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14/12/2015

Índice de publicações em 14 Dez

nunc coepi – Índice de publicações em Dez 14

São Josemaria – Textos

AMA (Reflectindo - Aprender a dizer não)

AMA - Comentários ao Evangelho Mt 21 23-27, Leit. Espiritual (Santificação do trabalho quotidiano)

Advento, AMA (Reflectindo)

Ano jubilar da misericórdia

Doutrina - Dom de línguas

AT - Salmos – 43


Agenda Segunda-Feira

Ano Jubilar da Misericórdia - 7

Resultado de imagem para ano da misericórdiaObras de misericórdia

As obras de misericórdia corporais: breve explicação

São Mateus recolhe a narração do Juízo Final [i]:
Naquele tempo, Jesus disse aos seus discípulos: «Quando, pois, vier o Filho do Homem, na Sua majestade, e todos os anjos com Ele, então Se sentará sobre o trono de Sua majestade. Todas as nações serão congregadas diante d’Ele, e separará uns dos outros, como o pastor separa as ovelhas dos cabritos, e porá as ovelhas à sua direita e os cabritos à esquerda. Dirá então o Rei aos que estiverem à Sua direita: 'Vinde, benditos do Meu Pai, possuí o reino que vos está preparado desde a criação do mundo; porque tive fome e Me destes de comer; tive sede e me destes de beber; era peregrino e Me recolhestes; nu, e Me vestistes; enfermo e Me visitastes; estava na prisão e fostes ver-Me'. Então, os justos Lhe responderão: 'Senhor, quando Te vimos faminto e te demos de comer; com sede e Te demos de beber? Quando Te vimos peregrino e Te recolhemos; nu e Te vestimos? Ou quando Te vimos doente ou na prisão e fomos visitar-Te?'. O Rei, respondendo lhes dirá: “Em verdade vos digo que, todas as vezes que fizestes isto a um dos Meus irmãos mais pequenos a Mim o fizestes”. Em seguida dirá aos que estiverem à esquerda: “Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, que foi preparado para o demónio e para os seus anjos; porque tive fome e não Me destes de comer; tive sede e não Me destes de beber; era peregrino e não Me recolhestes, estava nu e não Me vestistes; enfermo e na prisão, e não Me visitastes”. Então eles também Lhe responderão: “Senhor, quando é que nós Te vimos faminto ou com sede, ou peregrino, ou nu, ou enfermo, ou na prisão, e não Te assistimos?' E lhes responderá: “Em verdade vos digo: Todas as vezes que não fizestes a um destes mais pequeninos foi a Mim que não o fizestes”. E esses irão para o suplício eterno; e os justos para a vida eterna».

prelatura do opus dei, NOTÍCIAS 29 de Novembro de 2015

(cont)




[i] Mt 25,31-16

Advento



Aconteceu que, ontem, passei a noite sozinho. A minha casa é muito grande, 3 pisos e com cerca de duzentos anos.
Dei comigo a "ouvir" a casa: os pequenos ruídos que normalmente passam despercebidos, as madeiras que estalam, uma janela que bate com a força do vento ou da chuva, os soalhos que estremecem quando os autocarros passam na rua.
Fiquei, assim, um bocado, vigilante e atento e, quanto mais apurava os sentidos, mais ruídos, sons, barulhos me parecia ouvir com fantástica nitidez. Conseguia identificá-los: agora foi na sala; este foi na escada...

Agora ocorre-me que é assim que desejo estar durante o Advento: 

Desperto, vigilante, atento.

Quero distinguir tudo aquilo - e muito será - que normalmente não me dou conta e que anda à minha volta numa zoada tremenda; identificar bem as "armadilhas" que se me deparam ao longo do dia; estar consciente do mundo que me rodeia.
Desprendido mas interessado;
Confiante mas atento;
Sereno mas vigilante.

(ama, reflexões, 03.12.2006)



Pequena agenda do cristão


SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)


Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça ‘boa cara’, que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?



Evangelho, comentário, L. espiritual



Tempo de Advento

São João da Cruz – Doutor da Igreja

Evangelho: Mt 21, 23-27

23 Tendo ido ao templo, os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo aproximaram-se d'Ele, quando estava a ensinar, e disseram-Lhe: «Com que autoridade fazes estas coisas? E quem Te deu tal direito?». 24 Jesus respondeu-lhes: «Também Eu vos farei uma pergunta; se Me responderdes, Eu vos direi com que direito faço estas coisas. 25 Donde era o baptismo de João? Do céu ou dos homens?». Mas eles reflectiam consigo: 26 «Se Lhe dissermos que é do céu, Ele dirá: “Então porque não crestes nele?”. Se Lhe dissermos que é dos homens, tememos o povo»; porque todos tinham João como um profeta. 27 Portanto, responderam a Jesus: «Não sabemos». Ele disse-lhes também: «Pois então nem Eu vos digo com que autoridade faço estas coisas».

Comentário:

Ensinar é um privilégio de quem tem sabedoria e ninguém pode outorgar-se esse exclusivo além de que nunca se sabe o suficiente para ensinar tudo.

O mestre é antes de mais aquele que tendo pessoalmente comprovado o que aprendeu sabe que é certo e correcto o que ensina e age com humildade de quem transmite a outros o que recebeu.

(ama, comentário sobre Mt 21 23-27, 2014.12.15)

Leitura espiritual


Santificação do trabalho quotidiano

O que é "Santificar o trabalho"?

Dizia São Josemaria que o espírito do Opus Dei recolhe a realidade formosíssima de que qualquer tarefa digna e humanamente nobre, pode converter-se num trabalho divino. 

"Homens e mulheres que trabalham apenas com horizontes terrenos, de duas dimensões, entusiasmam-se ao saber que o seu trabalho profissional pode adquirir uma dimensão transcendente". A vida de muitas pessoas deu uma volta ao conhecerem esta doutrina e, por vezes, por ouvirem falar de santificação do trabalho. Homens e mulheres que trabalham só com horizontes terrenos, de duas dimensões, entusiasmam-se ao saber que o seu trabalho profissional pode adquirir uma dimensão transcendente, com relevo de vida eterna. Como não pensar no gozo daquele personagem do Evangelho que ao encontrar um tesouro escondido num campo, foi e vendeu tudo o que tinha para comprar aquele campo? 1

O Espírito Santo fez descobrir a São Josemaria este tesouro na doutrina do Evangelho, especialmente nos longos anos da vida de Jesus em Nazaré, anos de sombra, mas para nós claros como a luz do sol 2, porque esses anos ocultos do Senhor não são algo sem significado, nem uma simples preparação dos anos que viriam depois, os da Sua vida pública. Desde 1928 compreendi claramente que Deus deseja que os cristãos tomem exemplo de toda a vida do Senhor. Entendi especialmente a Sua vida escondida, a Sua vida de trabalho corrente no meio dos homens 3.

"O trabalho é ocasião de desenvolvimento da própria personalidade, vínculo de união com os outros seres".
Graças à luz de Deus, o Fundador do Opus Dei ensinou constantemente que o trabalho profissional é realidade santificável e santificadora. Verdade simples e grandiosa que o Magistério da Igreja ensinou sobretudo a partir do Concilio Vaticano II 4 e recolheu depois no Catecismo, assinalando que «o trabalho pode ser um meio de santificação e de animação das realidades terrenas no Espírito de Cristo» 5.

«Com sobrenatural intuição» – afirmou João Paulo II – «o Beato Josemaria pregou incansavelmente a chamada universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificarem-se na realidade da vida quotidiana; por isso, o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado quando se vive em união com Jesus Cristo» 6.

O nosso Fundador foi instrumento querido por Deus para difundir esta doutrina abrindo perspectivas imensas à santidade pessoal de uma multidão de cristãos e para a santificação da sociedade humana a partir de dentro, ou seja, a partir da própria malha das relações profissionais que a configuram.

"O trabalho acompanha inevitavelmente a vida do homem sobre a terra".
Esta semente dará os frutos que o Senhor espera, se nós pusermos o empenho necessário para a meditar na presença de Deus, a pusermos em prática com a Sua ajuda, porque a santificação do trabalho não é só una ideia que basta explicar para que se aprenda; é um ideal que se procura e se conquista por amor a Deus, conduzidos pela Sua graça.

SENTIDO DO TRABALHO

Logo no início da Sagrada Escritura, no livro do Génesis, se nos revela o sentido do trabalho. Deus, que fez boas todas as coisas, «quis livremente criar um mundo "em estado de caminho" para a perfeição última» 7, e criou o homem ut operaretur 8, para que com o seu trabalho «prolongasse de certo modo a obra criadora e alcançasse a sua própria perfeição» 9.

Como consequência do pecado, o trabalho é acompanhado de fadiga e muitas vezes de dor 10.
Mas ao assumir a nossa natureza para nos salvar, Jesus Cristo Nosso Senhor transformou a fadiga e a dor em meios para manifestar o amor e a obediência à Vontade divina e reparar a desobediência do pecado.
Assim viveu Jesus durante seis lustros: era fabri filius [i], o filho do carpinteiro. (...)
Era o faber, filius Mariae [ii], o carpinteiro, filho de Maria. E era Deus e estava a realizar a redenção do género humano, e estava a atrair a Si todas as coisas [iii], 11.

Para um cristão "o trabalho aparece como participação na obra criadora de Deus".

Juntamente com esta realidade do trabalho de Jesus Cristo, que nos mostra a plenitude do seu sentido, temos de considerar que, por graça sobrenatural, fomos feitos filhos de Deus formando uma só coisa com Jesus Cristo, um só corpo.
A Sua Vida sobrenatural é vida nossa e fez-nos participantes do Seu sacerdócio para que sejamos co-redentores com Ele.

Esta profunda união do cristão com Cristo ilumina o sentido de todas as nossas actividades e, em particular, o trabalho.
Nos ensinamentos de São Josemaria, o fundamento da santificação do trabalho, é o sentido da filiação divina, a consciência de que Cristo quer encarnar nos nossos afazer 12.

Toda esta visão cristã do sentido do trabalho, se compendia nas palavras seguintes:
O trabalho acompanha necessariamente a vida do homem sobre a terra. Com ele nascem o esforço, a fadiga, o cansaço, as manifestações de dor e de luta que fazem parte da nossa existência humana actual e que são sinais da realidade do pecado e da necessidade da redenção.
Mas o trabalho, em si mesmo, não é uma pena nem uma maldição ou castigo: os que assim falam não leram bem a Sagrada Escritura.

(...) O trabalho, todo o trabalho, é testemunho da dignidade do homem, do seu domínio sobre a criação.
É um meio de desenvolvimento da personalidade.
É um vínculo de união com os outros seres; fonte de recursos para sustentar a família; meio de contribuir para o melhoramento da sociedade em que se vive e para o progresso de toda a Humanidade.

"O trabalho santifica-se de facto quando se realiza por amor a Deus".

 Para um cristão, essas perspectivas alargam-se e ampliam-se, porque o trabalho aparece como participação na obra criadora de Deus que, ao criar o homem, o abençoou dizendo-lhe:
Procriai e multiplicai-vos e enchei a terra e subjugai-a, e dominai sobre todo o animal que se mova à superfície da terra.
Além disso, ao ser assumido por Cristo, o trabalho apresenta-se-nos como uma realidade redimida e redentora: é, não só o âmbito em que o homem vive, mas também meio e caminho de santidade, realidade santificável e santificadora. 13.

SANTIFICAR A ACTIVIDADE DE TRABALHAR

Uma expressão de São Josemaria, que saía com frequência dos seus lábios e da sua caneta, introduz-nos no esplêndido panorama da santidade e do apostolado no exercício de um trabalho profissional: para a grande maioria dos homens, ser santo supõe santificar o próprio trabalho, santificar-se no seu trabalho, e santificar os outros com o trabalho 14.

São três aspectos de uma mesma realidade, inseparáveis e ordenados entre si.
Primeiro santificar – fazer santo – o trabalho, a actividade de trabalhar 15.
Santificar o trabalho é tornar santa essa actividade, fazer santo o acto da pessoa que trabalha. 

Disto dependem os outros dois aspectos, porque o trabalho santificado é também santificador; santifica-nos a nós próprios e é meio para a santificação dos outros e para empapar a sociedade com o espírito cristão.
Convém, portanto, que nos detenhamos a considerar o primeiro ponto; o que significa tornar santo o trabalho profissional.

"É imprescindível procurar de um ou de outro modo a presença de Deus".

 Um acto nosso é santo quando é um acto de amor a Deus e aos outros por Deus, um acto de amor sobrenatural – de caridade – o que pressupõe, nesta terra, a fé e a esperança.
Um acto assim é santo porque a caridade é participação da infinita Caridade, que é o Espírito Santo 16, o Amor subsistente do Pai e do Filho, de modo que um acto de caridade é um tomar parte na Vida sobrenatural da Santíssima Trindade, um tomar parte na santidade de Deus. 

No caso do trabalho profissional, há que ter em conta que a actividade de trabalhar tem por objecto as realidades deste mundo – cultivar um campo, investigar uma ciência, proporcionar serviços, etc. – e que, para ser humanamente boa e santificável, há-de ser exercício das virtudes humanas.
Mas isto não basta para que seja santa. 

O trabalho santifica-se de facto quando se realiza por amor a Deus, para Lhe dar glória – e, consequentemente, como Deus quer, cumprindo a Sua Vontade, praticando as virtudes cristãs informadas pela caridade – para o oferecer a Deus em união com Cristo, já que «por Ele, com Ele e n’Ele, a Ti, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória» 17.

Dá um motivo sobrenatural à tua actividade profissional de cada dia e terás santificado o trabalho 18.

Com estas breves palavras o fundador do Opus Dei mostra a chave da santificação do trabalho.
A actividade humana de trabalhar santifica-se quando se leva a cabo por um motivo sobrenatural. 

O decisivo não é, portanto, que saia bem, mas que trabalhemos por amor a Deus, já que é isto o que Ele procura em nós: Deus olha o coração 19.
O decisivo é o motivo sobrenatural, a finalidade última, a rectidão de intenção da vontade, o realizar o trabalho por amor a Deus e para servir os outros por Deus.
Eleva-se assim o trabalho à ordem da graça, santifica-se, converte-se em obra de Deus, operatio Dei, opus Dei. 20.

"O decisivo não é, portanto, que saia bem, mas que trabalhemos por amor a Deus. Deus olha o coração".

(cont)





[i] Mt 13, 55
[ii] Mc 6, 3
[iii] Jo 12, 32

Adoro-te, amo-te, aumenta-me a fé

Quando o receberes, diz-lhe: – Senhor, espero em Ti; adoro-te, amo-te, aumenta-me a fé. Sê o apoio da minha debilidade, Tu, que ficaste na Eucaristia, inerme, para remediar a fraqueza das criaturas. (Forja, 832)

Assistindo à Santa Missa, aprenderemos a falar, a privar com cada uma das Pessoas divinas: com o Pai, que gera o Filho, que é gerado pelo Pai; e com o Espírito Santo, que procede dos dois. Habituando-nos a privar intimamente com qualquer uma das três Pessoas, privaremos com um único Deus. E se falarmos com as três, com a Trindade, privaremos também com um só Deus, único e verdadeiro. Amai a Santa Missa, meus filhos, amai a Santa Missa! E que cada um de vós comungue com ardor, mesmo que se sinta gelado, mesmo que não haja correspondência por parte da emotividade. Comungai com fé, com esperança e com caridade inflamada.

Não ama Cristo quem não ama a Santa Missa e quem não se esforça no sentido de a viver com serenidade e sossego, com devoção e com carinho. 0 amor transforma aqueles que estão apaixonados em pessoas de sensibilidade fina e delicada. Leva-os a descobrir, para que se não esqueçam de os pôr em prática, pormenores que são por vezes mínimos, mas que trazem a marca de um coração apaixonado. É assim que devemos assistir à Santa Missa. Por este motivo, sempre pensei que aqueles que querem ouvir uma missa rápida e atabalhoada demonstram com essa atitude, já de si pouco elegante, que não conseguiram aperceber-se do significado do Sacrifício do altar.


O amor a Cristo, que se oferece por nós, anima-nos a saber encontrar, uma vez terminada a Santa Missa, alguns minutos de acção de graças pessoal e íntima, que prolonguem no silêncio do coração essa outra acção de graças que é a Eucaristia. (Cristo que passa, nn. 91–92)

Reflectindo - 137

Aprender a dizer não


…/8

O "coração de pedra "tem poucos ou nenhuns amigos.

O "coração de geleia" tem algumas amizades mas pouco consistentes e duradouras.

Esta reflexão tem como título "aprender a dizer não", mas, de facto, deveria ser: "aprender a dizer não e dizer sim!"

Realmente tanto um como outro, são muito importantes e requerem ponderação cuidada.


(cont)

Doutrina - 7

O que significa falar em línguas?

…/7

Mas, não tem havido relatórios de se falar em línguas desde os dias dos apóstolos de Jesus Cristo? ´
Não há muitos exemplos disto hoje?
Não se deve ser pronto a concluir que o falar em línguas hoje em dia significa um derramamento do Espírito Santo.

Por que não?
Porque não se assemelha realmente ao do cristianismo do primeiro século.
Os cristãos em Pentecostes falavam em línguas sobre "as coisas magníficas de Deus". [i]

The Expositor’s Greek Testament aponta que a palavra grega para "coisas magníficas" é usada "não só quanto à Ressurreição do Senhor ..., mas quanto a tudo que os profetas haviam predito, tudo que Cristo fizera e o Espírito Santo conferira".

Muitos grupos hoje, influenciados pelo "movimento da Rua Azusa", de Los Angeles, em 1906, creem que o que fazem é o mesmo "dom de línguas" do primeiro século.
Infelizmente, isto pode ser um equívoco.
Incrivelmente, esta influência chegou até mesmo a Igreja Católica, pelo movimento carismático.

Inegavelmente que a Renovação Carismática tem feito muito bem a Igreja Católica e seus benefícios e graças são notórios.

Mas estamos falando somente na questão do "dom de línguas" e não da RCC em si.

(cont)




[i] Act 2,11