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17/02/2011

Breve História da Humanidade 16

Observando
Continuação

O anúncio caiu sobre o mundo com uma ventania e um impetuoso avanço de mensageiros proclamando aquele portento apocalíptico; e não é nenhuma fantasia indevida dizer que eles ainda estão correndo. O que intriga o mundo, e os seus sábios filósofos e imaginativos poetas, acerca dos sacerdotes e dos fiéis da Igreja Católica é que eles ainda se comportam como se fossem mensageiros. Um mensageiro não sonha com qual poderia ser sua mensagem, nem discute acerca do que ela provavelmente seria. Ele entrega-a como é. Não é uma teoria nem uma fantasia, é um facto. Não é relevante para este esboço intencionalmente superficial provar em detalhes que a mensagem é um facto; só é relevante ressaltar que esses mensageiros a tratam como um facto. Tudo o que se condena na tradição católica, a autoridade, o dogmatismo e a recusa de retratar-se e modificar são apenas atributos humanos naturais de um homem com uma mensagem relacionada a um facto.

(G. K. Chesterton,  O Homem Eterno, Ed. Mundo Cristão, 1ª ed. colig. e adap. por ama)
Cont/

Requiam

Requiam aeternam:






Requiem aeternam dona eis, Domine, et lux perpetua luceat eis, te decet hymnus, Deus in Sion, et tibi reddetur votum in Jerusalem; exaudi orationem meam, ad te omnis caro veniet.
Requiem aeternam dona eis, Domine, et lux perpetua luceat eis.
Kyrie eleison, Christe eleison, Kyrie eleison.

Medo do demónio - 6

Duc in altum





A continuação de notáveis escritos de JMA.


Para ver, clicar no link

Sobrevivente de aborto I

Impressionante história verdadeira 1








Cadáver de homem esteve dois meses sentado à mesa


Observando



Mais um caso de um ser humano de idade encontrado morto ao fim de dois meses.


O que impressiona é o contínuo individualismo em que a sociedade humana vive.

Com efeito o homem vivia há trinta anos naquele prédio, mas não foi encontrado porque os vizinhos o procuraram, mas apenas porque não pagou a renda!!!

Primeiro o dinheiro, depois…o homem!!!

«A medida que usardes com os outros será usada convosco [1]
JMA




[1] Lc 6, 38

Evangelho e comentário do dia












Tempo comum - VI Semana

Evangelho: Mc 8, 27-33

27 Saiu Jesus com os Seus discípulos pelas aldeias de Cesareia de Filipe. Pelo caminho, interrogou os discípulos: «Quem dizem os homens que Eu sou?». 28 Eles responderam-Lhe: «Uns dizem que João Baptista, outros que Elias, e outros que algum dos profetas». 29 Então perguntou-lhes: «E vós quem dizeis que Eu sou?». Pedro respondeu: «Tu és o Cristo».30 Então Jesus ordenou-lhes severamente que não dissessem isto d'Ele a ninguém. 31 E começou a ensinar-lhes que era necessário que o Filho do Homem padecesse muito, que fosse rejeitado pelos anciãos, pelos príncipes dos sacerdotes e pelos escribas, que fosse morto, e que ressuscitasse depois de três dias. 32 E falava destas coisas claramente. Pedro, tomando-O à parte, começou a repreendê-l'O. 33 Mas Jesus, voltando-Se e olhando para os Seus discípulos, repreendeu Pedro, dizendo: «Retira-te daqui, Satanás, que não aprecias as coisas de Deus, mas sim as dos homens».

Meditação:

E eu, quem digo eu que Tu és?

Respondo:

Sei, acredito firmemente, que és o meu Deus e Senhor, o Criador da humanidade inteira.

Esta certeza, que me vem da graça da fé que em mim incutes a cada momento, deixa-me tranquilo porque tenho um Pai que é O mesmo Criador da minha alma, é O mesmo que vela por mim, constantemente, que me mantém vivo, me ensina e indica o caminho para a vida eterna onde me esperará, de braços abertos, para me receber na Sua Glória.

Esta certeza tranquiliza-me, também, porque sei que não obstante as minhas fraquezas e debilidades, as minhas frequentes quedas e desvios, Ele estará sempre a meu lado, pronto e disponível para me ajudar a recomeçar e a acolher-me de novo nos Seus braços amorosos.

Sim, Tu, és o meu Senhor e o meu Deus!

(ama, Meditação sobre Mc 8, 27-33, 2008.08.24) 

Fortaleza de ser cobarde

Tema para breve reflexão



A cada nova ocasião de combate, a cada nova provocação do inimigo, porto-me com valentia; sabendo que seria uma cobardia bater-me em duelo, viro costas ao adversário, sem nunca me defrontar com ele...




(stª Teresinha do Menino Jesus, História de uma alma, LAI, 11ª ed., pg. 199)











2011.02.17

Doutrina

«RERUM NOVARUM»

Disciplina e finalidade destas associações

33. Precisam evidentemente estas corporações, para que nelas haja unidade de acção e acordo de vontades, duma sábia e prudente disciplina. Se, pois, como é certo, os cidadãos são livres de se associarem, devem sê-lo igualmente de se dotarem com os estatutos e regulamentos que lhes pareçam mais apropriados ao fim que visam. Quais devem ser estes estatutos e regulamentos? Não cremos que se possam dar regras certas e precisas para lhes determinar os pormenores; tudo depende do génio de cada nação, das tentativas feitas e da experiência adquirida, do género de trabalho, da expansão do comércio e doutras circunstâncias de coisas e de tempos que se devem pesar com ponderação. Tudo quanto se pode dizer em geral é que se deve tomar como regra universal e constante o organizar e governar por tal forma as cooperações que proporcionem a cada um dos seus membros os meios aptos para lhes fazerem atingir, pelo caminho mais cómodo e mais curto, o fim que eles se propõem, e que consiste no maior aumento possível dos bens do corpo, do espírito e da fortuna.

2011.02.17