24/01/2022

Publicações em Janeiro 24

 


(Re Mc 3, 22-30)

«Os escribas que tinham descido de Jerusalém diziam: Está possesso de Belzebu. É pelo chefe dos demónios que Ele expulsa os demónios».

A atitude destes escribas revolta-me de tal modo que tenho de fazer um esforço para me manter sereno.

Como é possível tamanha insassatez, tal hermetismo da razão mais liminar.

As suas próprias palavras são a causa da condenação que Jesus anuncia: «serão réus de pecado eterno»!

No entanto, a minha revolta transforma-se em alegria porque também foi graças à sua atitude que Jesus Cristo revelou que com excepção dos pecados e blasfémias contra o Espírito Santo «Tudo será perdoado aos filhos dos homens: os pecados que tiverem proferido».

Fico, portanto tranquilo e feliz porque todos os pecados, faltas e omissões que pratiquei e os que infelizmente vier a praticar e dos quais pedi, peço e pedirei perdão alcançarão esse perdão e a minha alma, limpa, feliz encontrará descanso por toda a Eternidade.

 

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23/01/2022

Publicações em Janeiro 23



(Re Mc 3, 20-21)

«E de novo acorreu tanta gente, que eles nem sequer podiam comer. Ao saberem disto, os parentes de Jesus puseram-se a caminho para O deter, pois diziam: Está fora de Si».

Vê-se bem que até para os parentes os mais próximos, Jesus era um desconhecido e não compreendiam nem o que fazia nem o que dizia.

Pela expressão «está fora de si» conclui-se que O consideravam como que atacado por qualquer tipo de loucura e sentem-se envergonhados.

Sim… é muito mais fácil tirar conclusões e emitir opinião apenas com base no que nos outros é aparentemente visível do que averiguar com são critério e sem preconceitos as atitudes ou palavras que possam surpreender-nos.

E, quanto mais “próximo” é a pessoa, amigo, parente, mais esta manifestação terá eco à nossa volta e, portanto, deve ser cuidada e contida.

 

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22/01/2022

Publicações em Janeiro 22



(Re Mc 3, 13-19)

«Chamou à sua presença aqueles que entendeu».

Jesus rodeia-Se de Doze Apóstolos, os futuros pastores do povo de Deus.

São doze homens simples, comuns       que vivem do seu trabalho diário.

Abandonam tudo para seguir aquele Senhor que, como único ”atractivo” era fazer deles pescadores de homens.

É interessante verificar que a Sua escolha recai sobretudo sobre pescadores, homens do mar. Têm características muito especiais, são pacientes, perseverantes, voltam a lançar as redes uma e outra vez sempre com a esperança renascida de recolherem uma boa pesca,cada um estará pronto a substituir um companheiro que por qualquer razão esteja impedido de trabalhar, arriscam muitas vezes a própria vida enfrentando porcelas, ventos contrários, tempestades porque a faina não pode parar.

Pelo que conhecemos hoje, a escolha foi acertadíssima, já que a seguir ao Pentecostes se lançaram indómitos e determinados por todas as partes do mundo espalhando a Palavra de Deus, anunciando o Reino do Céu.

O seu Amor entranhado pelo Mestre levou-os a confiar absolutamente na Sua palavra que nunca lhes faltaria com o Seu auxílio e protecção.

Como devemos, todos os cristãos estar gratos a estes homens e rezar diriamente pelos seus sucessores, os Bispos, para que com a sua cabeça, o Papa, conduzam o Seu povo, guardem a Sua Igreja de desvios e ataques dos inimigos da Fé.

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21/01/2022

Publicações em Janeiro 21

 



(Re Mc 3, 7-12)

Jesus é procurado sobretudo pelos que mais precisam. É natural. E Ele mostra-Se-lhes como a fonte da vida; por isso, cura os doentes, como sinal de que tinham chegado finalmente os tempos preditos pelos profetas. Mas quer acima de tudo que as pessoas O encontrem na fé, e não vejam n’Ele apenas um simples benfeitor ou uma pessoa que arrasta multidões. A fé há-de nascer no coração e não na exaltação momentânea, fruto de emoção.

«Os espíritos impuros, quando viam Jesus, caíam a seus pés e gritavam: Tu és o Filho de Deus. Ele, porém, proibia-lhes severamente que o dessem a conhecer».

Compreende-se porquê Jesus os proíbia: o demónio é o pai da mentira e nada do que ele possa dizer pode ser verdade daí que afirmando que Jesus era O Cristo o mesmo que dizer que não O era.

 

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19/01/2022

Publicações em Janeiro 19

 


«Será permitido ao sábado salvar a vida ou tirá-la? Jesus disse ao homem que tinha a mão atrofiada: Levanta-te e vem aqui para o meio».

E quanto a mim… se o Senhor me mandasse algo semelhante eu, que sei que não posso fazer o que me manda, não obedecerei?

Ele nunca manda absolutamente nada que eu não possa fazer… portanto, ponho-me de pé, estendo a minha mão aberta com o meu coração inteiro e disponível para o que Ele quiser.

De novo, Jesus procura fazer compreender o sentido profundo das observâncias religiosas, particularmente do descanso do sábado. Mas, os que O observam e acusam não são bem intencionados, não os move o zelo sincero, mas o ódio. Por isso, eles nunca entenderão nem as palavras nem as acções do Senhor. São voluntariamente cegos. E é este o maior dos pecados.

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