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10/07/2011

Diálogos apostólicos

Diálogos
Quero falar-te de algo muito importante: a guarda da vista!

Pois claro…a praia é muitas vezes um triste desfile de imoralidade.

Algumas pessoas acham que podem mostrar-se aos outros revelando intimidades (às vezes bem inestéticas) como se estivessem numa montra.

2011.07.10

Música e repouso

Horowitz - Mozart Sonata in C Major K. 330; 1st Movement


Música e repouso

Diana Rowan, Harpist by Triple Spiral Productions



TEXTOS DE SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

"Quis experimentar a fadiga e o cansaço"

Não sabes se será fraqueza física ou uma espécie de cansaço interior que se apoderou de ti, ou as duas coisas ao mesmo tempo... Lutas sem luta, sem o empenho de uma autêntica melhoria positiva, para pegar a alegria e o amor de Cristo às almas. Quero lembrar-te as palavras claras do Espírito Santo: só será coroado quem tiver lutado "legitime" – deveras! –, apesar dos pesares. (Sulco, 163)


A alegria, o optimismo sobrenatural e humano, são compatíveis com o cansaço físico, com a dor, com as lágrimas – porque temos coração –, com as dificuldades na nossa vida interior ou na tarefa apostólica.
Ele, "perfectus Deus, perfectus homo", perfeito Deus e perfeito homem, que tinha toda a felicidade do Céu, quis experimentar a fadiga e o cansaço, o pranto e a dor..., para que percebermos que para ser sobrenaturais temos de ser muito humanos. (Forja, 290)

Sempre que nos cansemos – no trabalho, no estudo, na tarefa apostólica – sempre que no horizonte haja trevas, então é preciso olhar Cristo: Jesus bom, Jesus cansado, Jesus faminto e sedento. Como te fazes compreender bem, Senhor! Como te fazes amar!
Mostras-te igual a nós em tudo, excepto no pecado, para que sintamos que contigo poderemos vencer as nossas más inclinações e as nossas culpas. Efectivamente, não têm importância o cansaço, a fome, a sede, as lágrimas... Cristo cansou-se, passou fome, teve sede, chorou. O que importa é a luta – uma luta amável, porque o Senhor permanece sempre a nosso lado – para cumprir a vontade do Pai que está nos céus. (Amigos de Deus, 201)
© Gabinete de Informação do Opus Dei na Internet

Porque te queixas?

Se pensas que sofres na vida...


Laicismo e a Religião.

Conta, peso e medida
E a laicidade do Estado?

A laicidade do Estado é diferente do laicismo. 

A laicidade propõe que o Estado não deve estar ligado a uma religião particular mas que deve respeitar a liberdade religiosa. 

Defende que deve haver uma separação adequada entre Igreja e Estado e não prejudicar os cidadãos por motivos religiosos. É correcto.


Em troca no laicismo, o Estado impulsiona o ateísmo optando pela religião ateia.

Ideiasrapidas, trad ama

Evangelho do dia e comentário







T. Comum– XV Semana



Evangelho: Mt 13, 1-9

1 Naquele dia, saindo Jesus de casa, sentou-Se à beira do mar. 2 E juntou-se em volta d'Ele uma grande multidão de gente, de tal modo que foi preciso entrar numa barca e sentar-Se nela; e toda a multidão estava em pé na praia. 3 E disse-lhes muitas coisas por parábolas: «Eis que um semeador saiu a semear. 4 Quando semeava, uma parte da semente caiu ao longo do caminho; e vieram as aves do céu e comeram-na. 5 Outra parte caiu em lugar pedregoso, onde não havia muita terra; e nasceu logo, porque não tinha profundidade de terra.6 Mas, saindo o sol, queimou-se; e, porque não tinha raiz, secou. 7 Outra parte caiu entre espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram. 8 Outra parte, enfim, caiu em boa terra, e frutificou; uns grãos deram cem por um, outros sessenta, outros trinta. 9 Quem tem ouvidos para ouvir, oiça».

Meditação:

Semear... Semear! É o Teu mandato, a última e mais importante instrução: «ide por todo a parte anunciar o Evangelho»!

Que me importa se a minha competência como semeador é deficiente, que muita da semente que atiro à terra não frutifique a tempo de eu ver os frutos, que me digam que não tenho categoria nenhuma como semeador, que trocem de mim ou façam ar de quem suspeita das minhas intenções; que me chamem visionário, louco?!

Sou, porventura, mais que o meu Mestre e Senhor?

Não, evidentemente e, se com Ele se comportaram assim chegando ao extremo de Lhe dar a morte e morte de Cruz, que posso eu esperar ou, muito menos, queixar-me?

O Senhor é a minha força, nada poderá afastar-me do meu caminho, nada temo!
Dominus iluminatio mea et salus mea, quem timebo?
(AMA, comentário, meditação, Mt 13, 1-9, 2010.07.21)