sou digno! Sei porém, que a uma palavra Tua a minha dignidade de filho e irmão me dará o direito a receber-te tal como Tu mesmo quiseste que fosse. Aqui me tens, Senhor. Convidaste-me e eu vim.


Lembrar-me:
Comunhões espirituais.


Senhor, eu quisera receber-vos com aquela pureza, humildade e devoção com que Vos recebeu Vossa Santíssima Mãe, com o espírito e fervor dos Santos.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?






A maior revolução de todos os tempos!


Se nós, os cristãos, vivêssemos realmente de acordo com a nossa fé, far-se-ia a maior revolução de todos os tempos! A eficácia da co-redenção depende também de cada um de nós! Pensa nisto. (Forja, 945)

Sentir-te-ás plenamente responsável quando compreenderes que, perante Deus, só tens deveres. Ele se encarrega de te conceder direitos! (Forja, 946)

Um pensamento te ajudará nos momentos difíceis: quanto mais aumente a minha fidelidade, melhor contribuirei para que os outros cresçam nesta virtude. E é tão atraente sentir-nos apoiados uns pelos outros! (Forja, 948)

Corres o grande perigo de te conformares com viver (ou pensar que deves viver...) como um "bom rapaz", que se hospeda numa casa arrumada, sem problemas, e que não conhece senão a felicidade.

Isso é uma caricatura do lar de Nazaré. Cristo, justamente porque trazia a felicidade e a ordem ao mundo, saiu a propagar esses tesouros entre os homens e mulheres de todos os tempos. (Forja, 952)

Leitura espiritual


LA ÉTICA

A. LA ÉTICA

1. ¿Qué es la ética? Se llama ética al conjunto de normas que regulan el comportamiento humano para que sea correcto. Es decir, ética es una recopilación de reglas de buena conducta. También se llama ética a la ciencia que estudia estas cosas.

2. ¿Cómo acertar con las reglas de buena conducta? Hay varios modos de acertar:

Siguiendo principios religiosos.- Cada religión regula los comportamientos humanos procurando agradar a Dios, y esto es una buena orientación. En esta línea se sitúan las tres grandes religiones: islam, judíos y religiones cristianas (protestantes, ortodoxos y católicos). En especial son importantes las normas morales de la religión católica, que recogen los diez mandamientos y las enseñanzas de Jesucristo. Este conocimiento es una gran ayuda para obrar bien.
Siguiendo teorías filosóficas.- Las grandes filosofías han dedicado abundantes esfuerzos a expresar orientaciones éticas. Así, quienes siguen el marxismo, el relativismo o el laicismo tienen muy regulado su modo de pensar ético.
Atendiendo a la propia conciencia y al consejo de buenas personas.- Este modo de actuar puede ir unido a los sistemas anteriores, y como ellos será más o menos válido según acierte con la verdad, con lo que en verdad conviene al hombre.
3. ¿Por qué hay reglas de comportamiento? Hay reglas éticas porque el hombre es de una manera y no de otras, de modo que hay acciones que le convienen y actos que le perjudican. Por ejemplo, el hombre está sometido a reglas físicas y no puede volar o atravesar paredes. Igualmente, el hombre está afectado por reglas biológicas y está obligado a alimentarse y a respirar. De esta misma manera, hay conductas morales que convienen al hombre y acciones que debe evitar.
4. ¿Ejemplos de reglas éticas? Las reglas éticas mejores y más famosas son los diez mandamientos, donde Dios mismo manifestó al hombre lo que le conviene hacer.

5. ¿Algún sistema para descubrir reglas éticas falsas? Un sistema puede ser aplicar esa regla a un caso bien conocido. Por ejemplo, un caso bien conocido es que robar y asesinar está mal. Si una regla ética conduce a resultados donde robar y asesinar esté bien, entonces esa regla ética es falsa.

6. ¿Algún ejemplo? Veamos si el relativismo es correcto o no. Según esta postura, no hay verdades sino que todo depende de las opiniones de cada uno. Aplicando este criterio ético relativista, vemos que asesinar puede ser correcto pues hay gente que opina así (terroristas, asesinos a sueldo...). Por tanto el relativismo es falso y uno debe tener cuidado si se cruza con un relativista, no sea que te clave una daga. Otros sistemas para descubrir éticas falsas se mencionan en los principios que ahora vemos.

B. LOS PRINCIPIOS ÉTICOS

1. ¿Qué son los principios éticos? Son reglas éticas fundamentales, de las que pueden deducirse las demás.

2. ¿Cuáles son los grandes principios éticos? Hay varios modos de expresarlos. Puede decirse que son éstos:

Haz el bien y evita el mal.
No quieras para otro lo que no quieres para ti.
No actúes en contra de la naturaleza humana.
Se debe favorecer la dignidad humana.
No vale todo.
El mal no debe hacerse ni para conseguir un bien.

3. ¿Cuál es el principio fundamental de la ética? El primer principio ético es: "haz el bien y evita el mal". Es algo evidente. El bien debe hacerse, el mal debe rechazarse. No da lo mismo obrar bien que obrar mal. Los demás principios y reglas son consecuencias de éste, y orientan al elegir el bien o ayudan a descubrir el mal.

4. ¿Qué principios éticos ayudan a descubrir el mal? Todos ayudan, pero especialmente el 5º y 6º:

No vale todo.- Hay males y el mal debe rechazarse. Si una idea ética concluye que todo vale, esta idea ética es falsa. Por ejemplo, la regla ética "es bueno hacer lo que me viene en gana" permite hacerlo todo y es claramente falsa, pues a veces apetecen acciones malas como drogarse o golpear al vecino. No vale todo.
No es correcto obrar mal, ni siquiera para conseguir un bien.- El mal debe rechazarse, también en este caso. Veamos un ejemplo fácil: no es correcto asesinar a alguien ni siquiera para conseguir el bien de librarme de su carácter odioso.

5. ¿Qué principios éticos ayudan a descubrir el bien? Los seis principios citados ayudan a descubrir el bien, pero sobre todo los principios 2º, 3º y 4º:

No quieras para otro lo que no quieres para ti.- El primer principio indica que el bien debe hacerse. Este segundo principio aclara que el bien debe hacerse a todos, y para acertar pone como orientación el bien que uno se desea a sí mismo. Es un gran principio ético. Se sobreentiende que uno desea el bien para sí.
No actúes en contra de la naturaleza humana.- Este principio es consecuencia de los dos primeros. El bien debe hacerse y el mal evitarse, por tanto no se debe actuar contra el modo de ser humano. (Puede verse ley natural).
Se debe favorecer la dignidad humana.- Otra consecuencia de los dos primeros principios. Quien favorece la dignidad humana hace un bien a los hombres y por tanto obra correctamente. Es otro principio ético que ayuda bastante a acertar en el comportamiento correcto.
6. ¿Cuál es el mayor bien que puede buscarse? El mayor bien posible es acercarse a Dios, que es el Bien infinito. Esto es importante, pues según el primer principio el bien debe hacerse, y con más exigencia cuanto mayor sea ese bien. De modo que lo principal que debe hacer el hombre es acercarse a Dios, agradarle, amarle.
7. ¿Cuál es el mayor bien que puede desearse al prójimo? Coincide con el mayor bien para uno mismo. De ahí que la mayor muestra de caridad es el apostolado: procurar acercar a Dios a los demás.

8. ¿Cuál es el mejor resumen de las reglas éticas? La mejor regla ética es ésta: "Amarás a Dios sobre todas las cosas, y al prójimo como a ti mismo". Amar significa desear el bien de modo que esta regla de amor busca el mayor bien para sí mismo, acierta con el bien para los demás y cumple los seis principios citados.

ER