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09/01/2017

Jesus ainda está à procura de pousada

Jesus nasceu numa gruta em Belém, diz a Escritura, "porque não havia lugar para eles na estalagem". Não me afasto da verdade teológica, se te disser que Jesus ainda está à procura de pousada no teu coração. (Forja, 274)

Não me afasto da mais rigorosa verdade se vos digo que Jesus continua agora a buscar pousada no nosso coração. Temos de Lhe pedir perdão pela nossa cegueira pessoal, pela nossa ingratidão. Temos de Lhe pedir a graça de nunca mais Lhe fechar a porta das nossas almas.

O Senhor não nos oculta que a obediência rendida à vontade de Deus exige renúncia e entrega porque o amor não pede direitos: quer servir. Ele percorreu primeiro o caminho. Jesus, como obedecestes Tu? Usque ad mortem, mortem autem crucis, até à morte e morte de Cruz. É preciso sair de nós mesmos, complicar a vida, perdê-la por amor de Deus e das almas... Tu querias viver e que nada te acontecesse; mas Deus quis outra coisa... Existem duas vontades: a tua vontade deve ser corrigida para se identificar com a vontade de Deus, e não torcida a de Deus para se acomodar à tua.

Com alegria, tenho visto muitas almas que jogaram a vida – como Tu, Senhor, "usque ad mortem"! – para cumprir o que a vontade de Deus lhes pedia, dedicando os seus esforços e o seu trabalho profissional ao serviço da Igreja, pelo bem de todos os homens.

Aprendamos a obedecer, aprendamos a servir. Não há maior fidalguia do que entregar-se voluntariamente ao serviço dos outros. Quando sentimos o orgulho que referve dentro de nós, a soberba que nos leva a pensar que somos super-homens, é o momento de dizer que não, de dizer que o nosso único triunfo há-de ser o da humildade. Assim nos identificaremos com Cristo na Cruz, não aborrecidos ou inquietos, nem com mau humor, mas alegres, porque essa alegria, o esquecimento de nós mesmos, é a melhor prova de amor. (Cristo que passa, 19)

Evangelho e comentário

Tempo do Natal

Baptismo do Senhor

Evangelho: Mt 3, 13-17

13 Então, foi Jesus da Galileia ao Jordão, e apresentou-Se a João, para ser baptizado por ele. 14 Mas João opunha-se-Lhe, dizendo: «Sou eu quem devo ser baptizado por Ti e Tu vens a mim?» 15 Jesus respondeu-lhe: «Deixa estar por agora, pois convém que cumpramos assim toda a justiça». Ele então concordou. 16 Logo que foi baptizado, Jesus saiu da água. E eis que se Lhe abriram os céus, e viu o Espírito de Deus descer em forma de pomba, e vir sobre Ele. 17 E eis que uma voz vinda do céu dizia: «Este é o Meu Filho amado no qual pus as Minhas complacências».

Comentário:

O baptismo de Cristo é, de facto, um acontecimento extraordinário.

O próprio senhor da vida e da morte quer receber o sacramento que inicia a vida cristã.

Seria necessário?
Talvez não, já que em qualquer altura o Senhor poderia institui–lo, mas temos de pensar, até usando a pura lógica, se Jesus vai iniciar a Sua vida pública parece natural que queira receber o mesmo benefício que o homem Seu irmão recebe ao iniciar a sua vida de união com Deus.

Parece que assim o Senhor fica mais unido a todos os que O seguem no caminho do Reino de Deus.

(ama, comentário sobre Mt 3, 13-17, 2014.01.12)






Leitura espiritual


Leitura espiritual



A Cidade de Deus 

Vol. 1

LIVRO II

CAPÍTULO XXVI

Conselhos secretos dos deuses relativos aos bons costumes, ao mesmo tempo que, em público, se ensinava toda a casta de maldades nos actos de culto.

Estes é que são os factos: a pedido dos próprios deuses (que se irritam com os que lhos recusam) — em público e às claras faz-se o estendal das suas torpezas, com crimes à mistura, dos seus opróbrios e crimes reais ou fictícios. Consagram-lhos e dedicam-lhos em solenidades previamente fixadas e estabelecidas. Apresentam-nos como exemplos a imitar e, como espectáculo, fazem-se desfilar perante os olhares de todos. Mas então como é que é isto? Os próprios demónios
«que, nas representações, dão testemunho de que são eles os autores da vida criminosa e dissoluta com as suas infames façanhas reais ou simuladas»
«que solicitam os impudicos e coagem os pudibundos a representarem-na como espectáculo»
como é possível que se apresentem estes mesmos a darem, nos mais secretos esconderijos dos seus santuários, não sei que preceitos morais a alguns iniciados escolhidos? Se assim é, por isso mesmo há que evidenciar e confundir a barulhenta malícia dos espíritos nefastos. Tão grande é a força da probidade e da castidade que todo ou quase todo o ser humano aprecia no seu íntimo os elogios desta virtude — e por mais torpes que sejam os vícios que o dominaram, não chega a perder o sentido da honradez. É por isso que a malignidade dos demónios, se não lhes acontece por vezes, como se diz nas nossas Escrituras, transformarem-se em anjos de luz, nunca cumprirão os seus planos de impostura. Cá fora, junto do povo, uma obscena impiedade ressoa em estrepitoso barulho; mas, lá dentro, uma casti­dade dissimulada dificilmente é ouvida de poucos. Mostra-se ao público o vergonhoso e o louvável fica secreto. Esconde-se o decoro, patenteia-se o indecoro. O mal que se pratica atrai todos os espectadores; o bem que se apregoa, dificilmente encontra alguns auditores — como se nos tivéssemos de envergonhar das coisas honestas e vangloriar das desonestas. Mas onde é que isto se passa senão nos templos dos demónios? Onde senão nos antros da mentira? E faz-se isso para apanhar os mais honestos, que bem poucos são — e faz-se isto para que se não corrijam os pervertidos, que são muitos.

Onde e quando recebem os iniciados da Deusa Celeste lições de castidade, ignoramos nós. Todavia, mesmo diante do seu templo, onde víamos levantada a sua imagem, todos acorrem de toda a parte, e cada um aí se aguenta de pé como pode; olhamos atentos para os jogos que se desenrolam, voltando os nossos olhos, ora para o cortejo das meretrizes, ora para a deusa virgem. Adoram-na com súplicas, mas perante ela celebram-se torpezas. Não vimos lá nem histrião pudibundo nem actriz com vergonha. Todos os papéis estavam repletos de obscenidades. Sabiam o que é que agradava a esta virginal divindade, e exibia-se o que permitia a uma mulher casada voltar do templo muito «sabida». Algumas, mais pudicas, desviavam os olhos dos gestos lascivos, mas com um olhar furtivo aprendiam artimanhas do vício. É certo que na presença dos homens se sentiam envergonhada e não se atreviam a olhar à vontade para os gestos impudicos; mas ainda menos se atreviam a condenar na castidade do seu coração os ritos de uma divindade que elas veneravam. Era num templo que estas coisas se ensinavam publicamente, mas, para se praticarem, procurava-se pelo menos um lugar secreto, em casa. O pudor dos mortais (se, lá, algum pudor houvesse) ficaria muito admirado por os homens não cometerem livremente os actos vergonhosos que se aprendiam religiosamente junto dos deuses e que estes ordenavam se exibissem sob pena de virem a incorrer na sua cólera. Que outro espírito seria capaz de excitar as mentes pervertidas por um secreto instinto e impeli-las ao adultério e a comprazer-se nele uma vez cometido, senão o que se compraz em tais ritos,
levanta nos templos estátuas aos demónios,
ama nos jogos as representações dos vícios,
murmura em segredo palavras de justiça, para assim enganar alguns poucos bons
e multiplica em público os incitamentos à perversão, para se assenhorear da multidão dos maus?

CAPÍTULO XXVII

Sob o pretexto de apaziguarem os deuses, os Romanos, ao sacralizarem os jogos obscenos, destruíram a disciplina pública.

Túlio, homem grave, mas filósofo amador, quando estava para ser edil, clamou aos ouvidos da cidade que um dos seus deveres de magistrado era o de apaziguar a deusa- -mãe Flora com a celebração de jogos. Esses jogos costumavam ser celebrados tanto mais devotamente quanto mais torpes. Diz noutra altura, quando já era cônsul, por ocasião de um dos mais graves perigos da cidade, que, durante dez dias, foram realizados jogos sem ser omitido qualquer rito apropriado para apaziguar os deuses. Como se irritar tais deuses com a temperança não fosse preferí­vel a aplacá-los com a luxúria, e provocar a sua inimizade com a honradez não fosse preferível a amansá-los com tamanha dissolução! Na realidade esses homens por causa dos quais se aplacavam os deuses, por muito atroz que fosse a sua ferocidade, não seriam mais nocivos do que os próprios deuses ao serem apaziguados com vícios tão repugnantes. Efectivamente, para desviarem o perigo com que o inimigo ameaçava os corpos, conciliavam-se os deuses por meios que arruinavam a virtude nas almas. Não se prestavam a ser defensores das muralhas contra os assaltantes senão depois de se terem tornado destruidores dos bons costumes.

Esta é a apaziguação de tais numes — a mais petulante, a mais impura, a mais impudente, a mais iníqua, a mais imunda; a louvável e instintiva virtude romana privou os seus actores de toda a dignidade, expulsou-os da tribo, declarou-os desonrados e taxou-os de infames. Esta é, repito, a impudica apaziguação de tais numes, — desprezível, abomi­nável, vergonha da verdadeira religião. Estas são as sedutoras fábulas ultrajantes para os deuses. Estes são os ignominiosos actos dos deuses — criminosa e vergonhosamente cometidos ou mais criminosa e vergonhosamente inventados. Era isto que toda a cidade aprendia publicamente pelos olhos e pelos ouvidos. Vendo que os deuses se compraziam com tais crimes, julgava que era preciso não só exibi-los mas também imitá-los. Não sei o que de bom e de honesto se ensinava (se é que se ensinava) a tão poucos, e tão ocultamente que mais se temia que fosse conhecido do que infringido.

CAPÍTULO XXVIII

Carácter salvífico da religião cristã.

Ao verem que, pelo nome de Cristo, os homens se libertavam do jugo infernal dessas potestades imundas e da sua comunidade de castigo, ao verem que os homens passavam da perniciosíssima noite da impiedade para a luz salutar da piedade,
— os iníquos e ingratos, profunda e enraizadamente possuídos por esses espíritos nefastos, lastimam-se e murmuram.

E isto porque as multidões afluem às igrejas: formam uma casta assembleia com uma separação honesta de sexos; ali aprendem como se deve viver virtuosamente no tempo para, depois da morte, se merecer a felicidade na eternidade; ali, na presença de todos e de um lugar elevado se proclamava a Santa Escritura; os que a não cumprem, ouvem-na para castigo. Se por acaso, ali acorrem alguns zombadores de tais preceitos, toda a sua petulância em repentina mudança se desvanece ou é reprimida pelo temor e pelo respeito. Efectivamente, ali nada de vergonhoso, nada de vicioso é proposto para ser visto ou para ser imitado; ali se inculcam os preceitos e se contam os milagres do verdadeiro Deus; ali se louvam os seus dons ou se solicitam as suas graças.

CAPÍTULO XXIX

Exortação aos Romanos para que abandonem o culto dos deu­ses.

Cobiça antes estes bens, ó louvável índole romana, ó raça dos Régulos, dos Cévolas, dos Cipiões, dos Fabrícios. Cobiça antes estes bens. Distingue-os daquela torpíssima vaidade, da tão falaz malignidade dos demónios. Se em ti algo de louvável sobressai, só pela verdadeira piedade pode ser purificado e aperfeiçoado, mas perde-se ou arruína-se pela impiedade. Escolhe agora já o caminho a seguir, para que, sem resquícios de erro, sejas louvada, não em ti mas em Deus verdadeiro. Tiveste outrora glória entre os povos — mas, por um secreto desígnio da Providência divina, faltou-te o poder de escolher a verdadeira religião. Acorda! É dia! Acorda como acordaste em alguns de teus filhos de cuja virtude perfeita e sofrimentos suportados pela verdadeira fé nos gloriamos. Lutaram até ao fim contra as mais hostis potências. Triunfaram morrendo valorosamente os que

pelo seu sangue nos geraram esta pátria [i].

Para esta pátria te convidamos e exortamos. Junta-te ao número dos seus cidadãos porque ela tem como que por asilo a verdadeira remissão dos seus pecados. Não ouças os ... teus filhos degenerados que caluniam Cristo e os cristãos, pretendendo responsabilizá-los por estes tempos de desgraça, e que buscam o tempo de gozar não uma vida tranquila, mas antes o vício em segurança. Jamais te satisfizeram esses tempos, nem mesmo para a tua pátria terrena. Apodera-te agora já da pátria celeste. Por ela pouco trabalharás — e nela reinarás na verdade e para sempre. Aí não terás o fogo de Vesta nem a pedra do Capitólio, mas o único e verdadeiro Deus que

não porá limites nem ao teu espaço nem à tua duração. E dar-te-á um império sem fim [ii].

Não procures os deuses falsos e enganosos. Rejeita-os e despreza-os. Atira-te para a verdadeira liberdade. Não são deuses. São espíritos perversos para quem a tua felicidade eterna é a sua pena. Parece que Juno não invejou tanto aos Troianos (de quem tiras a origem carnal) as fortalezas romanas, como estes demónios (que até agora consideras deuses) invejam a todo o ser humano as moradas eternas. Tu própria formaste, em parte não pequena, um juízo de tais espíritos, quando os aplacaste com jogos, mas quiseste que fossem considerados infames os histriões que os representassem. Reclama a tua liberdade contra os espí­ritos imundos que põem sobre os teus ombros a carga de consagrar festas às suas ignomínias. Afastaste dos cargos honoríficos os actores dos crimes divinos: suplica ao verdadeiro Deus que afaste de ti estes deuses que se deleitam com os seus próprios crimes, quer verdadeiros — o que é o máximo da ignomínia — quer falsos — o que é o máximo da perversidade. Muito bem por espontaneamente teres recusado o acesso à sociedade civil aos histriões e aos cénicos! Acorda a valer! De modo nenhum a majestade divina se aplaca com artes que maculam a dignidade humana. Como podes entre as Santas Potestades celestes colocar deuses que se deleitam com tais honras, ao mesmo tempo que aos homens encarregados de lhes oferecerem essas homenagens os consideras como não devendo ser contados no número dos cidadãos romanos de qualquer classe?

Incomparavelmente mais gloriosa é a cidade do Alto, onde a vitória é a verdade, onde a dignidade é a santidade, onde a paz é a felicidade, onde a vida é a eternidade. Se te envergonhas de teres tais homens na tua sociedade, muito menos terá ela tais deuses na sua. Se, por­tanto, desejas chegar à cidade bem-aventurada, evita a sociedade dos demónios. É indigno que sejam venerados por gente honesta aqueles que são aplacados por gente desprezível. Sejam, pois, afastados da tua piedade pela purificação cristã, tal qual como os afastou das tuas dignidades a nota do censor.

Quanto aos bens carnais, únicos de que os maus querem gozar, e quanto aos males carnais, únicos que não querem suportar — os demónios não têm sobre eles o poder que se lhes atribui. (E, mesmo que o tivessem, seria preferível desprezar esses bens a, por causa deles, prestar- -lhes culto e, prestando-lhes culto, pormo-nos na impossibilidade de chegar aos bens que eles nos invejam). Mas eles não têm nos bens de cá o poder que lhes atribuem aqueles que sustentam que é preciso venerá-los no interesse desses bens. Vê-lo-emos mais tarde. Por agora, ponho termo a este livro. 

(cont)

(Revisão da versão portuguesa por ama)





[i] sanguine nobis Hanc patriam peperere suo... Vergílio, Eneida, XI, 24-25.
[ii] ... nec metas rerum nec tempore ponit: Imperium sine fine dabit... Vergílio, Eneida, I, 278-279.

Diálogos apostólicos

Diálogos apostólicos II Parte
26 - [1]

Estou muito interessado, como já te disse, sobre esse tema da Doutrina Social da Igreja.
Mas, como me disseste que te irias socorrer do próprio Compêndio, pergunto se em vez de “Diálogos” passaremos a ter “aulas”?

Respondo:

Não é esse o meu propósito.
Os nossos encontros continuarão a ser “Diálogos” em que me farás perguntas a que responderei socorrendo-me do Compêndio.




[1] Nota: Normalmente, estes “Diálogos apostólicos”, são publicados sob a forma de resumos e excertos de conversas semanais. Hoje, porém, dado o assunto, pareceu-me de interesse publicar quase na íntegra.

Actos dos Apóstolos

Actos dos Apóstolos

II. EXPANSÃO DA IGREJA FORA DE JERUSALÉM [i]

Capítulo 9

Ressurreição de Tabitá

36Havia em Jope, entre os discípulos, uma mulher chamada Tabitá, que significa «Gazela.» Era rica em boas obras e nas esmolas que distribuía. 37Ora, nesses dias, caiu doente e morreu. Depois de a terem lavado, depositaram-na na sala de cima. 38Como Lida era perto de Jope e ouvindo os discípulos dizer que Pedro estava lá, mandaram-lhe dois homens com o seguinte pedido: «Vem depressa ter connosco!» 39Pedro partiu imediatamente com eles. Logo que chegou, levaram-no à sala de cima e encontrou lá todas as viúvas, que choravam e lhe mostravam as túnicas e mantos feitos por Dórcada, enquanto ela estava na sua companhia.

40Pedro mandou sair toda a gente, pôs-se de joelhos e orou. Voltando-se depois para o corpo, disse: «Tabitá, levanta-te!» Ela abriu os olhos e, ao ver Pedro, sentou-se. 41Tomando-a pela mão, Pedro ajudou-a a erguer-se. Chamando então os santos e as viúvas, apresentou-lha viva. 42Toda a cidade de Jope soube deste acontecimento e muitos acreditaram no Senhor. 43Pedro ficou em Jope bastante tempo ainda, em casa de um curtidor chamado Simão.




[i] (6,8-12,25)

Bento XVI – Pensamentos espirituais 127

Urgência da oração


Quem reza não desperdiça o tempo, mesmo quando a situação apresenta todas as características de uma emergência e pare¬ce impelir unicamente para a acção.


Encíclica Deus Caritas Est, n.a 36, (Fevereiro de 2006)

 (in “Bento XVI, Pensamentos Espirituais”, Lucerna 2006)

Pequena agenda do cristão



SeGUNDa-Feira



(Coisas muito simples, curtas, objectivas)


Propósito:
Sorrir; ser amável; prestar serviço.

Senhor que eu faça ‘boa cara’, que seja alegre e transmita aos outros, principalmente em minha casa, boa disposição.

Senhor que eu sirva sem reserva de intenção de ser recompensado; servir com naturalidade; prestar pequenos ou grandes serviços a todos mesmo àqueles que nada me são. Servir fazendo o que devo sem olhar à minha pretensa “dignidade” ou “importância” “feridas” em serviço discreto ou desprovido de relevo, dando graças pela oportunidade de ser útil.

Lembrar-me:
Papa, Bispos, Sacerdotes.

Que o Senhor assista e vivifique o Papa, santificando-o na terra e não consinta que seja vencido pelos seus inimigos.

Que os Bispos se mantenham firmes na Fé, apascentando a Igreja na fortaleza do Senhor.

Que os Sacerdotes sejam fiéis à sua vocação e guias seguros do Povo de Deus.

Pequeno exame:

Cumpri o propósito que me propus ontem?