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OS SETE DOMINGOS DE SÃO JOSÉ

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DEVOÇÃO A S. JOSÉ


OS SETE DOMINGOS

ou 7 Dores e Alegrias de S. José

IV - A quarta dor e alegria de S. José

A sua dor quando ouviu a profecia de Simeão; a sua alegria quando soube que muitos seriam salvos pelos sofrimentos de Jesus.

Seu pai e Sua mãe estavam admirados com as coisas que d'Ele se diziam. Simeão abençoou-os e disse a Maria, Sua mãe: Olha que Ele está aqui para a queda e o ressurgimento de muitos em Israel e para ser sinal de contradição - uma espada te há-de traspassar a tua própria alma - a fim de se revelarem os pensamentos de muitos espíritos."[i]

"José surpreende-se, José admira-se. Deus vai-lhe revelando os Seus desígnios e ele esforça-se por compreendê-los. Como toda a alma que quer seguir de perto Jesus, descobre logo que não é possível andar com passo ronceiro, que não pode viver da rotina... Deus exige continuamente mais e os Seus caminhos não são os nossos caminhos humanos. S. José, como nenhum outro homem antes ou depois dele, aprendeu de Jesus a estar atento para conhecer as maravilhas de Deus, a ter a alma e o coração abertos."[ii]



[i] Lc 2,33-35
[ii] Ibid., n. 54

Evangelho e comentário


TEMPO COMUM



São Pedro Damião – Doutor da Igreja


Evangelho: Mc 8, 27-33

27 Jesus partiu com os discípulos para as aldeias de Cesareia de Filipe. No caminho, fez aos discípulos esta pergunta: «Quem dizem os homens que Eu sou?» 28 Disseram-lhe: «João Baptista; outros, Elias; e outros, que és um dos profetas.» 29 «E vós, quem dizeis que Eu sou?» - perguntou-lhes. Pedro tomou a palavra, e disse: «Tu és o Messias.» 30 Ordenou-lhes, então, que não dissessem isto a ninguém. 31 Começou, depois, a ensinar-lhes que o Filho do Homem tinha de sofrer muito e ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos-sacerdotes e pelos doutores da Lei, e ser morto e ressuscitar depois de três dias. 32 E dizia claramente estas coisas. Pedro, desviando-se com Ele um pouco, começou a repreendê-lo. 33 Mas Jesus, voltando-se e olhando para os discípulos, repreendeu Pedro, dizendo-lhe: «Vai-te da minha frente, Satanás, porque os teus pensamentos não são os de Deus, mas os dos homens.»

Comentário:

São Marcos refere que Jesus «dizia claramente estas coisas».

Mas, além de falar claramente deveria ser, ao mesmo tempo, convincente de tal modo que levou Pedro à reacção que não pôde guardar para si.

O amor de Pedro por Jesus não “pode admitir” que aconteça o que Ele lhes anuncia. É um sentimento nobre e expressivo que “choca” com uma realidade que não consegue abarcar.
Ele, Pedro, só vê à sua frente a figura de Jesus, não percebe que vê – também – Cristo, o Filho de Deus feito homem!

Pode parecer, por momentos, que o Senhor poderia ter sido mais “brando” ou “compreensivo” com este Seu amigo mas, as palavras que profere mantêm-se na linha anterior: «dizia claramente estas coisas».

E, aos poucos, Pedro irá guardando no seu coração todas estas coisas e, inevitavelmente, há-de chegar ao ponto de confessar – também claramente – quem é Jesus Cristo.

(AMA, comentário sobre Mc 8, 27-33, 03.12.2018)


Ide a José e encontrareis Jesus


Ama muito S. José, quer-lhe com toda a tua alma, porque é a pessoa que, com Jesus, mais amou Santa Maria e quem mais conviveu com Deus: quem mais o amou, depois da Nossa Mãe. Merece o teu carinho e convém-te dar-te com ele, porque é Mestre de vida interior e pode muito ante Nosso Senhor e ante a Mãe de Deus. (Forja, 554)

José foi, no aspecto humano, mestre de Jesus; conviveu com Ele diariamente, com carinho delicado, e cuidou dele com abnegação alegre. Não será esta uma boa razão para considerarmos este varão justo, este Santo Patriarca, no qual culmina a Fé da Antiga Aliança, Mestre de vida interior? A vida interior não é outra coisa senão o convívio assíduo e intimo com Cristo, para nos identificarmos com Ele. E José saberá dizer-nos muitas coisas sobre Jesus. Por isso, não deixeis nunca de conviver com ele; ite ad Joseph, como diz a tradição cristã com uma frase tomada do Antigo Testamento.

Mestre da vida interior, trabalhador empenhado no seu trabalho, servidor fiel de Deus em relação contínua com Jesus: este é José. Ite ad Joseph. Com S. José o cristão aprende o que é ser Deus e estar plenamente entre os homens, santificando o mundo. Ide a José e encontrareis Jesus. Ide a José e encontrareis Maria, que encheu sempre de paz a amável oficina de Nazaré. (Cristo que passa, nn. 56)

A Igreja inteira reconhece S. José como seu protector e padroeiro. Ao longo dos séculos tem-se falado dele, sublinhando diversos aspectos da sua vida, sempre fiel à missão que Deus lhe confiara. Por isso, desde há muitos anos, me agrada invocá-lo com um título carinhoso: Nosso Pai e Senhor.

S. José é realmente Pai e Senhor, protegendo e acompanhando no seu caminho terreno aqueles que o veneram, como protegeu e acompanhou Jesus enquanto crescia e se fazia homem. (Cristo que passa, nn. 39)

Temas para reflectir e meditar


QUE NO TE ENGAÑEN! HOMBRE O MUJER
CAPÍTULO II

LA OBJECIÓN DE CONCIENCIA

Sobre este punto hemos de decir: el ser humano, y por ende el médico, en el legítimo ejercicio de su libertad puede y debe negarse a realizar actos que se oponen o violan los principios que le dicta su conciencia, y para ello tiene que gozar de independencia plena en el ejercicio de su profesión, garantizándole el respeto a los imperativos de su conciencia. El profesional pondera lo que considera lo mejor para quien solicita el aborto, para el nuevo ser gestado, y para mismo en fidelidad con su propia conciencia que no puede quedar asépticamente separada de su decisión. El cambio es necesario para el progreso, pero no todo cambio es sinónimo de progreso. El pretender obligar a una persona a realizar abortos o a vender fármacos abortivos o votar leyes a favor del aborto es una violación gravísima de los derechos humanos, en concreto del derecho a la libertad de conciencia, promulgado en el artículo 18 de la Declaración Universal de Derechos Humanos de la ONU y que en nuestra Constitución “forma parte del contenido del derecho fundamental a la libertad ideológica y religiosa, reconocida en el artículo 16.1 de la Constitución”, según sentencia del Tribunal Constitucional de 11 de Abril de 1985.

El 7 de Octubre del 2010, el Consejo de Europa aprobó la siguiente proposición: “Ninguna persona ni hospital ni institución serán obligadas, hechas responsables o discriminadas de ninguna forma por su negativa a efectuar, ayudar o someterse a un aborto”. Pero, si a pesar de todo, a uno le quieren obligar a actuar contra su conciencia, ha de tener presente el ejemplo de Santo Tomás Moro: antes morir que ser infiel a mi conciencia.
Un sacerdote amigo mío me contó que un abortista le criticó por su postura contra el aborto, a lo que mi amigo le respondió: “Es que a nosotros nos toca intentar recomponer a las mujeres que vosotros habéis destrozado”. Debo recordar que también hay hombres destruidos, como aquél que me dijo: “Hace cuarenta años participé en un aborto. Me ha destrozado la vida”.
Pero terminemos este capítulo con una palabra de esperanza. Sabemos que ningún pecado, por grave que sea, queda sin el perdón de Dios si hay arrepentimiento. Y quiero contar la historia del Dr. Natanson, que practicó personalmente cinco mil abortos y dirigió el mayor centro abortista del mundo durante dos años, hasta el día que llegó al conocimiento puramente científico que estaba matando seres humanos. Se pasó al bando provida y llegó a ser un referente mundial en la lucha contra el aborto. El Señor le premió concediéndole el don de la fe y el Bautismo pocos años antes de su muerte.

CAPÍTULO III
¿ES SERIA LA IDEOLOGÍA DE GÉNERO?
LOS NIÑOS TIENEN PENE, LAS NIÑAS TIENEN
VULVA


Cuando me explicaron lo que era la Ideología de Género, creí durante un buen rato que me estaban tomando el pelo, impresión que también tienen aquéllos a quienes explico y antes ignoraban todo sobre esta ideología. Por ello voy a empezar sobre cómo entiende la Ideología de Género la distinción entre varones y mujeres. Para sus defensores el sexo hace referencia a la dimensión biológica del individuo (hombre o mujer); el género, por el contrario, es fruto de la libre elección de las personas o resultado de unos hábitos aprendidos o de una construcción social y es radicalmente independiente del sexo. Es necesario abolir las propias identidades masculina y femenina, subordinadas al sexo biológico, y que las personas se dejen llevar por sus múltiples y variables orientaciones sexuales. Así un mismo género puede manifestarse como heterosexual, homosexual, lesbiana, bisexual etc.
¿Quiénes son los que defienden la ideología de género? Ante todo la mayor parte de las grandes organizaciones internacionales, como pueden ser la ONU, Unesco, Unicef, la OMS, El Banco Mundial, el Fondo de Población, Planned Parenthood, y varias de las más importantes Fundaciones internacionales, como la Soros, McNamara o la Rockefeller. En España fundamentalmente las feministas radicales, el lobby LGTB, y nuestros parlamentarios de todos los Partidos Políticos. Es decir lo políticamente correcto es la ideología de género.
La Ley Orgánica 2/2010 del 3 de Marzo, llamada popularmente la Ley del Aborto, es también la Ley de Salud Sexual y Reproductiva y en ella leemos: “Artículo 5. Objetivos de la actuación de los poderes públicos. 1. Los poderes públicos en el desarrollo de sus políticas sanitarias, educativas y sociales garantizarán: a) la información y la educación afectivo sexual y reproductiva en los contenidos formales del sistema educativo. b) El acceso universal a los servicios y programas de salud sexual y reproductiva… e) La educación sanitaria integral y con perspectiva de género sobre salud sexual y salud reproductiva”. “ [i]. La formación de profesionales de la salud se abordará con perspectiva de género”.
A primera vista las palabras “perspectiva de género” pueden parecernos inofensivas y de hecho la gran mayoría de los españoles, incluidos muchos políticos, ignoran el veneno que hay en estas, aparentemente, sencillas frases. La ideología de género con su neolenguaje hace que la gente vea como normal, aquello que realmente son atrocidades y esperpentos.
El primer problema que se nos presenta es si los sexos son dos o muchos más.
Según el relato bíblico de la Creación [ii], el haber sido creado por Dios como hombre o mujer pertenece a la esencia humana. A mí me parece como un dato indiscutible que el ser humano ha sido creado como hombre o como mujer y es lo que hasta ahora han afirmado todos los libros de Ciencias y de Medicina.
En cambio, en la ideología de género el sexo ya no es un dato originario de la naturaleza, sino que somos nosotros, prescindiendo de nuestra naturaleza, quienes hemos de decidir sobre esto. Según esta ideología en la persona imperan las características psicológicas que configuran su forma de ser y se ha de otorgar soberanía a la voluntad humana sobre cualquier otra consideración física. La libre autodeterminación del género de cada persona ha de ser afirmada como un derecho humano fundamental, parte imprescindible de su derecho al libre desarrollo de la personalidad. Por tanto la identidad de género de cada persona es consecuencia de su libre decisión de cada persona, sin que deba ser definida por terceros. Para que nos entendamos: yo puedo ir a un Juzgado y salir de él convertido en Petra Trevijano, pues si yo me siento mujer, pues soy mujer, sin necesidad de más criterios, ni siquiera un diagnóstico médico. No nos extrañe, por tanto, que cuando a una de éstas de la ideología de género le preguntaron si esperaba niño o niña, contestase así:
“No lo sé, le dejaré que decida cuando sea mayor”.
De todos modos, el record de estupidez lo tiene la Asociación Médica Británica que ha facilitado a sus 160.000 afiliados un manual en el que les pide no utilizar el término "madre" para referirse a las mujeres embarazadas ya que podría herir la sensibilidad de "individuos que han dado a luz y no se identifican como mujeres".
Creo que la mejor manera de combatir la ideología de género es mostrar lo absurda, ridícula y disparatada que es. Por eso se ha hecho muy famosa la intervención de un parlamentario regional alemán, Steffen Körniger que en Junio del 2016, en el Parlamento de Brandeburgo, cuando se discutía una Ley sobre ideología de género, empezó su intervención, tras el saludo al Presidente de la Cámara, así: “Señoras y señores, estimados homosexuales, estimadas lesbianas, estimados andróginos, estimados géneros fluidos, estimados transgénero…”, y así continuó hasta sesenta modalidades diversas, con gran juerga de los adversarios de la ideología de género y supongo que parecida confusión entre sus partidarios. Por cierto, luego declaró que la lista posible llegaba a más de cien.
Pero como el hombre no es un animal estúpido, pienso que la ideología de género no podrá durar muchos años. De hecho están empezando a suceder casos en el mundo del deporte que creo va a ser el principio del fin de la ideología de género. En Nueva Zelanda un hombre se presentó a un certamen de halterofilia con resultados mediocres y entonces se presentó al certamen femenino y como allí se acepta la ideología de género, y si uno dice que es mujer, es mujer y punto, pues barrió. En Argentina en la Liga femenina de hockey se presentó un varón y cuando ya estaba admitido, los demás equipos anunciaron que si jugaba ése, ellas se retiraban del campeonato. Cuando se den treinta o cuarenta casos como éste, las mujeres deportistas, hartas que les roben sus medallas, tendrán que plantarse y decir que el varón es varón y la mujer, mujer, y si alguien pretende otra cosa, que lo pruebe, que su palabra no basta. Uno no es varón o mujer porque piense que lo es, sino que hay un argumento fisiológico o natural que indica la condición sexual de las personas. Un joven que piense que es una mujer, no lo es si tiene órganos reproductores que demuestran lo contrario. Las conductas que contradicen la identidad sexual física, hoy se llaman disforia de género, y la idea que el sexo o género se elige es falsa, podrá ser legal, pero no es biológicamente correcta.


[i] Artículo 8
[ii] (Gen. 1,26-27)